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Brasília-DF, 22 de Fevereiro de 2012. Ano 8
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Meio Ambiente
MEIO AMBIENTE
Inpe: Amazônia perdeu 207 km² de floresta em dois meses
Da redação em 02/02/2012 17:22:44

A Amazônia perdeu 207,59 km² da cobertura vegetal nos meses de novembro e dezembro de 2011, segundo dados divulgados nesta terça-feira (2) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.A área equivale a 11 vezes e meia o tamanho do arquipélago de Fernando de Noronha (PE).
 
As informações do sistema de detecção do desmatamento em tempo real (o Deter), que utiliza imagens de satélite para o monitorar a Amazônia Legal, que compreende nove estados, mostraram que em novembro foram desmatados 133 km² de floresta, enquanto que em dezembro a área derrubada equivale a de 74,59 km².
 
O número foi 54% maior à quantidade registrada no mesmo período de 2010. Entretanto, segundo o próprio Inpe, no ano retrasado a cobertura de nuvens atrapalhou mais o sensoriamento remoto em ambos os meses, tanto que em dezembro daquele ano apenas 26% da floresta foi analisada. Já em 2011, a cobertura de nuvens foi menos intensa e possibilitou verificar mais regiões.  De acordo com o Deter, no bimestre o estado que mais desmatou foi o Pará (58,56 km²), seguido do Mato Grosso (53,81 km²).
 
Prodes
 Em dezembro, o Inpe divulgou dados do Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), que analisa o desmate no bioma ao longo de 12 meses e constatou queda de 11% na devastação da floresta.
 
Entre agosto de 2010 e julho de 2011 a Amazônia Legal perdeu 6.238 km² de sua cobertura, número inferior aos 7 mil km² referente ao período de agosto de 2009 a julho de 2010. Essa é a menor área desmatada no período desde que o monitoramento foi iniciado na região, em 1988, informou o Inpe.Informações do G1.


MEIO AMBIENTE
Após avanços, governo ‘mudou de atitude‘ sobre Amazônia, diz ‘NYT‘
Da redação em 25/01/2012 14:08:49

 Uma reportagem publicada na edição desta quarta-feira (25) pelo jornal americano New York Times afirma que o Brasil teve "grandes avanços" nos últimos anos no combate ao desmatamento da Amazônia, mas que recentemente há sinais de uma "mudança de atitude" do governo.
 
"Desde que a presidente Dilma Rousseff foi eleita presidente, no final de 2010, há sinais de uma mudança na atitude do governo em relação à Amazônia", diz a reportagem assinada pelo jornalista Alexei Barrionuevo.
 
O texto do New York Times - intitulado "No Brasil, temores de uma recaída na proteção da Amazônia" - cita como exemplo a medida provisória 558/12, que altera os limites de alguns parques nacionais na Amazônia.
 
"O governo está dando mais flexibilidade para grandes projetos de infraestrutura durante o processo de licenciamento ambiental. E uma proposta daria ao Congresso do Brasil o poder de veto sobre o reconhecimento de territórios indígenas", escreve o jornalista.  A reportagem afirma que o debate sobre novo Código Florestal, que substitui o antigo, elaborado há 47 anos, está se tornando "o teste mais sério da posição de Rousseff sobre o meio ambiente".
 
"O debate sobre a lei revelou uma forte diferença entre uma população que está cada vez mais a favor de preservar a Amazônia e um Congresso no qual interesses agrícolas no Norte e Nordeste do país ainda têm influência", escreve o repórter do New York Times.  A reportagem diz que Dilma tem, até o momento, se mostrado "pró-desenvolvimento", o que segundo ambientalistas "alterou o equilíbrio em relação à administração do presidente anterior, Luiz Inácio Lula da Silva".
 
O jornal reconhece que, apesar das preocupações dos ambientalistas, "não há como negar que o desmatamento no Brasil, provocado em grande escala pela pecuária, está com tendência de queda". Informações da BBC Brasil.


VOLTA AO MUNDO
Esloveno inicia volta ao mundo em avião ecológico
Da redação em 08/01/2012 09:41:28

Da France Presse


Matevz Lenarcic iniciou neste domingo volta ao mundo. (Foto: Jure Makovec/AFP)
 
O biólogo esloveno Matevz Lenarcic, de 53 anos, iniciou neste domingo (8) uma volta ao mundo de 100 mil quilômetros a bordo de um avião ultraleve com o objetivo de completar o percurso com o consumo mínimo de combustível possível, dando assim um exemplo de preservação do planeta.  Ele partiu do aeroporto de Liubliana para percorrer 100 mil quilômetros, passando por seis continentes, três oceanos, 120 parques nacionais, pela Antártida e pelo Everest. Tudo isso em aproximadamente dois meses e meio.
 
Seu avião ultraleve, um Pipistrel Virus-SW914, foi construído pela Pipistrel, uma empresa eslovena especializada em aeronaves leves, ganhadora em 2011 do prêmio da Nasa concedido à aviação ecológica por ter conseguido percorrer 200 milhas (321,8 km) em menos de duas horas utilizando menos de um galão (3,79 litros) de combustível por ocupante.



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