Carregando...
 
 
Brasília-DF, 01 de Janeiro de 2010. Ano 6
Hoje
JANEIRO/2010
D S T Q Q S S
1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31
Total de 33219 notícias
Distrito federal
Câmara do DF volta à estaca zero
Enviado por Da Redação em 31/01/2010 22:50:09

Da AE

Passados dois meses desde que foi deflagrada a Operação Caixa de Pandora, que trouxe a público o suposto esquema de corrupção no governo do Distrito Federal, conhecido como "mensalão do DEM", a Câmara Legislativa, que tinha tomado algumas ações para investigar o caso, voltou à estaca zero.

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Corrupção, antes com depoimentos agendados e requerimentos aprovados, está sem presidente e com a composição incompleta. As CCJs (Comissões de Constituição e Justiça) e especial, colegiados que analisarão os três pedidos de impeachment do governador José Roberto Arruda (sem partido), também estão paradas.

A CPI da Corrupção não avança nos trabalhos desde que o deputado Alírio Neto (PPS) rompeu com a base aliada a pedido do partido e perdeu a vaga e o cargo de presidente. O vice-presidente da CPI, Batista das Cooperativas (PRP), adiou a eleição do novo presidente duas vezes, sem maiores explicações.

Além disso, o PMDB, dono de uma das cinco vagas, enfrenta dificuldades para indicar um representante. Os deputados da legenda, citados no inquérito policial como beneficiários do esquema, não podem participar das investigações por determinação da Justiça. Os deputados Bispo Renato Andrade (PR) e Cristiano Araújo (PTB) foram sondados pelo PMDB para ocupar a vaga.

Bispo Renato Andrade recusou, enquanto Araújo pretende se candidatar à reeleição e pensa em não aceitar o convite para não ter de arcar com o prejuízo político de defender Arruda abertamente.

A falta de organização chegou ao ponto de o principal delator do funcionamento da corrupção no Distrito Federal, o ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa, ter pedido o adiamento do depoimento à CPI, alegando que não se "submeteria a uma Casa apoteoticamente desorganizada política e administrativamente". Nas demais comissões, o cenário repete-se.


ELEIÇÕES 2010
PT vai usar enchentes contra Serra
Enviado por Da Redação em 31/01/2010 07:36:55

Vera Rosa e Ana Paula Scinocca, de O Estado de S.Paulo

A campanha presidencial da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, vai aproveitar os estragos provocados pelas chuvas em São Paulo para tentar desconstruir a imagem de bom administrador do governador José Serra, pré-candidato do PSDB ao Palácio do Planalto. No governo e na cúpula do PT, a convicção é de que o grande embate entre Dilma e Serra será em torno da capacidade de dirigir o País. A ideia dos petistas é usar o lançamento da segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em março, para apresentar o projeto de combate às enchentes e, a partir daí, chamar Serra para a briga nessa seara.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está convencido de que o PSDB fará de tudo para colar em Dilma o carimbo de candidata sem experiência administrativa e, em seu governo, a pecha de patrocinador da "gastança" e do inchaço da máquina pública. A contraofensiva, porém, já está em curso: na Esplanada, a área econômica começou a levantar números e a produzir estudos para provar que a maior despesa dos dois mandatos de Lula tem sido com o pagamento de benefícios sociais, como os destinados ao Bolsa-Família, às aposentadorias e ao seguro-desemprego.

É na outra frente de batalha - o debate sobre a capacidade de administrar - que o PAC entrará em cena. Embora apenas um terço da verba destinada ao primeiro programa tenha sido executada, o governo lançará o PAC 2 com a promessa de contribuir para a solução das enchentes. Detalhe: a vigência do PAC 2 é de 2011 a 2015.

"São Paulo está alagado há dois meses", afirmou o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), ao anotar 26 cidades paulistas em estado de emergência. "É preciso uma revolução nas condições de infraestrutura", emendou, numa referência a investimentos em portos, aeroportos e hidrovias.

Dados do Ministério das Cidades indicam que desde a criação do PAC, em 2007, um montante de R$ 1,7 bilhão foi destinado a obras de drenagem urbana no Estado de São Paulo. Os recursos incluem as contrapartidas das prefeituras, mas não são liberados de uma única vez - e, sim, proporcionalmente ao andamento das obras.

Escalados pelo comando da campanha de Dilma, militantes do PT já começaram a vasculhar a gestão de Serra não só no governo de São Paulo como na prefeitura paulistana (2005 a 2006) e à frente dos Ministérios do Planejamento (1995 a 1996) e da Saúde (1998 a 2002).

"Precisamos potencializar o que o governo Lula fez e o que Serra não fez", disse o presidente do PT paulista, Edinho Silva. Para o senador Sérgio Guerra (PE), que comanda o PSDB, o PAC é uma ficção. "Trata-se de um slogan, de uma peça publicitária", insistiu o tucano, chamado por Lula de "babaca" na reunião ministerial do dia 21.

Lula pediu à equipe, naquele dia, que ajudasse a divulgar as obras de sua administração nos Estados. Cobrou principalmente os ministros que deixarão os cargos até 3 de abril para disputar as eleições. "Falem do que estamos fazendo. Os governadores nunca dizem que as obras são do governo federal", reclamou.

 



PF aponta superfaturamento de R$ 1 bi em obras de aeroportos
Enviado por Da Redação em 31/01/2010 07:33:33

Fausto Macedo e Bruno Tavares, de O Estado de S.Paulo

  A Polícia Federal apontou superfaturamento de R$ 991,8 milhões nas obras de dez aeroportos administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) - Corumbá, Congonhas, Guarulhos, Brasília, Goiânia, Cuiabá, Macapá, Uberlândia, Vitória e Santos Dumont. Todas as obras foram contratadas durante o primeiro mandato do governo Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2003 e 2006.

Relatório final da Operação Caixa Preta sustenta que o desvio é resultado de um esquema de fraudes em licitações arquitetado pela cúpula da estatal na administração Carlos Wilson, que presidiu a Infraero naquele período. Ex-deputado, ex-senador e ex-governador de Pernambuco (1990), Carlos Wilson foi filiado à antiga Arena, ao PMDB, ao PSDB e, por último, ao PT. Ele morreu em abril de 2009, aos 59 anos, vítima de câncer.

Os principais assessores de Wilson no comando da Infraero foram enquadrados pela PF: Josefina Valle de Oliveira Pinha, ex-advogada-geral do Senado que exerceu a função de superintendente jurídica da estatal; Adenahuer Figueira Nunes, ex-diretor financeiro, e Eleuza Lores, ex-diretora de engenharia - o indiciamento de Eleuza foi suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça.

O dossiê da PF esmiúça em 188 páginas como operou "um seleto e ajustado grupo" de 18 empreiteiras. A Polícia Federal imputa seis crimes a 52 investigados, entre ex-dirigentes e funcionários da Infraero, empresários, projetistas e fiscais: formação de quadrilha, peculato (crime contra a administração pública), corrupção ativa e passiva, crimes contra a ordem econômica e fraude em licitações.

O inquérito foi aberto em novembro de 2006 pela Superintendência Regional da PF em Brasília. Equipes multidisciplinares formadas por peritos criminais federais, engenheiros civis, mecânicos, elétricos, eletrônicos e cartográficos inspecionaram um a um os aeroportos. Interceptações telefônicas revelaram estreito contato entre ex-diretores da Infraero e funcionários de empreiteiras. A investigação foi conduzida pelos delegados César Leandro Hübner e Felipe Alcântara de Barros Leal. "A equipe policial identificou um enorme superfaturamento nos preços e quantidades dos serviços praticados pelas empresas contratadas em um montante aproximado de R$ 1 bilhão em valores atualizados", assinala o texto.

À página 26 do relatório a PF estima que o valor superfaturado seria suficiente para construir 34.193 casas populares, "o que equivale a todas as moradias de uma cidade de 112.837 habitantes". O desvio corresponde ainda ao total necessário para a construção do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, obra tida como fundamental para suportar o crescimento do setor aéreo e receber com conforto os turistas para a Copa 2014.

LAUDOS


Laudos periciais revelam gastos a maior. Com base no laudo 761/2009, do Instituto Nacional de Criminalística (INC), braço da Diretoria Técnico-Científica, a PF afirma que "a Norberto Odebrecht figura como responsável por um desvio do valor atualizado de R$ 163, 25 milhões dos cofres públicos".

Na obra do Santos Dumont (RJ), diz a PF, a Odebrecht "apresentou superfaturamento no valor de R$ 17,25 milhões". Segundo o relatório, "essa modalidade de superfaturamento se caracteriza pela cobrança em duplicidade, ou cobrança por serviço não executado".

O laudo 781/2009 indica que a Via Engenharia "figura como responsável por desvio de R$ 40,65 milhões das obras do aeroporto de Goiânia".

A PF aponta intrincada teia de relacionamentos entre os acusados. "Percebe-se a existência de robustos indícios de um esquema fraudulento de corrupção envolvendo servidores da Infraero e representantes legais e/ou de fato de sociedades empresariais construtoras, projetistas e de fiscalização, objetivando, por meio de conluio de vontades de mais de três pessoas, frustrar de forma reiterada o caráter competitivo de licitações, possibilitando, em seguida, modificações e vantagens em favor de tais sociedades empresariais."

São alvos do inquérito 18 empreiteiras: Odebrecht, OAS, Carioca, Construcap, Camargo Corrêa, Galvão, Via Engenharia, Queiroz Galvão, Constran, Mendes Júnior, Serveng Civilsan, Gautama, Beter, Estacon, Financial, Enpress, Triunfo e Cima. Elas negam irregularidades (veja na página A6). As fraudes, diz a PF, tiveram apoio de altos funcionários da Infraero. "Objetivando beneficiar seleto grupo de empresários, precisava-se restringir o caráter competitivo das licitações necessárias à aplicação dos recursos federais. Para tanto, eram necessárias mudanças estruturais e normativas na Infraero."

A PF destaca algumas "manobras" da direção da estatal, como contratação de uma mesma empresa para executar diferentes obras no aeroporto e a adoção da modalidade de técnica e preço. A primeira, segundo a PF, restringe a quantidade de licitações e, consequentemente, o número de empresas contratadas. A outra, embora não tivesse o "condão de direcionar a licitação, foi crucial para os atos preparatórios seguintes, que implicaram a agregação de subjetividade ao certame, facilitando os ajustes ilícitos".

A PF aponta formação de cartel - conluio entre empresas para prejudicar concorrentes -, inclusão indevida de etapa de pré-qualificação, mudanças de regras durante a licitação. Os peritos constataram dois tipos de superfaturamento: por falta de qualidade e quantidade e por sobrepreço e jogo de planilha.


ELEIÇÕES 2010
Palanque acelerado
Enviado por Da Redação em 31/01/2010 07:29:57

 Luiza Damé e Gerson Camarotti, de O Globo

Para a oposição, é pura campanha eleitoral antecipada a maratona de eventos do presidente Lula e da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, país afora. Para os governistas, tudo é agenda de governo ou, no máximo, debate político.

O fato é que, nos últimos quatro meses, Dilma participou de 46 atos públicos que serviram de palanque para apresentá-la como potencial candidata.

Uma média de 11 eventos por mês, com direito a discursos, fotos com aliados, plateia e contatos com a população.

A Justiça Eleitoral volta do recesso esta semana com o desafio de arbitrar o jogo da campanha.

O levantamento foi feito pelo GLOBO com base na agenda da ministra, disponível na página da Casa Civil na internet, em outubro, novembro e dezembro de 2009 e janeiro de 2010.

Estão incluídos inaugurações, visitas a obras, lançamentos de programas do governo federal e sanções de leis, nas quais a ministra teve papel central ou fez discursos.

As andanças de Dilma, a tiracolo do presidente ou não, já renderam nove representações da oposição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), desde fevereiro de 2009: três foram rejeitadas, uma foi extinta e as demais não foram julgadas. Semana passada, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, cobrou ações mais rigorosas da Justiça Eleitoral para todos os níveis da disputa.

A cúpula do PT adotou um discurso preventivo contra os ataques da oposição, que tem classificado as ações de Dilma como campanha antecipada; a oficial só começa no dia 5 de julho. O presidente eleito do PT, José Eduardo Dutra, admite que o partido errou ao fazer esse tipo de cobrança quando foi oposição ao governo Fernando Henrique.

— Faz parte do jogo político recorrer ao Judiciário. Contribuímos muito para a judicialização da política.

Fizemos muita bobagem quando o PT era da oposição — reconhece, partindo já para o contra-ataque, lembrando ações do governo do tucano José Serra em São Paulo

PAC renderá mais 203 inaugurações

Dutra destaca uma campanha de televisão feita pelo governo de São Paulo sobre a Sabesp (empresa de saneamento básico do estado), veiculada em estados não atendidos por ela. O dirigente petista defende a agenda de Dilma ao lado de Lula: — Qualquer governo é formado por políticos e qualquer governo costuma fazer inaugurações. Se faz inaugurações, fala bem de si próprio.

O que a oposição queria é que Lula e Dilma ficassem dentro do Palácio do Planalto do primeiro ao último dia de governo. Isso não vai acontecer.

A estratégia foi definida por Lula há dois anos, quando ele avaliou que era preciso dar grande exposição à ministra e associá-la a fatos positivos do governo, para que ficasse conhecida e crescesse nas pesquisas. A agenda tão intensa afetou a saúde de Lula, mas ele já avisou que irá manter o ritmo de compromissos durante todo seu último ano de governo.

Foi a partir dessa estratégia que Lula batizou a ministra de “Mãe do PAC”, associou sua imagem à descoberta do pré-sal e de outras ações populares do governo como as da educação, o Luz Para Todos e o Minha Casa, Minha Vida.

Ao mesmo tempo, ela foi poupada de episódios negativos, como a crise financeira internacional, de 2008.

Lula conseguiu o que queria: elevar a popularidade de Dilma para um patamar acima de 20% e impor sua candidatura ao PT e aliados.

Mesmo quando Dilma virar candidata oficial e não puder mais participar de inaugurações do governo, Lula terá muitos palanques onde a lembrança da “Mãe do PAC” será inevitável: até o fim do ano, 203 obras do PAC podem ser inauguradas, parcial ou totalmente.

Além disso, pelo menos 178 escolas técnicas também poderão ser concluídas em pleno ano eleitoral, sendo que 51 já estão prontas.



Empreiteira ganha 1.957% a mais que no 1º ano de Lula
Enviado por Da Redação em 31/01/2010 07:20:39

Uma empreiteira que até o fim da década de 90 era desconhecida virou, no ano passado, a maior recebedora de recursos do governo federal. Trata-se da Delta Construções, que recebeu em 2009 R$ 720,1 milhões, quase o dobro de 2008 e 1.957% a mais do que no primeiro ano do governo Lula, 2003. Seu faturamento passou de R$ 251,7 milhões, em 2002 (último ano do governo FHC), para R$ 1,3 bilhão em 2008.

Nos últimos três anos, a Delta já era a empresa privada que mais havia recebido recursos do governo. Ficava atrás apenas das financiadores de pesquisa e colheita de café, que foram ultrapassadas neste ano. Em sete anos, já são R$ 2 bilhões pagos a esta empresa só pela União. Os dados são do Siafi (Sistema de Administração Financeira) e foram obtidos pela ONG Contas Abertas. Fora do governo federal, a companhia tem negócios diversos em vários municípios -de recolhimento de lixo à implantação de lombadas eletrônicas.

O crescimento da pernambucana Delta, que migrou para o Rio no governo de Anthony Garotinho em 1999, seguiu o estreitamento de sua relação com políticos de vários partidos. Mesmo assim, ela ainda está longe das gigantes do setor: não chega a 5% do faturamento do Grupo Odebrecht, por exemplo, cuja construtora faturou quatro vezes mais que a Delta. O aumento do volume de pagamentos no governo federal aconteceu após 2004, quando ela foi a sétima maior empresa doadora da campanha de Marta Suplicy (PT) à Prefeitura de São Paulo (R$ 415 mil ao comitê partidário) -a empresa já era fornecedora do governo. Também doou mais R$ 1,2 milhão a candidatos do PMDB e PL (hoje PR) e R$ 120 mil a um candidato do PSDB.

Dois anos depois, o maior salto. Ela foi a principal beneficiada por contratos emergenciais (sem licitação) na Operação Tapa-Buraco realizada pelo Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) para melhorar o asfaltamento das rodovias federais. A direção do órgão é indicada por PT e PR. É de lá que vieram mais de 80% dos recursos recebidos em 2009 do governo federal, quase todos para serviço de manutenção de estradas.

O contato com políticos fluminenses ajudou. Em 2002, a Delta doou recursos (R$ 20 mil) só para dois candidatos: o deputado federal Eduardo Cunha (então no PPB e depois PMDB) e Fábio Silva, que concorreu a deputado estadual. Após a eleição, Cunha, hoje um dos deputados mais influentes do PMDB, indicou a direção da companhia de água e esgoto do Estado, a Cedae. De nenhum recurso recebido em 2002, a Delta pulou para R$ 133 milhões em 2005.
As relações com o grupo de Garotinho continuaram. Em 2004, Geraldo Pudim, candidato do ex-governador à Prefeitura de Campos, recebeu R$ 300 mil de recursos da empresa.

A partir de 2006, a empresa parou de fazer doações legais, mas intensificou o contato com novos administradores. Isso ocorreu em Goiânia, desde a posse de Iris Rezende (PMDB) na prefeitura, em 2005. De acordo com o vereador Elias Vaz (PSOL), os contratos iniciais, na maioria, eram para asfaltamento (e sem licitação). Depois houve contratos de recolhimento de lixo, administração de aterro sanitário, obras de viaduto e implantação de lombadas eletrônicas.

"Eles nunca fizeram lombadas eletrônicas. Entramos com uma representação e o governo cancelou esta", afirmou Vaz.
O lixo tem sido alvo das ações da empresa fora do governo federal, que a partir da administração de Gilberto Kassab (DEM) em São Paulo ganhou uma parte do contrato de varrição da cidade. No DF, ganhou contrato relacionado a lixo na administração de José Roberto Arruda (sem partido, então no DEM), pelo qual faturou R$ 20,1 milhões em 2009.
Em 2007, na administração petista iniciada dois anos antes em Palmas, capital do Tocantins, a Delta venceu concorrência para o recolhimento do lixo da cidade de 200 mil habitantes num contrato de 24 meses em que receberia R$ 11,5 milhões.

De acordo com o vereador Waldemar Júnior (DEM), no meio do contrato o prazo caiu para 570 dias, e o valor pulou para R$ 14,7 milhões. O contrato venceu e a companhia foi contratada emergencialmente. "Colocaram coisas como recolher lixo em ilhas. Palmas só tem uma, e o dono traz o lixo ao continente", disse o vereador. No Rio, durante a gestão de Cesar Maia (DEM), a empresa fez uma proposta muito abaixo de suas concorrentes e venceu a licitação para construir o Estádio João Havelange. Não chegou a terminar a obra: dez meses antes do prazo de conclusão (junho de 2007), a empresa exigiu mais recursos, e OAS e Odebrecht assumiram. Informações da Folha de S.Paulo


ELEIÇÕES 2010 - DISTRITO FEDERAL
Vox Populi aponta vitória de Roriz no primeiro turno
Enviado por Carlos Honorato em 30/01/2010 11:38:51

O ex-governador Joaquim Roriz (PSC) continua liderando a corrida para o Governo do Distrito Federal, ganhando no primeiro turno. Pesquisa Vox Populi/TV Bandeirantes coloca Roriz com 48% e 49% das intenções de votos, nos dois cenários pesquisados.

Na pesquisa espontânea (em que o o eleitor indica um nome, sem a apresentação de lista) Roriz também liedera 29%, bem a frente do atual governador José Roberto Arruda (sem partido) e que não pode mais concorrer, e de Agnelo Queiroz (PT), com 8% - 36% não indicaram qualquer nome. A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 17 de janeiro, ouviu 660 eleitores e está registrada no TRE-DF com o número 946/10. A margem de erro é de 4% , com 95% de acerto.

    No primeiro cenário estimulado o ex-governador Roriz alcança 48%, superando, com mais do dobro, o também o ex-governador Cristovam Buaque (PDT), com 22%, e o petista Agnelo Queiroz, com 16%. Sete por cento disse “que não sabe ou não respondeu” e 9% votam em branco ou anulam o voto.

    No segundo cenário estimulado, sem Cristovam Buarque, Roriz amplia sua vantagem alcançando 49%, seguido de Agnelo Queiroz com 22%. Brancos e nulos, 13% e “não sabe/não respondeu” com 13%.

    Segundos eleitores pesquisados, o ex-governador do Distrito Federal por quatro vezes (uma nomeado e três eleito) é o candidato que tem mais chances de ganhar a eleição para o governo do Distrito Federal, com 64%, seguido de Agnelo Queiroz com 22%. Não sabe, nao repondeu, 11%.

Roriz, hoje no PSC depois de sair do PMDB, não terá problemas com o eventual apoio do presidente Lula ao candidato do PT Agnelo Queiroz. Vinte por cento dos eleitores votariam num candidato apoiado por ele, mas 21% não votariam de jeito nenhum em um candidato indicado por ele. Quando o apoio é do governador Arruda – seu adversário político - a situação melhora para Roriz: 39% dos eleitores não votaria em um candidato apoiado por Arruda e apenas 12% votaria em um nome apoiado por Arruda.

  
    Espontânea para Governador


    Roriz – 29%

    Arruda – 9%

    Agnelo – 8%

    Não Sabe/Não respondeu   36%


    Estimulada/ Cenário 1

    Roriz – 48%

    Cristovam – 20%

    Agnelo -  16%

    NS/NR – 7%

    Nulo/Branco – 9%

   
    Estimulada/Cenário 2

    Roriz – 49%

    Agnelo – 22%

    NS/NR – 13%

    Nulo/Branco – 13%


    Mais Chances de Vitória


    Roriz – 64%

    Cristovam – 14%

        Agnelo - 11%

    NS/NR – 11%
   


PERDER PESO
A droga proibida
Enviado por Da Redação em 30/01/2010 11:23:07

Quem vai ao médico em busca de uma solução para emagrecer costuma sair do consultório com três recomendações: dieta balanceada, atividade física e, frequentemente, sibutramina (Reductil é a marca mais famosa). O remédio, que atua no cérebro e aumenta a sensação de saciedade, é a principal escolha dos médicos que prescrevem drogas contra a obesidade. Esse comportamento pode começar a mudar.

A droga foi retirada do mercado na Europa depois da revelação de que ela eleva o risco de problemas cardiovasculares. Um estudo realizado com cerca de 10 mil pacientes durante seis anos revelou um aumento de 16% na incidência de infarto e derrame em pessoas que já tinham histórico de problemas cardiovasculares e tomaram o medicamento. Nenhuma morte foi verificada. O estudo completo ainda não foi publicado. A agência que regulamenta medicamentos nos Estados Unidos, a FDA, decidiu não proibir a venda do remédio. Mas exigiu uma alteração na bula para tornar mais explícito o alerta de que pessoas com hipertensão e outros problemas cardíacos não devem tomar sibutramina. No Brasil, a bula do medicamento menciona como possíveis eventos adversos a elevação da pressão arterial e arritmias cardíacas. Mas a única contraindicação diz respeito às pessoas com histórico de anorexia ou bulimia. No ano passado, a Anvisa recebeu 37 notificações de eventos adversos – 14 relacionadas a problemas cardiovasculares. Não houve mortes. Em fevereiro, o órgão deverá decidir se amplia as restrições de venda ou se até mesmo proíbe a substância no país.

O maior desafio que os médicos enfrentam é determinar em quais pacientes os benefícios superam os riscos. Segundo as autoridades sanitárias europeias, a perda de peso proporcionada pela sibutramina é modesta (de 2 a 4 quilos em média) e não compensaria os riscos. “A arte da medicina é avaliar riscos”, diz o cardiologista Raul Dias Santos Filho, do Instituto do Coração (InCor), em São Paulo. “Sozinha, a droga não garante grande perda de peso. Se o paciente tiver fatores de risco para doença cardiovascular, mesmo que ela não tenha se manifestado, talvez seja melhor não tomar o remédio.”

A maioria dos endocrinologistas espera que a droga continue liberada no Brasil. “Se esse remédio for proibido, vamos perder um produto extremamente útil no combate à obesidade”, diz Ricardo Meirelles, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. “Mas o alerta sobre os riscos em pacientes cardiopatas precisa se tornar mais explícito no Brasil”, diz. Como ocorre com várias outras classes de medicamentos, a sibutramina é consumida no Brasil por muito mais gente do que deveria. Em 2009, foram vendidas 6,9 milhões de caixinhas. O consumo cresceu mais de dez vezes desde 2005, impulsionado principalmente pelo lançamento de genéricos. A droga só deveria ser vendida com retenção de receita, mas nem sempre isso acontece. “Muitas pessoas conseguem fraudar receitas, sem acompanhamento médico. Correm sérios riscos”, diz o cardiologista Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, em São Paulo. Quando o assunto é remédio, o jeitinho brasileiro pode ser fatal. Informações da revista Época.



Dilma diz que vai discutir com PMDB a escolha do vice
Enviado por Da Redação em 30/01/2010 10:59:29

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata petista à Presidência, disse ontem que sua opinião terá peso na escolha do vice em sua chapa. "Acho que vai ser um misto dos dois [vontade do candidato e do partido do vice]. A tendência é essa", disse Dilma. A declaração contradiz o esforço do PMDB, que deseja consolidar o nome do presidente da Câmara e do partido, Michel Temer (SP) como vice na chapa de Dilma, sem espaço para debates com o PT.

Dilma não quis opinar sobre qual seria o melhor nome, Temer ou o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. "Estou aqui como ministra", disse ela, ao deixar a Rede TV!, onde gravou participação em um programa. "Se eu responder sobre o vice, eu vou estar colocando o carro na frente dos bois, porque eu nem posso falar que sou candidata, porque não fui escolhida [...] É uma questão de respeito político", disse. Dilma deve ser confirmada candidata à Presidência da República pelo PT no congresso do partido, no próximo mês. A partir de abril deixa o cargo para fazer campanha.

Temer ou Meirelles

Desde o final do ano passado há sinais de dentro do governo de que o PT poderia forçar a discussão do nome que fará dobradinha na chapa de Dilma. Em dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu que o PMDB preparasse uma lista tríplice com opções de candidatos ao cargo, o que gerou uma forte reação da cúpula peemedebista.

A proposta foi vista como uma intromissão do presidente em uma decisão que caberia apenas ao PMDB. Dentro do governo e no empresariado, é forte o apoio ao nome de Meirelles para a vaga -mas há fortes resistências dentro do próprio PMDB, uma vez que o presidente do Banco Central, apesar de mais próximo de Dilma, acabou de ingressar no partido, no segundo semestre do ano passado. Informações da Folha de S.Paulo


Distrito federal
Presidente da CPI da Corrupção, um cargo sem pretendentes
Enviado por Da Redação em 30/01/2010 06:41:43

Uma semana depois da ressurreição da CPI da Corrupção a mando da Justiça, as investigações continuam mortas na Câmara Legislativa. Nesse período, dois dos cinco integrantes saíram do grupo. Isso reforçou a paralisia dos trabalhos da comissão. Para piorar o quadro, a sessão ordinária que deveria ter sido realizada ontem para escolher o novo membro e o comandante do grupo, foi cancelada pelo vice-presidente Batista das Cooperativas (PRP). O motivo é a dificuldade de convencer deputados governistas a encarar a desgastante missão de participar da CPI — criada sob o argumento de investigar denúncias de corrupção no Executivo local nos últimos 19 anos — em pleno ano eleitoral.

A renúncia de Eliana Pedrosa (DEM) e a substituição de Alírio Neto (PPS) por Geraldo Naves (DEM) mexeram com a composição, mas especialmente com as intenções dos distritais. Ninguém está muito disposto a entrar na vaga aberta pela democrata e ser uma hipótese para a presidência da CPI. O cargo seria vantajoso apenas para o único integrante da oposição, o deputado Paulo Tadeu (PT). Mas a base aliada não pretende abrir mão do comando das investigações. Estava acertado na última quinta-feira que o nome indicado pela liderança do PMDB para preencher a vaga de Eliana seria o do atual presidente da Comissão de Ética e Direitos Humanos da Casa, deputado Bispo Renato (PR). O distrital não foi citado pelo ex-assessor de Relações Institucionais do GDF, Durval Barbosa, no Inquérito nº 650, em trâmite no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e já participou de outras CPIs na Câmara. Mas ele não aceitou a proposta.

Cirurgia
Alegando que poderá se ausentar nas próximas semanas para fazer uma cirurgia de reparo nos movimentos da mão e da perna esquerdas, Bispo Renato pulou fora da comissão. “Gostaria de contribuir com os trabalhos, mas pedi para recolher a indicação porque posso ter de sair nos próximos 20 dias e atrasar mais ainda as investigações”, explicou. Em nota, Batista das Cooperativas confirmou que o PMDB ainda não tem a indicação de um nome. A ausência da publicação, no Diário da Câmara Legislativa, do novo coeficiente partidário também foi outra razão apontada pelo vice-presidente da CPI para cancelar a sessão. Nos bastidores, a notícia que corre é a dificuldade de encontrar alguém disposto porque os assuntos eleitorais já estão se configurando no cenário político. Os deputados que não estão envolvidos no escândalo que abalou o cúpula do GDF e boa parte da base aliada no Legislativo são aconselhados a se resguardarem.

Enquanto os nomes continuam indefinidos, Batista das Cooperativas permanece presidindo a comissão, cuja sessão ordinária será na próxima quinta-feira. No entendimento de Paulo Tadeu, o adiamento da escolha do quinto integrante e da eleição do presidente é mais uma tentativa de esvaziar a CPI. “Pelo regimento, o quorum mínimo da comissão são três parlamentares. Temos quatro membros que poderiam dar continuidade ao calendário de atividades, como a apreciação de requerimentos”, argumentou ele. “Mas a CPI é um espinho na garganta do próprio governo e da base aliada”, analisou.

Candidatos
Os deputados Cristiano Araújo (PTB) e Dr. Charles (PTB) são cogitados para integrarem a CPI da Corrupção. Mas a assessoria de imprensa de Dr. Charles informou que é consenso do partido a não participação dele. Oficialmente, o caminho está livre para os dois porque não são citados nas investigações da Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, além de serem da base de apoio ao governo. O desgaste político, entretanto, é o grande impasse para os deputados amarrarem a composição da CPI, cujo tempo de trabalho é de 180 dias, com o mesmo período renovável.

Até agora, os dois supostos candidatos mais fortes para a presidência da CPI — entre quem já integra o grupo — são Geraldo Naves e Batista das Cooperativas. Nenhum deles, porém, sinalizada a possibilidade de ocupar o cargo. Na verdade, um joga a responsabilidade para outro.

Na última quinta-feira, a sessão na qual o novo presidente deveria ter sido eleito terminou de forma descontrolada. Os distritais chegaram a trocar insultos e a lançar dardos também para o presidente em exercício da Câmara, Cabo Patrício, que, no dia anterior, encerrara as atividades parlamentares intempestivamente, antes de o novo chefe do Legislativo local ter sido escolhido. Resultado: a autoconvocação dos deputados chega ao fim sem que nada tenha andado.Informações do Correio Braziliense.



Obama anuncia pacote para criar empregos
Enviado por Da Redação em 29/01/2010 18:54:11

Da AFP

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira um plano de US$ 33 bilhões destinado a incentivar as contratações nas pequenas empresas – dois dias depois de colocar o tema emprego no centro de ação de seu governo.

Em visita a uma pequena fábrica de Baltimore, a 60 km a noroeste de Washington, Obama anunciou uma isenção de impostos de empresas, no valor de até US$ 5 mil por contratação em 2010, incluído num projeto fiscal que será submetido à aprovação do Congresso na segunda-feira.

Ao destacar que o crescimento econômico dos Estados Unidos chegou à 5,7% no último trimestre de 2009, valor muito maior que o esperado, Obama assinalou que agora "é hora de voltar a colocar os Estados Unidos para trabalhar". "Tivemos dois anos muito difíceis", explicou o presidente.

As isenções de impostos terão um limite de US$  500 mil por empresa e são dirigidos, prioritariamente, às pequenas empresas, disse a Casa Branca ao avaliar o custo total desta medida em US$  33 bilhões. Obama também anunciou incentivos fiscais para as pequenas empresas que aumentarem salários ou horas de trabalho de seus empregados.

A taxa de desemprego oficial nos Estados Unidos está situada em um nível historicamente elevado, de 10%. Mas, levando-se em conta os chamados desempregados "desanimados" (que pararam de procurar emprego), alcança
os 17,3%, consequência da grave crise financeira e econômica que o país atravessa desde 2008.


Distrito federal
Médico é indiciado após morte de jornalista
Enviado por Da Redação em 29/01/2010 17:49:53

Da AE

Haeckel Cabral Moraes, médico responsável pela cirurgia de lipoaspiração que culminou com a morte da jornalista Lanusse Martins Barbosa, 27 anos, foi indiciado nesta sexta-feira por homicídio doloso. A jornalista foi submetida ao procedimento em Brasília, no último dia 25. Moraes pode pegar de seis a 20 anos de prisão.

Um laudo apresentado nesta manhã por técnicos do IML (Instituto Médico Legal) revela que a jovem teve uma veia perfurada na região renal durante a cirurgia, provocando hemorragia.

Segundo a delegada responsável pelo caso, Martha Vargas, este foi o primeiro erro cometido pelo cirurgião. Outro erro é o de não abrir a paciente para estancar a veia e interromper a hemorragia, explica a delegada. "Nesta segunda etapa, em não abrir a vítima, o médico já assumiu a morte", explica. O médico será interrogado pela delegada depois do término da licença médica, que deve ocorrer em 15 dias.


Distrito federal
PT dá ultimato a Magela
Enviado por Da Redação em 29/01/2010 17:47:25

Do blog da Paola Lima

A direção do PT-DF decidiu tomar uma providência quanto às últimas movimentações dentro do partido, vindas principalmente do grupo do deputado federal Geraldo Magela, dando conta de que o jogo político no Distrito Federal estava zerado e, por isso, Magela deveria novamente se candidatar ao GDF. O problema é que os dirigentes petistas ficaram irritados com os argumentos usados pelos defensores de Magela para justificar sua candidatura. Sem se preocupar com o desgaste da imagem do PT, eles queimavam a candidatura de Agnelo Queiroz, colocando sop suspeita dentro e fora da legenda.

Diante disso, a direção deu um ultimato em Magela: se ele ou seus apoiadores continuarem desgastando Agnelo a fim de provocar um novo acordo no partido, ele pode ficar sem legenda para as eleições deste ano. E passar a ser considerado dentro do partido como um anti-PT. O recado foi enviado também ao senador Cristovam Buarque (PDT). Fortalecidos pelo apoio já assegurado pela direção nacional pedetista à campanha de Dilma Roussef à Presidência da República, os petistas disseram a Cristovam que se engatar no discurso magelista não terá apoio do partido para o Senado.


Distrito federal
Encontros semanais
Enviado por Da Redação em 29/01/2010 17:41:54

 Uma gravação em vídeo de  encontros semanais – todas as quintas-feiras -  entre uma socialite casada do Lago Sul e um dos envolvidos na Operação Caixa de Pandora está causando um verdadeiro frisson na cidade.


Distrito federal
Três cidades ganham rede de esgoto
Enviado por Da Redação em 29/01/2010 15:12:46

Os moradores do Riacho Fundo, de Águas Claras e de Taguatinga receberam três importantes obras de rede de esgoto nesta sexta-feira (29). Foram investidos R$ 7 milhões nos sistemas de coleta nessas regiões. Na QS 16 e na CLS 16 do Riacho Fundo foram construídos 7.750 metros de redes coletoras e 1.150 metros de interceptores de esgotos com 321 novas ligações. Mais de 1,5 mil habitantes serão beneficiados com a obra.

Na QS 11 de Taguatinga, foram feitas 1.090 novas ligações e executados 16.325 metros de redes coletoras. O sistema inclui ainda uma estação elevatória de pequeno porte com capacidade para uma vazão de até 9 litros por segundo. A obra atenderá mais de 6 mil habitantes da região.

Na Área de Desenvolvimento Econômico (ADE)de Águas Claras  e do Núcleo Bandeirante, foram executados 43.050 metros de redes coletoras, 4.490 metros de interceptores e feitas 909 novas ligações. Cerca de 4,8 mil habitantes serão atendidos com o sistema de esgoto no local.

O sistema deverá encaminhar os esgotos para tratamento na Estação Sul (ETE-SUL) que tem capacidade para tratar 1.500 litros por segundo em nível terciário. O tratamento é o mais sofisticado do Brasil, pois remove do esgoto matéria orgânica e nutrientes como fósforo e nitrogênio sem causar impacto para o Lago Paranoá.

O assessor da Diretoria de Engenharia e Meio Ambiente da Caesb, Antônio Luis Harada, garantiu que a rede de esgoto não gera problemas ambientais. “A estação de tratamento é avançada e complexa e não afeta o meio ambiente nem gera odores e ruídos”, explicou. “As fossas não são recomendadas por que podem gerar problemas de saúde pública para as famílias, além de afetar o meio ambiente”, detalhou.

José Lopes Lima, administrador do Riacho Fundo, ressaltou que a área regularizada da região está praticamente toda com sistemas de esgoto em funcionamento. “Falta apenas setores que dependem do PDOT como a Colônia Agrícola Riacho Fundo e Sucupira”, detalhou. “O sistema de esgoto melhora a qualidade de vida dos moradores e comerciantes da região”, comemorou.



Projeto de lei prevê mudança em pensão alimentícia
Enviado por Da Redação em 29/01/2010 13:55:53

Terceiros culpados pela separação de um casal podem ter de pagar pensão alimentícia para a parte que necessitar de auxílio. Isso se for aprovado o Projeto de Lei 6.433/09, do deputado Paes de Lita (PTC-SP). A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

De acordo com o deputado, a medida serve para atribuir responsabilidades a quem contribuiu para o fim do casamento. Segundo ele, depois que o adultério deixou de ser crime, terceiros se metem despreocupados nos casamentos alheios, concorrendo impunemente para desgraçar lares e desestruturar famílias. Fazem isso sem qualquer obrigação legal, afirma ele.

Pelo Código Civil Brasileiro, Lei 10.406/02, o cônjuge declarado culpado na separação perde o direito a alimentos.

Renúncia à pensão
O projeto prevê também que o cônjuge renuncie ao direito de receber pensão. Hoje, essa possibilidade é proibida pela lei, e o titular pode apenas decidir não exercer esse direito.

De acordo com Paes de Lira, a renúncia ao direito de receber pensão alimentícia nos processos de separação ocorre normalmente no interesse da parte culpada, para evitar a exposição de sua imagem. No entanto, segundo ele, é comum que, mais tarde, quando a outra parte não tem mais condição de provar a injúria ou culpa, o renunciante entre na Justiça para requerer o pagamento do benefício. Informações do Conjur.



< Anterior | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | Próximo >
320 registros

Edição:


Sem frase

Sem enquetes no momento.

Sem broncas

Enviar bronca
MP3 Player


Iniciar sessao