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Brasília-DF, 01 de Janeiro de 2012. Ano 8
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EDUCAÇÃO
Mais de 23 mil estudantes planejam protestos contra o Enem na internet
Enviado por Redação em 31/12/2012 20:17:58

Estudantes de todo país se reúnem na internet para planejar protestos contra medidas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). A página do Facebook  Ação Judicial - REDAÇÃO ENEM 2012 já possui, até a noite desta segunda-feira (31), 23.980 integrantes. Eles buscam o direito a revisão da nota do Enem antes do período de inscrições do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) que vai do dia 7 a 11 de janeiro. Acontece que as redações só estarão disponíveis para vista pedagógica e não será possível pedir a revisão da nota.
 
Os internautas fazem agora uma petição online para pressionar as autoridades. Na página online, o grupo arrecada assinaturas para, segundo nota, “ pressionar o Ministério Público e o Poder Judiciário a tomar providências diante das irregularidades evidenciadas na correção das redações”.
 
No site do Inep é possível acessar os resultados individuais por área de conhecimento e a nota da redação informando o número de inscrição e a senha usada no ato do cadastro ou ainda o CPF e a senha. A prova de redação estará disponível no dia 6 de fevereiro.
 
Nota de redação "vaza"
 
Com a nota do Enem, os estudantes podem concorrer a uma das 129,2 mil vagas oferecidas em universidades e nos institutos federais de ensino superior por meio do Sisu.
 
Além das vagas em instituições públicas, os candidatos podem usar a nota no Enem para concorrer a bolsas do Prouni (Programa Universidade para Todos), a financiamentos do Fies (Programa de Financiamento Estudantil) e para obter a certificação do ensino médio. Para isso, o inscrito na prova precisa obter nota mínima de 450 pontos em cada uma das áreas do conhecimento e 500 pontos na redação. (R7)
 
 


NOVO ANO
Já é 2013 em algumas partes do mundo
Enviado por Redação em 31/12/2012 20:10:54

REUTERS/David Gray

Ainda faltam algumas horas para o Brasil comemorar a chegada de 2013, mas em algumas partes do mundo o Ano-Novo já começou. Em Sydney, na Austrália, mais de 1,5 milhão de pessoas assistiram à queima de fogos. Foto: REUTERS/David Gray


LOTERIAS
Maior da história, prêmio da Mega da Virada aumenta e chega a R$ 244,7 mi
Enviado por Redação em 31/12/2012 20:04:40

Quem apostou na Mega da Virada tem mais um motivo para ficar apreensivo antes do sorteio, que será realizado às 20h desta segunda-feira (31). Antes estimada em R$ 230 milhões, a bolada será de R$ 244,7 milhões — o maior prêmio da história das loterias organizadas pela Caixa Econômica Federal.
 
A arrecadação do concurso especial da Mega-Sena, número 1.455, chegou a R$ 640,5 milhões. Somente hoje, as lotéricas do País receberam R$ 103 milhões em apostas. O Estado que mais registrou apostas foi São Paulo, com R$ 202,5 milhões arrecadados. No segundo lugar ficou Minas Gerais, com R$ 76,1 milhões arrecadados.
 
Se houver um sortudo que acertar sozinho as seis dezenas, ele vai embolsar exatamente R$ 244.784.099,15 de prêmio. Caso ninguém acerte os seis números sorteados, ganha quem acertar cinco. Se também não houver ganhador com cinco dezenas, ganha quem fizer a quadra. O prêmio da Mega da Virada não acumula.
 
A diferença entre a Mega-Sena e a Mega da Virada está na arrecadação e na divisão do prêmio. No sorteio que antecede o Réveillon, a porcentagem paga a quem acertar as seis dezenas é de 62% do percentual destinado a prêmios (32%), de acordo com a arrecadação do respectivo concurso, contra 35% da Mega-Sena.
 
O prêmio da Mega da Virada é composto por:
 
— 22% do valor arrecadado nos últimos quatro concursos da Mega-Sena — como ocorre em todos os concursos com final 0 ou 5;
 
— 5% de todos os concursos da Caixa Econômica Federal;
 
— Arrecadação com os bilhetes da Mega da Virada.
 
As apostas do sorteio especial têm o mesmo preço que as regulares (R$ 2) e puderam ser feitas nas 12 mil lotéricas do País até às 14h desta segunda-feira.(R7)


GOVERNO FEDERAL
Sancionada lei que reajusta em 5% salário de ministros do STF e do PGR
Enviado por Da redação em 31/12/2012 18:52:59

A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta segunda-feira (31) propostas que reajustam em 5% o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do procurador-geral da República. A remuneração dos 11 membros da corte e do chefe do Ministério Público passará de R$ 26.737,13 para R$ 28.059,29. A sanção foi publicada no "Diário Oficial da União" - clique aqui para ver.
 
Pela Constituição, os salários do STF são os mais altos do Poder Público e representam o máximo do que um servidor pode receber mensalmente. Segundo do "Diário Oficial", o aumento vale a partir de 1º de janeiro de 2013 e gera efeito cascata na magistratura e na procuradoria, já que os salários de juízes e procuradores são vinculados aos dos ministros do Supremo.
 
Pela proposta, os ministros e o procurador deverão ter o mesmo percentual de aumento, de 5%, em 2014 e 2015. Com a sanção do projeto, o teto salarial do funcionalismo chegará a R$ 30.935,36 em 2015.
 
O reajuste é menor do que o reivindicado pelo Judiciário e já estava previsto no Orçamento de 2013. Em setembro, o então presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto, enviou projeto de lei ao Congresso solicitando ajuste de 7,12% em 2013. Com a aprovação da proposta de 5% de aumento, o projeto do Supremo foi derrubado. O percentual é o mesmo que foi autorizado pelo Executivo em várias carreiras do funcionalismo.
 
Outras carreiras

 Dilma também sancionou reajustes para várias outras carreiras do funcionalismo: servidores do Judiciário, do Ministério Público, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, da Câmara dos Deputados e do Tribunal de Contas da União.  Também receberão aumento professores de instituições federais, diplomatas, procuradores federais e policiais federais.
 
Neste ano, em meio a paralisações generalizadas, o governo se comprometeu a conceder para todo o funcionalismo o mesmo reajuste uniforme de 15,8%, diluídos em 3 anos (2013 a 2015). A proposta dividiu o funcionalismo, mas pôs fim às greves, com aceitação por várias categorias. Informações do G1.


GOIÁS
Vanderlan nega aproximação com Marconi
Enviado por Redação em 31/12/2012 18:45:41

O ex-prefeito de Senador Canedo, Vanderlan Cardoso (sem partido) confirmou estar em um patamar político "divergente" do governador Marconi Perillo (PSDB). Com relação a notícias difundidas de que ele teria reatado uma amizade com Marconi, reafirma serem todas inverídicas e afirma politicamente ter grandes divergências com o governador.

“Após minha saída do PMDB eu me encontrei com o governador em uma única oportunidade na casa do cunhado dele, Sérgio Cardoso, e nessa oportunidade conversamos de forma amistosa e somente respeitando a condição de pessoas que cultivam a urbanidade e o respeito mútuos. Nada mais que isto”, frisou.

Houve uma tentativa de afirmar uma aproximação entre Vanderlan Cardoso e Marconi Perillo, o que foi veementemente rechaçado pelo ex-prefeito. “Eu cumpri meus preceitos de urbanidade e tratamento cordial, nada mais que isto, o que não significa aproximação política ou possibilidade de aliança em um futuro próximo.” Ele reiterou continuar a ser oposição a Marconi nos mesmos moldes de quando foi candidato ao governo em 2010 e pregou um rompimento com o modelo político administrativo com o que faz o governador e seu partido, o PSDB.

A proximidade política de Vanderlan hoje está "distante de Marconi", como ele mesmo ressalta e que compõe com o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-G0) uma nova frente de projetos políticos e que deverão marchar juntos em 2014. Vanderlan diz que em 2012 os projetos políticos dele e de Caiado foram responsáveis por avanços significativos nos projetos de ambos e que isto deverá se repetir no próximo pleito.

“Há uma vontade conjunta de construirmos uma nova frente política que reafirme valores e projetos comuns, como o governo do Estado e o retorno de um senador que represente com dignidade o povo goiano. Para isto estamos conversando e compondo essa nova frente política e esperamos que se consolide já para a próxima campanha eleitoral que vamos disputar em 2014”, reafirmou.Informações do Diário da Manhã.


DISTRITO FEDERAL
Por maioria dos vereadores, prefeito de Planaltina de Goiás planeja uma reforma
Enviado por Redação em 31/12/2012 09:50:10

Francisco Dutra, Jornal de Brasília
 
Articulações e tentativas de novas composições marcarão os primeiros passos da política de Planaltina de Goiás nas primeiras semanas de 2013. Na eleição de outubro, o prefeito Zé Neto (PSC) conquistou a reeleição, mas não tem situação confortável na Câmara Municipal. Dos 17 vereadores eleitos, nove são de oposição e oito  da base. Por esta razão, o grupo político de Zé Neto trabalha  para atrair   oposicionistas para a sua frente.
 
“A maioria absoluta na Câmara no meu projeto é de dois terços dos vereadores. Então, eu preciso de 12 vereadores”, disse Zé Neto. Para o prefeito reeleito, com o término das eleições, abriu-se um período para  composição de novas alianças. O prefeito já apresentou propostas para o PT, à frente da oposição no município. “Não sei se eles vêm. Mas também estou fazendo (convite) aos demais partidos. Fiquei dois anos sem maioria na Câmara em outra gestão e o município parou, não andou”, reconheceu.
 
Para ampliar a base,  Zé Neto vai abrir espaços no governo. Para tanto, pretende fazer uma reestruturação administrativa, passando de 15  para 21 secretarias no município. Entre os novos espaços, estão  pastas de Habitação, Meio Ambiente e Trabalho. O prefeito nega que a ampliação seja apenas para acomodar futuros aliados. Para ele, é preciso descentralizar para ter maior eficiência.
 
Na oposição, a aproximação do prefeito é vista com ressalvas. Nomes do PT local descartam qualquer possibilidade de aliança. Além de divergências políticas, muitos temem que o prefeito ofereça apenas os gabinetes e não dê condições reais para que os futuros secretários realizem projetos de relevância.
 
Oposição
 
“A posição da oposição é trabalho. Ou seja, nós não queremos fazer oposição ao crescimento do município”, disse Elis Reis de Freitas (PTC), principal rival de Zé Neto nas eleições passadas.


CELEBRIDADES
Lindsay Lohan recebe proposta para pornô
Enviado por Redação em 31/12/2012 09:39:19


Segundo fontes, atriz estaria passando por problemas financeiros

Lindsay Lohan continua despertando desejos no imginário maculino. Segundo o tablóide americano ‘The National Enquerir‘, a atriz teria recebido uma proposta de U$ 2,5 milhões para protagonizar um vídeo de masturbação, ou como a produtora chama, ‘auto-prazer‘.

Uma fonte próxima da atriz confirmou a história ao jornal e disse que ela estaria considerando a possibilidade, por estar passando por dificuldades financeiras.


ECONOMIA
MT inicia colheita de safra recorde de soja
Enviado por Redação em 31/12/2012 09:14:57

 A colheita de uma safra de soja estimada para ser recorde em Mato Grosso já começou.O Mato Grosso tradicionalmente é um dos primeiros Estados a iniciar a colheita de soja no Brasil.O Estado deverá colher uma safra recorde, segundo estimativa do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Pela previsão do órgão de análise de mercado da Famato, a produção de Mato Grosso atingirá 24,13 milhões de toneladas na safra 2012/13, crescimento de 13% ante a temporada anterior.

 A Conab estima a produção brasileira em um recorde de 82,6 milhões de toneladas. Na temporada passada (2011/12), o Brasil produziu 66,3 milhões de toneladas de soja, tendo sua colheita afetada por problemas climáticos, especialmente no Sul.

Na temporada atual, produtores ampliaram o plantio por conta dos altos preços no mercado internacional, após uma quebra de safra nos Estados Unidos, tradicionalmente os principais produtores globais de soja.Com informações da Reuters.


DISTRITO FEDERAL
Ibaneis assume OAB-DF amanhã
Enviado por Da redação em 31/12/2012 08:59:31

O advogado Ibaneis Rocha toma posse amanhã na presidência da Ordem dos Advogados do Brasil - seção Distrito Federal (OAB-DF). A solenidade será realizada no edifício sede da OAB, na AV. W3 Quadra 516, Bloco B, às 16 horas.


GOVERNO FEDERAL
PAC tem R$ 5,7 bilhões que não foram usados
Enviado por Redação em 31/12/2012 01:04:54

Agência Estado

Até o último dia 15, faltando duas semanas para encerrar o ano, R$ 5,7 bilhões em recursos reservados para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nem sequer haviam cumprido a primeira etapa do processo de gasto público, que é o empenho, correspondente a uma reserva do dinheiro do Orçamento para pagar um determinado contrato.

Significa que os ministérios têm a possibilidade de gastar esse dinheiro em obras e serviços do PAC, mas até o meio deste mês não haviam conseguido assinar contratos para concretizar as despesas. "É uma frustração do planejamento", disse o secretário do PAC, Maurício Muniz.

Ele explicou, porém, que os últimos dias do ano são justamente os que mais concentram assinaturas de contratos e os consequentes empenhos dos recursos. Os técnicos chamam essa correria de fim de ano de "dezembrada", e não raro trabalham até meia-noite do dia 31 de dezembro. Tudo o que é empenhado pode ser gasto nos anos seguintes, como "restos a pagar".

A expectativa de Muniz é que até o encerramento do ano os valores empenhados alcancem mais de 90% dos R$ 47,4 bilhões em recursos públicos destinados ao PAC em 2012. Até o dia 15 de dezembro, os empenhos somavam R$ 41,7 bilhões, 88% do total.

Ele reconhece que nem tudo o que está no Orçamento é empenhado. Há contratos que não são assinados porque são alvo de disputa judicial - ou porque o projeto não recebeu licenciamento ambiental, ou porque sua evolução não correspondeu ao que o ministro da pasta planejou quando enviou sua proposta de Orçamento para 2012.

Levantamento feito pelo Estado no portal Siga Brasil, do Senado, mostra que a maioria dos 479 projetos do PAC feitos com verba orçamentária já havia comprometido ao menos parte de sua dotação orçamentária. Mas um conjunto de 115 registrava empenho zero no dia 7 de dezembro. Era o caso, por exemplo, dos R$ 50,2 milhões reservados para integrar o capital da União na estatal do trem de alta velocidade (Etav). O trem-bala, uma das prioridades da presidente Dilma Rousseff, ainda está em fase de estudos. O edital da licitação está prometido para meados do ano que vem, após sucessivos adiamentos.

Também estavam nessa situação obras de contenção do avanço do mar na região metropolitana de Recife (PE), a construção das barragens de Congonhas (MG) e Oiticica (RN), a cargo do Ministério da Integração Regional. No mesmo estágio estavam, por exemplo, a melhoria do transporte coletivo em Campo Grande (MS) e Recife, a cargo do Ministério das Cidades.

De tudo o que foi empenhado em 2012, apenas R$ 8,6 bilhões correspondem a obras e serviços concluídos este ano e, portanto, o dinheiro foi pago ao fornecedor. Esse volume deverá aumentar até o encerramento do ano, mas perto de R$ 30 bilhões só serão pagos em 2013 ou nos anos seguintes, compondo os chamados "restos a pagar".

Lentidão

 Muniz aponta quatro razões para a já conhecida lentidão do PAC. A primeira são falhas em projetos, algo que o governo vem contornando com a experiência. Depois de décadas sem investir, a máquina pública precisou reaprender a fazer projetos. Ainda assim, há lentidão e uma aposta para driblar ao menos em parte esse problema é o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) Integrado, que transfere para as empreiteiras a elaboração dos projetos.

Outra dificuldade do PAC é a demora no processo de contratação pública. O investimento também enfrenta dificuldades na obtenção de licenças ambientais.

O conjunto de obras de cunho social do PAC sofre com a falta de estrutura de governos estaduais e municipais para elaborar e implementar projetos. Em muitos casos, a União até oferece os projetos. Mas o ritmo é mais lento, admite Muniz. "A pior fase já passou, pois passamos por um aprendizado", garante a diretora do Departamento de Infraestrutura Social e Urbana, Maria Fernandes Caldas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo .


LOTERIA
Grana da Mega da Virada vai render quase R$ 1 milhão por mês na poupança
Enviado por Da redação em 30/12/2012 15:44:17

A Mega da Virada vai sortear o maior prêmio da história nesta segunda-feira (31): R$ 230 milhões. Essa grana aplicada na poupança rende nada menos que R$ 982 mil por mês ou R$ 32 mil por dia.A bolada também dá para comprar quase 2.000 carrões de luxo ou 460 mansões de R$ 500 mil cada.
 
Durante toda a semana, as apostas da modalidade serão voltadas exclusivamente para o concurso especial da Mega-Sena, inclusive as apostas que forem feitas com os volantes normais.
 
A Mega da Virada não acumula e, caso não saiam ganhadores, com as tradicionais seis dezenas, o prêmio será dividido entre os acertadores da quina e assim por diante.
 
Os dez números mais sorteados na Mega-Sena, desde a sua criação, são: 5, que saiu 177 vezes; 33 (163 vezes); 54 (162 vezes); 51 (161 vezes); 43 (160 vezes); 53 (160 vezes); 4 (159 vezes); 24 (158 vezes); 29 (158 vezes) e 17 (157 vezes).
 
Vale lembrar que o número 10 já foi sorteado em dois sorteios de Mega da Virada — em 2009 e 2010. As apostas podem ser feitas em qualquer uma das mais de 12 mil lotéricas do Brasil, até as 14h (horário de Brasília) do dia 31. A Caixa, porém, orienta aos apostadores a não deixar para a última hora. O ideal é que garantam sua participação com a máxima antecedência possível.
 
Bolão
 
As apostas também podem ser feitas com o Bolão CAIXA. Para a Mega da Virada, as regras são as mesmas da Mega-Sena. O valor mínimo do bolão é de R$ 10 e cada cota deve ser de, no mínimo, R$ 4. Cada bolão deve ter no mínimo duas e no máximo cem cotas.
 
Basta preencher o volante com o número de cotas desejado ou informar diretamente ao atendente da casa lotérica.
 
Caso o apostador decida comprar cotas de um bolão organizado pela própria casa lotérica, pode ser cobrada uma tarifa de serviço de até 35% do valor da aposta.(R7)


ECONOMIA
Economia terá que crescer acima de 4% em 2013
Enviado por Redação em 30/12/2012 15:25:22

Agência Brasil

A economia brasileira terá de crescer a taxas bem superiores à média apontada por analistas (oscilando entre 3% e 4%), para que haja aumento de postos de trabalho e uma queda mais expressiva na taxa de desemprego. A avaliação foi feita à Agência Brasil pelo economista Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
 
Ele justificou que há uma capacidade ociosa nas empresas e a estratégia delas, em um primeiro momento, pode ser a de estender a jornada do pessoal já ocupado com adoção de horas extras. Se o Produto Interno Bruto (PIB) ficar próximo dos 3%, a taxa de ocupação pode ficar estável, acredita Ganz Lúcio.
 
Dados da Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente a novembro último, indicou leve queda na taxa de desemprego, que passou de 5,3% para 4,9%. Houve um recuo também no índice apurado em conjunto pelo Dieese e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), com a constatação de que 10,5% da População Economicamente Ativa (PEA) estavam desempregados em outubro, ante 10,9%, em setembro.
 
O levantamento relativo à Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), da Fundação Seade e do Dieese, é feito em sete regiões metropolitanas: Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Salvador, São Paulo, Porto Alegre e Distrito Federal. Entre outubro do ano passado e igual mês deste ano, foram criados 514 mil empregos, número menor do que o total de pessoas que ingressaram no mercado de trabalho (691 mil), o que elevou neste período em 177 mil o total de desempregados (2,365 milhões).
 
Embora, na virada de setembro para outubro, a indústria tenha sido a que mais contratou mão de obra com a oferta de 75 mil vagas e um crescimento de 2,5%, sobre outubro de 2011, o setor encolheu o número de vagas em 0,8% com a eliminação de 24 mil postos de trabalho. E é essa área do setor produtivo que pode vir, segundo Clemente Ganz Lúcio, a impulsionar a economia, no próximo ano.
 
“Há uma sinalização de retomada do emprego na indústria”, ressaltou o economista. Ele observou que, embora este segmento econômico tenha sido mais afetado pela queda na demanda internacional, houve a compensação dos benefícios concedidos pelo governo federal como, por exemplo, a medida de desoneração da folha de pagamento, oferta de linhas de crédito por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) entre outros estímulos.
 
Esse quadro permitiu “uma certa dinâmica da economia”, com manutenção da taxa de desemprego mais baixa e com ganhos salariais acima da inflação. No entanto, segundo Clemente, muitas empresas colocaram os investimentos “na geladeira”. Com base em projeções dos analistas, ele disse que a taxa de investimento neste ano ficou entre 18 e 19% e deveria alcançar algo em torno de 25% para que a economia crescesse entre 4 a 5%.
 
Na opinião dele, o desempenho da economia no ano que vem vai depender da reação externa, do quanto a Europa será capaz de contornar a crise no bloco do euro; da capacidade da China em aumentar as importações e do reaquecimento nos Estados Unidos.
 
“O Brasil não vai se sustentar para um crescimento tão grande se for depender apenas do mercado interno”, disse ele, pontuando que “emprego e renda são fundamentais para o crescimento”. O economista salientou que, em alguns segmentos, “tivemos uma situação de pleno emprego”, caso da construção civil. Porém, advertiu a necessidade de o país corrigir o problema da falta de profissionais especializados.
 
Um dos obstáculos a serem vencido para melhorar a competitividade em nível mundial, segundo ele, é a redução da diferença de custo da mão de obra. De acordo com Ganz Lúcio, a hora trabalhada nas empresas brasileiras custa entre cinco a sete vezes mais do que na China, e o valor na Alemanha equivale a um terço do gasto no Brasil, esclareceu.
 
Além disso, Clemente defendeu que a economia estará cada vez mais integrada. Ante essa realidade, sugere que é preciso também investir mais em inovação tecnológica e na capacidade de circulação de mercadorias por meio de melhorias da infraestrutura, rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.


DISTRITO FEDERAL
Agaciel quer maior divulgação do trabalho dos deputados distritais
Enviado por Redação em 30/12/2012 14:30:46

 

EIXO CAPITAL - ANA MARIA CAMPOS E LILIAN TAHAN
Correio Braziliense


Qual será sua atribuição na vice-presidência da Câmara?

Vou trabalhar no sentido de haver maior divulgação do trabalho de todos os parlamentares. Trabalhamos muito, mas a população não tem conhecimento do que fizemos de importante nos dois últimos anos.

O senhor foi citado como candidato à presidência. Assume a vice pensando em virar presidente?

Não. Assumo pensando em ser vice. Cheguei à Câmara e havia muita desconfiança em relação a mim entre os deputados. Aos poucos, criei uma confiabilidade. Por isso, meu nome era sempre lembrado para a presidência. Mas acho muito honroso ser vice-presidente.

Pode explicar por que a desconfiança?

Cheguei com a imagem negativa, depois da crise no Senado. Houve divulgação de fatos errados sobre o meu patrimônio e minha vida. Com meu trabalho, construí uma confiabilidade entre os deputados.

O senhor foi diretor do Senado durante 14 anos. Trabalhou com muito poder no Congresso. Acha que perdeu muito ao virar deputado na Câmara Legislativa do DF?

Trabalhei com Ulysses (Guimarães), com Afonso Arinos, fui durante nove anos diretor da Gráfica do Senado e 14 anos diretor do Senado. Na Câmara Legislativa, eu me adaptei a uma realidade diferente da que vivi durante 35 anos no Congresso. Agora os temas são muito relacionados com as matérias do governo local. Estava mais conectado com as políticas nacionais. Mas me adaptei bem.

Quando mira o futuro, pensa em voltar ao Congresso?

Fiz carreira brilhante, até os atos secretos... Era elogiado por todos. Minha carreira foi totalmente desconstruída por causa daquela crise do Senado. Ninguém nunca questionou minha competência, qualificação... Mas eu tinha duas opções: reconstruir ou simplesmente desaparecer. Minha missão maior é reconstruir meu nome e trabalhar pela comunidade. Vou continuar trabalhando e o que eu vou ser no futuro só Deus sabe.

Como justifica os atos secretos?


Parte de alguns atos não haviam sido publicados. Depois foram publicados. A maioria eram atos de realocação de servidores, sem prejuízo financeiro. Todos os atos foram convalidados. Nenhum ato foi anulado e nenhuma pessoa foi demitida.

O episódio marcou sua carreira. Será sempre lembrado como o diretor dos atos secretos?


Sofro com essa história. Quero trabalhar. Agaciel não é isso. Estudou muito, se preparou. Passei 35 anos sem nenhum atestado médico. Sempre fui extremamente elogiado, mas ninguém lembrou disso na hora de me acusar. Mas é coisa do passado. Minha função agora é ser vice-presidente da Câmara Legislativa.


GOVERNO FEDERAL
Na metade do mandato, Dilma precisa destravar economia para garantir conquistas
Enviado por Redação em 30/12/2012 13:19:54

O Globo

 Com a popularidade recorde, a presidente Dilma Rousseff inicia nos próximos dias a segunda metade do seu mandato com muito ainda por fazer. Os gargalos na infraestrutura e o baixo crescimento econômico foram alguns dos problemas de Dilma, apresentada ao país como a gerente do popular governo Lula. O combate à miséria e a manutenção das taxas de emprego são os pontos mais fortes.
 
Nas últimas semanas, O GLOBO fez um levantamento das 46 promessas mensuráveis contidas no texto “Os 13 compromissos programáticos de Dilma Rousseff para debate na sociedade brasileira”. Cotejando dados oficiais e informações de integrantes do governo, conclui-se que pelo menos metade está longe de sair do papel. O texto com as promessas é assinado pelo PT e mais nove partidos da aliança. Foi apresentado no segundo turno da campanha presidencial de 2010 como o documento que consolidava diretrizes do governo.
 
A lista completa das 46 promessas e seu estado de execução está no site do GLOBO. Analisadas uma a uma, pode-se dizer que 24 caminham em ritmo lento e 22 estão em ritmo bom. Entre as dez promessas mais importantes, seja pela ênfase dedicada a elas durante a campanha eleitoral ou por seu impacto social, a maioria está longe de ser cumprida. A lista das que caminham bem é encabeçada pelas duas medidas que Dilma disse, em seu discurso da vitória, serem seu compromisso fundamental: erradicar a miséria e criar oportunidades de emprego para todos os brasileiros.
 
Combate à miséria, mas abandono de reformas
 
No início deste mês, durante o lançamento de um novo benefício do programa Brasil Carinhoso, a presidente anunciou que o número de miseráveis no país — aqueles que vivem com menos de R$ 70 por mês — teria chegado a 2,5 milhões de pessoas, segundo o cadastro do Bolsa Família. Em 2011, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), havia oito milhões de miseráveis no país. E o governo ampliou medidas de busca para encontrar os brasileiros que estão na miséria e não são alcançados pelas políticas públicas. A estimativa é que eles somem cerca de 700.000 pessoas.
 
No campo das oportunidades, apesar dos ventos ruins da economia, o governo conseguiu reduzir ainda mais os níveis de desemprego. Em outubro, o percentual de trabalhadores nessa situação, nas seis principais regiões metropolitanas, era de apenas 5,3%. A renda média também manteve permanente expansão.
 
Se a presidente vem conseguindo resolver dois dos principais problemas que atingem a vida cotidiana da população, o mesmo não pode ser dito em relação a temas como reforma tributária, obras de infraestrutura, manutenção de um ritmo acelerado de crescimento econômico, reforma política, ampliação de creches e de universidades e expansão dos programas de saúde. Os avanços do governo nesses temas têm sido abaixo do prometido. Algumas promessas foram abandonadas.
 
Os casos mais exemplares de abandono são os das reformas política e tributária. A reforma política é o primeiro tema citado nas diretrizes de Dilma e, com a tributária, foi abordado por ela com intensidade na sua primeira mensagem ao Congresso, em fevereiro de 2011. Na ocasião, de forma veemente, Dilma asseverou:
 
— Trabalharemos em conjunto com esta Casa para a retomada da agenda da reforma política. São necessárias mudanças que fortaleçam o sentido programático dos partidos brasileiros e aperfeiçoem as instituições, permitindo mais transparência ao conjunto da atividade pública. A reforma tributária também é tema essencial.
 
Em relação à reforma política, o governo sequer reconhece que deva exercer papel ativo nesse debate. Mesmo a ideia de aprovar mudanças pontuais, como o fim das coligações proporcionais, empacou no Congresso.
 
Investimentos em infraestrutura emperrados
 
Na questão tributária, o Ministério da Fazenda fala em fazer uma “reforma fatiada”, mas apenas na última semana, após meses de debate, começou a enviar medidas ao Congresso para pôr fim à guerra fiscal. As desonerações, por sua vez, foram pontuais e setorizadas, mas a carga tributária cresceu. No final de novembro, a Receita Federal anunciou que essa carga atingiu seu maior percentual histórico, chegando a 35,31% do PIB — este ano os brasileiros pagaram cerca de R$ 1 trilhão em impostos.
 
Apesar da reiterada promessa de expandir os níveis de crescimento e ampliar o investimento, o desempenho da economia foi muito aquém do esperado. Com 2,7% de crescimento em 2011 e, provavelmente, cerca de 1% em 2012, este será o pior primeiro biênio de um governo desde Fernando Collor. A taxa de investimento também caiu nos dois primeiros anos e a inflação foi mantida nos limites, acima do centro da meta.
 
Na logística, a situação também está aquém do esperado. Apesar das promessas de que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) eliminaria os gargalos que limitam o crescimento, o governo reconhece que o ritmo da execução das obras logísticas foi baixo. Diante da dificuldade do poder público para tocar obras, as grandes medidas para o setor acabaram sendo os anúncios de concessão de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos à iniciativa privada.
 
Na Educação, a medida mais visível foi a criação do programa Ciência sem Fronteiras, que vem levando milhares de estudantes brasileiros para o exterior. As promessas de expansão de universidades, institutos de tecnologia e, principalmente, creches e quadra cobertas estão distantes dos números citados na campanha. Até agora, foram entregue 20 das 6.000 creches prometidas. Segundo o governo, há 1.256, em construção; e 506, em licitação. Em relação às quadras cobertas, foram aprovadas 4.245 obras, mas o ministério não informa quantas estão concluídas, em construção ou em licitação.
 
As propostas de expansão dos programas na Saúde, como a promessa de construir 8.000 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 500 Unidades de Pronto Atendimento (UPA), estão atrasadas. Os grandes avanços na expansão dos programas ocorreram apenas no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que teve o número de unidades ampliado em 54%, e no programa de farmácias populares, que aumentou em 4,5 vezes o número de beneficiados: de 1,2 milhão para 5,4 milhões de pessoas atendidas.
 
Entre as dez grandes promessas, o governo Dilma vem alcançando resultados favoráveis no programa ‘Minha Casa Minha Vida’ e na política de controle das fronteiras. Em dois anos, 1,13 milhão de moradias foram contratadas. E lançou um plano de fronteiras que resultou num aumento expressivo nas apreensões de armas e drogas. Entre junho do ano passado, quando o plano entrou em vigor, e novembro o volume de drogas apreendida foi quatro vezes maior que nos período anterior. De armas, foi quase seis vezes maior.


CARNAVAL
Raíssa Machado: “Meu bumbum chama muita atenção, eu sei disso”
Enviado por Redação em 30/12/2012 12:58:16

Lipoaspiração, musculação, dieta à base de proteína de ovos, abdominais, aplicação de botox, hidratação de cabelos, drenagem linfática e muito samba. Ufa! Para Raissa Machado, a preparação para o carnaval é intensa, dura o ano inteiro. É preciso ter fôlego para acompanhar tanta dedicação. “Não tem essa de esperar chegar perto da festa, para começar a pensar no corpo. Isso faz parte da saúde, do bem estar”, diz.

Não que Raíssa precise disso tudo para manter o corpão. Durante o ensaio para o iG , não é exagero afirmar que a morena parou a praia de Icaraí, em Niterói. Todos que passavam queriam saber aonde ela vai desfilar, para conferirem de perto o rebolado da moça. “Meu bumbum chama muita atenção, eu sei disso”, afirma ela, cheia de atitude.

O requebrado veio de tanto observar as passistas nas quadras das escolas de samba que frequenta: ela é, desde 2007, musa da Viradouro, no grupo de Acesso, e estreia em 2013 como musa de chão da Mocidade Independente , no grupo Especial. Natural de São Luis, Maranhão, Raíssa chegou ao Rio bem novinha e, desde então, sempre morou em Niterói, com uma bela vista para a Baía da Guanabara e o Rio de Janeiro ao fundo da paisagem.

No que depender de sua energia, Raíssa garante que a Viradouro sobe de grupo e a Mocidade vence a disputa na elite do carnaval carioca. Alguém duvida? “Quero me entregar por inteiro na Sapucaí”, diz. Informações do IG/Rio.

Confira:

Idade: 29 anos

Altua: 1,75m

Peso: 75kg

Cintura: 65 cm

Busto: 96 cm (350 ml de silicone)

Quadril: 100 cm



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