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Brasília-DF, 01 de Fevereiro de 2010. Ano 6
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FUTEBOL
Rooney garante bi da Copa da Liga ao Manchester
Enviado por Da Redação em 28/02/2010 16:34:42

O Manchester United aproveitou o domingo de ‘folga‘ no Campeonato Inglês (abriu a rodada na terça-feira, contra o West Ham) para levar mais uma taça à sua sala de troféus: a da Copa da Liga Inglesa. Graças ao talento de Wayne Rooney, que vive fase iluminada na carreira.


Diabos Vermelhos festejam conquista

Principal artilheiro do Manchester United na temporada, o veloz atacante parece ter chamado

para si a responsabilidade de assumir a condição de principal jogador do time de Alex Ferguson após a venda de Cristiano Ronaldo para o Real Madrid e, neste domingo, mais uma vez foi decisivo.

Com uma participação efetiva, o atacante marcou, aos 29 minutos do segundo tempo, o gol da vitória por 2 a 1, de virada, sobre o Aston Villa, no estádio Wembley, e garantiu aos Diabos Vermelhos a conquista do bicampeonato da Copa da Liga Inglesa.

Milner, de pênalti, colocou o Aston Villa na frente do placar logo
aos cinco minutos, mas Owen, também em grande momento, deixou tudo igual aos 13, garantindo a emoção aos torcedores até os momentos finais da grande decisão.

Na etapa final, depois de chegar a sofrer certa pressão do Aston Villa, Rooney, que já havia brilhado nas semifinais contra o Manchester City, apareceu para definir e levar a quarta taça da Copa da Liga para o Old Trafford. Informações da Gazeta.net

 


ELEIÇÕES 2010
PSDB já tem candidatos próprios em 14 estados;e PT, em dez
Enviado por Da Redação em 28/02/2010 08:52:03

Adriana Vasconcelos, Gerson Camarotti e Maria Lima, de O Globo

Dirigentes e candidatos do PT e do PSDB vão intensificar as articulações este mês para fechar palanques competitivos nos estados para seus presidenciáveis.Os dois partidos avançaram, mas estão com problemas em estados emblemáticos.

Para compensar a resistência do governador José Serra (SP) a antecipar o lançamento de sua candidatura presidencial e deixar claro para aliados que está no jogo, o PSDB estabeleceu como prioridade os maiores colégios eleitorais. Fechou palanques fortes em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, com candidatos próprios ou não. Mas não sabe como resolver palanques em estados como Pernambuco e Ceará.

O PT, por sua vez, está pondo em prática a política do comando do partido de, em nome da candidatura de Dilma Rousseff, abrir mão de candidaturas próprias em favor das alianças. Até agora, o PSDB tem 14 candidatos próprios definidos nos estados.

O PT, 10. Nos dois casos o número pode subir. Mas os petistas decidiram apoiar aliados em 13 estados, enquanto o compromisso dos tucanos com aliados se restringe a sete.

— A estratégia do governador Serra está certa. Temos apoios definidos em quase todos os estados.

Não houve prejuízo na arrumação dos palanques estaduais.

Antecipar a candidatura serve só para ampliar o tempo da travessia no deserto — diz o ex-líder do PSDB e um dos principais aliados de Serra, deputado Jutahy Júnior (BA).

PT: problemas em SP, Rio e MG


Já o PT, mesmo com um leque de alianças mais amplo que a oposição e com a pré-candidata Dilma Rousseff já lançada, está com problemas em estados estratégicos.

Até agora, o partido não tem solução para seus palanques em Minas e São Paulo, além de um complicador — Anthony Garotinho (PR) — no Rio, onde já tinha fechado com o peemedebista Sérgio Cabral.

— Não é momento de apresentar dificuldades. Não podemos criar problemas para nós mesmos. A eleição da ministra Dilma é o principal objetivo — diz o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Serra enfrenta fragilidades em vários estados, especialmente no Nordeste. Terá de agir com firmeza para assegurar palanques competitivos em Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Sul.

A insistência da governadora Yeda Crusius de disputar a reeleição, depois do desgaste com os escândalos locais, pode dificultar a vida de Serra.

No Ceará, reduto tucano por anos seguidos, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) resiste em disputar pela quarta vez o governo, como deseja a cúpula.

Sua preferência é a aliança com o governador Cid Gomes, do PSB, que fechou com Dilma. Em Pernambuco, Serra tem trabalhado para convencer o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) a sair candidato ao governo e se contrapor à força de Lula.

— Este é o momento de priorizar as alianças estaduais para garantir palanques fortes para nosso candidato à Presidência — diz o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE).

Avaliação de petistas e tucanos é que Serra tem vantagem no Sul e Centro-Oeste, mas está em desvantagem no Norte e Nordeste, o que zera a disputa no Sudeste. Como o Rio será um estado rachado, e em São Paulo Serra tem vantagem de seis milhões de votos, o definidor da eleição deverá mesmo ser Minas.

O temor no PSDB é de que não haja empenho suficiente do governador Aécio Neves.

 

A DISPUTA NOS ESTADOS

 

 CANDIDATURAS PRÓPRIAS DO PSDB (14)

São Paulo: Geraldo Alckmin (ex-governador)
Minas Gerais: Antonio Anastasia (vice-governador)
Espírito Santo: Luiz Paulo Velloso Lucas (deputado federal)
Paraná: Beto Richa (prefeito de Curitiba)
Goiás: Marconi Perillo (senador)
Tocantins: Siqueira Campos (ex-governador)
Mato Grosso: Wilson Santos (prefeito de Cuiabá)
Acre: Tião Bocalon (ex-prefeito de Acrelândia)
Roraima: José de Anchieta Júnior (governador)
Rondônia: Expedito Júnior (ex-senador)
Pará: Simão Jatene
(ex-governador)
Alagoas: Teotonio Vilela
(governador)
Piauí: Silvio Mendes
(prefeito de Teresina)
Amapá: lança o deputado
Jorge Amanajás em
ampla aliança

ALIANÇAS FECHADAS PELO PSDB NOS
ESTADOS/PALANQUES PARA SERRA (7)


Rio de Janeiro: Fernando Gabeira (PV)
Bahia: Paulo Souto (DEM)
Sergipe: João Alves (DEM)
Rio Grande do Norte: Rosalba Ciarlini (DEM)
Paraíba: Ricardo Coutinho (PSB)
Maranhão: Jackson Lago (PDT)
Santa Catarina: Raimundo Colombo (DEM)

INDEFINIÇÕES DO PSDB (6)


Rio Grande do Sul: a governadora tucana Yeda Crusius
quer disputar a reeleição, mas o partido prefere aliança
com José Fogaça (PMDB)
Ceará: a pressão é para que o senador e ex-governador
Tasso Jereissati se lance candidato
Pernambuco: Serra quer que o senador Jarbas
Vasconcelos (PMDB) seja candidato
Distrito Federal: negocia aliança com o PSC, de
Joaquim Roriz, mas pode lançar a tucana Maria Abadia
Mato Grosso do Sul: analisa a possibilidade de lançar
a senadora tucana Marisa Serrano
Amazonas: negocia aliança em favor de
Serafim Corrêa (PSB)

CANDIDATURAS PRÓPRIAS DO PT (10)

Rio Grande do Sul: Tarso Genro (ex-ministro)
Santa Catarina: Ideli Salvatti (senadora)
Distrito Federal: Agnelo Queiroz (ex-ministro)
ou Geraldo Magela (deputado federal)
Bahia: Jaques Wagner (governador)
Sergipe: Marcelo Deda (governador)
Pará: Ana Júlia Carepa (governadora)
Acre: Tião Viana (senador)
Mato Grosso do Sul: Zeca do PT (ex-governador)
Rondônia: Eduardo Valverde (deputado federal)
Tocantins: Raul Filho (prefeito de Palmas)

INDEFINIÇÕES DO PT (4)


São Paulo: ou apoia Ciro Gomes (PSB) ou lança a
candidatura do senador Aloizio Mercadante (PT)
Minas: tenta acordo para palanque único com o PMDB.
Estão na disputa os ministros Hélio Costa (PMDB) e
Patrus Ananias (PT), além de Fernando Pimentel (PT)
Maranhão: o PT nacional defende a reeleição de Roseana Sarney
(PMDB); o PT local quer aliança com o PCdoB
Piauí: pode lançar candidatura
própria ou apoiar o senador
João Claudino (PTB)

ALIANÇAS FECHADAS PELO PT NO
ESTADOS/PALANQUES PARA DILMA (12)


Rio de Janeiro: reeleição de Sérgio Cabral (PMDB)
Paraná: eleição do senador Osmar Dias (PDT)
Pernambuco: reeleição de Eduardo Campos (PSB)
Rio Grande do Norte: eleição do vice-governador
Iberê Ferreira (PSB)
Paraíba: reeleição do governador José Maranhão (PMDB)
Alagoas: deve apoiar coligação com o PMDB em torno
da candidatura do ex-governador Ronaldo Lessa (PDT)
Espírito Santo: deve apoiar o vice-governador
Ricardo Ferraço (PMDB)
Goiás: apoio à candidatura do prefeito de Goiânia
Iris Rezende (PMDB)
Mato Grosso: deve apoiar a candidatura do
vice-governador Silval Barbosa (PMDB)
Amapá: apoio ao vice-governador Pedro Paulo (PP)
Roraima: apoio ao deputado e ex-governador
Neudo Campos (PP)
Amazonas: apoio ao ministro dos Transportes,
Alfredo Nascimento (PR)
Ceará: apoia a candidatura de
Cid Gomes (PSB), em aliança
com PMDB e outros.



Meio bilhão de contas por julgar
Enviado por Da Redação em 28/02/2010 08:48:04

O PT, partido que mais recebeu recursos do fundo partidário nesta década, não teve nenhuma das últimas oito prestações de contas anuais julgadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O PSDB vem logo atrás, com seis processos em aberto, inclusive o mais antigo de todos, de 2000. A demora atinge quase todas as legendas: levantamento do TSE, atualizado a pedido do GLOBO, revela que 90 processos de 26 partidos, do período de 2000 a 2008, não foram a julgamento.

Somadas, essas prestações de contas não julgadas chegam a R$ 532 milhões repassados pelo fundo partidário, formado por recursos públicos previstos no Orçamento da União. Este ano, o fundo distribuirá mais de R$ 160,4 milhões.

A contabilidade tucana, assim como a do PMDB, está em aberto desde 2004. A do DEM, desde 2005. Além do PT, outros quatro partidos não tiveram as contas de 2003 julgadas: PR, PCdoB, PPS e PTB. Dos 28 partidos existentes no período de 2000 a 2008, só dois tiveram todas as contas julgadas: PP e PSC, ambos com a contabilidade aprovada.

A lentidão nos julgamentos abre a porta para a impunidade. E, ainda que julgadas e as contas eventualmente rejeitadas, os partidos poderão não ser punidos. A minirreforma eleitoral, aprovada pelo Congresso ano passado, fixou prazo máximo de cinco anos para que a Justiça Eleitoral possa suspender repasses do fundo partidário, maior punição por contas irregulares.

O assunto, que passou quase desapercebido, é controverso.

No TSE, não está claro se a prescrição da pena impede outras sanções.

Uma delas seria a devolução de recursos do fundo partidário usados irregularmente.

Outro ponto polêmico é se a lei tem efeito retroativo, isto é, se já livrou de punição partidos cujos processos não foram julgados após cinco anos. Esse prazo é calculado a partir da apresentação da prestação de contas, que deve ser feita até 30 de abril do ano seguinte.

O deputado Flávio Dino (PCdoBMA), que foi relator da minirreforma, disse que não se lembrava do prazo de cinco anos inserido pela nova lei: — Embora tenha sido relator, eu não lembrava. Não há dúvida do sentido: cria-se uma espécie de prazo decadencial, conhecido como prescrição.

Isso não impede que a Justiça julgue e aplique outras sanções.

Penas leves para contas rejeitadas

Nos partidos, há quem se considere a salvo de punições. No TSE, porém, falase que a regra só valerá para processos iniciados após a sanção da lei em setembro de 2009. A minirreforma também abrandou a pena. Antes, a desaprovação das contas levava à suspensão dos repasses do fundo por um ano.

Para o PT, em 2009, isso equivaleria a prejuízo de R$ 23 milhões; para o PSDB, de R$ 21,2 milhões. Agora, o bloqueio pode ficar restrito a um mês.

Os balanços anuais encaminhados pelo PT estão em aberto desde 2001, mesmo nos casos em que a área de fiscalização recomendou a desaprovação das contas — como o dos processos de 2002, 2003 e 2006, segundo informa o tribunal. Como o GLOBO mostrou em 2008, o PT usou dinheiro do fundo partidário para bancar despesas de sua festa de 26 anos, em 2006.

A lista de compras para a festa que aconteceu no rastro do mensalão incluiu vinho, champanhe e bufê. Convites foram vendidos, e os gastos entraram na contabilidade como “propaganda doutrinária”, uma das despesas que podem ser pagas pelo fundo, segundo a legislação.

A auditoria detectou que o PT recebeu doação de R$ 50 mil da empresa Rodrimar S.A. Transportes e Equipamentos Industriais, uma concessionária de serviço público proibida de dar dinheiro a partidos. Alertado pelo TSE, o partido devolveu a quantia, o que não evita punição. Tesoureiro do PT à época, Paulo Ferreira nega irregularidade.

Quanto à demora nos julgamentos, responsabiliza o TSE: — O atraso não é nosso, está tudo OK. Não é o PT que julga. O que ocorre no caso do PT, que é atípico, é que a movimentação contábil é verdadeiramente em volume muito superior à soma de quase todos os partidos.

PSDB tem processo mais antigo no TSE

O processo mais antigo à espera de julgamento é do PSDB, referente a 2000, durante o governo Fernando Henrique, quanto a sigla abocanhava a maior fatia do fundo partidário. A Coordenadoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias do TSE propôs a desaprovação das contas, citando irregularidades.

Uma delas, segundo a área técnica, é que o PSDB não comprovou a destinação de R$ 389.550 à Marka Serviços de Engenharia Ltda.

A empresa tinha como sócio o então secretário-geral do PSDB, deputado federal Márcio Fortes, que assinou cheques do partido para a Marka, que teria organizado comícios em 2000.

Para os técnicos do TSE, as notas fiscais são “inidôneas”, já que foram emitidas quatro anos depois de a empresa ter a inscrição cadastral cancelada.

Os auditores concluíram que o partido pagou com fundo partidário toalhas roubadas de um hotel durante evento da juventude tucana.

O vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, e o próprio Fortes dizem que não há nada de errado com as contas. E argumentam que o caso estaria prescrito.

— A reforma (eleitoral) diz que o tribunal não pode rejeitar contas caso se passem cinco anos. Não há necessidade de comprovar (o pagamento à empresa) — afirma Eduardo Jorge.

— Há tempo não ouço falar disso — diz Fortes. — A grande matéria é se ele deve ou não ser julgado, uma vez que se passaram cinco anos. Informações de O Globo.



Lula mantém aprovação recorde, com 73% de ótimo/bom
Enviado por Da Redação em 28/02/2010 08:41:47

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém inalterado o alto índice de popularidade, com aprovação de 73% da população, segundo pesquisa Datafolha feita nos dias 24 e 25. O percentual apresentou uma mínima oscilação positiva, pois na pesquisa anterior do instituto, feita em dezembro de 2009, 72% dos eleitores entrevistados consideraram o governo ótimo ou bom. Trata-se do melhor desempenho de um presidente desde o início da série histórica feita pelo Datafolha, iniciada em 1990. Entre os 2.623 entrevistados em todo o país, 20% consideram o governo do presidente regular e 5% péssimo ou ruim.

Lula apresenta popularidade expressiva mesmo entre eleitores que declararam voto em José Serra (PSDB) à Presidência (62% de ótimo/bom). Quando o voto do eleitor é para a ministra Dilma Rousseff (PT), a popularidade dele nesse nicho do eleitorado chega a 92%.
Além de intensificar as viagens pelo país como esteio da pré-campanha da ministra Dilma à Presidência, o que leva a uma superexposição na mídia, Lula também recebeu títulos e homenagens internacionais recentes, como o prêmio "Estadista do Ano" no final de janeiro, pelo Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça).

Foi exatamente por conta da intensa agenda política ao lado de Dilma que, em 28 de janeiro, Lula foi vítima de uma crise de hipertensão (pressão arterial elevada) e viu-se obrigado pelos médicos a cancelar os compromissos pelo menos durante o final de semana. O susto não fez com que o presidente reduzisse o ritmo com o qual abraçou a pré-campanha de Dilma.
"Eleger a Dilma é a minha prioridade", afirmou Lula, no discurso de fechamento do 4º Congresso Nacional do PT, no final de semana passado.

A pesquisa mostra a convergência entre aspectos da biografia de Lula, seu estilo popular de governo e sua popularidade. Lula tem melhor aceitação no Nordeste (84%), entre os que eleitores com ensino fundamental (77%) e na fatia daqueles que recebem até cinco salários mínimos (75%).

Em contrapartida, é entre os mais ricos, com ensino superior completo e que vivem no Sul do país que Lula apresenta os piores desempenhos. Para 29% dos que ganham mais de dez salários mínimos, o governo é regular, enquanto 14% do mesmo segmento o consideram ruim ou péssimo. A aprovação é de 56%, 17 pontos percentuais abaixo da média nacional do presidente.

Na região Sul, 65% consideram o governo Lula ótimo ou bom, mas para 26% a administração do petista é regular e 7% a consideram péssima ou ruim. A confortável popularidade de Lula destoa dos índices de 2005, auge da crise do mensalão, quando 29% diziam que o governo do presidente era péssimo ou ruim, 41%, regular, e 28%, ótimo ou bom. Informações da Folha de S.Paulo


Distrito federal
Ameaça de intervenção sela pacto de governabilidade
Enviado por Da Redação em 28/02/2010 08:39:11

Entre secretários e servidores do Distrito Federal, o discurso é quase o mesmo: o governo distrital continua funcionando e a crise política não afetou os serviços públicos. "Muito pelo contrário, tudo melhorou. Continuamos todos os nossos trabalhos", diz o secretário de Saúde, Joaquim Barros, sobre a posse, na terça, do deputado Wilson Lima (PR) no cargo de governador.

A própria Secretaria de Saúde, que desde o ano passado enfrentava problemas como falta de pessoal e demanda por serviços de emergência, foi uma das primeiras a ser atendida. Resultado: na quinta, após reunião com Barros, Lima liberou R$ 160 milhões para conclusão de reforma do Hospital de Base, contratação de 500 agentes de combate à dengue e concurso para 400 médicos.

No mesmo dia, após receber a secretária de Educação, Eunice Santos, Lima aceitou dar reajuste de 10,4% para mais de 44 mil professores da rede pública. O aumento era negociado havia um ano. Na sexta, veio outro pedido, dessa vez da Segurança: necessidade imediata de chamar 380 candidatos já aprovados em concurso para a Polícia Civil e outros 650 para a área penitenciária.

O esforço para mostrar serviço segue a lógica de que por trás da aparente normalidade está o medo generalizado no secretariado da intervenção federal, possibilidade que ganhou corpo após a renúncia, na terça, do então governador interino, Paulo Octávio. Onze dias antes, ele havia assumido no lugar do titular José Roberto Arruda, preso sob acusação de tentar subornar uma testemunha no caso do mensalão do DEM.

Alimenta a sensação de que tudo caminha bem o largo Orçamento: a previsão de receita para 2010 é de R$ 20,2 bilhões, dos quais R$ 7,6 bi são repasses federais obrigatórios. Segundo a Secretaria de Obras, estão em execução -e com recursos garantidos- mais de 2.000 projetos, como pavimentação de estradas e obras de saneamento.

Para o secretário de Fazenda, André Clemente, depois da crise, aumentou o cuidado na aplicação dos recursos. Dá como exemplo a medida tomada por Wilson Lima de suspender os pagamentos de 22 contratos firmados com empresas citadas na Caixa de Pandora. Informações da Folha de S.Paulo.



Pantanal deve registrar maior enchente em 15 anos
Enviado por Da Redação em 28/02/2010 08:35:52

O Pantanal de Mato Grosso está passando por uma temporada de chuvas bem acima do normal. A região deve registrar a maior enchente em 15 anos. Muitas fazendas estão ilhadas. É época de mudança no Pantanal. Nesta fazenda, a água subiu de repente e deixou o gado ilhado. A enchente cobriu a cerca e boa parte das áreas de pastagem. Os peões tiveram de agir rapidamente para salvar os animais. As informações são do G1.

Só aqui são 400 cabeças de gados e os bezerros tiveram dificuldade para passar.O gado é transferido para uma parte mais alta da propriedade, onde ainda há alimentação. Só assim o gado não perde peso. Distante três quilômetros do rio, a fazenda está cercada pela água.

Os fazendeiros deixam o gado em terra firme, mas continuam monitorando o nível da água. Se o rio voltar a encher, uma nova operação de transferência dos animais pode ser deflagrada e o rebanho deve continuar aqui por mais 60 dias, até que a água volte a baixar.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
Incertezas eleitorais
Enviado por Da Redação em 28/02/2010 08:22:21

Lilian Tahan e Ana Maria Campos - Correio Braziliense

Em três meses, as surpresas da Caixa de Pandora abateram os partidos que partilhavam o poder, isolaram as forças políticas na cidade e dividiram o grupo de oposição em busca de preencher o vazio provocado pela maior crise institucional da história da capital do país, iniciada em 27 de novembro do ano passado. Oito (1)das 13 legendas que apoiavam o governo de José Roberto Arruda produziram representantes no escândalo. Para evitar comprometimento ainda maior, as siglas adotaram uma tática de distanciamento da administração capitaneada, até 11 de fevereiro, pela dobradinha Arruda e Paulo Octávio. Nessa data, Arruda foi afastado e preso por suposta tentativa de suborno. Menos de duas semanas depois, o vice no exercício do mandado renunciou ao cargo. Acabava aí o único governo do DEM no país, que teve o diretório regional dissolvido por intervenção da executiva nacional.

O Inquérito nº 650 teve o efeito de uma bomba nas composições políticas vigentes nas últimas duas décadas da política candanga. A força de devastação das investigações protagonizadas pelo Ministério Público e a pela Polícia Federal (PF) partiu de uma vez por todas o grupo de poder nascido sob a liderança do ex-governador Joaquim Roriz (ex-PMDB e atualmente no PSC). Nas últimas eleições, seus herdeiros ganharam vida pública própria. Um deles, Arruda, chegou ao topo do poder no Distrito Federal, mas hoje está sob os escombros da crise. Roriz, Arruda, Paulo Octávio, Tadeu Fillippeli — todos um dia transitaram no mesmo campo político. Em 2006, Arruda e Paulo Octávio chegaram a disputar o apoio de Roriz. Eram potenciais adversários, mas fizeram uma chapa puro-sangue, que acabou contando com a aceitação do ex-governador. Deu certo, Arruda foi eleito em primeiro turno e, até o início da crise, era considerado favorito para a disputa em 2010, numa provável polarização com seu criador, Roriz.

Estilhaços

No momento, Arruda tem como objetivo principal deixar a prisão. Paulo Octávio busca preservar seu patrimônio empresarial e Roriz tenta escapar dos estilhaços da Caixa de Pandora. Esse cenário, aparentemente, favoreceria a eleição de um político da oposição. Mas essa é uma interpretação que pode não se sustentar até 3 de outubro. Antes da crise, o PT não tinha perspectiva de poder, mas já escolhera candidato ao Executivo. Agnelo Queiroz havia consolidado seu nome para a disputa ao Executivo, num acordo fechado entre as forças políticas do PT. Àquela época, o deputado federal Geraldo Magela (PT) havia aceitado os termos de um acerto que o colocava na condição de candidato ao Senado. A possibilidade de vitória, provocada pela derrocada de Arruda e Paulo Octávio, desestabilizou a harmonia na legenda.

Magela tem cobrado a revisão do acordo em função de um fato novo revelado na crise. Agnelo Queiroz foi filmado na sala do ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa que lhe apresentou o conteúdo das bombásticas gravações sobre distribuição de dinheiro a autoridades, base do inquérito da Caixa de Pandora. O episódio causou constrangimento entre petistas e abriu uma brecha para adversários internos questionassem a candidatura de Agnelo, sob o argumento de que obteve informação privilegiada sobre o futuro cenário político. Agnelo garante que não houve nada além do normal e tem o apoio de grande parte da legenda. Mas o impasse só será resolvido em prévias que deverão ocorrer em 21 de março, para escolha direta do representante petista na corrida ao Palácio do Buriti.

Inimigos

Nos últimos tempos antes da crise, Joaquim Roriz tornou-se um inimigo de Arruda. O governador do DF, hoje afastado e preso preventivamente, tentou diferenciar as duas gestões, atacou a administração anterior e trabalhou nos bastidores para tomar o PMDB de Roriz. Por isso, Roriz poderia se beneficiar com o tombo de Arruda e Paulo Octávio. Mas seus adversários apostam que dificilmente o ex-governador vai conseguir se descolar das denúncias de Durval Barbosa, o delegado aposentado da Polícia Civil do DF que gerenciou todos os contratos de informática no governo de Roriz. Por causa dessa passagem pelo Executivo, Durval responde a 37 ações judiciais, algumas das quais ao lado do ex-governador.

Desde 27 de novembro, quando a PF cumpriu mandados de busca e apreensão na casa e no gabinete de autoridades do Executivo e do Legislativo, trazendo à tona um suposto esquema de corrupção no DF Roriz permanece recluso, em casa ou na fazenda. A única declaração pública sobre o assunto ocorreu na semana passada no programa de seu partido, o PSC. “É tão vergonho, tão escandaloso... Fico numa indignação, fico numa vergonha... Meu Deus do céu, como pode chegar nisso aí?”, declarou. Mas a oito meses das eleições, período em que os pré-candidatos costumam se exibir em público ao eleitorado, o ex-governador mantém a discrição.

Alternância

A grande dúvida sobre o futuro das eleições deste ano é reforçada pela instabilidade política que ainda permanece. Só em fevereiro, o Distrito Federal teve três governadores. O eleito foi preso. O vice tentou se viabilizar, mas foi pressionado a renunciar e o deputado distrital Wilson Lima (PR), que conquistou o mandato na Câmara Legislativa com menos de 9 mil votos acabou herdando a administração praticamente esvaziada. Pelo menos cinco secretários já deixaram o governo. Numa entrevista concedida ao Correio, Wilson Lima falou de seu desejo de imprimir uma “cara nova” no GDF. Talvez não tenha tempo, diante da ameaça de uma intervenção federal.

Também na Câmara Legislativa há uma expectativa de renovação. Dos 24 distritais, um terço é investigados no Inquérito do STJ. Desses, Leonardo Prudente (que renunciou na sexta) e Rogério Ulysses não podem sequer concorrer à reeleição porque perderam a legenda. Oito parlamentares, além de dois suplentes, são citados no escândalo e o grupo de 19 distritais que apoiavam Arruda perdeu o palanque para as próximas eleições.

Poderosos secretários, administradores regionais, gerentes do governo Arruda abatidos com a crise vão ter que adiar os planos de se candidatar a um cargo eletivo neste ano. Até outubro do ano passado, havia um congestionamento de candidatos a vice de Arruda, ao Senado e a uma vaga de deputado federal.


1 - Lista
Políticos filiados aos partidos DEM, PMDB, PR, PSB, DEM, PSDB, PP, PPS, PRP foram citados no Inquérito nº 650 do Superior Tribunal de Justiça, que investiga denúncias de corrupção envolvendo distritais, empresários e a cúpula do governo do DF

O número
Seu voto
Faltam
217
dias até o primeiro turno das eleições, marcado para 3 de outubro


Principais datas


27 de novembro de 2009
A Polícia Federal deflagra a Operação Caixa de Pandora, na qual investiga o suposto esquema de propina do GDF para a base de deputados aliados, com dinheiro repassado por empresas privadas. Durval Barbosa, até então secretário de Relações Institucionais do governo Arruda, é quem denuncia do esquema à PF. O inquérito sobre o caso está no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Quando as denúncias vêm à tona, Durval é exonerado.

28 de novembro
É divulgado vídeo de um encontro entre José Roberto Arruda e Durval Barbosa durante a campanha eleitoral de 2006. As imagens mostram o então candidato recebendo dinheiro de Durval.

29 de novembro
Pelo menos oito dos 24 deputados e dois suplentes da Câmara Legislativa (CLDF) são citados no inquérito como beneficiários do esquema. Eurides Brito (PMDB), Júnior Brunelli (PP) e Leonardo Prudente (então no DEM) aparecem em vídeo recebendo dinheiro de Durval Barbosa.

18 de janeiro de 2010
A Justiça determina o afastamento de Leonardo Prudente da presidência da Câmara Legislativa.

20 de janeiro
O TJ decide que os oito distritais e os dois suplentes investigados não podem participar da tramitação dos pedidos de impeachment do governador.

25 de janeiro
Prudente renuncia à presidência da Câmara.

2 de fevereiro
Wilson Lima (PR) é eleito presidente da Câmara Legislativa.

4 de fevereiro
Agentes da PF prendem Antônio Bento da Silva após ele entregar sacola com R$ 200 mil ao jornalista Edson Sombra. Na versão deste, o dinheiro seria um suborno para o jornalista desqualificar os vídeos feitos por Durval Barbosa. Na denúncia, Sombra implica Weligton Moraes, então chefe da Agência de Comunicação do governo; o distrital Geraldo Naves (DEM); e Rodrigo Arantes, secretário particular de Arruda. À polícia, Bento cita ainda o nome de Haroaldo de Carvalho, ex-diretor da CEB.

11 de fevereiro
O STJ decreta a prisão preventiva dos seis citados acima. O vice-governador Paulo Octávio assume o GDF interinamente. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, protocola no Supremo Tribunal Federal (STF) pedido de intervenção federal no DF.

18 de fevereiro
Paulo Octávio, que havia divulgado à imprensa que renunciaria, desiste de sair. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara vota pela admissibilidade de três processos de impeachment contra Arruda e três contra Paulo Octávio.

23 de fevereiro
Paulo Octávio renuncia. O presidente da Câmara Legislativa, Wilson Lima, assume o Executivo local.

25 de fevereiro
A Comissão de Ética da Câmara abre processo por quebra de decoro parlamentar contra os distritais Eurides Brito, Júnior Brunelli e Leonardo Prudente. Mas suspende os processos dos outros cinco deputados citados na da Caixa de Pandora.

26 de fevereiro
Comissão Especial da Câmara aprova parecer favorável à abertura de processo de impeachment contra José Roberto Arruda. Leonardo Prudente renuncia ao mandato.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
Três meses que implodiram o governo Arruda
Enviado por Da Redação em 28/02/2010 08:15:16

 Ana Maria Campos e Lilian Tahan - Correio Braziliense
 
O governo de José Roberto Arruda termina como começou, com a marca da implosão. Uma das imagens mais marcantes da administração dos democratas na capital do país foi a detonação de explosivos (1)que tombaram esqueletos de prédios. Com a prisão do governador e cinco aliados próximos, a renúncia do vice-governador Paulo Octávio e do presidente da Câmara Legislativa eleito em 2009, Leonardo Prudente, o afastamento do conselheiro Domingos Lamoglia do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), a iminência de cassação de distritais e a demissão de todo o primeiro escalão, a comparação é inevitável. Em três meses de investigação da Operação Caixa de Pandora, a gestão Arruda virou pó.

As denúncias feitas pelo ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa envolveram dezenas de autoridades. Além das duas figuras mais importantes do Executivo, Arruda e Paulo Octávio, a investigação envolveu diretamente 12 dos 24 integrantes do primeiro escalão, um terço da Câmara Legislativa e o único representante do TCDF nomeado por Arruda. A operação colocou sob suspeita contratos que somam R$ 500 milhões. O escândalo causou ainda desconfiança sobre o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, com a abertura de investigações (2)no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) contra o procurador-geral de Justiça do DF, Leonardo Bandarra, e a promotora Débora Guerner.

Em 90 dias, o escândalo no DF produziu feitos inéditos que mobilizaram todas as instâncias da Justiça com decisões inusitadas, como a que convocou suplentes para apreciar os pedidos de impeachment de Arruda no lugar dos titulares sob suspeição pelo envolvimento nas denúncias. Desde 27 de novembro, houve três operações de busca e apreensão, uma delas em pleno sábado de carnaval, e um flagrante de tentativa de suborno, quando o ex-conselheiro do Metrô-DF Antônio Bento entregava uma sacola com R$ 200 mil ao jornalista Edson Sombra. A negociação foi totalmente monitorada pela Polícia Federal (PF) e culminou num feito inédito: a prisão de um governador no exercício do cargo.

Vitrine


Até outubro do ano passado, Arruda era um governador poderoso. Negociava acordos bilionários com organismos internacionais. Transitava em extremos. Era a vitrine do DEM e cotado para compor como vice numa chapa presidencial. Caso não alçasse esse voo, tinha a reeleição praticamente certa. Mantinha uma relação cordial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas o vídeo em que aparece recebendo R$ 50 mil das mãos de Durval Barbosa (feito durante a campanha eleitoral de 2006) alterou a imagem do governador que tentava fixar a marca de legalidade como seu slogan de governo. As gravações entregues por Durval ao Ministério Público revelaram ainda personagens que só atuavam nos bastidores, como o policial aposentado Marcelo Toledo e o empresário Renato Malcotti, apontados como operadores dos supostos esquemas de corrupção do Executivo.

Outra marca da Operação Caixa de Pandora é o pedido de intervenção federal na capital do país, protocolado no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Desde que a capital conquistou a autonomia política, 20 anos atrás, o tema nunca foi cogitado. Se os ministros do STF acatarem o pedido, será o primeiro caso, entre os 129 pedidos que tramitam na Justiça.

Impeachment

Com tantos comprometimentos, Arruda agora tem como meta principal encontrar um caminho para se livrar da prisão, mesmo que isso signifique não voltar ao comando do Governo do Distrito Federal. Na verdade, essa não é uma escolha de Arruda. Caminha com celeridade o julgamento de pedidos de impeachment contra o governador do DF na Câmara Legislativa. O relatório de abertura do processo por crime de responsabilidade teve o apoio unânime na Comissão Especial criada para tratar do assunto. Até o deputado Paulo Roriz (DEM), considerado um dos mais leais a Arruda, votou a favor da cassação do mandato do amigo.

A tendência é de que o posicionamento da Comissão Especial seja confirmado na próxima terça-feira quando o relatório do deputado Chico Leite (PT) será votado em plenário. Arruda também não tem mais perspectivas de poder em médio prazo. Sem partido, não poderá concorrer nas próximas eleições. Enrolado em denúncias de corrupção, pagamento de propina, desvios de recursos, suposto suborno e falsidade ideológica, o governador — que nas últimas eleições venceu no primeiro turno — não será aceito em nenhum palanque de candidatos. Neste momento, está liquidado politicamente.


1 - Ao chão
No primeiro mês após assumir o governo, Arruda promoveu uma série de demolições de prédios inacabados pela capital. Foram ao chão o edifício de garagens atrás do Venâncio 2000, a carcaça do Brasília Palace Hotel (às margens do Lago Paranoá) e a estrutura do que viria a ser o Shopping do Lago Norte.


2 - Acusações
Em depoimentos prestados à Polícia Federal e ao Ministério Público, Durval Barbosa afirmou que o procurador-geral de Justiça do DF, Leonardo Bandarra, e a promotora Débora Guerner receberam dinheiro para interceder em favor do governo Arruda. Os dois dizem que a denúncia é uma vingança de Durval. Mas o Conselho Nacional do MP abriu investigação para apurar o caso.



Imagens da destruição no Chile
Enviado por Da Redação em 28/02/2010 07:30:29

  Fotos: AFP / Martin Bernetti, Moises Avila e Claudio Santana

O terremoto de 8,8 graus de magnitude que atingiu a região central do Chile na madrugada deste sábado (27) derrubou prédios e deixou pelo menos 100 mortos no país, segundo informações oficiais do governo chileno.



Prédios na capital chilena ficaram destruídos


Carros foram jogados contra muros de concreto
na Região Metropolitana de Santiago


Pontes desabaram com terremoto de 8,8 graus neste sábado


Destruição nas ruas da capital chilena


Em Valparaíso, pedras caíram sob os carros


Casas ficaram destelhadas após os terremotos


Chilenos perderam suas casas com o tremor

 


ELEIÇÕES 2010
Datafolha mostra Serra na liderança e avanço de Dilma
Enviado por Da Redação em 27/02/2010 19:58:37

Pesquisa Datafolha divulgada hoje mostra queda na diferença entre os pré-candidatos do PSDB, José Serra, e do PT, Dilma Rousseff, à sucessão presidencial. O levantamento publicado na edição de domingo pelo jornal Folha de S.Paulo, aponta Serra com 32% das intenções de voto; Dilma Rousseff, com 28%; o deputado federal Ciro Gomes (CE), pré-candidato do PSB, com 12%; e a pré-candidata do PV, senadora Marina Silva (AC), com 8%. Na mostra anterior da Datafolha, divulgada em dezembro de 2009, Serra tinha 37%; Dilma 23%; Ciro 13%; e Marina 8%. As informações são da Agência Estado.

A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 25 de fevereiro. Do total de entrevistados (2.623), 9% disseram que vão votar branco, nulo ou em nenhum dos candidatos e 10% informaram que estão indecisos. O levantamento tem margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

A pesquisa também apresentou um cenário sem a presença de Ciro Gomes. Nessa simulação, aumentam para 38% as intenções de voto em Serra (ante 40% na pesquisa realizada entre 14 e 18 de dezembro); Dilma atinge 31% (ante 26% da pesquisa anterior); e Marina Silva fica com 10% (11% no levantamento de dezembro).

No cenário de segundo turno, numa eventual disputa entre Serra e Dilma, o tucano lidera com 45% das intenções de voto e a petista aparece com 41%. O levantamento realizado em dezembro apontava Serra com 49% das intenções de voto e Dilma com 34%. Em outro cenário de segundo turno, Dilma vence com 48%, contra 26% de Aécio.

De acordo com o Datafolha, o pré-candidato Serra registra o maior índice de rejeição entre os presidenciáveis, com 25%; seguido de Dilma com 23%; Ciro, com 21%; Aécio, com 20%; e Marina, com 19%. A pesquisa avaliou também o índice de aprovação do presidente Lula. Na mostra, a aprovação ficou em 73% (de ótimo e bom). Na pesquisa de dezembro, este índice foi de 72%, o mais alto patamar de popularidade apurado pelo Datafolha.A pesquisa Datafolha está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob protocolo nº 4080/2010. 


Distrito federal
Câmara terá oito suplentes na sessão de terça-feira
Enviado por Da Redação em 27/02/2010 12:09:16

 As supostas ameaças do governador licenciado do DF, José Roberto Arruda, aos parlamentares da “base governistas” não tem muito efeito prático. Tanto que na próxima terça-feira, quando o plenário da Câmara Legislativa irá apreciar o parecer do deputado distrital Chico Leite, que pede o impeachment do governador, estarão em plenário os suplentes dos envolvidos na Operação Caixa de Pandora.

O presidente da Câmara Legislativa, cabo Patrício, terá que convocar os oito suplentes para cumprir uma decisão do Tribunal de Justiça, que proibiu os parlamentares de participarem das votações em função de estarem citados – alguns com registros em vídeo – no inquérito número 650, do Superior Tribunal de Justiça.

Para cumprir esta difícil tarefa, os suplentes receberão um salário em torno de R$ 12 mil, mas não terão direito a gabinetes, conforme parecer da Procuradoria da Casa.

Os suplentes que deverão participar da sessão da próxima terça-feira são os seguintes: Roberto Lucena (PMDB), Wigberto Tartuce (PMDB), Ivelise Longhi (PMDB), Raad Massouh (DEM), Gil Mesquita (DEM), Joe Valle (PSB), Mário da Nóbrega (PP) e Olair Francisco (PT do B).


Distrito federal
Da prisão, Arruda faz ameaças a deputados
Enviado por Da Redação em 27/02/2010 10:47:44

 Gerson Camarotti, de O Globo

Mesmo preso, o governador José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM) passou a mandar recados em tom de ameaça aos deputados distritais para tentar se livrar do processo de impeachment. Segundo aliados dele ouvidos ontem pelo GLOBO, Arruda teria uma forte munição contra os deputados distritais.

Se ele sentir que foi abandonado, advertiu um deles, pode revelar detalhes comprometedores envolvendo os parlamentares, inclusive dos que ainda não foram citados na Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal.

O secretário de Transportes e deputado federal licenciado, Alberto Fraga (DEM-DF), sugeriu ontem que Arruda pode reagir, se houver traição de deputados da base governista.

— O resultado desse processo de impeachment é imprevisível. Os deputados têm que saber o que vão fazer! E se tiver denúncias do próprio governador contra eles? Tem gente que não tem condições de julgá-lo — insinua Fraga, para em seguida completar: — Se o PT pode usar o rolo compressor no Congresso para desconvocar a ministra Dilma Rousseff da CCJ do Senado, por que o governador não pode usar a base aliada em sua defesa? Além dos advogados e da mulher, Flávia, Arruda tem recebido poucas visitas na sala onde está preso na Polícia Federal. Algumas dessas raras visitas são de Fraga, que esteve com ele três vezes, sendo a última na quarta-feira. Ele disse que o governador afastado tem grande resistência a renunciar ao mandato.

— Já estou aqui, desse jeito. Não tenho mais nada a perder — disse o governador afastado, segundo relato de Fraga.

Esta não é a primeira vez que Arruda fez ameaças, para tentar mudar um quadro desfavorável desde que estourou o escândalo do mensalão do DEM no DF. Em dezembro, para tentar continuar filiado à legenda, mandou recados para integrantes da cúpula partidária, dizendo que ajudou a arrecadar recursos de campanha para candidatos do DEM em todo o país.

Arruda quer ganhar tempo no processo de impeachment e espera ter condições de mudar o cenário na segunda votação em plenário da Câmara, quando serão necessários dois terços dos votos para a aprovação do pedido.

Aliados de Arruda avaliam que, neste momento, é interessante a tramitação do processo de impeachment, para demonstrar normalidade política no Distrito Federal e, com isso, enfraquecer a tese de intervenção federal.

A decisão do governador de não renunciar esta semana teria levado quatro advogados que faziam parte de sua defesa a deixar o caso. Os advogados que permanece devem tentar convencê-lo de que essa é a melhor alternativa para deixar a cadeia.

A avaliação do grupo de Arruda é a de que o balão de ensaio do governador, que se mostrou disposto a se licenciar do cargo, não surtiu efeito no Supremo Tribunal Federal (STF). Isso indica que, se não houver renúncia, o STF manteria Arruda preso. Caso ele aceite a estratégia da defesa e renuncie, seria apresentado recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pedindo a revogação da prisão preventiva — sob o argumento de que, sem o cargo, Arruda não poderia mais interferir nas investigações na condição de governador.


Distrito federal
Brunelli renuncia na segunda-feira
Enviado por Da Redação em 27/02/2010 09:17:24

A carta de renúncia do deputado distrital Júnior Brunelli (PSC) está pronta, mas só deve ser entregue à Câmara Legislativa na próxima segunda-feira. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do deputado. Mais cedo, Leonardo Prudente (ex-DEM) renunciou ao cargo de deputado distrital para evitar a possibilidade de perder os direitos políticos. É pelo mesmo motivo que Brunelli deve abrir mão do mandato.

A expectativa de renúncia dos dois deputados surgiu após a Comissão de Ética da Câmara Legislativa do Distrito Federal ter aberto processo disciplinar contra eles e também contra a deputada Eurides Brito (PMDB). Os três foram flagrados, em vídeo, recebendo dinheiro de suposta propina do esquema de corrupção conhecido como "Mensalão do DEM", investigado pela Operação Caixa de Pandora.

A deputada Eurides Brito, em contrapartida, tem afirmado que não só não deixará o cargo como também usará do processo na Comissão de Ética para se defender das denúncias. A assessoria da deputada já divulgou duas notas à imprensa desmentindo notícias de que ela pode renunciar. "O verdadeiro guerreiro não abandona a batalha, mesmo que seja morto no caminho", enfatizou Eurides, na nota. (AE)



Terremoto de magnitude 8,8 atinge Chile; há alerta de tsunami
Enviado por Da Redação em 27/02/2010 09:14:45

Associated Press, Reuters e EFE

Um potente terremoto de magnitude 8,8 atingiu a região central do Chile na madrugada deste sábado, 27, sacudindo a capital Santiago por um minuto e meio e desencadeando um tsunami.  Um forte tremor secundário, ou réplica, do terremoto foi sentido na capital por volta das 7h30, fazendo tremer edifícios, informaram testemunhas.

Pouco depois das 7 horas da manhã, a presidente Michele Bachelet declarou "estado de catástrofe", e o total de mortos, segundo as autoridades, já supera os 60. O tremor também foi sentido na Argentina.Funcionários de linhas aéreas brasileiras e peruanas informaram à agência de notícias Reuters que o aeroporto de Santiago tinha sido fechado em virtude do terremoto.

"Temos um enorme terremoto", havia dito Bachelet, algum tempo antes, a partir de um centro de reação a emergências, num apelo para que os chilenos fiquem calmos. "Estamos fazendo todo o possível com todas as forças que temos. Toda informação será compartilhada imediatamente".

Uma grande onda atingiu uma área povoada da Ilha de Robinson Crusoe, a 660 km da costa chilena, disse Bachelet. "Foi um terremoto devastador", disse o ministro do Interior, Edmundo Perez Yoma, a jornalistas.



Costa fora do escândalo dos vampiros
Enviado por Da Redação em 27/02/2010 09:07:14

A coluna Painel (Folha de S.Paulo) informa que o Ministério Público Federal em Pernambuco recomendou a "absolvição" por falta de provas do ex-ministro da Saúde Humberto Costa (PT) no chamado escândalo dos vampiros. Costa disputa com o ex-prefeito de Recife João Paulo a candidatura petista ao Senado.



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