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Brasília-DF, 01 de Fevereiro de 2011. Ano 7
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IMPRENSA
Folha de S.Paulo retoma liderança de vendas
Da redação em 28/02/2011 19:41:41

Do Comunique-se

O ranking nacional de jornais com maior vendagem voltou a destacar a Folha de S. Paulo na primeira posição. Com uma média diária acima dos 300 mil exemplares, a publicação, que há pouco tempo celebrou seus 90 anos, superou o Super Notícias, de Minas Gerais, último “campeão de vendas” de acordo com o IVC (Instituto Verificador de Circulação).

Nenhuma outra publicação brasileira conseguiu atingir o patamar dos 300 mil exemplares, média conquistada pela Folha nos últimos três meses. O crescimento nas vendas também chegou ao O Estado de S. Paulo, terceiro colocado do ranking, com 253,6 mil diários comercializados, alta de 1,42% em relação aos números de dezembro do ano passado.

Apesar da queda de 6,51% nas vendas, o jornal O Globo manteve-se na segunda posição na categoria nacional. Em 2010, a publicação carioca somava 262, 4 mil exemplares, enquanto nesta última pesquisa o resultado foi de 253,6 mil diários.

A queda
Quando o IVC anunciou que a Folha de S. Paulo havia perdido sua liderança após 24 anos, o editor do Super Notícias, Rogério Maurício, não enxergava como momentânea a primeira posição do diário de Belo Horizonte. “Num mercado como o nosso, numa cidade grande, ainda temos espaço para crescer ainda mais”, afirmou na época ao Comunique-se.

Por não circular em todos os estados brasileiros, o Super Notícias, segue na liderança entre os jornais considerados populares. Mesmo não sendo considerado um veículo nacional, o jornal mineiro é o segundo maior em vendas no País. Os números mostram que sua comercialização decaiu em 1,6%, uma perda equivalente a pouco mais de 3 mil exemplares a cada dia.


DISTRITO FEDERAL
Alirio vai implantar projeto Lua Nova no DF e Entorno
Da redação em 28/02/2011 19:26:01

A Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do DF, comandada por Alírio Neto, vai implantar o projeto Lua Nova no DF e Entorno, em parceria com a Senad- Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e a Associação Lua Nova. Esse projeto presta atendimento à jovens grávidas e usuárias de crack, proporcionando-lhes tratamento da dependência, reinserção social e geração de renda. O lançamento do projeto acontecerá nesta terça-feira (01/03), na Escola de Governo (DF).


GOVERNO FEDERAL
Governo corta do Orçamento R$ 18 bilhões em investimentos, inclusive do PAC
Da redação em 28/02/2011 16:14:24

O Globo  e  Agência Brasil

  Apesar da promessa de preservar investimentos, o governo anunciou nesta segunda-feira que esses gastos terão uma redução de R$ 18 bilhões em 2011. A informação foi dada pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, ao detalhar o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União . Nem mesmo o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi poupado. ( Leia também: Mantega diz que corte prepara o Brasil para crescer de forma sustentada )

Miriam Belchior admitiu uma redução de R$ 5 bilhões nos recursos previstos para o programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida 2", que faz parte do PAC e que ficará, agora, com orçamento de R$ 7,6 bilhões contra os R$ 12,7 bilhões aprovados pelo Congresso anteriormente. O PAC tinha uma verba original de R$ 40,06 bilhões. ( Vídeo: Corte no Orçamento é novo teste político para Dilma, diz Camarotti )

Diante disso, o Ministério das Cidades, que responde pelo programa "Minha Casa, Minha Vida" foi um dos mais punidos pelo ajuste, com uma queda de despesas de R$ 8,577 bilhões - maior valor nominal e que equivale a 59,4% do montante aprovado pelo Congresso para a pasta em 2011.

Segundo a ministra do Planejamento, o montante de recursos contingenciados no ministério se deve ao grande número de emendas parlamentares cortadas e a ajustes no "Minha Casa, Minha Vida", cuja segunda etapa está prevista para iniciar em abril.

Proporcionalmente ao tamanho de seu orçamento, os ministérios do Turismo e dos Esportes tiveram os maiores cortes. O Turismo teve 84,3% de sua verba diminuída, restando apenas R$ 573,4 milhões. Já o Esporte teve uma tesourada de 64%, restando R$ 853 milhões.

Para tentar disfarçar o impacto dos cortes sobre os investimentos, a equipe econômica não entregou o decreto de programação orçamentária detalhado aos jornalistas durante o anúncio do detalhamento.
Governo cortará do Orçamento R$ 3,5 bilhões dos gastos com pessoal

Ainda durante a coletiva, os ministros anunciaram um corte de R$ 3,5 bilhões nos gastos com pessoal. Segundo Miriam Belchior, boa parte dessa redução será feita por meio da diminuição de concursos públicos e das nomeações de pessoas já aprovadas.

- Nós temos no Orçamento R$ 5 bilhões para novas contratações. Estamos dizendo que R$ 3,5 não serão realizados este ano - disse Miriam, lembrando ainda que o governo também fará uma auditoria na folha com a ajuda da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para identificar irregularidades e desperdícios.

- Pessoal é o segundo maior gasto que nós temos (R$ 180 bilhões). Estamos fazendo um ajuste fino nesse número - disse Mantega.


DISTRITO FEDERAL
Afinal, o que querem os deputados…
Da redação em 28/02/2011 13:58:45

Do blog do Callado

No mapa de desejos dos deputados distritais, um deles se sobressai: cargos. Quando interlocutores do governador Agnelo Queiroz vêm a público com discursos sobre diminuição dos comissionados e a diminuição do número que serão contratados, causam viradas de pescoço entre os senhores parlamentares.

Desde que o mundo é mundo, os políticos não conseguem aderir a um governo sem que este libere cotas generosas de cargos na máquina pública. Esta é a principal troca de apoio, mesmo sendo de um partido governista.

O Palácio do Buriti ainda não entendeu, ou não quis entender, que se não ceder, continuará tendo incerta a sua maioria na Câmara Legislativa. Assim, cada projeto importante, cada aprovação de empréstimos, cada indicação de presidente de estatais ou autarquias será um campo de batalha.

Falta ao governo alguém habilidoso para fazer o mapa dos desejos dos deputados e explicar que os tempos mudaram. Ceder o GDF vai ceder, mas é preciso saber até quanto? A quantidade de cargos pretendida irá passar por um enxugamento inicial. Mas depois, passará por frouxidão. E, o que é pior, quase ninguém vai notar o inchaço novamente da máquina. É um processo lento. Enquanto não acontece, o chio ainda será grande na base governista.

O comportamento da Câmara Legislativa é uma tensão normal de início de governo. Com o tempo as coisas se acertam. O que não se pode deixar é que se passe para a opinião pública este tipo de problema. A população pensa e quer que o governo se preocupe com a coisas que ela considera mais importantes como a saúde, a educação e a segurança.

Barganha, queda de braço e negociações nada republicanas, quando passam a encabeçar a pauta política, só enfraquecem o Executivo e a Câmara Legislativa.

Os deputados distritais criam o clima de beligerância com o Buriti porque recebem pressão de suas bases. É preciso arrumar emprego para os cabos eleitorais. O gabinete da Câmara é muito pequeno para abrigar todos os apoiadores que foram às ruas pedir votos aos parlamentares eleitos.

Já o GDF é uma sete-copas, árvore de grande porte e muito frondosa, com muitos frutos (cargos) e que pode abrigar a todos na sombra.

Não deve-se culpar os distritais por este comportamento. Eles são assim por natureza. Ou passam por uma transformação quando assume uma cadeira na Câmara Não se consegue vencer uma eleição sem acordos políticos, como não se consegue governar sem apoios.

Os distritais precisam cumprir seus acordos, tanto quanto o GDF precisa de apoio dos distritais. Daí, é inevitável a liberação dos cargos na frondosa árvore do Executivo, mesmo que ela passe por uma grande poda.

Até quando o Palácio do Buriti vai esticar a corda é a grande dúvida. O governo testa a resistência e a paciência da Câmara. O raciocínio do GDF é desgastar ao máximo a Câmara Legislativa para conseguir governar sozinho.

É um pensamento infantil e até inconsequente, mas se der certo só tem a ganhar a sociedade. A separação total e a autonomia entre os dois poderes é o que há de mais saudável num regime democrático. O GDF abre as suas cartas e paga pra ver…


DISTRITO FEDERAL
CEB está atolada em uma dívida que chega a R$ 800 milhões
Da redação em 28/02/2011 12:17:51

A recuperação da Companhia Energética de Brasília (CEB) é um dos grandes desafios do governo de Agnelo Queiroz (PT). Atolada numa dívida que chega a R$ 800 milhões, a empresa que fatura R$ 1,8 bilhão por ano precisa encontrar uma equação econômico-financeira que a permita quitar compromissos herdados sem perder de vista a necessidade urgente de fazer investimentos para evitar apagões. À frente da empresa, o engenheiro Rubem Fonseca tem feito uma peregrinação em órgãos federais para buscar financiamentos que garantam o alongamento do pagamento da dívida por até 30 anos.

Parte dessa dívida decorre do aporte de recursos em investimentos da CEB Distribuição na geração de energia e em empreendimentos como a construção da usina de Corumbá IV. Há ainda o acúmulo de multas cobradas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), pela má prestação de serviços. Além disso, o presidente da CEB explica que havia uma relação promíscua entre os órgãos do próprio governo do Distrito Federal e a empresa. Obras e serviços eram requisitados sem que fossem remunerados. A dívida do próprio GDF com a CEB chega a R$ 2 milhões, mas agora vem sendo regularizada. “Há uma compreensão do governador Agnelo sobre esse quadro”, afirma Rubem Fonseca.

Apesar das adversidades, o contexto é favorável. Nesse momento crítico, a ajuda federal será fundamental. A expectativa é de que a presidente Dilma Rousseff, pela relação com o setor elétrico, tenha uma atenção especial à necessidade de reerguer a empresa na capital do país. No órgão fiscalizador, a CEB também tem um olhar especial. O diretor-geral da Aneel, Nelson Hubner, pertence aos quadros da empresa e integrou a diretoria no governo de Cristovam Buarque (1995-1998), quando a CEB era reconhecida pela excelência. Entre 1995 e 1996, Rubem Fonseca foi presidente da empresa, cargo que deixou para assumir a chefia de gabinete de Cristovam.

No coração do Palácio do Buriti, a CEB também tem um aliado. O secretário de Governo, Paulo Tadeu, é empregado da empresa e um dos responsáveis pela nomeação de Rubem Fonseca na presidência. Os dois se conheceram e construíram uma boa relação durante o governo Cristovam. Paulo Tadeu era diretor do Sindicato dos Urbanitários (STIU-DF), que representa empregados da CEB, e manteve grandes embates com a direção da empresa sob o comando de Rubem. Informações do Correio Braziliense


DISTRITO FEDERAL
Secretário barra posse de nomeados por Agnelo
Da redação em 28/02/2011 12:08:11

 Os nomeados na última  sexta feira para o Procon, órgão ligado a Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania, conforme Diário Oficial do DF de 25/02/2011 pagina 17, foram proibidos de tomar posse.

Os comissionados souberam da notícia por um funcionário da secretaria identificado como “senhor Washington”. Ele informou a todos que as nomeações publicadas  não teriam validade,  pois  eles não poderiam tomar posse.

Segundo fontes da secretaria,  a ordem teria partido do  secretário  e deputado licenciado Alírio Neto (PPS). A alegação é de que o  governador Agnelo Queiroz (PT) fez as nomeações sem consultar o secretário.


DISTRITO FEDERAL
Maior clareza aos preços na hora da compra
Da redação em 28/02/2011 08:28:45

Do Jornal da Comunidade

Foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal a Lei nº 4.538/2011, de autoria do deputado Chico Leite, que obriga o comércio a especificar nas etiquetas os preços por unidade internacional de medida: quilo, litro ou metro. A proposta foi aprovada por unanimidade na última sessão plenária da Câmara Legislativa, em dezembro do ano passado e saiu no Diário Oficial de segunda-feira (21).

Chico Leite diz que consumidor precisa saber o custo 
do produtoFoto: Carlos Gandra/CCSChico Leite diz que consumidor precisa saber o custo do produto
O objetivo da lei é evitar que o consumidor tenha de fazer contas para saber qual produto está com o preço mais vantajoso, simplificando o momento das compras. De acordo com Chico Leite, a importância da lei “é permitir que o consumidor saiba rapidamente o custo do produto, sem risco de ser induzido a erro e sem necessidade de efetuar cálculos mais complexos”.


O projeto aprovado também estabelece uma exceção à regra, com a intenção exclusiva de beneficiar o consumidor. Sempre que se mostrar mais fácil, as unidades podem ser subdivididas (por exemplo, em grama, milímetro ou mililitro). A inspiração para esse projeto de Chico Leite, que é procurador de Justiça licenciado, foi um projeto do Ministério Público do Rio de Janeiro.


DISTRITO FEDERAL
Deputados reclamam do estilo petista
Da redação em 28/02/2011 08:06:00

Os deputados distritais já começam a ficar cansado do estilo petista de governar. Segundo um deputado da base, o governador Agnelo Queiroz e os secretários petistas não têm recebido os distritais. “A reclamação é geral, os secretários alegam não ter agenda para nos receber.” Na avaliação do deputado, os 18 parlamentares que apoiam o governo sofrem esta dificuldade. “Eles não respeitam os pedidos e pleitos dos parlamentares.” O deputado lembra que o distrital é um misto de vereador e deputado, o que os obriga a ter uma relação muito próxima dos eleitores e de suas demandas. “Às vezes, é uma coisa simples, que poderia ser resolvida com um telefonema, mas os secretários não se empenham. É burocracia demais”, reclama. Uma marca de todo governo petista: muita reunião e pouco resultado.

Os petistas também não estão muito satisfeitos com o governo, afirma outro parlamentar. Segundo ele, Agnelo Queiroz não passa de um “boneco nas mãos do vice”, Tadeu Filippelli (PMDB). “Quem governa efetivamente é Filippelli”, afirma.

O vice é responsável pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e pela Secretaria de Obras, pastas que vão muito bem, obrigada. Já os petistas indicaram os secretários de Saúde, Habitação e Desenvolvimento Social. “A Saúde está em estado de emergência; na Habitação, a única coisa que o governo fez foi dizer que não vai mais dar lotes, que eles vão ser vendidos; e, no Desenvolvimento Social, também não fez nada”, diz o distrital.

Já as secretarias de responsabilidade de Tadeu Filippelli teriam dado continuidade às obras paradas e cuidado da limpeza da cidade. “São as únicas que andam no Distrito Federal”, diz a fonte. Informações do jornal Opção, Goiânia


GOVERNO FEDERAL
Queremos continuar a valorização do mínimo para gerar riqueza’, diz Dilma
Da redação em 28/02/2011 07:58:33

Ao comentar o reajuste do salário mínimo para R$ 545 em seu programa de rádio semanal, “Café com a presidente”, Dilma Rousseff afirmou que o governo federal quer “continuar a valorização do mínimo para gerar riqueza” no país.

A presidente ressaltou que apenas a inflação não é suficiente para aumentar o poder de compra do mínimo ao longo do tempo, sendo necessário um ganho real. “O que nós queremos é continuar a valorização do salário mínimo para gerar riquezas e para fazer a roda da economia girar com vigor”, disse Dilma.

A lei que reajusta o mínimo foi sancionada pela presidente na última sexta-feira (25) e publicada nesta segunda no Diário Oficial. A vigência do novo salário começa em março, para pagamento em abril.

Durante o programa, Dilma ressaltou a política de longo prazo de valorização do mínimo. “Com ela, todos sabem de antemão quais são as regras e os critérios de aumento do salário mínimo, daqui até 2015”, afirmou a presidente.

Além de corrigir o salário mínimo para R$ 545, a proposta do governo, aprovada pelo Congresso, também estabelece o mecanismo de atualização até 2015. O sistema anterior, que previa o reajuste anual pelo PIB de dois anos anteriores, e a inflação do último ano, foi mantido. A correção nos próximos anos também se dará por decreto presidencial.

Após a aprovação do salário mínimo pelo Congresso Nacional, a oposição informou que pretende ingressar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para contestar o uso do decreto para fixar o valor do salário mínimo, considerado inconstitucional pelos oposicionistas.

O senador José Agripino (DEM-RN) disse que vai protocolar, junto com o PSDB e o PPS, uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no STF contra o artigo do projeto que permite ao governo editar por decreto o valor do salário mínimo até 2015. Informações do G1.


CINEMA
Anne Hathaway foi a musa fashion do Oscar
Da redação em 28/02/2011 07:52:02

Dolores Orosco Do G1

O diabo veste Prada, mas Anne Hathaway veste Vivienne Westwood, Oscar de la Renta, Versace, Givenchy... No 83º Oscar, ficou para a atriz o título de musa fashion absoluta do Teatro Kodak.

Anne Hathaway (Foto: AP/Reuters)
Em sentido horário, os looks de Anne Hathaway no Oscar: vestido e sandália Tom Ford, tomara-que-caia Versace, terno Lanvin, modelo azul-safira Giorgio Armani Privé, corset Vivienne Westwood, modelo nude Givenchy, vintage Valentino, e o ‘melindrosa‘ Oscar de la Renta.  (Foto: AP/Reuters)
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Da chegada ao tapete vermelho à apresentação da cerimônia na noite de domingo (27), em Los Angeles, Hathaway usou um total de oito modelitos nada óbvios para a ocasião.

Destaque para o incrível terninho Lanvin combinado com saltos customizados com cristais Swarovski de Brian Atwood. O ex-modelo que se lançou como designer de sapatos é o  "queridinho" da vez entre as garotas que até pouco tempo pareciam enfeitiçadas por Christian Louboutin e Jimmy Choo.

Outra escolha surpreendente da apresentadora foi o longo-corset que terminava em babados da inglesa Vivienne Westwood. A "mãe do punk" costuma ser ignorada pelas estrelas do Oscar - considerado "o" evento da alta-costura e inapropriado para uma estilista historicamente avessa às convenções. 

Ousada e sem preconceitos, Hathaway também soube ser extremamente sexy. A atriz foi da sensualidade clássica à Rita Hayworth à contemporânea de Angelina Jolie.

Da primeira referência se enquadrava o longo tomara-que-caia Valentino com que a morena chegou à premiação. Arrebatador, usado com diamantes Tiffany, cabelos presos em um coque baixo e boca tão vermelha quanto o vestido vintage. 

O estilista italiano, visivelmente orgulhoso, desfilou de mãos dadas com Hathaway  pelo tapete vermelho. Se Valentino não resistiu a tanto charme, quem resistiria?

Do sexy moderno a atriz experimentou em seu último look na cerimônia. O longo Tom Ford, cinza e preto com aplicações de cristais, tinha mangas compridas e gola alta. Na teoria, o modelo passaria por supercomportado por esconder totalmente a pele alva da atriz. Mas no caso da curvilínea Hathaway, um vestido justíssimo como aquele era mais que revelador.

Cinderela fashion
Anne Hathaway, nova-iorquina de 28 anos, despontou como ícone do estilo em Hollywood ao estrelar o filme "O diabo veste Prada" (2006). Na trama, ela vivia uma jornalista politizada e cafona que conseguia um emprego em uma revista de moda e se entregava ao mundinho das botas Chanel e das bolsas Marc Jacobs. 

Assim como sua personagem, Hathaway também vive uma fase de cinderela fashion. E diverte-se com a situação.

Ao aparecer no palco da cerimônia usando um dourado Oscar de la Renta cheio de franjas, não resistiu e fez uma dancinha de melindrosa. "O melhor desse trabalho é poder usar vestidos como esse", brincou, toda sorridente. 

O mesmo comportamento de moça em deslumbre com o novo guarda-roupa aconteceu quando, no palco, ajeitou os seios no tomara-que-caia Versace - o mais "basiquinho" da noite. Ou quando levava excessivamente as mãos ao rosto para exibir a pulseira e o anel de diamantes Tiffany, que ressaltavam o modelo nude da Givenchy.

Mas não é justo dar todas os créditos ao carisma e a sensualidade de Hathaway. Cinderela que é, a atriz tem ao seu lado uma fada-madrinha esperta: a americana Rachel Zoe. A consultora de moda é uma das mais badalas do momento e já deu suas dicas de estilo para belas como Eva Mendes, Keira Knightley e Kate Hudson.

Antenada, Zoe provavelmente sugeriu à Hathaway que não deixasse de fora uma opção de vestido azul-safira. A tonalidade entrou na pauta dos fashionistas desde que a futura princesa britânica Kate Middleton surgiu no anúncio de seu noivado com a aliança de diamante e safira herdado da princesa Diana e o vestido drapeado da mesma cor.

Azul-safira é o novo preto e Hathaway entendeu o recado. Vide o modelito Giorgio Armani Privé que a morena usou no Oscar.


GOIÁS
Marconi trabalha para tirar o atraso
Da redação em 28/02/2011 07:47:52

Afonso Lopes, jornal Opção
 
Chorar pelo leite não fervido sim, mas fazendo logo uma fogueira para voltar a ganhar fervura. Essa é a imagem que se pode ter deste início de terceiro mandato do governador Marconi Perillo (PSDB): diante das inúmeras dificuldades econômico-financeiras, o jeito é pedalar pra não cair no marasmo. Em dois meses, Marconi já esteve em São Paulo e Brasília várias vezes. Foi ver de perto como estão os ânimos dos empreendedores paulistas e sentir a temperatura política do governo da presidente Dilma Roussef (PT). Ao mesmo tempo, escancarou de vez as portas então semifechadas do Palácio das Esmeraldas para empresários goianos, prefeitos e lideranças políticas governistas e oposicionistas. Enumerar cada ação do governador nesse curto espaço de tempo é complicado. A agenda oficial, antes tão vazia, agora vive cheia.
 
Há problemas? Claro que sim. As coisas simplesmente não andam como se esperava que deveriam andar. É como se fosse um carro com o freio de mão puxado e os quatro pneus furados: se não empurrar, só embala na descida. O problema é que o carro está na subida
 
É mais uma das muitas heranças que o governo recebeu. Durante quase cinco anos, o Estado viveu praticamente sem qualquer esforço para se exteriorizar. O resultado é que Goiás saiu da pauta de investimentos nacionais e internacionais. Num período de vacas gordíssimas, em que a economia crescia aos saltos e estabelecia recordes a cada mês, Goiás não conquistou nenhuma empresa multinacional nem viu grandes investimentos nacionais.
 
Retomar o caminho para o Brasil e para o exterior não é fácil, e nem deve se esperar por resultados imediatos. As grandes empresas preparam-se durante anos para investir em novas plantas. Nada é feito do dia para a noite. Isso significa que, apesar de algumas boas notícias aqui e ali, como a possibilidade de instalação de uma fábrica holandesa de aviões a jato em Goiás, a normalização do fluxo de competitividade do Estado deve evoluir em ritmo menos intenso em relação àquele que se via antes de 2006.
 
Política
 
Se a situação econômico-financeira está complicada, o jeito é compensar politicamente. O governador tem feito o possível para atingir esse objetivo, seja em Brasília, junto ao governo federal, seja em Goiás, a partir do Palácio das Esmeraldas.
 
Tanto lá como cá o que se vê é a mesma coisa. Em Brasília, Marconi tem se esforçado nos elogios à postura da presidente Dilma, e tem conversado bastante com ministros. A todos, sinaliza com nítidas intenções de estabelecer parcerias administrativas que sejam positivas para as duas esferas de governo, estadual e federal. No Palácio das Esmeraldas, o governador repete esse mesmíssimo discurso aos prefeitos, inclusive do PMDB, partido que em tese seria oposicionista.
 
É óbvio que, na paróquia, muitos aliados estaduais vejam nas atitudes dos prefeitos peemedebistas uma forte conotação adesista. É uma tremenda bobagem, da mesma forma como não se pode dizer que Marconi está prestes a aderir ao PT por defender uma boa relação administrativa com o governo da presidente Dilma. A grande diferença é que já se sabe a intensidade da abertura do governo Marconi aos prefeitos de outros partidos, mas até agora o governo Dilma ainda não passou de pequenos acenos aos governantes de partidos oposicionistas.
 
No eixo meramente administrativo, a equipe do atual governo de Goiás apresenta altos desempenhos de alguns e uma turma que ainda não sabe como fazer. É natural que seja assim. Quando falta dinheiro pra quase tudo, inclusive para quitar salários dentro do mês trabalhado, e sobram encrencas nos cofres, há quem consiga superar a crise e deslanchar. Para ficar em alguns exemplos, basta citar o que tem sido feito pelo diretor do Centro Cultural Oscar Niemeyer, Nasr Chaul, pelo secretário que cuida das questões metropolitanas, deputado Jânio Darrot, o secretário de Gestão e Planejamento, Giuseppe Vecci, ou o secretário de Indústria e Comércio, Alexandre Baldy. Mesmo sem dinheiro, há intensa movimentação em suas áreas.
 
Paralelamente ao desempenho dos secretários e presidentes de agências e empresas, o governador também tem trabalhado para ampliar as possibilidades de viabilização de projetos, como a ferrovia entre Goiânia e Brasília. Em solenidade no Palácio, Marconi ouviu do presidente da Valec, estatal federal que cuida da construção do sistema ferroviário, Francisco das Neves, o Juquinha, que a nova estrada entre as duas capitais poderá ser feita no atual governo.
 
O setor de transporte de passageiros poderá dar uma boa guinada caso os planos do presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, saiam do papel. Maranhão quer renovar a velhíssima frota do eixo Anhanguera e modernizar o sistema como um todo, inclusive com sua ampliação até Senador Canedo e Trindade. Mas, antes, ele precisa que a concessão já vencida há um ano seja renovada por mais 20 anos. O presidente da Metrobus está animado. Ele diz que há dinheiro para fazer isso em Brasília, no chamado PAC da mobilidade.
 
Na Agetop, uma operação de emergência foi desencadeada para corrigir problemas gravíssimos em inúmeros trechos de rodovias estaduais. Já se sabe, porém, que isso é apenas um paliativo. O presidente Jayme Rincon diz que vai viabilizar recursos para reforçar o combalido caixa estadual e dar sustentabilidade para reformar as estradas.
 
Enfim, há grande movimentação em inúmeros setores do governo Marconi. A questão é saber quando sobrará algum dinheiro para investimentos. Por enquanto, administrar as folhas de pagamento dos servidores tem consumido boa parte das preocupações do secretário da Fazenda, Simão Cirineu. Em Minas Gerais, no primeiro mandato do hoje senador Aécio Neves, Simão encontrou uma situação bem pior e conseguiu dar conta do recado. Foram quatro anos de controle total. O problema dele é que Goiás voltou a ter pressa.


GOVERNO FEDERAL
Corte de R$ 50 bi não afeta verbas oara benesses
Da redação em 28/02/2011 07:38:54

O corte recorde de R$ 50 bilhões no Orçamento da União de 2011 atingirá em cheio os ministérios que concentram investimentos, como Transportes e Cidades, mas não impedirá que o governo amplie gastos que dão popularidade: os sociais. A previsão é que na amanhã - um dia depois de a área econômica apresentar o detalhamento da redução das despesas de cada pasta - seja anunciado um reajuste do programa Bolsa Família. A intenção do Palácio do Planalto é que o aumento seja divulgado durante a viagem da presidente Dilma Rousseff à Bahia, mostra reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal O GLOBO.
 
Os chamados "ministérios campeões de emendas parlamentares" serão os mais atingidos pelos cortes. Lideram a lista os ministérios do Turismo, do Esporte, da Cultura e das Cidades - este o que concentra obras de saneamento e habitação. A redução virá da suspensão de R$ 18 bilhões de emendas parlamentares e de gastos de custeio.

No caso do Bolsa Família, o Congresso aprovou em dezembro, dentro do Orçamento da União, reserva de R$ 1 bilhão para o caso de o governo desejar aumentar o programa. Para 2011, a verba disponível para o benefício está fixada em R$ 13,4 bilhões. O governo já fez várias simulações sobre o novo valor a ser pago. Os cenários incluíam diferentes índices de inflação, o que poderia fazer a despesa variar de R$ 700 milhões a R$ 1 bilhão.

O detalhamento dos cortes será anunciado hoje pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior. A intenção é demonstrar ao mercado que o ajuste é para valer e tem como objetivo ajudar no controle da inflação. Será divulgado às vésperas da reunião do Comitê de Política Econômica (Copom), que decidirá a nova taxa de juros.

Dentro dos R$ 50 bilhões, o governo já havia cortado de forma definitiva R$ 1,87 bilhão por meio de vetos feitos ao Orçamento quando a lei foi sancionada pela presidente. Os vetos já indicavam que nenhuma área seria poupada. O Ministério dos Transportes, por exemplo, já perdeu R$ 333,2 milhões.


AMAZÔNIA
Regularização de terra cumpre 1% da meta
Da redação em 28/02/2011 07:29:42

Maior programa de regularização fundiária da Amazônia desde a ditadura militar, o Terra Legal não decolou.Lançado há um ano e oito meses, a partir da medida provisória 458 -apelidada por críticos de "MP da Grilagem"-, o programa deu até agora 554 títulos de terras a posseiros nos nove Estados da Amazônia Legal, ou apenas 1,1% da meta para o fim de 2010, de 50 mil títulos.

Em dados atualizados, o programa deverá avaliar quase 6% (51 milhões de hectares) do território nacional, nos quais estão 180 mil ocupações. Junto às dificuldades típicas da região, o maior entrave são as contestações judiciais da concorrência pública de R$ 93 milhões, que contratou 28 empresas para fazer o georreferenciamento (a medição dos imóveis). Segundo o coordenador-geral do programa, Carlos Guedes, parte das empresas, sem experiência na Amazônia, começou a trabalhar a como se estivessem no cerrado ou na caatinga. "Quando deram de cara com a mata, identificaram que teriam muita dificuldade em cumprir os prazos", disse Guedes.

Entre os problemas, houve moradores que não foram encontrados, imprecisões na documentação e dificuldade para se deslocar na floresta.Para o Ministério Público Federal, que acompanha o Terra Legal, o governo subestimou as dificuldades de um projeto dessa magnitude. Ainda assim, o procurador da República Marco Antonio Delfino considera positiva a demora em fazer a titulação, pois ela tenderia a evitar atropelos e ilegalidades.

Desde a votação da medida provisória que o originou, o Terra Legal é criticado por ambientalistas, que veem a possibilidade de legalizar grandes grileiros -pessoas que se apropriaram ilegalmente de terras alheias.Até agora, foram detectadas diversas tentativas de fraudar o programa para obter terras acima do limite de 1.500 hectares. Há casos de uso de "laranjas" e de fracionamento de grandes propriedades entre pessoas da mesma família.
Para detectar irregularidades, criou-se uma rede de inteligência fundiária, integrada por Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Polícia Federal e Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia), entre outros órgãos.

Guedes vê no Terra Legal a porta de entrada da regularização ambiental. Com os títulos, será possível identificar quem comete os crimes ambientais.E diz que, como as empresas já começaram a entregar os dados sobre as medições, "2011 será o ano do Terra Legal". Ele espera terminar a avaliação das 180 mil ocupações até 2012.Informações da Folha


POLÍTICA
Frente governista entra em campo por regulação de mídia
Da redação em 28/02/2011 07:26:19

A decisão do governo de propor um novo marco regulatório da mídia digital levou 171 deputados aliados a criar frente em defesa do projeto, coordenada por PT e PSB.O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP), disse que o debate é "prioritário" para a bancada e que será "iluminado pelos princípios da liberdade de imprensa". Segundo a deputada Luiza Erundina (PSB-SP), a frente "fará a base para o governo enviar o projeto do marco regulatório".

Na semana passada, o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) disse que o marco deve ser encaminhado ao Congresso no segundo semestre e que não será divulgado agora, pois "tem grandes chances de ter uma besteira no meio".

A Folha apurou que o texto do governo já está quase finalizado, mas será enviado ao Congresso após a consolidação do movimento pró-marco. A ideia é anunciá-lo em março, com um manifesto em defesa da "democratização" do setor.O representante do PT será o deputado Emiliano José (BA), jornalista e professor. Informações da Folha.


INTERNACIONAL
Líbios traçam tática de guerrilha para derrubar Kadafi na ‘‘batalha de Trípoli‘‘
Da redação em 28/02/2011 07:22:39

"Não temos medo, não temos fome, não temos sede, não temos cansaço. Por muitos anos tivemos nossas cabeças na alça de mira de Muamar Kadafi. Agora chegou a hora da liberdade." A frase, dita por um rebelde líbio na noite de sexta-feira, enquanto dirigia em meio ao Saara, resume o estado de espírito dos insurgentes. Eles já dominam grande parte do interior da Líbia e preparam a tomada de Trípoli.

Reunidos às centenas em cada vilarejo, armados de fuzis AK-47 e espingardas de caça e comunicando-se por meio de rádios e celulares, os revoltosos coordenam ações para o que chamam de "batalha de Trípoli", o assalto simultâneo da capital nos próximos dias, com o qual pretendem encerrar os mais de 41 anos do regime de Kadafi.

A reportagem do Estado ingressou no oeste da Líbia, uma região que Kadafi ainda considera sob seu completo controle. A realidade é diferente do discurso oficial. Em diferentes cidades e vilarejos, grupos revoltosos abafam - pela dissuasão ou pela força, com um mínimo de vítimas possível - a resistência de tribos vizinhas ainda fiéis ao coronel.       

Entre os insurgentes, uma palavra de ordem é repetida à exaustão: revolução. Ingressar em Trípoli e depor Kadafi é o que move rebeldes de cidades como Nalud, Jadou, Az Zintan ou Al- Zawiyah, pelas quais a reportagem passou rumo à capital. Informações do Estadão.

Os revoltosos pegam em armas por não acreditar mais que Kadafi será derrubado por manifestações pacíficas, como ocorreu na Tunísia e Egito. "Na Líbia há mercenários e um regime duro e não há Forças Armadas que possam defender o povo", justifica Salah Khalifa, 43 anos, um dos porta-vozes dos revoltosos de Nalud. "No início foi um movimento popular pacífico. Mas então o regime começou a usar contra quem protesta máquinas de guerra, como artilharia antiaérea. Cada um precisou pegar em armas para se defender."

Entre os grupos, a troca de informações é permanente, em especial sobre a ação dos mercenários de Mali, Níger, Chade e Burkina Faso, contratados por Kadafi para lutar contra o povo líbio. Para a tomada de Trípoli, o movimento das guerrilhas tribais é cada vez organizado.

"Por meio da coordenação, as populações de diferentes tribos e etnias queimaram a carta da guerra civil entre amaziejhs e árabes (dois povos que convivem na Líbia) que era usada por Kadafi", explica Khalid Sukri, militante em Jadou. "É claro que não é muito organizado, mas estamos tentando coordenar a partilha de armas e munição com Zawara, por exemplo, para a tomada de Trípoli, a grande batalha", explica o médico Othmam Mohamed, de Az Zintan.

A coordenação acontece tanto em cidades quanto em meio a colinas de areia e pedras do deserto do Saara, onde alguns grupos rebeldes improvisam acampamentos paramilitares para tomar novos vilarejos, bases militares do regime e "comitês revolucionários" - as instâncias governamentais da Líbia -, sempre que possível sem deixar vítimas.

Nas estradas do país, barreiras com homens armados foram organizadas. Outros são encarregados de patrulhar as estradas da região e manter veículos de escolta, circulando em picapes. Códigos também foram estabelecidos para possibilitar a passagem de comboios de revoltosos. Em caso de movimento suspeito, a guarda é acionada e os veículos considerados "táticos" - como os que por 48 horas transportaram a reportagem até a capital - deixam o asfalto e somem em meio ao deserto, onde encontram novos acampamentos ou cidades ocupadas.

Apesar de terem dominado um conjunto de vilarejos, o cuidado é extremo porque Kadafi estaria planejando cercar as cidades nas quais os manifestantes tomaram o controle para, então, atacar sem piedade com o Exército ou mercenários. Daí o número elevado de mortes - fala-se em 2 mil - em cidades como Benghazi, na costa leste do Mediterrâneo, e Al-Zawiyah, a dezenas de quilômetros de Trípoli.

Az Zintan, a primeira cidade do Oeste a se levantar, foi um exemplo. "Passamos quatro dias sitiados, lutando por uma causa, sem medo", conta Ali Abawama, um dos líderes ativistas. "Além de resistir, queríamos enviar uma mensagem clara aos manifestantes de Benghazi e de todo o leste. Juntos vamos libertar a Líbia."



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