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Brasília-DF, 01 de Abril de 2006. Ano 2
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PT vai continuar investigações sobre 'mensalão' só após eleições
Enviado por Carlos Honorato em 30/04/2006 23:32:05


Do Diário OnLine



O PT aprovou neste domingo, em seu 13º Encontro Nacional, uma resolução que determina que a apuração sobre os supostos envolvidos nos esquemas do 'mensalão' e do 'valerioduto' fique somente para depois das eleições. O partido quer evitar, assim, que este processo "seja constrangido pela dinâmica eleitoral e manipulado pela oposição de direita".

Na resolução, o partido deixa claro que "condena as práticas inaceitáveis de financiamento de campanha" e afirma o propósito de fazer um balanço sobre as responsabilidades internas na crise política. Porém, caso a apuração sobre os envolvidos tenha prosseguimento durante o período eleitoral, o PT acredita que isso será usado pela oposição por meio de "ataques agressivos e preconceituosos".

"Por isso, o Encontro delegou ao Diretório Nacional a definição dos prazos e procedimentos para o processo de apuração das responsabilidades", informa a resolução, aprovada no último dia do 13º Encontro Nacional do partido.

O presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, explicou que o partido não pode começar uma investigação "que vá ser usada pela oposição". "Não haverá caça às bruxas agora. Vamos apurar o que tiver para apurar, para nunca mais repetirmos os erros que cometemos, mas isso só vai acontecer depois das eleições", afirmou.



Procurador da República denuncia petista baiano
Enviado por Carlos Honorato em 30/04/2006 13:30:40


O Ministério Público Federal deverá apresentar no início desta semana um novo relatório sobre o escândalo do mensalão. A informação foi dada pelo procurador geral da República, Antonio Fernando de Souza, a um grupo de dez parlamentares que estiveram com ele para entregar os relatórios que elaboraram e foram rejeitados pelo plenário da Câmara. A intenção é que o procurador geral inclua no próximo relatório sobre o mensalão nomes que não foram citados entre os 40 denunciados na primeira versão, entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF). Entre eles estão os deputados José Mentor (PT-SP), Wanderval Santos (PL-SP) e Josias Gomes (PT-BA).

Os dois primeiros foram absolvidos pela Câmara, o último será julgado na próxima quarta-feira. "O procurador nos informou que os nomes não foram incluídos no primeiro relatório, como o do deputado José Mentor, porque as investigações ainda não tinham sido concluídas, mas agora será apresentado um novo relatório com a continuidade das investigações", afirmou o deputado João Batista Babá (Psol-RJ).

O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) disse que o procurador garantiu que irá acolher "todas as denúncias substantivas" sobre o escândalo do mensalão, o que gera uma expectativa de que o material produzido pelo Conselho de Ética será aproveitado. "Todas as informações que nós agregarmos serão muito importantes como subsídio para o Ministério Público. Por enquanto saiu um relatório parcial, mas o Ministério Público vai acolher todas as denúncias substantivas que forem apresentadas", observou.

A informação de que um novo relatório deverá ser divulgado nesta semana foi comemorada pelos deputados. Para Alberto Fraga (PFL-DF), o novo texto poderá contribuir para a cassação do mandato do deputado Josias Gomes (PT-BA) no plenário da Câmara. "A preocupação nossa é que não aconteça com o Josias o que aconteceu com o Mentor, que justificou na sua defesa o fato de não ter seu nome incluído na peça da denúncia do Ministério Público", avaliou.

A visita dos deputados à procuradoria revelou que ainda não foi superada pelo presidente do Conselho de Ética, deputado Ricardo Izar (PTB-SP), a renúncia dos integrantes do órgão. Izar se antecipou ao grupo e foi à procuradoria na última quinta para entregar os relatórios do Conselho de Ética. "O que aconteceu foi falta de conexão. Se membros do Conselho trouxeram esses relatórios na quinta à noite. ótimo, o que abunda não prejudica", minimizou Chico Alencar. (Folhapress)



PT sem medo das alianças
Enviado por Carlos Honorato em 30/04/2006 05:04:12


Vera Rosa, Wilson Tosta Fausto Macedo, do Estado de S.Paulo


Depois de muita polêmica, o 13º Encontro Nacional do PT aprovou ontem autorização para que o partido feche alianças eleitorais amplas, mesmo com os partidos envolvidos no escândalo do mensalão, como o PTB de Roberto Jefferson, o PL de Valdemar Costa Neto e o PP de José Janene. Para conseguir que o plenário desse sinal verde para coligações fora das fronteiras da esquerda no palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição, o antigo Campo Majoritário teve de ceder: nos Estados onde houver impasse, as alianças terão de passar pelo crivo do Diretório Nacional.
Foram vetadas apenas as parcerias com o PSDB e o PFL, dupla carimbada como 'núcleo da oposição conservadora' que o PT deve derrotar. O presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), disse que também há 'grande restrição' a alianças com o PPS, partido que defende o impeachment de Lula. 'Queremos alianças programáticas, com participação nos governos, e não oportunistas', afirmou Berzoini. O encontro do PT decidiu ainda que Berzoini será o coordenador-geral da campanha de Lula à reeleição.
A votação sobre a política de alianças ocorreu por levantamento de crachás. Dos cerca de 1.200 delegados presentes à quadra do Sindicato dos Bancários, no centro de São Paulo, 80% autorizaram o PT a abrir o leque das coligações na eleição presidencial, rejeitando propostas apresentadas para reeditar a frente Brasil Popular e restringir as parcerias ao PC do B e ao PSB, tradicionais aliados. 'Vai ser muito constrangedor defender coligação com o PTB', insistiu o secretário-geral do PT, deputado Raul Pont, numa referência ao autor das denúncias sobre o mensalão, que foi cassado pela Câmara. 'É possível nos apresentarmos no palanque com Jefferson, Costa Neto, Janene?', questionou Pont, da Democracia Socialista. Costa Neto renunciou para evitar a cassação; o processo contra Janene corre no Conselho de Ética da Câmara.




Pedi o impeachment de Lula
Enviado por Carlos Honorato em 30/04/2006 01:50:02

Diogo Mainardi, da Veja


Para o presidente da CUT, "falar em impeachment do Lula é loucura". De acordo com ele, só um "tresloucado do neoliberalismo" poderia propor algo assim. Mais ainda: só um "golpista", só um "udenista".

Os petistas sempre se referem a mim como neoliberal, golpista e udenista. Como eu não gosto de decepcionar ninguém, sobretudo os membros da classe trabalhadora, decidi cumprir meu papel e, na última sexta-feira, encaminhei ao Congresso Nacional um pedido de impeachment. O correio prometeu entregá-lo na segunda-feira.

O presidente da CUT, em sua entrevista ao blog Nos Bastidores do Poder, disse que não dá para entrar com um pedido de impeachment como quem "compra rabanete na feira". Dá sim. Eu não sei escolher um rabanete. Por outro lado, sei o que esperar de um presidente. Lula é um mau rabanete.

Compreendo perfeitamente que o presidente da CUT repudie o impeachment. Eu faria o mesmo em seu lugar. Lula foi um dos fundadores da entidade. E dos onze mensaleiros petistas denunciados pelo procurador-geral da República nove eram da CUT, assim como muitos outros que não constam de sua lista, como Paulo Okamotto, Marcelo Sereno e Waldomiro Diniz.

O presidente da CUT avisou que, caso o pedido de impeachment prospere, movimentos sociais como CUT, UNE e MST tomarão as ruas em defesa do mandato de Lula. Duvido. Ninguém foi às ruas para pedir o impeachment. Mas ninguém irá protestar contra ele. O máximo que pode acontecer é que um punhado de arruaceiros quebre uma ou outra vitrine. Ou seja, nada que umas cacetadas no cocuruto não resolvam.

Por mais que os petistas alardeiem o contrário, o Brasil é excepcionalmente carente em matéria de neoliberais, golpistas e udenistas. Tanto que, em toda a crise do mensalão, de julho do ano passado até agora, só nove tresloucados apresentaram pedidos de impeachment contra Lula. Os oito primeiros pedidos já foram sumariamente arquivados pelo presidente da Câmara dos Deputados. O último ainda está em fase de análise.

Como meu pedido também será arquivado, não perdi muito tempo com ele. Limitei-me a copiar o pedido de impeachment de Fernando Collor de Mello. Mantive todos os seus trechos mais enfadonhos, como as referências ao padre Manuel Bernardes e a Cícero. Deputados e senadores apreciam documentos com referências ao padre Manuel Bernardes e a Cícero.

Os autores do pedido de impeachment de Collor foram Barbosa Lima Sobrinho e Marcello Lavenère. Eu teria deixado seus nomes no pedido de impeachment de Lula. Mas Barbosa Lima Sobrinho morreu. E Marcello Lavenère está comodamente instalado no governo Lula. Ele é presidente da Comissão de Anistia. Outro dia, deu 100.000 reais de aposentadoria a José Genoino, um dos onze petistas denunciados pelo procurador-geral da República.

Marcello Lavenère, na época do impeachment de Collor, era presidente da OAB. Na semana que vem, a OAB deverá decidir se entra ou não com um pedido semelhante contra Lula. O consenso é que não há clima político no país para um pedido de impeachment. Na verdade, não há clima nem para comprar rabanetes.



PT versus PT
Enviado por Carlos Honorato em 30/04/2006 01:48:10


Da coluna Radar, da Veja


Luiz Gushiken entrou com um processo de indenização contra seu ex-amigo e companheiro Henrique Pizzolato. O ex-diretor do Banco do Brasil diz ter assinado a liberação de recursos para a Visanet – que alimentou empresas de Marcos Valério – porque Gushiken mandou.



Capa da revista Veja
Enviado por Carlos Honorato em 30/04/2006 01:44:56



A face oculta de Garotinho
Enviado por Carlos Honorato em 30/04/2006 01:41:13

Ronaldo França e Ronaldo Soares, da revista Veja


Certos políticos encarnam algumas virtudes dos profissionais da vida pública. De século em século aparecem alguns que incorporam a maioria dessas virtudes. Esses são os estadistas da estirpe de Winston Churchill, Franklin Roosevelt e, entre os brasileiros, Juscelino Kubitschek. Tão difícil quanto ver surgir políticos com um saldo de virtudes tão extraordinário é aparecerem aqueles cuja trajetória é a materialização do que a atividade política tem de mais degradante. O pré-candidato à Presidência da República pelo PMDB, Anthony Garotinho, é um desses raros exemplares. Sua trajetória pública como executivo e, agora, como pré-candidato é marcada por populismo, intervencionismo, irresponsabilidade fiscal e administrativa, corrupção, práticas fraudulentas e até falsidade ideológica. Essa singular reunião de males da política em torno de uma candidatura desperta o interesse nacional por simbolizar a resistência de mazelas que o Brasil sofreu para superar em seu lento mas seguro processo de amadurecimento democrático. Por essas razões, a candidatura Garotinho chamou a atenção de VEJA. Nos últimos quatro meses, repórteres da revista acompanharam os primeiros passos de Garotinho em seu início de trajetória. O que eles constataram foi a luta, felizmente inglória, para reavivar velhas e condenáveis práticas políticas.

Em torno da pré-candidatura presidencial de Garotinho aparecem relacionamentos suspeitos com fornecedores, empresas de fachada e uma promíscua relação entre o público e o privado. Descobriu-se que alguns dos empresários que doaram dinheiro são também diretores de ONGs que receberam verbas milionárias dos cofres do estado do Rio de Janeiro, governado por sua mulher, Rosinha Garotinho. O estado pagou, no total, 112 milhões de reais às ONGs e os empresários, supostamente, retribuíram a gentileza usando empresas de fachada. O esquema é vergonhoso, em especial para um candidato tão bem posicionado no jogo eleitoral. Garotinho é o terceiro colocado nas pesquisas de opinião. Cortejado pelo PSDB e temido por Lula, é, até agora, o fiel da balança desta eleição. Sua biografia é pontilhada de situações suspeitas, das quais ele sempre soube se desvencilhar com habilidade. Os holofotes sobre sua figura estão tornando as coisas mais difíceis. O Brasil mudou, ficou mais transparente, a opinião pública abomina os corruptos, mas Garotinho insiste em se portar como se a política ainda fosse feita no porão.

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PO cresce nas pesquisas
Enviado por Carlos Honorato em 30/04/2006 01:32:45


O comando da pré-campanha do senador Paulo Octávio comemorou com animação o crescimento do seu nome nos resultados da pesquisa do Instituto Ibope divulgado neste fim de semana pelo Jornal da Comunidade. Na pesquisa estimulada do Ibope, Paulo Octávio cresceu sete pontos percentuais no último mês. Estava com 28% em março e cresceu para 35% em abril, enquanto o outro candidato do PFL, deputado José Roberto Arruda, recuou de 47% para 45%. Na pesquisa espontânea, PO subiu de 4 para 7% , enquanto Arruda caiu de 17 para 16%.
"Pesquisa não é decisiva, principalmente quando há uma distante de tempo muito grande entre sua realização e a eleição propriamente dita. Mas é um instrumento que indica como anda a aceitação do candidato. Por isso, há várias maneiras de se ler uma pesquisa", explicou o professor João Oliveira, secretário geral do PFL-DF.
Ele prossegue: "Nós da Executiva, que já indicamos o senador Paulo Octávio como o melhor candidato para o PFL em Brasília, estamos agora soltando fogos com o resultado desta pesquisa do Ibope, pois o crescimento do seu nome é gritante."
O próprio senador Paulo Octávio, que não gosta de comentar números de pesquisas, também estava otimista. "Mesmo o Ibope, que já errou muito em Brasília, aponta com clareza o crescimento do meu nome junto aos eleitores do Distrito Federal. Isso é muito importante para a busca do entendimento aqui em Brasília", comentou o senador Paulo Octávio.




Rosinha patrocinou programa de igreja ligada a aliado de Garotinho
Enviado por Carlos Honorato em 30/04/2006 01:28:25


Fábio Vasconcellos, de O Globo

A relação do governo do Estado do Rio com a pré-candidatura de Anthony Garotinho (PMDB) à Presidência da República não está restrita à assinatura de contratos com empresários que ajudaram financeiramente a pré-campanha do ex-governador. Uma inspeção do Tribunal de Contas do Estado descobriu que a governadora Rosinha Garotinho patrocinou com recursos do estado um programa de TV da Igreja Tabernáculo Evangélico de Jesus, no Espírito Santo, que tem entre seus diretores o deputado federal Jair de Oliveira (PMDB).
Meses após a ajuda, Oliveira declarou apoio à pré-candidatura de Garotinho. Sediada em Brasília, a igreja tem hoje três mil templos e cerca de um milhão de fiéis em todo o país. O pagamento do governo foi detectado numa inspeção realizada pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE) nas contas da Secretaria estadual de Comunicação, no ano passado.
Espaço vendido para a igreja custa R$ 50 mil mensais
Durante o levantamento, o TCE descobriu que o estado patrocinou o programa “Cristo verdade que liberta”, que foi ao ar pela TV Tribuna, do Espírito Santo. No programa, que ainda é exibido de segunda a sexta às 7h, o governo do Rio veiculou várias propagandas do estado entre março, abril e maio de 2005. As notas fiscais da venda do espaço publicitário foram emitidas pela empresa Áudio Visual Produções Ltda, do Espírito Santo.
Embora esteja registrada na Receita Federal como loja de material elétrico, a Áudio Visual produziu programas para a Igreja Tabernáculo Evangélico. Mônica Loureiro, mulher de Marcelo Barcelos, dono da empresa, confirmou que emitiu nota para a Secretaria de Comunicação do estado do Rio. Mônica contou que a igreja pediu à produtora que preenchesse a nota em nome da secretaria.
O departamento comercial da TV Tribuna informou ao GLOBO que o espaço é vendido para a igreja, que por sua vez tem autonomia para negociar o espaço publicitário com os patrocinadores. De acordo com a TV, o horário custa em média R$ 50 mil por mês.
O ex-governador esteve pelo menos duas vezes com representantes da igreja no ano passado. Em março, mês de um dos pagamentos identificados pelo TCE, Anthony Garotinho participou do 2 Fórum Nacional Cidadania das Assembléias de Deus no Brasil, realizado na Câmara dos Deputados, em Brasília, onde estavam o deputado Jair de Oliveira, e o pastor Doriel de Oliveira, vice-presidente e presidente da igreja.
O segundo encontro ocorreu em setembro, também do ano passado, em Vitória, Espírito Santo. Foi nessa ocasião que o deputado Jair de Oliveira declarou apóio à candidatura de Garotinho pelo PMDB, conforme a edição do “Jornal Mensagem”, produzido pela Igreja Tabernáculo Evangélico de Jesus.
O deputado Jair de Oliveira explicou que um dos seus assessores negociou com o governo do Rio o patrocínio para o programa. O deputado negou que seu apoio a Garotinho tenha alguma ligação com a ajuda do governo do Rio para o programa da igreja:
— Conheço Garotinho desde a campanha de 2002. Não existe nenhuma relação entre o patrocínio e o meu apoio.
O Secretaria de Comunicação do Rio não quis comentar o caso. Informou apenas que o governo também veiculou anúncio em programas de TV da Igreja Católica.



Canal direto com secretário
Enviado por Carlos Honorato em 30/04/2006 01:26:38


Carla Rocha, Leila Youssef e Maiá Menezes, de O Globo

Uma fundação que já foi ligada ao secretário estadual de Trabalho, Marco Antônio Lucidi, e à subsecretária Léa Pontes Castello Branco recebeu, apenas nos quatro primeiros meses de 2006, cerca de R$ 59 milhões do governo do estado. A Pró-Cefet/RJ, de acordo com o Sistema de Acompanhamento Financeiro (Siafem), foi contemplada com recursos do Fundo Estadual de Saúde e da própria Secretaria de Trabalho. Desde que Lucidi, que era presidente do Conselho Curador da ONG, e Léa, que era integrante do mesmo conselho, deixaram a entidade, em maio de 2003, já foram empenhados pelo estado para a Pró-Cefet R$ 89,3 milhões.
A relação do secretário estadual com uma ONG é mais um elo no organograma de criação de entidades filantrópicas que prestam serviços ao estado. Anteontem, foi descoberto que o Centro de Defesa da Criança e da Adolescência, que recebeu R$ 105 milhões da Fundação Escola de Serviço Público (Fesp) em 2005, é dirigido por Carlos Alberto da Silva Lopes, presidente do PMDB em Petrópolis. O pré-candidato Anthony Garotinho é o presidente regional do partido.



PT aprova ampla aliança para reeleger Lula
Enviado por Carlos Honorato em 30/04/2006 01:25:07


Ricardo Galhardo, de O Globo

O PT aprovou ontem uma ampla política de alianças para as eleições de outubro, como queria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A princípio, estão excluídos apenas o PFL e o PSDB. Embora o PT não cite qualquer partido nominalmente, o arco pode ir desde o PSB e o PCdoB, aliados históricos, até o PP, o PTB e o PL, que integram a base aliada do governo e estão envolvidos no escândalo do mensalão. A aliança pode incluir o PMDB, alvo preferencial do partido.
No entanto, todas as alianças — tanto estaduais quanto nacionais — passarão pelo crivo do diretório nacional. As decisões foram aprovadas ontem no 13 Encontro Nacional do PT. Também foi decidido que o presidente nacional do partido, Ricardo Berzoini, será o coordenador-geral da campanha do presidente Lula.
— Só não entram nas alianças o PSDB e o PFL, e também faremos fortes restrições ao PPS, devido às posturas deles — disse Berzoini, referindo-se à posição do PPS de apoiar um eventual pedido de impeachment de Lula.

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Frango pirata à chinesa
Enviado por Carlos Honorato em 29/04/2006 10:57:29


Por Vivian Oswald (Bruxelas) e Eliane Oliveira, de O Globo


As autoridades do Porto de Antuérpia, na Bélgica, o segundo maior do mundo, apreenderam há algumas semanas um carregamento de frangos piratas. Registrados como se estivessem transportando feijão verde congelado, três contêineres de procedência da China escondiam, na verdade, dezenas de caixas contendo seis frangos de 1,5 quilo cada. E o mais curioso: as embalagens imitavam aquelas usadas pela exportadora brasileira Seara.
O que despertou as suspeitas de que os produtos eram falsos e não procediam do Brasil foram detalhes dos próprios invólucros. Em um dos contêineres, as embalagens não tinham datas de produção e validade. Nos outros dois, apesar de haver as datas de produção, validade e embarque, esta última era tão próxima da primeira que seria fisicamente impossível o frango ter saído do Brasil e ido até a China para ser reembarcado para a Europa.
Os dados da exportação fraudulenta foram repassados ao governo brasileiro, assim como uma cópia das embalagens usadas pelos chineses e um CD-ROM com as imagens dos contêineres. O caso está sendo informado à empresa brasileira, segundo o Itamaraty. A Seara disse que ainda não foi oficialmente informada.

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PT dá largada à campanha pela reeleição de Lula
Enviado por Carlos Honorato em 29/04/2006 10:47:20



Embora o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já tenha afirmado que apenas em junho vai confirmar sua candidatura à reeleição, ele foi recebido como candidato no 13º Encontro Nacional do PT. O tema principal da convenção petista, que acontece entre esta sexta-feira e domingo, será a estratégia a ser adotada na campanha presidencial.

Ao chegar, Lula e o vice-presidente, José Alencar, foram aplaudidos de pé pelos participantes do encontro. O evento reúne cerca de 1,2 mil delegados de todo o país, ministros, governadores, prefeitos e parlamentares do PT. Delegações estrangeiras de partidos de esquerda também participam do evento.

Os petistas fizeram manifestação contra o presidente nacional do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC). "O, Borhausen, eu tô aqui. A nossa raça, você vai ter que engolir", gritaram os participantes.

Apesar da resistência do presidente em confirmar sua candidatura, o texto sobre "Conjuntura, tática de política de alianças", que será discutido no encontro, já crava o petista como pleiteando à reeleição. "O 13º Encontro Nacional estabelece como objetivos táticos centrais: vencer as eleições presidenciais, impedindo que os neoliberais reconquistem o governo federal", diz um trecho do texto. "Em 2006, queremos mais do que reeleger Lula, queremos também criar as condições políticas, institucionais e sociais que nos permitam realizar um segundo mandato superior ao primeiro", continua o texto.

Nesta sexta, Lula reafirmou que vai governar o país até 31 de dezembro e se decidir reeleger-se, só anunciará no dia 30 de junho, o prazo máximo. O presidente não oficializa a candidatura, mas adianta que o coordenador de sua eventual campanha será o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP).

Lula fez forte crítica à postura dos integrantes do partido em relação às políticas de alianças e pediu para que não misturem questões pessoais. O presidente admitiu a possibilidade de o PT fazer alianças com o PMDB, PSB, PC do B, PL, PC.




Ibama vai inspecionar lixões do Entorno
Enviado por Carlos Honorato em 29/04/2006 10:45:39

Do Jornal de Brasília

O Ibama-DF quer fazer um pente-fino nos lixões das cidades do Entorno do DF. Após reportagem do Jornal de Brasília que mostrou a situação irregular do lixão do Novo Gama, a 65 quilômetros da capital – que funcionava em péssimas condições, e o pior, sem licença ambiental –, o órgão vai notificar as prefeituras de Valparaíso, Cidade Ocidental Águas Lindas, Santo Antônio do Descoberto, entre outras, para também apresentarem o projeto de licenciamento das áreas de depósito de resíduo.
O licenciamento ambiental é uma obrigação legal prévia à instalação de qualquer empreendimento ou atividade potencialmente poluidora ou degradadora do meio ambiente. No entanto, nas cidades goianas próximas ao DF, não existem áreas autorizadas para receber lixo, como o lixão do Novo Gama – que foi embargado na quarta-feira pelo Ibama-DF. Técnicos da Agência Ambiental de Goiás, que é responsável em emitir o documento no estado, admitem a gravidade do problema, mas ainda não tomaram medidas concretas para regularizar a situação.

Apesar do lixões estarem no estado vizinho, o gerente regional do Ibama-DF, Francisco Palhares, explicou que o órgão federal têm competência em fazer a fiscalização das áreas por causa da amplitude do problema, que pode impactar na qualidade da água consumida pelos brasilienses. "Vamos visitar as cidades do Entorno e tomar uma providência", afirmou ele, sem adiantar o que fará.

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Abadia diz que missão nos Estados Unidos foi cumprida
Enviado por Carlos Honorato em 29/04/2006 10:44:07

Do Jornal de Brasília


Agovernadora Maria de Lourdes Abadia desembarca hoje, às 12h, no Aeroporto Juscelino Kubitschek, procedente de Washington, nos Estados Unidos, onde permaneceu por três dias em missão oficial. O objetivo da viagem foi dar continuidade às negociações com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) de empréstimo para resolver o maior problema urbano do Distrito Federal, o transporte. O programa prevê investimentos de US$ 246 milhões, que serão aplicados na construção de corredores exclusivos de ônibus e na integração entre ônibus, vans e metrô.
"Considero a vinda dessa missão um sucesso. Fomos bem recebidos e saio daqui com a certeza do dever cumprido", disse Abadia, acrescentando que houve avanços. Ela contou que conseguiu dar agilidade ao contrato e antecipar duas missões para o Brasil: uma para dar andamento ao projeto de melhoria do transporte urbano e outra para infra-estrutura das Áreas de Desenvolvimento Econômico (ADEs).
A governadora disse que "Brasília está de parabéns" e agradeceu o trabalho da equipe que a acompanhou, classificando-a de "brilhante". "A presença de nossos secretários, técnicos e, também, do ex-governador Joaquim Roriz, que começou todo esse processo, me deixou muito feliz. Posso assegurar à população de Brasília que valeu a pena", afirmou.
confiançaA secretária de Captação de Recursos Financeiros, Rossana Cunha Rego, está confiante na missão que vem a Brasília e em tudo o que foi acertado pela comitiva com a equipe do BID. Ela prevê agilidade do programa.
"Nossa governadora se inteirou completamente do projeto, do programa de transporte urbano, e está ciente de todas as providências que temos de tomar", afirmou. Rossana disse que até a próxima missão, que será no fim de maio, o GDF estará com o dever cumprido perante o banco. Com isso, prevê Rossana, a última missão será marcada ainda para este semestre.
Ontem, a governadora, acompanhada da secretária Rossana Rego e demais integrantes da missão, discutiu os detalhes técnicos do transporte urbano do DF com a coordenadora de equipe do BID, Rosana Brandão. Abadia reafirmou que tem pressa de desenvolver o projeto porque "a população do Distrito Federal não pode mais esperar".
As discussões sobre o projeto Brasília Integrada não ficam só por conta dos técnicos do governo. Abadia afirmou que vai iniciar o programa tão logo as questões de natureza técnica estejam concluídas.



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