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Brasília-DF, 01 de Abril de 2011. Ano 7
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FUTEBOL
Com Ganso inspirado, Santos bate o São Paulo e vai à final
Da redação em 30/04/2011 18:13:34

Com um gol e uma assistência de Paulo Henrique Ganso, o Santos derrotou o São Paulo neste sábado, por 2 a 0, no estádio do Morumbi, pela semifinal do Campeonato Paulista, e garantiu uma vaga na decisão do Estadual pelo terceiro ano consecutivo.Agora, o time da Baixada Santista aguarda o vencedor do duelo entre Palmeiras e Corinthians, que se enfrentam neste domingo, no estádio do Pacaembu.
 
Os dois técnicos não pouparam os seus titulares. Paulo César Carpegiani só não pôde contar com o meia-atacante Lucas e o zagueiro Rhodolfo, contundidos. O São Paulo esteve melhor no primeiro tempo, criou boas chances para marcar, mas pecou nas finalizações.
 
Depois do intervalo, Muricy Ramalho fez uma alteração que mudou o jogo: sacou o atacante Zé Love e colocou o zagueiro Bruno Aguiar. Com mais opções no campo ofensivo, o Santos melhorou e Ganso brilhou.O meia deu a assistência para Elano abrir o placar de cabeça. Depois, Ganso aproveitou um passe de Neymar para chutar de primeira e fechar o placar.
 
Agora, o São Paulo volta suas atenções para a Copa do Brasil. Na quarta-feira, o time tricolor encara o Avaí, no Morumbi, pela partida de ida das quartas de final. Já o Santos joga na terça-feira contra o América, do México, fora de casa, pelo segundo jogo das oitavas de final da Taça Libertadores. Informações da Folha.
 


POLITICA
Delúbio Soares fez negócios com empresa que atua no Minha Casa, Minha Vida, diz ‘Época‘
Da redação em 30/04/2011 16:30:08

O Globo

 O ex-secretário de Finanças do PT Delúbio Soares, refiliado ao partido e um dos principais envolvidos escândalo do mensalão, conduziu seus negócios como empresário sempre à sombra do governo petista, segundo revela reportagem da revista "Época" veiculada neste fim de semana. A reportagem mostra que, desde 2007, durante o tempo em que ficou afastado do PT, Delúbio vem mantendo negócios com a incorporadora Brookfield, que fez negócios com a Previ - o bilionário fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil - e participa do programa habitacional do governo federal Minha Casa, Minha Vida, construindo 1.808 imóveis do maior programa habitacional do governo.

Um dos réus do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF) e responsável por abastecer o caixa dois do partido, Delúbio voltou ao PT cinco anos e seis meses após sua expulsão e com apoio de 72% do Diretório Nacional, incluindo o aval de Lula e José Dirceu, este último investigado pelo STF por suspeita de corrupção e formação de quadrilha.

A revista relata que, em uma reunião em setembro de 2010 em Brasília, Delúbio teria dito que a vida financeira dele estava melhorando graças a um empreendimento da Brookfield. "Passei momentos difíceis, mas eles estão me ajudando muito", teria afirmado o petista num escritório de negócios em Brasília, onde fazia reuniões que misturavam política com seus negócios. Numa dessas reuniões, Delúbio apontou com um aceno de cabeça para três torres que se erguiam em frente à janela da sala construídas pela incorporadora, diz a revista.

O sindicalista Luiz Egami, amigo de Delúbio e um dos presentes à reunião, confirmou, segundo a "Época", que o petista está prestando consultoria à empresa. Um ano antes dessa reunião, em 2009, a Brookfield vendera duas das três torres para a Previ por R$ 342 milhões. O fundo não investia em imóveis novos havia nove anos, diz a reportagem.

Ainda conforme a revista, a empresa já construiu 1.808 imóveis para o Minha Casa, Minha Vida. O responsável pela transação com a Previ e coordenador do contrato com o programa habitacional do governo federal é o executivo Marcelo Borba, amigo da família de Delúbio.

As relações de Delúbio com a Brookfield não acabam aí. A reportagem mostra que a incorporadora é um dos anunciantes do site criado pelo petista em sociedade com a irmã Delma Soares, o Geral Imóveis, que divulga anúncios publicitários em Goiânia. Até meados de 2009, o site era pobre em ofertas de imóveis, diz a revista. Hoje, há ofertas de lançamentos, alguns com valores superiores a R$ 500 mil.


Borba negou, segundo a "Época", que Delúbio tenha ajudado na venda dos prédios à Previ, mas confirmou ter relações com a família do petista. Em 2004, empresas do executivo doaram R$ 75 mil à campanha de um irmão de Delúbio, Carlos Rubens Soares, candidato a vereador em Goiânia.

A Brookfield, que construiu o prédio vendido à Previ com a ajuda de Delúbio, contou com serviços da empresa Brasil Gerais, de Carlos Rubens Soares, nas obras. Os prédios vendidos à Previ estão localizados no Parque Corporate, em Brasilia.

"Nós costumamos contratar a empresa Brasil Gerais (com sede em Goiânia), de Carlos Rubens Soares, irmão do Delúbio, para prestar serviços de logística nas obras da construtora", disse à revista Marcelo Borba, executivo da Brookfield. Ele disse que o irmão de Delúbio participou da construção não só dos prédios vendidos à Previ, como "de muitos outros", acrescentou o executivo, que não revelou valores pagos à empresa do irmão de Delúbio.

O ex-secretário de finanças do PT ajudou a campanha de Dilma na arrecadação de recursos e, nessa reunião em Brasília, teria afirmado que, assim que Dilma ganhasse a eleição, ele voltaria ao partido, como teria lhe garantido Lula.


ECONOMIA
Apple supera Microsoft em lucros pela primeira vez em 20 anos
Da redação em 30/04/2011 16:07:53

ISTOÉ Online 

Pela primeira vez em 20 anos os lucros da gigante dos computadores Microsoft ficaram abaixo dos da rival Apple. Enquanto a empresa de Steve Jobs faturou 5,9 bilhões de dólares no último trimestre, a companhia de Bill Gates ganhou “míseros” 5,2 bilhões de dólares.

A principal causa dessa reviravolta é a popularidade de produtos lançados nos últimos anos pela Apple, como o iPod e o iPad, que caíram instantaneamente no gosto popular e batem recordes de vendas nos EUA e no mundo. O famoso tablet que virou mania mundial tem roubado as vendas de notebooks com os sistemas da Microsoft. Só nos três primeiros meses do ano, 4,69 milhões de aparelhos foram vendidos.

Na última semana, a Apple apresentou resultados que mostram um aumento de 97% nos lucros de janeiro a março de 2011. O aumento da empresa de Gates foi de 31%.


DISTRITO FEDERAL
Agnelo tenta definir nome para Segurança Pública
Da redação em 30/04/2011 15:57:21

O governador do DF, Agnelo Queiroz (PT), passa o final de semana fazendo contatos para definir um nome para ocupar o cargo de Secretário de Segurança. Um nome forte é o do chefe da Casa Civil, o agente aposentado Cláudio Monteiro. A versão nos corredores do Buriti é a de que o secretário de Governo, Paulo Tadeu, estaria trabalhando para que Monteiro fosse para a Segurança Pública.

Dentro de tal raciocínio, Paulo Tadeu iria ampliar o seu poder dentro do governo, afastando o maior aliado do governador Agnelo Queiroz do Palácio do Buriti. Há quem classifique tal estratégia como “um delírio”, mas quando se trata de poder tudo tem lá suas possibilidades. Outros dizem que Cláudio Monteiro só iria para a Segurança se fosse para cumprir “uma missão” com pedido expresso do governador.

A corrida para ocupar a pasta da Segurança já tem vários pretendes como o presidente da Codeplan, delgado Miguel Lucena, o delegado da Polícia Federal Sandro Avelar. Outro nome que vem crescendo dentro da instituição é o do delegado Onofre Moraes. Com 34 anos dentro da Polícia Civil, ele é visto como nome ideal para uma grande reformulação em todo o sistema de segurança do DF. 


VÔLEI
Unilever é heptacampeã da Superliga
Da redação em 30/04/2011 12:50:49

 

A Unilever confirmou a superioridade demonstrada durante a fase regular da Superliga Feminina de Vôlei da temporada 2010/2011. Na manhã deste sábado, mais uma vez a equipe enfrentou o Sollys/Osasco, e após duas parciais muito disputadas, as comandadas do técnico Bernardinho dominaram o terceiro set e fizeram 3 a 0, em parciais de 25/23, 30/28 e 25/19, faturando o sétimo título consecutivo do time carioca.

Um grande público presente no ginásio Mineirinho viu a disputa entre as duas opostas da seleção, Sheilla e Natália. Mais experiente, a atleta da Unilever chamou a responsabilidade e conduziu o time nos momentos mais importantes do jogo. Ao Osasco, coube lamentar mais uma derrota para a equipe do Rio de Janeiro após um campeonato bastante regular feito pelo time da Grande São Paulo.

Se o Osasco tinha Jaqueline, Thaísa e Natália em quadra, estrelas selecionáveis do técnico José Roberto Guimarães, a Unilever conseguiu se valer das presenças de Dani Lins, Mari, Sheilla, Fabi e Waleskinha. Melhor para o time com mais jogadoras da seleção, que conquista o quinto título consecutivo sobre a equipe paulista.

O jogo - Carol Albuquerque, levantadora, começou a partida sacando para o Osasco e, após um rali de 38 segundos, a Unilever marcou o primeiro ponto do jogo em um ataque de Sheilla, dando uma mostra do quão disputado seria a grande final da Superliga Feminina. Após um começo muito forte de ambas equipes, o time carioca foi para o primeiro tempo técnico com 8 a 7 no placar após bloqueio de Regiane.

O Osasco voltou melhor e conseguiu virar, principalmente contando com os erros de recepção da Unilever. O bloqueio armado pelo técnico Bernardinho, conseguiu quatro dos 11 primeiros pontos marcados pelo time na partida. No entanto, os erros ofensivos fizeram o Osasco abrir dois pontos pela primeira vez no marcador com 14 a 12. Com um erro de saque, a equipe paulista foi vencendo para o segundo tempo técnico, em 16 a 14.

Na volta á quadra, a Unilever voltou melhor e passou a acertar os pontos de ataque, e o Osasco não conseguiu segurar a ofensiva do time hexacampeão da Superliga. O resultado foi a virada para 19 a 18, e o pedido de tempo técnico de Luizomar de Moura, que em seguida realizou as duas primeiras alterações do jogo, colocando Samara e Thaís nos lugares de Adenízia e Sassá. Depois, o time da Grande São Paulo reagiu e empatou o jogo em 22 a 22. Com uma mudança estratégica de Bernardinho no saque, o time do Rio de Janeiro fechou o set em 25 a 23 e fez 1 a 0 no placar.

No começo do segundo set, Jaqueline começou pontuando após saque da Unilever. Os dois destaques das equipes, Natália (Osasco) e Sheilla (Unilever) erraram bastante, e fizeram o jogo seguir disputado. Quando o placar apontava 7 a 6 para as paulistas, a oposto do time carioca atacou e acertou a rede com a mão, convertendo o ponto. O árbitro não viu a infração, e confirmou o ponto de Sheilla, e com um novo erro de Natália, o primeiro tempo técnico marcava 8 a 7 para as cariocas no placar.

Luizomar acertou o time na volta à quadra, e o bloqueio do Osasco começou a funcionar. Em um erro de Sheilla, que ficou no muro feito por Thaísa (1,96m), as atletas de branco viraram para 13 a 11, e desta vez foi Bernardinho quem pediu tempo. Depois de mais oscilações, o Osasco chegou a ficar na frente em 16 a 14, mas a Unilever virou mais uma vez e teve a maior vantagem da partida, em 20 a 17.

Depois de uma melhor fase da Unilever, o Osasco virou novamente e chegou a ter 24 a 23 no placar. O time carioca empatou, virou, mas não conseguiu fechar o jogo ao parar nos erros de bloqueio. Com um ponto de saque de Sheilla, as comandadas de Bernardo Rezende fizeram 30 a 28 e fecharam mais um set a seu favor, após 37 minutos de bola rolando, com 2 a 0 no placar do jogo.

No terceiro set, o jogo teve uma queda de ritmo após duas parciais incessantes, mas o nível seguiu alto de ambos lados. No início, melhor para a Unilever, que foi para o primeiro tempo técnico com 8 a 6 em um ponto de Sheilla, que, mais experiente em relação à Natália (27 anos, contra 22 da oposto do Osasco), passou a acertar os pontos do time e o fez deslanchar para a maior vantagem do jogo, em 11 a 6.

A diferença se manteve em cinco pontos a partir dali, inclusive com a ida ao segundo tempo técnico em 16 a 11, e Natália sentiu a pressão do mau momento do time, errando ainda mais e sendo menos acionada com o passar do tempo. O Osasco desistiu claramente do jogo, e em ponto de ataque de meio de rede, a Unilever marcou o 25º ponto e fez 3 a 0 no placar, conquistando o sétimo título da equipe carioca. Gazeta Press.


INTERNACIONAL
Morre, aos 99 anos, o escritor argentino Ernesto Sabato
Da redação em 30/04/2011 10:27:39

Faltando pouco mais de um mês para seu centenário (no próximo dia 24 de junho), o escritor argentino Ernesto Sabato morreu na madrugada deste sábado, 30, vítima de uma severa bronquite. Segundo comentaram amigos do autor de "Sobre heróis e tumbas" (1961) e "O túnel" (1948), há muito tempo Sabato tinha dificuldades para respirar "e estava sofrendo". O escritor faleceu em sua casa do bairro de Santos Lugares, na Grande Buenos Aires, onde vivia desde 1945. No mesmo lugar, segundo confirmou recentemente seu filho, o cineasta Mario Sabato, será construído um museu sobre a vida e a obra de um dos escritores mais importantes da Argentina de todos os tempos.

Elvira Fraga, uma de suas grandes amigas, comentou que "Ernesto estava sofrendo faz tempo, mas ainda tinha bons momentos, especialmente ouvindo música".

- Ele tinha uma bronquite delicada e muitos problemas para respirar - revelou Elvira, em entrevista ao canal "13" de TV.

O clima no país e, sobretudo, no bairro onde Sabato morou e morreu, era de profunda tristeza. Apesar de alguns capítulos da vida de Sabato terem provocado polêmicas nas últimas décadas, sobretudo após a redemocratização do país, em 1983, a morte do escritor foi lamentada por todos os argentinos. Alguns setores intelectuais questionaram um suposto vínculo de Sabato com os militares que governaram o país entre 1976 e 1983. No passado, a divulgação de fotos sobre um encontro entre o ex-ditador Jorge Rafael Videla e alguns nomes da cultura argentina na Casa Rosada (palácio de governo), entre eles Sabato, levou escritores como Osvalo Bayer a denunciarem "uma atitude que faz parte da hipocrisia argentina".

Mas a vida de Sabato, que sempre evitou comentar os ataques de seus críticos, também incluiu sua participação como presidente da histórica Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas (Conadep), que durante o governo do ex-presidente Raúl Alfonsín (1983-1989) elaborou e apresentou o famoso documento "Nunca Mais", com informações sobre todos os presos políticos desaparecidos durante o regime militar. Na época, o escritor assegurou que "este tipo de calamidades nunca mais deveria ocorrer em nosso país".

Em sua juventude, Sabato integrou movimentos universitários de tendência comunista e em 1934 viajou a Bruxelas como delegado do Partido Comunista ao Congresso contra o Fascismo e a Guerra. Pouco depois, o escritor instalou-se em Paris, rompeu com o comunismo e só retornou a Buenos Aires em 1940, ano em que casou-se com Matilde, sua grande companheira de vida (já falecida). Ontem, muitos amigos do escritor lembraram, também, sua formação como físico. Sabato obteve um Doutorado em Física na Universidade Nacional de La Plata e uma bolsa anual para realizar pesquisas sobre radiação atômica no Laboratório Curie, em Paris. O escritor também trabalhou no Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Depois vieram os anos de glória como escritor, com a publicação de livros que se transformaram em sucessos internacionais. Em 1975, chegou o Prêmio de Consagração Nacional da Argentina e dois anos mais tarde o Prêmio Medici, na Itália. Em 1991, Sabato recebeu um Doutorado honoris causa da Universidade de Rosario, na província argentina de Santa Fe, e, em 1995, da Universidade de Turin, na Itália. No mesmo ano, o escritor sofreu um dos golpes mais duros de sua vida quando seu filho mais velho, Jorge, faleceu num acidente de automóvel.

Após o retorno da democracia na Argentina, Sabato tornou-se um importante ator político. O escritor, que em 2009 foi declarado cidadão ilustre da província de Buenos Aires, gostava de definir-se simplesmente como um anarquista. Em entrevista ao jornal colombiano "El Tiempo", publicada em 1997, Sabato assegurou que "sou um anarquista! Um anarquista no melhor sentido da palavra. O povo crê que anarquista é aquele que põe bombas, mas anarquistas foram os grandes espíritos como, por exemplo, Leon Tolstoi". Nos últimos anos, o escritor afastou-se da vida pública e deixou de dar entrevistas. Seus amigos asseguraram ontem "que ele não dedicava tempo aos jornalistas, mas sim as pessoas que sempre o acompanharam". Informações de O Globo.



DISTRITO FEDERAL
BRB vai lançar concurso público
Da redação em 30/04/2011 08:27:54

 

 

[credito=Foto: Rúbio Guimarães]Daise Lisboa - Jornal da Comunidade

Há quase três meses na presidência do Banco de Brasília (BRB), Edmilson Gama da Silva é funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal e há mais de 28 anos atua no mercado financeiro. Aliás, experiência no setor é o que não lhe falta. Também atuou na iniciativa privada e de volta à Caixa esteve, mais recentemente, na área de distribuição e atendimento. E para ser nomeado como presidente do BRB foi um passo, resultado de seu extenso currículo. Seu nome foi anunciado nos primeiros dias do novo governo, mas teve de seguir a tramitação que o cargo exige. E diferentemente das indicações para os outros cargos nomeados pelo governador do Distrito Federal para o Executivo, por tratar-se de uma instituição financeira, seu nome foi sabatinado na Câmara Legislativa do Distrito Federal e referendado pelos deputados distritais, além de ter sido aprovado pelo Banco Central. Edmilson é formado em engenharia operacional e direito, além de ter seis especializações em áreas como finanças, políticas públicas, gerenciamento de crises e desenvolvimento regional sustentável.

Como tem sido a gestão do BRB nesses primeiros quatro meses?
Nessa primeira etapa, achamos importante realizar um diagnóstico da situação, levantando dados, informações e documentos que pudessem nortear as primeiras ações que tínhamos para fazer no banco. A partir daí apresentamos uma proposta com 134 ações no sentido de ampliar a eficiência operacional do banco, aumentar a nossa participação em outros mercados, redução de algumas despesas administrativas, revisão de alguns contratos que haviam sido assinados no passado, de forma que a gente pudesse ter mais governança em relação às questões do banco, e colocar o banco num diapasão para fortalecer a sua atuação enquanto banco regional. Esse foi o primeiro movimento importante quando a gente tomou posse.

O que essa nova gestão do BRB está trazendo para seus clientes?
Nossa atuação tem sido no sentido de mostrar uma diferenciação em relação às outras instituições financeiras. Temos uma preocupação muito grande com o aprimoramento do atendimento, tanto que aprovamos uma política de atendimento no banco. Todo cliente, independentemente de sua renda, da sua faixa etária, do sexo, da cor dos olhos, todos merecem ser tratados com respeito, com cidadania, e ter um atendimento de qualidade. Então, um entendimento que tivemos foi de assegurar que as pessoas tenham esse atendimento em nossas agências.

Que outras ações estão voltada para atender aos clientes?
Outro movimento grande o qual está em fase de desenvolvimento é uma revisão do nosso portfólio de produtos, assegurando que o Banco de Brasília tenha sempre as melhores opções de prazo, de taxas e de tarifas. E nesse sentido a nossa política de atendimento consagra que o nosso cliente é todo cidadão do Distrito Federal. O fato de ele ter ou não ter conta no Banco de Brasília ele por si só não responde a esta questão. A partir do momento que ele é usuário do serviço do banco, para nós ele já é considerado cliente, o que aumenta a nossa responsabilidade. Então, eu diria que nesse primeiro momento, estamos atuando na revisão do portfólio de produtos e no aprimoramento da nossa sistemática de atendimento.

Que tipo de produtos fazem parte do portfólio?
O banco vem atuando de forma que inclui sete eixos de estratégicas de gestão. Um deles é o da tecnologia da informação. O banco vem desenvolvendo metodologias para revisão dos seus produtos de cartão de crédito e de débito, vindo com chip, porque além de dar mais segurança dá mais conforto para os clientes. Portanto, esperamos terminar até a próxima semana todos esses procedimentos.

E quanto ao crédito, tem alguma ação prevista?
Sim. Estamos desenvolvendo também uma sistemática de dotar o banco de opções de acesso a crédito para financiamento do crédito imobiliário, no caso utilizando recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O banco não trata disso, mas protocolamos um pedido para a Caixa Econômica e já foi autorizado, e partir do mês que vem vamos retomar os financiamentos da casa própria também com recursos do FGTS. Temos a expectativa de operar com recursos da ordem de R$ 100 milhões, inicialmente, para a população do DF e do Entorno. Ou seja, a ideia é rever definitivamente todos os produtos e em especial os de crédito, e apresentar sempre a melhor opção para o cliente do banco.

Qual é o número de clientes, hoje, do BRB?
Hoje ele tem sete bilhões de ativos e apresenta, considerando os chamados clientes cativos, que são aqueles que recebem o salário pelo banco, os servidores do GDF e os espontâneos, chega a quase um milhão de correntistas. Temos um portfólio de clientes bem satisfatório, do ponto de vista do DF e do Entorno.

Quais são as maiores áreas de atuação do banco?
Atuamos muito fortemente no crédito imobiliário, no comercial e ampliamos nossas operações também no crédito rural. O banco tem agora uma operação chamada pré-custeio, em que você antecipa recursos para que os agricultores possam usar no fomento do custeio do seu negócio.

Esses investimentos para atender melhor os clientes também visa captar mais correntistas?
A nossa proposta é de sempre atender o cliente do banco, como cliente único. A questão dele ter uma renda maior ou menor é um detalhe importante na hora de desenhar os produtos e serviços, Mas isso não pode ser um limitador. Nós temos de ter em mente que é uma diretriz do banco a gente apresentar a alternativa independentemente da faixa de renda do cliente. Temos uma preocupação grande com a chamada “bancalização”, que são pessoas que não têm conta corrente, não têm acesso aos bancos e a partir de uma conta corrente ela pode obter um crédito, um empréstimo e a partir desse crédito ela pode incrementar um negócio para montar um empreendimento e melhorar de vida. A preocupação do banco é também incentivar esse tipo de ação. Inclusive, nesse sentido, em parceria com a Secretaria do Trabalho, nós vamos retomar as atividades do microcrédito, chamada microfinanças, onde as pessoas poderão obter recursos do Funger, por meio do banco, para geração de emprego e renda, e montar pequenos negócios.

Como o BRB pode contribuir para o desenvolvimento do Distrito Federal?
Brasília completou 51 anos e o Banco de Brasília em setembro deste anos vai completar 45 anos de existência. A história do Banco de Brasília se confunde com a da cidade. Tanto que é nossa responsabilidade enquanto banco público é atuar nesse fomento do desenvolvimento social. Criamos uma superintendência de responsabilidade socioempresarial e estamos atuando em dois segmentos: o primeiro é apoiar os arranjos produtivos locais. Estamos atuando fortemente no sentido de identificar vocações e potencialidades como o setor moveleiro, o do vestuário, o do turismo rural – temos em Planaltina, Ceilândia, entre outros – e partir desses arranjos vamos apoiar essas iniciativas com crédito, com assistência e até de consultoria. O gerente do Banco de Brasília, diferentemente dos demais, ele conhece com profundidade a região que ele atua. Então, ele pode ser considerado como especialista naquela região. Verificando o interesse do empresário, ele pode contribuir com uma consultoria gratuita e apoiar esses investimentos. Outro segmento importante do ponto de vista da responsabilidade socioempresarial são as ações que estamos fazendo em relação às áreas financeira, às ações ligadas ao fomento de incentivo de novos ativos energéticos, o apoio para economia de água, proteção do solo, reciclagem do lixo, enfim, são iniciativas importantes que contribuem para políticas públicas do Governo do DF.

O BRB hoje tem quantos funcionários?
Considerando as cinco empresas do conglomerado (corretora, adminis­tradora de cartão, a financeira, distribuidora de títulos e valores imobiliários) temos quatro mil empregados.

Com tantas perspectivas de crescimento do banco há,  previsão de concurso público?
Sim. E já foi aprovado o edital para que possamos ampliar o número de colaboradores, especialmente para podermos abrir mais agências. Nos próximos oito meses pretendemos ampliar em 30% a nossa rede de agências, especialmente nas regiões satélites. Hoje temos diversas cidades do Entorno e do DF que necessitam de mais de uma agência. E também vamos abrir agências nas regiões da chamada RIDE. Nossa proposta é de expandir nossa atuação no Cen­tro-Oes­te. Com o concursos também vamos aumentar nosso quadro para técnicos na área de informática, devido à nossa expansão em tecnologia. Hoje o banco precisa de técnicos nessa área e por isso vamos aumentar o pessoal nesse segmento. É mais uma iniciativa do banco de gerar emprego e renda no DF.


DISTRITO FEDERAL
Book recebe premiação nacional
Da redação em 30/04/2011 08:16:29

Uma ideia para reerguer a comunicação da capital do país era o que precisava Fernando Vasconcelos, proprietário da Meio&Mídia Comunicação. Levantar a autoestima de um mercado marcado pela imprudência e deslealdade de alguns profissionais que desfocaram a verdadeira função da publicidade: informar para fortalecer a democracia. Fernando então teve a ideia de lembrar das vitórias que levaram o mercado de Brasília a se tornar um dos mais importantes do Brasil e exatamente no ano do jubileu de prata do Prêmio Colunistas relembrar os grandes nomes que fizeram da comunicação local um dos melhores mercados para se investir. A ação deu certo e a escolha dos homenageados foi realizada a partir dos maiores vencedores do prêmio.

Fernando Vasconcelos se emociona ao falar da premiaçãoFernando Vasconcelos se emociona ao falar da premiação

O que era um pretexto para devolver o moral aos publicitários de Brasília e trazendo de volta à tona um dos melhores mercados publicitários do país foi ainda mais longe. Inscrito pela editora Positivo,  co-responsável pela publicação, para participar do Prêmio de Excelência Gráfica Jorge Salim o book do Jubileu de Prata do Prêmio Colunistas Regional Brasília, que reuniu os maiores vencedores do prêmio Colunistas foi a grande vencedora na categoria Livros Institucionais, no último dia 14 de abril. “Essa peça foi feita para comemorar os 25 anos do prêmio Colunistas. Foi uma forma que nós encontramos para reconhecer mais um vez os melhores trabalhos, os melhores profissionais desse meio e que fazem em Brasília o trabalho sério na área e estão preocupados com co crescimento, desenvolvimento e evolução”, afirmou Fernando.

Em 140 páginas, Vasconcelos selecionou grandes empresas como a Rede Globo, a Band News e o Grupo Comunidade (que venceu por duas vezes na categoria mídia impressa), no segmento da informação e publicidade e outras grandes agências como a Mr. Brain e a Fabrika (hoje responsável por cobrir os principais eventos do GDF), que tiveram suas histórias contadas.

A escolha foi feita através das atas dos 25 anos do Prêmio Colunistas apenas com os vencedores de cada ano, excluindo segundo e terceiro colocados em cada edição. “Aqui [com o book em mãos] é igual a Serra Pelada: só tem ouro. Não tem nenhuma empresa que não tenha vencido o prêmio” afirma Fernando Vasconcelos. Em cada categoria foram escolhidos os dois melhores, totalizando assim 22 vencedores. Informações do Jornal da Comunidade.

Ficha técnica
Projeto: Meio&Mídia com apoio da Abracomp
Editor Responsável: Fernando Vasconcelos
Coordenação Geral: Vilma Cardoso
Revisão: Adriana Werneck e Clarice Lima
Assistentes: Cláudia Vasconcelos Bacille e Emerson Rodrigues
Projeto Gráfico e Direção de Arte: Sérgio Souza
Atendimento: Lara Morato e Clarice Lima
Produtor Gráfico: Fabiano Dutra
Parceria: AV Comunicação
Fotografia: Kazuo Okubo
Participação: Daniel Silva e A. Olieto


DISTRITO FEDERAL
Validade da lei do Pdot está em risco
Da redação em 30/04/2011 07:56:44

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) declarou que se a recomendação enviada à Secretaria de Habitação e Desenvolvimento Urbano do Distrito Federal (Sedhab) não for acatada, a lei complementar que atualizaria o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) poderá sofrer futuramente uma nova ação de inconstitucionalidade. A declaração foi feita ontem. Segundo a promotora de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, Marta Eliana de Oliveira, a proposta preliminar da forma como foi apresentada pela Sedhab é uma lei nova que acaba por revogar a lei anterior, aprovada em 2009, o que vai contra a determinação da Lei Orgânica do DF.

De acordo com a legislação, o Pdot tem o prazo de vigência de dez anos e é passível de revisão somente a cada cinco. Qualquer tipo de alteração feita fora desse período necessita de motivos excepcionais, de interesse público comprovado ou de adequação ao Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE). "Existe um Pdot em vigor desde 2009 e não há interesse público para mudanças, além dos artigos que tiveram a constitucionalidade questionada".

A promotora explica que entrou em contato com a Sedhab e foi informada que alguns artigos, além daqueles considerados inconstitucionais,tiveram o texto readequado. "Se esse teor chega à Câmara Legislativa, que tem poder de emenda, eles podem aprovar dessa forma. A Câmara não tem poder de iniciativa, mas pode adequar e mudar conceitos, por exemplo, que são estabelecidos pelo Plano."

Na última quinta-feira, o deputado distrital Wasny de Roure (PT) distribuiu CDs com a proposta preliminar publicada no site da Sedhab aos outros parlamentares. Segundo ele, seria um estudo preliminar enviado pela Secretaria de Habitação aos deputados distritais para que tenham facilidade de acesso ao documento e um domínio prévio da matéria que chegará à Câmara Legislativa após a audiência pública.

Ele afirma também que não teve oportunidade de abrir o documento ainda e que atuou somente como um interlocutor entre os parlamentares e a Sedhab. "O secretário me entregou os CDs para que distribuísse aos colegas. Dessa forma, a Câmara poderia acompanhar mais de perto a questão e estaria preparada para se manifestar quando a proposta chegar à Casa", informou o deputado.

MAIS PRAZO

A recomendação do MPDFT enviada à secretaria pede extensão do prazo para contribuição da população para dez dias após a republicação de um novo texto no site da Secretaria. O novo documento deverá estar limitado às modificações justificadas por motivos excepcionais e por interesse público comprovado que devem ser indicados
pela Sedhab. Mais uma vez, o objetivo é evitar que as modificações a serem efetuadas no Pdot venham a apresentar vício de inconstitucionalidade.

“Quando a lei foi aprovada em 2009 enviamos três recomendações à Câmara que não foram acatadas. A consequência foi a inconstitucionalidade de diversos artigos. O mesmo acontece agora. Estamos avisando a bem do serviço público e de forma p re v e n t i v a ”, declara a promotora. Por meio de nota, a Sedhab informou que está ouvindo, pela segunda vez, a população para promover a atualização do Pdot, mesmo que esta etapa não seja obrigatória.

Anteriormente teria sido aberto um prazo superior a 30 dias, quando mais de 600 sugestões foram apresentadas. O órgão reforça que após esse período será elaborada uma minuta de projeto de lei que servirá de base para discussão na audiência pública a ser convocada com antecedência de 30 dias. Depois disso, a população ainda poderia apresentar sugestões diretamente aos deputados distritais, a quem caberá a aprovação do PDOT, promovendo sua atualização.

A Secretaria coloca ainda que todas as atualizações propostas no Pdot são de interesse público e por motivos excepcionais, especialmente em função de ação movida pelo MPDFT que levou à declaração de inconstitucionalidade de diversos itens da lei aprovada em 2009. Informações do Jornal de Brasília.


DISTRITO FEDERAL
DF tem quase 2,6 milhões de habitantes
Da redação em 30/04/2011 07:46:55

Dados do Censo 2010 apontam que a população do Distrito Federal (DF) cresceu 23% na última década. Os primeiros resultados definitivos do Censo foram divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mostram que o total de habitantes no DF chegou a 2.570.160 no ano passado.
 
A região é a quarta unidade que mais cresceu no país e fica atrás apenas de Amapá, Roraima e Acre. Já no ranking populacional, a capital federal conquistou o quarto lugar. São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador são considerados os estados mais populosos respectivamente.

A região administrativa mais populosa do DF é Ceilândia. No ano passado, foram registrados 402.729 habitantes na cidade, que corresponde a 15,67% do total da população do DF.  Em 2000, a cidade tinha apenas 344 mil moradores. Taguatinga conquistou a segunda posição de região administrativa com maior número de habitantes, com 361.063 e Brasília vem em seguida com 209.855 de moradores. Informações do Jornal de Brasília.


GOVERNO FEDERAL
Dilma retalia OEA por Belo Monte e suspende recursos
Da redação em 30/04/2011 07:25:19

O governo brasileiro decidiu jogar duro com a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos): deixará o órgão a partir de 2012 e suspendeu, por ordem presidente Dilma Rousseff, o repasse de verba à entidade previsto para este ano, de US$ 800 mil.

A reação do Brasil veio após a comissão pedir, em abril, a interrupção das obras de Belo Monte. O órgão alegou irregularidades no processo de licenciamento ambiental da hidrelétrica de Belo Monte, atendendo a uma medida cautelar de entidades indígenas que questionaram o empreendimento.

Como reação à época, a diplomacia brasileira usou termos fortes e pouco usuais. Chamou a decisão de "precipitada e injustificável" e alegou não ter tido tempo suficiente para se defender.

Irritada com o que considerou interferência indevida, Dilma quis mostrar um posicionamento ainda mais duro: convocou de volta ao país o representante do Brasil na OEA, embaixador Ruy Casaes. Ele, até agora, ainda não recebeu autorização para retomar seu posto em Washington, tampouco sabe quando o terá. Informações da Folha.


POLITICA
Novo presidente do PT recebeu doações de réus do mensalão
Da redação em 30/04/2011 07:19:55

Ligado ao ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), o novo presidente do PT, Rui Falcão, recebeu doações de outros dois réus do mensalão em sua campanha à reeleição como deputado estadual em São Paulo, no ano passado.O deputado João Paulo Cunha (PT-SP) e o ex-deputado José Genoino (PT-SP) fizeram contribuições que somam pouco mais de R$ 16.500, segundo sua prestação de contas à Justiça Eleitoral.O deputado José Mentor (PT-SP), que também foi investigado pela CPI dos Correios por receber dinheiro do valerioduto, integra a lista com R$ 5.710 em doações.Os valores são modestos diante dos R$ 2,55 milhões arrecadados por Falcão, mas demonstram sua proximidade de petistas envolvidos no escândalo e reabilitados recentemente pelo partido.Ele assumiu o comando do PT no dia em que a sigla aprovou a volta do ex-tesoureiro Delúbio Soares, acusado de operar o mensalão.

Falcão teve a maior parte das despesas eleitorais bancada por empreiteiras e pela cúpula do PT. Nove construtoras doaram R$ 1,15 milhão (45% da receita total), e o partido, mais R$ 1,02 milhão.As contribuições atribuídas à legenda caracterizam as chamadas doações ocultas: não é possível saber a origem real do dinheiro.O deputado estadual foi eleito para o quarto mandato com 174 mil votos. Controla a primeira-secretaria da Assembleia Legislativa, responsável pela administração e pelos contratos da Casa.

Na luta armada contra a ditadura militar, Falcão militou no Colina e na VAR-Palmares, junto à presidente Dilma Rousseff. Foi torturado e ficou preso três anos.Fundador do PT, coordenou a campanha de Marta Suplicy à Prefeitura de São Paulo em 2000 e foi seu secretário de Governo.Em 2010, chegou a integrar a coordenação da campanha de Dilma, mas foi afastado após o vazamento do dossiê com informações sigilosas contra tucanos. Ele nega envolvimento no caso. Informações da Folha.


POLITICA
PT anistia Delúbio por 60 votos a 15 e duas abstenções
Da redação em 29/04/2011 22:28:11

 O Estado de S. Paulo

 Pivô do escândalo do mensalão, Delúbio Soares foi reintegrado nesta sexta-feira, 29, ao PT por maioria esmagadora de votos dos integrantes do diretório nacional do partido. Ele obteve 60 votos a favor da anistia, 15 contrários e duas abstenções. Delúbio foi expulso em 2005, quando a direção petista acabou dizimada no maior escândalo do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Na época, Delúbio foi acusado de recolher R$ 55 milhões em "recursos não contabilizados" e distribuí-los para políticos e assessores.

Defenderam o retorno de Delúbio ao PT o ex-presidente do partido Ricardo Berzoini (SP), o ex-deputado Virgílio Guimarães (MG) e Bruno Maranhão, dirigente do Movimento de Libertação dos Trabalhadores Sem-Terra (MLST) e líder do quebra-quebra ocorrido na Câmara dos Deputados, em 2006. Contra a reintegração foram escalados Valter Pomar, Carlos Alberto Árabe e Renato Simões, todos integrantes das tendências mais à esquerda. Berzoini e Maranhão, que votaram a favor da expulsão há cinco anos e meio, disseram que Delúbio "já pagou um preço muito alto".

O retorno de Delúbio ao PT foi um prêmio dado pelos integrantes do diretório nacional do partido à fidelidade do ex-tesoureiro, que jamais abriu a boca para fazer qualquer crítica aos dirigentes que defenderam a sua expulsão. Ele não fez qualquer revelação a respeito das operações bancárias irregulares fechadas em nome da direção do PT com o empresário Marcos Valério, do caixa 2 nas eleições de 2002 e de 2004 e da distribuição de dinheiro para parlamentares que votavam em projetos de interesse do governo.

Desde a expulsão, Delúbio portou-se como se fosse um soldado petista. Não abandonou nem a estrela. Criou uma revista, chamada de "Companheiro Delúbio", na qual fez sua defesa e exibiu-se ao lado do símbolo máximo do PT. Em 2009 tentou voltar ao partido, mas o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva impediu o retorno, com medo de que o ato contaminasse a eleição presidencial de 2010 e atrapalhasse a vitória de Dilma Rousseff.


POLITICA
PSOL tenta destituir presidente do Conselho de Ética do Senado
Da redação em 29/04/2011 21:06:53

O PSOL pretende iniciar na próxima terça-feira, 3 de maio, no plenário do Senado um movimento para tentar retirar João Alberto (PMDB-MA) da presidência do Conselho de Ética da Casa em virtude das denúncias contra o senador. Nesta sexta-feira, 29, reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo mostrou que o senador maranhense assinou atos secretos para criar cargos e aumentar salários quando integrou a Mesa Diretora do Senado entre 2003 e 2007. João Alberto é homem de confiança do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP).


O senador do PSOL Randolfe Rodrigues (AP) pretende procurar senadores de outros partidos para pedir a destituição do colega do cargo. "Para presidir o Conselho de Ética tem de ter precondições. A composição da comissão já não é adequada e a minha percepção é que podemos e devemos arguir sobre a suspeição do senador João Alberto presidir o Conselho devido ao seu histórico", disse Randolfe.

Ele afirmou que está consultando seus assessores para saber se existe no regimento alguma forma de pedir a destituição de João Alberto. "Nossa pretensão é entrar com um requerimento apontando essa suspeição, mas vamos ver corretamente o que o regimento permite fazer. O fato é que ele não tem condições de ser presidente porque para isso é preciso ter idoneidade."

A empolgação de Randolfe não contagia o veterano Pedro Simon (PMDB-RS). Adversário do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), Simon diz que não há o que fazer em relação a João Alberto. "Eu não compareci à eleição do Conselho de Ética, foi o protesto que pude fazer. Esse Conselho é capaz de tudo, lamentavelmente". Informações do Estadão.


DISTRITO FEDERAL
Eliana pedirá convocação de secretário
Da redação em 29/04/2011 20:07:28

Em função da ausência do secretário de Administração do GDF, Denilson Bento, da audência realizada hoje para debater o Plano de Saúde dos Servidores, a deputada Eliana Pedrosa (DEM) tomou uma decisão: vai pedir a convocação do secretário para prestar informações à Comissão de Economia, Orçamento e Finanças.

O secretário Denilson Bento não compareceu nem enviou justificativas para sua ausência, o que, para a deputada, revela a "covardia" das autoridades do DF, que se recusam até mesmo a debater o plano. Esse descaso, segundo Eliana, também pode ser constatado pelo fato de que, até o momento, o governo não nomeou o presidente do Instituto de Assistência à Saúde (Inas).

Outro ponto levantado pela deputada para demonstrar a falta de interesse em implantar o plano de saúde dos servidores foi a redução, pelo atual governo, de R$ 250 milhões para pouco mais de R$ 107 milhões, do orçamento previsto para o Inas no corrente exercício. Uma redução superior a 50% inviabiliza qualquer plano, segundo Eliana.

O deputado Agaciel Maia (PTC) relatou a experiência de que participou no Senado Federal - de onde é egresso como servidor de carreira -, para implantar o plano de saúde dos servidores do órgão, o SIS, por dois anos considerado o melhor do Brasil. Agaciel discorreu sobre os problemas enfrentados nessa implantação e afirmou que o governador Agnelo Queiroz (PT), como médico, tem condições de dar uma solução definitiva ao problema.

Para o deputado Olair Francisco (PTdoB), o GDF tem de entender que a força de um governo decorre do servidor e, como uma empresa, mesmo de natureza diferente, tem de oferecer a ele condições efetivas de trabalho e segurança. A implantação do plano de saúde não é uma opção, mas uma obrigação do governo, na opinião do deputado.

A crise na rede pública de saúde poderia ser amenizada com a implantação do plano de saúde do servidor do GDF, na opinião do presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do DF (Sindireta), Ibrahim Yusef. Com o plano, o GDF retiraria dos hospitais públicos os cerca de 600 mil usuários representados pelos servidores e seus dependentes, desafogando a rede.

O presidente da Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), Roberto Kupski, mostrou a viabilidade dessa implantação, tomando como referência os 14 planos de saúde dos fiscos estaduais, montados às custas das entidades, e que não visam lucro, mas também não são deficitários. Kupski afirmou, ainda, que a implantação de um plano de saúde não cabe no plano de governo de apenas quatro anos.Diversos convidados se manifestaram durante a audiência, reforçando a necessidade de solução definitiva para a questão que se arrasta há muitos anos.Com informações da CLDF



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