Carregando...
 
 
Brasília-DF, 01 de Abril de 2012. Ano 8
Hoje
ABRIL/2012
D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30
Total de 33219 notícias
POLÍTICA
Políticos pessimistas com resultado da Operação Monte Carlo
Da redação em 30/04/2012 17:17:46

Tirando como base a Operação Caixa de Pandora, que caminha para o terceiro ano sem que o Ministério Público tenha denunciado ninguém, alguns políticos acreditam que a Operação Monte Carlo deve demorar uns 10 anos. Êta povinho pessimista...

E mais: muitos políticos acreditam que a divulgação de diálogos de terceiros está servindo apenas para destruir reputações e que não deve acrescentar nada as investigações. Os diálogos só tem certa validade em função da chancela da Política Federal e da autorização judicial. A conferir.


RIO DE JANEIRO
Garotinho tem mais munição contra Cabral
Enviado por Da redação (61) 9384-2015 em 30/04/2012 16:53:51

 O deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) deu apenas um sinal do que tem em mãos contra o governador do Rio, Sérgio Cabral. Ele publicou algumas imagens em seu blog mostrando a intimidade entre o governador Sérgio Cabral (PMDB) e o dono da Delta, Fernando Cavendish.

A previsão de aliados do ex-governador Garotinho é que vem mais coisas por aí. As ligações entre a construtora e o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foram reveladas pela Operação Monte Carlo, da Polícia Federal.


OPERAÇÃO MONTE CARLO
Gravação mostra ligação de grupo de Cachoeira com deputados distritais do DF
Da redação em 30/04/2012 15:28:48

 Do G1 DF/DFTV

Gravações feitas pela Polícia Federal na operação Monte Carlo mostram que os negócios do grupo do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, podem ter orientado o voto de deputados distritais na Câmara Legislativa.  No dia 15 de junho do ano passado, o deputado Raad Massouh (PPL) apresentou uma emenda ao projeto de lei que prevê a instalação de postos de combustíveis em supermercados e shoppings.
 
Pela emenda, só seria permitida a abertura de postos por empresas que conseguissem a licença depois da aprovação da lei – ficariam de fora as grandes redes que já têm postos instalados, mas que ainda não estão em funcionamento.
 
As investigações da PF mostram que o grupo ligado a Cachoeira teria interesse em aprovar a emenda. Em gravação feita com autorização judicial na tarde em que a emenda seria votada, José Olímpio Queiroga – apontado como um dos chefes do grupo de Cachoeira – é cobrado por um homem identificado como Ricardo Porto, que pergunta porque o deputado Agaciel Maia (PTC) não votaria a favor da emenda como teria sido combinado previamente.
 
Ricardo: “Rapaz, ele assinou do lado contrário à gente. Cara, cê acredita? Tô te falando cara”
 
José Olímpio: “Ah, mas cê tá brincando!”
 
Ricardo: “Tô te falando! Contra a gente! O Agaciel vai se queimar à toa, cara”
 
As gravações da PF mostram que, em seguida, Olímpio telefonou para o deputado distrital.
 
José Olímpio: “Alô, deputado, como é que tá você?”
 
Agaciel Maia: “Tô bem, graças a Deus. E você?”
 
José Olímpio: “O meu amigo Marcola, Ricardo Porto ligaram agora! Rapaz, cadê aquele seu amigo lá? Você não tá contra o Raad”
 
Agaciel Maia: “E não votei favorável, rapaz? (...) Eu ainda tirei um voto que era deles: o (deputado) Cristiano Araújo (PTB). (...) Agora, eu fiz aquele discurso, esculhambei com todo mundo e tal, mas votei a favor!”

O deputado Raad Massouh informou que não conhece Carlos Cachoeira e nem José Olímpio e que nunca fez qualquer acordo com os dois para a elaboração da emenda.
 
Por telefone, o deputado Agaciel Maia disse que nunca sofreu interferência ou fez qualquer compromisso para votar na Câmara Legislativa em favor do grupo de Cachoeira. Maia afirmou ainda que a emenda era a favor da quebra de monopólio.

 O deputado Cristiano Araújo, citado no telefonema, não foi encontrado pela reportagem da TV Globo para comentar o assunto. José Olímpio Queiroga Neto foi preso durante a operação Monte Carlo e está detido no complexo penitenciário da Papuda.

Nota do deputado distrital Chico Vigilante

Com muito pesar, verdadeira tristeza, venho a público me manifestar sobre a denúncia que foi ao ar no DFTV 1ª edição desta segunda-feira (30 de abril). Poderia dizer que não me causa surpresa, mas estou sim estupefato, apesar de ter dito e repetido diversas vezes que o crime organizado estava por trás da aprovação do projeto de lei complementar no 01/2011, de minha autoria, na Câmara Legislativa.

a denúncia confirma aquilo que eu bradei aos sete ventos por ocasião da tentativa de aprovação da emenda 8. A minha suspeita era exatamente esta e ela se confirma agora: esta é a força dos agentes do cartel.

Quantas vezes, nesta que é uma luta que travo sozinho desde à época da CPI dos Combustíveis, tenho falado da existência de um grupo ligado ao crime organizado combatendo duramente a aprovação do PLC 01/2011, que prevê a instalação de postos de combustíveis nas imediações dos supermercados aqui no DF.

O objetivo do PLC é um só: aumentar a concorrência no setor de combustíveis aqui no DF, quebrar o cartel e reduzir os preços a exemplo do que aconteceu em outras cidades do País e no exterior, como apontam estudos do Ministério da Justiça.

Chico Vigilante (PT)

Líder do Bloco PT/PRB na Câmara Legislativa

 Cristiano Araújo - Em relação a matéria divulgada nesta tarde, que cita trechos de escutas telefônicas realizadas pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Monte Carlo,que envolvem integrantes da Câmara Legislativa do DF, a assessoria do deputado Cristiano Araújo informa que ele é um dos 13 subscritores da emenda substitutiva apresentada ao projeto de lei 001/2011 - que defende a instalação de postos de combustíveis em estacionamentos de supermercados.

O deputado afirma não ter conhecimento de nenhuma motivação, além das convicções dos parlamentares, para a aprovação da proposta. Para o parlamentar, a emenda corrige imperfeições do projeto original, preservando os consumidores do DF de eventuais monopólios no setor de combustíveis.

Esclarecemos ainda que o parlamentar desconhece as pessoas envolvidas na investigação e acredita que seu nome foi citado fora de contexto pelo deputado Agaciel Maia.


GOVERNO FEDERAL
Brizola Neto é o novo ministro do Trabalho
Da redação em 30/04/2012 14:39:36

O deputado Brizola Neto (PDT-RJ) foi confirmado para o Ministério do Trabalho pelo Palácio do Planalto. Em nota divulgada nesta segunda, a presidente Dilma Rousseff manifestou confiança de que Brizola Neto ex-secretário do Trabalho do Rio de Janeiro, ex-vereador, deputado federal pelo PDT, prestará grande contribuição ao País.

A presidente agradeceu ainda a importante colaboração do ex-ministro do Trabalho e presidente do PDT, Carlos Lupi, que esteve à frente do ministério no primeiro ano de seu governo e ao ministro interino, Paulo Roberto dos Santos Pinto, "na consolidação das conquistas obtidas pelos trabalhadores brasileiros nos últimos anos". A posse de Brizola Neto será na quinta-feira. Informações do Estadão.


OPERAÇÃO MONTE CARLO
Bicheiro conseguiu avião para Cavendish
Da redação em 30/04/2012 11:23:24

O Globo

O contraventor Carlinhos Cachoeira providenciou a liberação de um avião para prestar ajuda ao ex-presidente da Delta Fernando Cavendish, após o acidente de helicóptero que causou a morte da mulher do empresário, em junho de 2011. O pedido foi feito a Cachoeira um dia após a tragédia, no litoral baiano, pelo ex-diretor da Delta no Centro-Oeste, Cláudio Abreu, preso pela Polícia Civil do Distrito Federal na semana passada. A aeronave foi emprestada pelo suplente do senador João Ribeiro (PR-TO), Ataídes de Oliveira (PSDB-TO), amigo de Cachoeira e, à época, no exercício do mandato no Senado.
 
O objetivo do empréstimo do avião, de acordo com conversa telefônica interceptada pela Polícia Federal entre Cachoeira e Ataídes, era conduzir Cavendish e Cláudio Abreu da Bahia rumo ao Rio de Janeiro. Na Bahia, antes do acidente, Fernando Cavendish comemoraria seu o aniversário na companhia de familiares e amigos, como o governador do Rio, Sérgio Cabral. A tragédia resultou na morte de sete pessoas. O ex-presidente da Delta vem sustentando que desconhecia a ligação entre Cláudio Abreu e o grupo do bicheiro Cachoeira.
 
Abreu faz o pedido a Carlinhos Cachoeira em 18 de junho, sábado. O ex-executivo da Delta aparece como o porta-voz de uma solicitação do diretor de operações da empresa no Rio, Dionisio Janoni Tolomei, que estaria enfrentando dificuldade para encontrar uma aeronave disponível na cidade do Rio.
 
— Será que seria demais pedir o avião do Ataíde emprestado, cara? — pede Abreu.
 
— Pode ligar para ele aí. Liga aí — autoriza Cachoeira.
 
— Tá uma dificuldade. (...) O diretor lá do Rio, o Dionísio, me pediu ajuda. Tá pedindo até pra mim ir pra lá (Bahia). Tô combinando de ir para lá amanhã, pela manhã — explica Abreu.
 
Em outra ligação, logo após o próprio Cachoeira telefonar para o então senador Ataídes e pedir o empréstimo do avião, Abreu lamenta profundamente o acidente e pede ao contraventor que envie uma mensagem de condolências para Fernando Cavendish.
 
— Mandei uma mensagem para ele. Depois você manda uma mensagem também. Telefone, ele não tá atendendo, mas mensagem ele tá respondendo. Me emocionei com a mensagem que ele me respondeu — relata Abreu.
 
Na conversa com Ataídes de Oliveira para pedir a aeronave emprestada, Carlinhos Cachoeira explica que “Fernando” está acompanhado do governador do Rio, Sérgio Cabral. Porém, não menciona se a aeronave serviria ou não para transportar também Sérgio Cabral.
 
— O Cláudio (Abreu) ligou mais cedo, contando a história do Fernando. Eu falei: “Caramba, meu Deus” — relata Ataídes.
 
— Tava lá com o governador do Rio. O Sérgio.... como é que chama? — questiona Cachoeira.
 
— É o bom de fala. O Sérgio Cabral. Você não vai, não? — pergunta Ataíde.
 
— Não. É só o Cláudio. O Cláudio vai lá no Fernando. E o Fernando vai no Rio com o Cláudio, entendeu? — explica o contraventor.
 
Os advogados de Carlinhos Cachoeira e da Delta Construções vêm afirmando que não podem se manifestar sobre conversas telefônicas interceptadas dentro do processo judicial, divulgadas de forma pinçada e descontextualizada. Ontem, a reportagem procurou Ataídes de Oliveira, porém ele não retornou aos contatos até o fechamento desta edição.


INTERNACIONAL
Vaticano teria recebido mais de R$ 1 milhão para enterrar mafioso em basílica
Da redação em 30/04/2012 11:18:05

Michael Day, do Independent

O Vaticano enfrenta uma grande controvérsia sobre o enterro de um notório chefe mafioso ocorrido 22 anos atrás, com novas informações de que a Igreja teria aceitado um bilhão de liras (mais de R$ 1,245 milhão), a antiga moeda italiana, como pagamento de uma viúva para permitir o enterro de seu marido em uma basílica, ao lado de antigos papas.
 
Uma fonte da Santa Sé contou à agência de notícias italiana Ansa que “apesar da relutância inicial”, o então vigário-geral de Roma, o cardeal Ugo Poletti, “face a um montante tão conspícuo, deu sua benção” para o controverso sepultamento de Enrico De Pedis, chefe do grupo mafioso Banda de Magliana, da capital italiana. O dinheiro teria sido usado em missões e na restauração da Basílica de São Apolinário, onde De Pedis foi colocado, ao lado de papas e cardeais, após seu assassinato em 1990.
 
As informações, que não foram comentadas pelo Vaticano, podem explicar como um notório criminoso foi enterrado em um local considerado sagrado. Na semana passada, para combater as crescentes críticas e ajudar a resolver o mistério que perdura sobre o assassinato há 20 anos, as autoridades do Vaticano decidiram retirar os restos mortais de De Pedis de sua cripta especial.
 
A pressão aumentou no início deste mês, quando o procurador Giancarlo Capaldo afirmou que os altos funcionários do Vaticano sabiam muito mais do que revelavam sobre as ligações do chefe da Magliana com a Santa Sé e sobre o suposto sequestro e assassinato de Emanuela Orlandi, filha de 15 anos de um funcionário do Vaticano, em 1983.
 
— Há pessoas que ainda estão vivas, e ainda estão dentro do Vaticano, que sabem a verdade — afirmou Capaldo.
 
Alguns acreditam que o pai de Emanuela tinha provas ligando o Banco do Vaticano, Istituto per le Opere di Religione, ao crime organizado, e que ela foi pega para mantê-lo em silêncio. A teoria é de que De Pedis, que foi morto a tiros em 1990, organizou o sequestro.
 
Nas últimas duas décadas, houve especulações de que os restos mortais de Emanuela foram postos junto ao túmulo do criminoso. Pietro Orlandi, irmão da adolescente, integra o grupo dos que pedem para que o túmulo seja aberto.
 
O Vaticano — que enfrenta fortes críticas após uma série de escândalos — negou as acusações e deu a entender que os investigadores poderão testemunhar a reabertura da cripta, em uma tentativa de aplacar os rumores.
 
— Parece que nada foi escondido e não há segredos do Vaticano a serem revelados — afirmou Federico Lombardin, porta-voz do Vaticano.
 
Aparentemente, Enrico De Pedis será transferido para um destino menos badalado. O local deve ser decidido em um encontro. Mesmo que os restos mortais de Emanuela não sejam encontrados no túmulo, o mistério que ronda seu desaparecimento permanecerá. O Globo.
 
Outras teorias sobre o destino de Emanuela também existem. Uma, mais palatável para o Vaticano, sugere que membros da Magliana a entregaram a extremistas turcos, que queriam usá-la como objeto de barganha para conseguir libertar Mehmet ALi Agca, o atirador turco que tentou matar o Papa João Paulo II em 1981.
 
Mas outras pessoas acusam Paul Marcinkus, o ex-chefe do Banco Vaticano que caiu em desgraça e que esteve envolvido com a falência do Banco Ambrosiano, o maior banco privado da Itália, em 1982.
 
Pouco depois de o escândalo vir à tona, o presidente do Banco Ambrosiano, Roberto Calvi, foi encontrado enforcado embaixo da ponte Blackfriars, em Londres.


RADAR ON-LINE (VEJA)
Em troca de suborno, veja o que a testemunha teria de falar sobre Durval Barbosa
Da redação em 30/04/2012 11:11:25

Ex-secretária de Durval Barbosa nos tempos de governo de José Roberto Arruda, Danubia Vieira detalhou à Polícia Civil do DF o que teria de falar sobre Barbosa, caso tivesse aceitado a proposta de suborno de sua ex-mulher Fabiani.

Segundo o depoimento, Fabiani queria que Danubia sustentasse perante um psicólogo da polícia que “Durval era promíscuo e gostava muito de sexo”. A declaração serviria para complicar a vida de Barbosa no processo que responde por pedofilia.

Por Lauro Jardim


POLÍTICA
Maia diz que ‘CPMI de Cachoeira vai ser explosiva’
Da redação em 30/04/2012 09:48:40

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), disse ontem,  no Fórum de Comandatuba, na Bahia, que acredita que os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga a rede de influência comandada pelo contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira sejam concluídos até agosto. “Quatro meses de CPI são suficientes, se o processo for bem conduzido”.

Maia se revela preocupado com o andamento da CPMI. “Será explosiva”, diz. "Uma coisa são essas pessoas (os acusados) dando depoimento à Polícia Federal, que é uma coisa fechada, outra é uma investigação a portas abertas. Vai haver contradições, perguntas de todos os lados e detalhes que não estão nas investigações serão revelados.


OPERAÇÃO MONTE CARLO
PF: aliado de Cachoeira diz que orientou diretor da Veja em matéria sobre Agnelo
Da redação em 30/04/2012 09:27:47

Do R7

Em uma das gravações feitas pela Polícia Federal, à qual o R7 teve acesso, Cláudio Abreu , ex-diretor da Delta Construções, diz que deu orientações a um dos redatores-chefes da revista Veja, Policarpo Júnior, para produção de uma reportagem sobre Agnelo Queiroz (PT-DF). Dias antes, foi publicada uma denúncia sobre a atuação do governador na operação Caixa de Pandora, que derrubou o antecessor e rival José Arruda (ex-DEM).

Aparentemente, o grupo de Cachoeira tentava abastecer a revista com informações que interessavam a seus negócios. Entre o dia 29 e 30 de janeiro, membros do grupo discutem a repercussão da matéria e usam a história para pressionar o governo para o cumprimento de uma promessa não identificada pelo inquérito da PF. A íntegra do documento sobre o caso foi divulgado na sexta sexta-feira (27) pelo site Brasil 247 e traz parte das gravações feitas pela polícia na operação Monte Carlo, que começou em 2008 e investigou a quadrilha que explorava jogos ilegalmente chefiada por Cachoeira.
 
Uma das armas do grupo é o senador Demóstenes Torres (DEM), que deu declarações – e poderia dizer mais – à imprensa a respeito do caso.

Em conversa telefônica do dia 30 de janeiro, Dadá – Idalberto Matias de Araujo, o braço direito de Cachoeira – diz a um interlocutor identificado como Andrezinho que sabia da reportagem na Veja antes da publicação e que tinha pedido para o chefe “provocar para que o senador [Demóstenes Torres] fosse ouvido na matéria”.
 
No mesmo dia, Cachoeira pergunta a Dadá:

- Será que ele [Agnelo] cai?
 
Nesta degravação, a Polícia Federal especifica que eles comentam sobre a reportagem da Veja que trata do caso do governador do DF.
 
A estratégia dos dois era continuar “batendo” do governador até que ele resolvesse certo problema. Outra possibilidade que Dadá levanta é arquitetar a queda de Agnelo em três ou quatro meses para que o vice-governador, Tadeu FIlipelli, assumisse.
 
- Aí ele resolve nossa vida, né possível! (sic)
 
Em outra gravação, do mesmo dia, Cláudio Abreu comemora possivelmente as denúncias contra Agnelo. O ex-diretor da Delta comenta:
 
- Arrebentou hein, o bicho arrebentou, hein.
 
Carlinhos confirma.
 
- Foi bom demais, hein.
 
Abreu fala sobre atuação junto a PJ, provavelmente se referindo a Policarpo Junior, jornalista da Veja.
 
- Mas eu já tinha falado isso pro PJ lá: ‘PJ, vai nesse caminho bicho. Se o PJ for em cima do cara que eu falei, do ‘alcoforado’ (?), rapaz do céu, vai estourar trem pra c****.
 
Nos grampos efetuados pela PF, aparecem telefonemas de Cachoeira para o diretor da revista em Brasília. O deputado federal Fernando Ferro (PT-PE), defendeu que o empresário Roberto Civita, proprietário da Editora Abril, seja convocado para depor na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) aberta no Congresso sobre o caso.

Em 30 de março, Reinaldo Azevedo, colunista da revista, saiu em defesa de Policarpo, dizendo que “vem sendo vítima de uma campanha asquerosa, movida por bandidos”. Segundo Azevedo, “o chefe da Sucursal da Veja em Brasília falou, sim, com Cachoeira e seus ‘auxiliares’ muitas vezes. Ele e quase todos os jornalistas investigativos de Brasília. Em todas elas, estava em busca de informações que resultaram em reportagens que, de fato, derrubaram muita gente. Ousaria dizer que muitos milhões, talvez bilhões, de dinheiro público deixaram de sumir pelo ralo da corrupção em razão do trabalho de Policarpo”.


OPERAÇÃO MONTE CARLO
Vídeos mostram ligação de Cachoeira com policiais
Da redação em 30/04/2012 09:20:32

Vídeos feitos pela Polícia Federal durante a operação Monte Carlo mostram as ligações entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira e policiais acusados de corrupção. No dia 3 de maio, o delegado Fernando Byron, apontado como um dos principais informantes de Cachoeira, prometeu assumir o controle de uma ação que seria realizada pela PF de Anápolis, em Goiás, para combater o jogo ilegal. No dia seguinte, Byron e cachoeira voltam a se falar e marcam um encontro. A polícia registrou o delegado deixando o carro de cachoeira e entrando no seu. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Outro que foi flagrado pelas câmeras da Polícia Federal foi o agente Anderson Drumond, que era chefe da Divisão de Serviços Gerais da PF e está afastado das funções, assim como o delegado Byron. O órgão dava apoio logístico às operações policiais com o fornecimento de viaturas e caminhões. A PF diz que Anderson tinha a função de informar o grupo de Cachoeira sobre operações e recebia R$ 5 mil mensais de Lenine, braço direito de Cachoeira. No dia 6 de junho de 2011, a PF filmou Anderson recebendo Lenine na sede da própria polícia, em Brasília. Em outra ocasião, a PF flagrou um encontro com a ex-servidora da prefeitura de Luziânia, Sônia Regina de Melo. O encontro que seria para uma possível entrega de propina foi marcado para uma igreja. A defesa de Cachoeira disse desconhecer os vídeos, os defensores do agente da PF afirmaram que os vídeos em que ele aparece "são retirados do contexto e não provam qualquer conduta criminosa". O jornal tentou entrar em contato com a servidora Sônia Regina de Melo e com Fernando Byron, mas não obteve resposta.


OPERAÇÃO MONTE CARLO
Em gravação, Demóstenes diz que conseguiu voto de juíz do STJ
Da redação em 30/04/2012 09:18:14

O senador Demóstenes Torres (sem partido, ex-DEM) pediu a vários ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) a anulação de um processo contra um aliado do contraventor Carlinhos Cachoeira. Gravações da Polícia Federal mostram que na véspera do julgamento, em junho do ano passado, o senador telefonou para Cachoeira para pedir novamente o número do processo, para continuar o lobby. Segundo informações do jornal O Globo, o caso estava registrado na Segunda Turma e o ministro Mauro Campbell Marques foi o único a votar pela anulação do processo contra Amilton Batista Faria (PTB), presidente da Câmara de Vereadores de Anápolis, em Goiás. Batista foi condenado em Goiás por contratar servidor fantasma e tentou recorrer no STJ, com a ajuda de Demóstenes e Cachoeira.

"Tô chegando aqui. Aquele ministro que nós pedimos, votou com a gente. O outro votou contra. Então, tá um a um", avisou Demóstenes. O contraventor mandou o senador continuar com as tentativas. "Tem que pedir os outros, né. Agora é decisivo aí", ordena o bicheiro. Ouvido pelo jornal, o ministro Campbell, único a votar a favor da anulação, negou que o senador tenha pedido seu voto. "Ele não me pediu o conteúdo de voto algum. Eu não teria constrangimento em te afirmar isso categoricamente. Necessariamente não houve pedido. Sequer disse qual era o motivo que se discutia nos autos. Não chegamos nem a esse ponto. A audiência foi curta. Ele pediu apenas preferência", disse o ministro, que afirmou ter votado pela anulação por convicção jurídica.Informações do Terra.


OPERAÇÃO MONTE CARLO
Escuta da PF liga Cachoeira a título de 2011 da Beija-Flor
Da redação em 29/04/2012 21:08:40

A Polícia Federal flagrou, na Quarta-feira de Cinzas do ano passado, uma conversa do bicheiro goiano Carlinhos Cachoeira que indica que o título de 2011 da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis teria sido uma "mutreta". De acordo com o inquérito enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a vitória da agremiação fluminense seria proveniente de um "tipo de negócio" com o contraventor.
 
O inquérito traz um comentário da Polícia Federal sobre a ligação, que foi feita às 18h29 do dia 9 de março de 2011, a Quarta-feira de Cinzas do Carnaval do ano passado. Segundo a PF, o telefonema é entre Cachoeira e um homem identificado como Santana.
 
"Falam sobre a vitória da BEIJA-FLOR, a escola de samba na qual CARLINHOS tem um tipo de ‘negócio‘. CARLINHOS confirma que teve mutreta para obterem (sic) a vitória. Combinam de tomar café amanhã e chamar ELIAS que é jornalista", diz a íntegra da descrição.
 
No ano passado, a Beija-Flor de Nilópolis ganhou a competição entre as escolas de samba com um samba-enredo que homenageou o cantor Roberto Carlos. O Terra contatou membros da Beija-Flor no barracão da escola, mas foi informado de que a agremiação só se manifestaria depois do feriado.
 
Carlinhos Cachoeira
Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.

Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram contatos entre Cachoeira e o senador democrata Demóstenes Torres (GO). Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais.

Nos dias seguintes, reportagens dos jornais Folha de S.Paulo e O Globo afirmaram, respectivamente, que o grupo de Cachoeira forneceu telefones antigrampos para políticos, entre eles Demóstenes, e que o senador pediu ao empresário que lhe emprestasse R$ 3 mil em despesas com táxi-aéreo. Na conversa, o democrata ainda vazou informações sobre reuniões reservadas que manteve com representantes dos três Poderes.

Pressionado, Demóstenes pediu afastamento da liderança do DEM no Senado em 27 de março. No dia seguinte, o Psol representou contra o parlamentar no Conselho de Ética e, um dia depois, em 29 de março, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski autorizou a quebra de seu sigilo bancário.

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), anunciou em 2 de abril que o partido havia decidido abrir um processo que poderia resultar na expulsão de Demóstenes, que, no dia seguinte, pediu a desfiliação da legenda, encerrando a investigação interna. Mas as denúncias só aumentaram e começaram a atingir ouros políticos, agentes públicos e empresas. 

Após a publicação de suspeitas de que a construtora Delta, maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos, faça parte do esquema de Cachoeira, a empresa anunciou a demissão de um funcionário e uma auditoria. O vazamento das conversas apontam encontros de Cachoeira também com os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás. Em 19 de abril, o Congresso criou a CPI mista do Cachoeira.Informações do Terra.


OPERAÇÃO MONTE CARLO
Cachoeira ameaçou romper com Marconi Perillo
Da redação em 29/04/2012 19:14:06

 Em meados do ano passado, contrariado com a perda de contratos da Delta no entorno do Distrito Federal, Carlinhos Cachoeira ameaçou romper a aliança que dizia ter com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Avisado por um interlocutor de ambos, Marconi teria tentado marcar uma audiência privada com o contraventor para resolver o impasse. Os diálogos, gravados pela Polícia Federal durante a Operação Monte Carlo, ocorreram em julho. Após afirmar, em discurso na companhia de saneamento de Goiás (Saneago), que iria acabar com o monopólio da Delta, Marconi provoca a ira de Cachoeira e Demóstenes Torres, que o chamam de “maluco” e “vigarista” e asseguram que jogarão duro com ele. Dias depois, Marconi teria mandado dizer a Cachoeira que houve um mal entendido.

 O bicheiro demonstra indignação em 14 de julho, após saber do discurso de Marconi pelo vereador de Goiânia Santana Gomes (PMDB). A indignação é compartilhada com o ex-diretor da Delta Cláudio Abreu, o ex-presidente da Câmara de Goiânia e braço direito de Cachoeira, Wladimir Garcez, e Demóstenes, que orienta sobre o tratamento que deve ser ado ao governador.
 
— Professor, você não fraqueja aí não, pô. Os caras têm que mandar um recado duro pra ele. Manda o Edvaldo (Edvaldo Cardoso, ex-presidente do Detran) entregar o cargo, que ele (Marconi) vai ficar doido nesse trem. Esse cara não tem jeito, não. Ele cada hora fala um trem, pô. Joga leve não. Joga pesado, não deixa barato esse trem não. Ele é desqualificado demais. Essa foi de pé no saco — explica Demóstenes, que se diz estupefato com as declarações de Marconi contra a Delta: — Tem que ter respeito né rapaz... esse cara... É maluco, né? Só pode... porque bêbado naquela hora da manhã não tava.
 
— A gente tem que explodir esse vigarista — responde o bicheiro.
 
Após a conversa, Cachoeira segue os passos de Demóstenes. Após duas audiências agendadas e desmarcadas, Marconi teria recebido Edvaldo no gabinete. Na saída, Edvaldo liga para Cachoeira:
 
— Me recebeu lá na salinha lá... Falou que houve um mal entendido aí, que não foi dessa forma (o discurso), e que quer falar é com você. (...) Ele quer falar com você quinta-feira. Ele quer só você e ele, na minha casa.
 
Mas, seguindo a orientação de Demóstenes de jogar duro, no dia 21 de julho Cachoeira manda Edvaldo informar que não poderá ir ao encontro:
 
---- (Para o governador) sentir que tô contrariado.
 
Mais tarde, Cachoeira quer saber a reação de Marconi. Edvaldo responde:
 
— Ele quer falar com você. Que quer te atender, que gosta de você, tal e tal. Ele quer uma conversa ele e você.
 
Governador de Goiás nega compromisso com bicheiro
 
Por meio de sua assessoria de imprensa, o governador de Goiás, Marconi Perillo, afirmou que “nunca teve nenhum tipo de compromisso, com ele ou com quaisquer pessoas que não fosse de interesse público, e dentro de um projeto de governo em favor dos goianos e aprovado nas urnas numa disputa contra tudo e contra todos os poderosos de Goiás e do Brasil”.
 
Marconi Perillo ainda diz que “não confirma” os recados atribuídos a ele nas conversas entre Carlinhos Cachoeira e Edvaldo Cardoso, ex-presidente do Dentran. “Essa pergunta deve ser endereçada ao senhor Edvaldo Cardoso”, diz a assessoria.
 
PF vê ligações entre Cachoeira e governador
 
A relação entre Carlinhos Cachoeira e Marconi Perillo remonta à conta de água da casa onde a mulher do contraventor morou provisoriamente em Goiânia. Em agosto de 2011, Carlinhos Cachoeira liga indignado para o seu braço direito, o ex-vereador de Goiânia Wladimir Garcez, para reclamar do corte do fornecimento de água na casa onde Andressa estava morando — segundo a PF, uma residência que “pertencia ao governador em sociedade com Carlinhos Cachoeira”. A casa foi vendida ao professor Valter Paulo, empresário de renome no estado.
 
A gravação começa com Wladimir relatando ao bicheiro as providências:
 
— Ô chefe. Ele tá ligando lá pro menino pra mandar religar (a água). Vai ligar pro gerente lá pra ver como é que faz. Conversei com próprio Julinho (Júlio Vaz, diretor financeiro da Saneago). Mas deixa eu te falar, não é só tirar o lacre lá, não?.
 
Cachoeira diz que não vai mexer com isso, mas diz que o comunicado de corte pode até provocar demissões na companhia de água:
 
— Outra coisa: R$ 40, rapaz, (na) casa do governador. E emite um papel de corte ... pega um papel desse aqui, demite todo mundo lá.
 
De acordo com a PF, a conta de água continuava em nome de Marconi Perillo, mesmo com a mulher de Cachoeira já morando lá.
 
No inquérito encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirma, como uma censura, que o governador Perillo mantém amizade com pessoa “que já foi alvo de escãndalo nacional, cuja atuação no ramo de exploração ilegal de jogos de azar não é nenhum segredo”.
 
Escutas telefônicas feitas pela PF revelam que era forte e cotidiana a ligação do grupo de Cachoeira com funcionários do governo de Goiás, levando à demissão de três servidores ligados a Marconi: a sua ex-chefe de gabinete Eliane Pinheiro; o presidente do Detran, Edivaldo Cardoso; e o procurador-geral do estado, Ronald Bicca. Informações de O Globo.


OPERAÇÃO MONTE CARLO
Demóstenes negociou nome de aliado de Cachoeira para Receita
Da redação em 29/04/2012 19:03:14

O conjunto de gravações da Polícia Federal sobre as relações entre Demóstenes Torres (sem partido-GO) e o bicheiro Carlinhos Cachoeira mostram que em março de 2011 o senador tentou indicar uma pessoa ligada ao bicheiro, a pedido dele, para os quadros da Receita Federal. Esse era o período em que Demóstenes estava aprofundando seus laços com o braço internacional da quadrilha, mantendo contato e fechando negócios com o argentino Roberto Coppola, apontado pela PF como um “mega empresário argentino do caça-níqueis” e consultor de Cachoeira na Argentina e Uruguai.

 Para tentar pôr um nome de Cachoeira na Receita, mesmo sendo um dos principais líderes da oposição, Demóstenes procurou o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), ex-ministro da Fazenda e ex-secretário da Receita. O diálogo gravado pela PF mostra que Dornelles não aceitou ajudá-lo, frustrando a quadrilha:
 
— (Dornelles) diz que não tem nenhuma influência lá. Eu falei “mas e se houver, você apoia uma indicação?” Ele falou assim “o Fisco não recebe indicação política. Não recebe indicação política”. Ou seja, o cara lá deve ser dele, mas ele não quis assumir — diz Demóstenes para Carlinhos.
 
Não satisfeito, Cachoeira faz uma lista de pedidos:
 
— É verdade.... O cara da Anvisa, você podia ligar pra ele pra mim... E o Pagot também... Vê essas duas coisas aí — pede o bicheiro.
 
Demóstenes também defendeu os interesses comerciais de Cachoeira fora da região Centro-Oeste. O senador se comprometeu a ir a Santa Catarina receber Coppola. O telefonema é de 17 de março de 2011. Cachoeira faz o pedido, sem cerimônia:
 
— O Roberto, o argentino, ele vai tá lá. Ele vai tá lá em Santa Catarina. Você podia receber ele lá um pouquinho pra mim. Sábado de manhã. Vê com ele pra mim.
 
— Vejo — diz Demóstenes.
 
Em outra gravação, feita em 13 de agosto, Cachoeira liga para Lenine Araújo de Souza, seu braço-direito. Lenine diz que está no restaurante Porcão em Brasília, com Coppola. Em seguida, Lenine repassa o telefone para o argentino, que, após cumprimentos protocolares, avisa que está acertado um negócio envolvendo Demóstenes:
 
— Escuta, o negócio do Demóstenes, ela (sic) está para o final do mês. Estou mandando.
 
— Ah, excelente. Ele perguntou ontem — afirma Cachoeira.
 
Em outra gravação, Cachoeira pede a um de seus funcionários para que usasse a suposta influência de uma aliada junto ao ex-premier italiano Silvio Berlusconi, para que Demóstenes fosse convidado a visitar a Itália e faturasse politicamente com a decisão do governo brasileiro de não extraditar Cesare Battisti.
 
Segundo a PF, Demóstenes foi usado pela quadrilha até para pedir que policiais envolvidos em grupos de extermínio fossem transferidos de um presídio em Mato Grosso para Goiás.Informações de O Globo.


FUTEBOL
América-MG vence o Cruzeiro novamente e vai para a final do Mineiro
Da redação em 29/04/2012 18:59:49

Cruzeiro e América-MG fizeram mais um clássico eletrizante em Sete Lagoas. Com um gol nos acréscimos de Fábio Júnior no segundo tempo, a equipe verde e negra conquistou nova vitória sobre o adversário, agora por 2 a 1. O time celeste ainda desperdiçou uma penalidade com o artilheiro Wellington Paulista, bem defendida pelo veterano goleiro Neneca . O clima esquentou no fim do jogo, com provocações e quase briga.

 Com o resultado, o América-MG encara agora o rival Atlético-MG na grande final do Mineiro. A decisão já começa no próximo fimde semana, em local a ser definido.  "Futebol se ganha dentro de campo. Falaram muito, mas quem ganhou os dois jogos foi o América-MG. Agora ninguém pode falar nada", provocou o atacante Fábio Júnior.



< Anterior | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | Próximo >
443 registros

Edição:


Sem frase

Sem enquetes no momento.

Sem broncas

Enviar bronca
MP3 Player


Iniciar sessao