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Brasília-DF, 01 de Maio de 2006. Ano 2
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Senador denuncia desvio de recursos públicos no TO
Enviado por Carlos Honorato em 30/05/2006 22:36:44


Da Agência Senado


O senador Eduardo Siqueira Campos (PSDB- TO), em discurso em Plenário nesta terça-feira, denunciou desvio de R$ 25 milhões em recursos públicos feito pelo Instituto Geral de Previdência Social do Estado do Tocantins.

Segundo o senador, o instituto teria contratado a Corretora Euro, acusada pela Comissão Parlamentar de Inquérito Mista dos Correios, de ser a responsável pela quebra de, pelo menos, três fundos de pensão, para negociar ações do Tesouro Nacional por valores inferiores a seu valor de mercado. Os recursos que estariam sob a custódia do Banco do Brasil teriam sido transferidos para outros bancos.

"Quem está fazendo esta fraude já não imagina precisar da Previdência. Os funcionários do estado do Tocantins precisam", disse o parlamentar.



Jefferson: 'Fui procurado para fazer mais denúncias ao PT'
Enviado por Carlos Honorato em 30/05/2006 22:34:51


O ex-deputado e ex-presidente do PTB Roberto Jefferson confidenciou que foi procurado por um advogado do banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, para fazer denúncias contra o PT. Jefferson participou no início da madrugada desta terça do programa Roda Viva, da TV Cultura.

"Na época das denúncias (do mensalão), fui procurado por um advogado de Dantas, por uma deputada, querendo um encontro, que ele queria me municiar, me dar documentos para colocar à opinião pública", afirmou Jefferson. Ele disse não saber que documentos eram esses.

Jefferson afirmou que não aceitou o suposto convite de Dantas. "Eu disse que não queria. Ia levar minha luta pelo que eu sabia e tinha vivenciado", afirmou.

O ex-deputado também comentou o temor que Dantas provocaria, tanto entre políticos do governo Lula, quanto do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). "Dantas deve ter alguma relação que permita a ele ameaçar tanto a oposição quanto a governo", disse. Dantas acusa o governo Lula de ter cobrado cerca de US$ 50 milhões em propina do seu banco.

Ainda segundo o ex-presidente do PTB, foi feito "um acordão entre PSDB, PFL e PT" para impedir a convocação de Dantas na CPI dos Bingos, no dia 23 de maio. O acordo, de acordo com ele, foi feito para livrar o governo atual e o de Fernando Henrique das denúncias do banqueiro. "Ele vem de participações recentes nas privatizações, nos fundos de pensão e atualmente na estrutura de relacionamento com o PT", afirmou.

Lula - Peça-chave das denúncias do mensalão, Jefferson discorreu sobre as repercussões causadas com a formação das CPIs e cassações de alguns deputados – inclusive a sua – , das decisões do Congresso, que inocentou 11 deputados até agora e novamente preservou o presidente Lula.

”Ele conseguiu se descolar do PT. Mas também esteve muito perto de ser cassado na época. Realmente creio que Lula não participou daquele esquema todo. Era uma coisa mais do José Dirceu, Antônio Palocci, Luiz Gushiken, José Genoino, Silvinho Pereira e do Delúbio Soares. E ele se surpreendeu realmente com isso", ressaltou Jefferson sobre a participação do presidente Lula no episódio da cooptação de deputados.

Roberto Jefferson, porém, não poupou o presidente no tocante às críticas de conduta. “Ele não gosta de administrar. Atua mais como um chefe de Estado. Os supostos ‘homens de confiança dele estão todos envolvidos em irregularidades de financiamento partidário”.

Conhecido pelas denúncias que apresentou, o ex-deputado disse que a oposição perdeu a oportunidade de pedir o impeachment do presidente Lula na hora em que Duda Mendonça chegou à CPI e confessou que recebeu a campanha do presidente com contas em paraíso fiscal fora do Brasil. "Se entra o impeachment, passava e até com o apoio da opinião pública, no ato de rendição do PT naquela revelação muito forte", prosseguiu.

"Mas todo mundo começou a dizer para deixar ele (Lula) ‘sangrando’ até as eleições", disse. "E passou o momento do impeachment, não tem mais condições de ser feito. "Embora reconheça que com as novas regras a campanha deva ficar mais barata este ano, Roberto Jefferson garantiu que o caixa dois deverá continuar firme e forte.

"A mobilização é feita muito no caixa dois. E não há nenhuma regra que impeça", ponderou o ex-deputado. "Pelo que eu estou vendo, as coisas deverão se repetir, não tão abusivamente como no passado, mas vão se repetir." Na opinião do deputado cassado, haverá uma tendência da população em não votar nos nomes marcados pelas investigações do mensalão.



Morais diz que prorroga CPI dos Bingos se houver 'manobra do governo'
Enviado por Carlos Honorato em 30/05/2006 22:33:05


O presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Bingos, senador Efraim Morais (PFL-PB) voltou ameaçar nesta terça-feira prorrogar os trabalhos da comissão até outubro, caso o governo apresente manobras políticas para modificar o relatório final da comissão. “Se houver um ‘rolo compressor’ para proteger figurões que estiveram ou estão no governo, vamos prorrogar a CPI por mais 120 dias”, afirmou o Morais, ao saber que um possível relatório paralelo ao do senador Garibaldi Alves (PMDB – RN). Se não houver alteração, a CPI será encerrada dia 24 de junho.

O senador descartou qualquer possibilidade de a CPI terminar sem um relatório por causa das divergências e fez mistério sobre se o resultado final será apresentado na próxima quinta-feira. "Não sei, isso é com o relator, mas acho que ainda tem novidades", disse ele sem fornecer detalhes.

Ainda de acordo com Efraim Morais, há informações de que o texto alternativo estaria sendo elaborado por pessoas de fora do Congresso, ou seja, que não têm relação com a comissão.

"Vamos reagir a qualquer tentativa de desqualificar o relatório de Garibaldi por meio de um relatório feito por pessoas que não participaram, de fora da comissão e que tem como objetivo proteger figurões que passaram ou estão no governo", disse.

A comissão foi impedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) de analisar os dados da quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico do presidente de Okamotto, a CPI dos Bingos encontrou uma forma de pedir seu indiciamento: apontará as denúncias de que o amigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva comandou, a partir de 1995, um esquema de desvio de dinheiro de prefeituras petistas para abastecer o caixa 2 do partido.

Desde o fim da manhã desta terça-feira, a CPI ouve o depoimento de Elza Buratti, ex-mulher do advogado Rogério Buratti, que denunciou o esquema de desvio de verbas em prefeituras petistas para montar o caixa 2 do PT durante a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002.



Renan Calheiros pede novas assinaturas para CPI
Enviado por Carlos Honorato em 30/05/2006 22:30:53


Durante a sessão, o presidente do Senado, Renan Calheiros, pediu que PV, PPS, e Psol elaborem novo pedido de criação de Comissão Parlamentar Mista de Inquérito para investigar as fraudes nas licitações para compra de ambulâncias superfaturadas e que podem ter o envolvimento de deputados e senadores. O motivo alegado por Renan foi que o pedido não obdece as normas regimentais ao classificar as assinaturas como "apoiadores" e não como "signatários".

Questionado pelo deputado Raul Jungmann (PPS-PE) se iria instalar a CPI, Renan Calheiros disse que sempre "obdeceu as normas regimentais" e, como o pedido estaria irregular, deu prazo de cinco dias para os partidos colherem novas assinaturas. "Caso entrasse com o mandato de segurança, o Supremo Tribunal Federal iria interferir e dizer que se trataria de questão interna da casa", disse Renan.

Após o anúncio do presidente do Senado, o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) ficou irritado e insultou Renan Calheiros na sessão. "Isso se tratava de um detalhe", disse. Segundo ele, ao apresentar um pedido de CPI, os parlamentares haviam consultado a secretaria da mesa e confirmado que estava tudo correto. Após um início de discussão, Renan desligou os microfones e encerrou a sessão.

Caso o presidente do Senado não aceitasse a instalação da CPI, parlamentares do PPS, PSOL e PV iriam ingressar nesta terça no STF (Supremo Tribunal Federal). Os partido poderiam acusar Renan Calheiros de omissão por não cumprir a Constituição, já que a CPI tem fato determinado e as assinaturas necessárias para funcionar.



Abadia convoca coletiva
Enviado por Carlos Honorato em 30/05/2006 22:26:10


A governadora do DF, Maria de Lourdes Abadia, conversou agora à noite com o candidato do PFL ao Buriti, José Roberto Arruda, e com o vice Paulo Octávio. Depois da conversa, ela convocou uma entrevista coletiva para dentro de instantes no Palácio do Buriti.



MP mantém embargo a fazendas da Avestruz Master
Enviado por Carlos Honorato em 30/05/2006 22:23:00

Do Diário da Manhã

O Ministério Público (MP) manteve hoje (30) o embargo e interdição das fazendas Master em Goiás. Está proibido por tempo indeterminado o abate de aves e liberado apenas atividades de trato para a sobrevivência do plantel.

Na terceira reunião entre o defensor jurídico da Avestruz Master, Neilton Cruvinel Filho, o presidente da Agência Ambiental, Zacarias Calil, a promotora Sandra Mara Garbelini e o coordenador do Centro de Apoio Operacional (CAO) de Defesa do Meio Ambiente, Ricardo Rangel, houve determinação para que a empresa apresente plano de conclusão das obras de reparo ambiental e responda questionário de cerca de 30 perguntas sobre o seu funcionamento.

De acordo com Ricardo Rangel o embargo e a interdição serão mantidos até que haja adequação das fazendas. A Avestruz Master continua impedida de abater aves mas, segundo Ricardo, houve liberação das atividades de manutenção porque a empresa é depositária fiel dos animais o que a obriga a zelar pelo patrimônio vivo.

A terceira reunião do grupo serviu apenas para esclarecer pontos divergentes. Até ontem havia um entendimento informal entre Sandra, Zacarias e Neilton de que a interdição não tinha efeito prático.



Seleção faz oito gols
Enviado por Carlos Honorato em 30/05/2006 22:20:42



A Seleção Brasileira goleou hoje o Lucerna F. C., por 8 x 0, no penúltimo amistoso antes do início da Copa do Mundo. O próximo compromisso do Brasil será no dia 4 de junho, quando enfrenta a Nova Zelândia. A estréia da equipe de Parreira no Mundial da Alemanha será em 13 de junho, contra a Croácia.

Aos 8min, Lucerna levou perigo ao Brasil. Righetti fez jogada pela direita e cruzou. Émerson cortou mal e a bola sobrou novamente para o lateral. Ele chutou no canto de Dida, que espalmou para escanteio.

A resposta brasileira veio aos 13min. Roberto Carlos arriscou chute da esquerda e a bola passou perto do gol. Aos 15min, Cafú fez boa jogada pela direita e cruzou na área. Kaká subiu, sozinho e cabeceou na trave esquerda de Zibung.

A pressão do Brasil deu resultado aos 19min. Adriano tocou para Káká, pela direita. O meia avançou, invadiu a área e chutou cruzado para abrir o placar.
Aos 23min, a Seleção Brasileira tabelou desde a defesa. Cafú recebeu e cruzou rasteiro. Adriano, de chaleira, desviou e a bola passou rente à trave direita de Zibung. Aos 27, Lúcio saiu da defesa, tocou para Ronaldo e recebe dentro da área. O zagueiro chutou rasteiro e Zibung espalmou para escanteio.

Aos 36min, Ronaldo recebeu passe de Ronaldinho e chutou na trave de Zibung. No lance seguinte, Kaká cruzou da direita e a defesa de Lucerna cortou mal. Adriano, sozinho na pequena área, pegou a sobra e cabeceou para o fundo das redes.

A Seleção Brasileira ampliou aos 42min. Kaká lançou Ronaldo, pelo meio. O atacante invadiu a área e chutou cruzado para fazer o terceiro da partida.

O segundo tempo começou com pressão brasileira. Logo aos 13min, Adriano roubou a bola do zagueiro de Lucerna. A sobra ficou para Zé Roberto, que cruzou rasteiro. Ronaldo, sozinho na pequena área, só teve o trabalho de chutar para o gol e fazer 4 x 0.

A goleada se concretizou aos 15min. Émerson fez belo lançamento para Lúcio, dentro da área. O zagueiro, recebeu pela esquerda, e chutou cruzado, sem chances para Grego: 5 x 0.

Após realizar sete substituições, o passeio brasileiro continuou. Aos 25min, Juninho cobrou falta com perfeição, no ângulo esquerdo de Grego, e faz o sexto gol da Seleção. Aos 32, Robinho, da entrada da área, chutou forte e colocou a bola dessa vez na ângulo direito, ampliando o placar. Aos 40, Adriano encerrou a goleada. O atacante recebeu lindo passe de Robinho dentro da área, driblou um zagueiro e tocou no canto.



PFL nacional pede a Alckmin aliança no DF
Enviado por Carlos Honorato em 30/05/2006 22:18:44


Marcelo Vieira, do jornal Coletivo


O presidente nacional do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), vai pedir, hoje, durante reunião do Conselho Político da candidatura de Geraldo Alckmin o apoio do PSDB à chapa pefelista encabeçada pelo deputado José Roberto Arruda. Para que isso aconteça, será preciso uma aliança entre os dois partidos e que a governadora Maria de Lourdes Abadia desista de disputar o GDF.

Antes da reunião, que teve início às 16 horas e tem previsão para entrar pela noite, Bornhausen adiantou ao Coletivo que o DF, assim como na Bahia, em Sergipe, no Maranhão e em Santa Catarina “é prioridade para o PFL”.

A decisão da cúpula pefelista foi comunicada a Geraldo Alckmin, no início do encontro, que contou com a partipação do candidato à vice-presidente pelo PFL, o senador José Jorge, e os líderes do PSDB e do PFL na Câmara e no Senado.

O presidente do PFL justificou a necessidade da retirada da candidatura de Abadia ao afirmar que “o partido avançou significativamente nos demais estados” e que “no DF, a legenda tem excelentes chances de vencer as eleições provavelmente no primeiro turno”.

Com sua candidatura invibililizada, Abadia deixa de ser a principal opção do ex-governador Joaquim Roriz. Abre-se, assim, o leque de negociações para uma conciliação dentro de sua base aliada, formada por PMDB, PSDB, PFL e PTB.
No domingo, Roriz pediu mais tempo aos seus aliados para conversar com as lideranças partidárias, prazo que pode se estender até o dia 29 de junho, penúltimo dia permitido pela legislação eleitoral para a realização de convenções partidárias.

Roriz ainda depende da decisão se o seu partido, o PMDB, terá candidato próprio ao Palácio do Planalto, o que poderá levar o ex-governador a decidir por uma chapa pura para o GDF. Os nomes seriam de Maurício Corrêa e Tadeu Filippelli.



PFL irredutível
Enviado por Carlos Honorato em 30/05/2006 17:13:38

Lenilton Costa, do Jornal de Brasília


O presidente regional do PFL, senador Paulo Octávio, ao que parece, está comprometido com a decisão da cúpula nacional do partido, que elegeu o deputado José Roberto Arruda como candidato da legenda ao GDF. Ontem, na hora do almoço, ele se reuniu com o presidente nacional da legenda, senador Jorge Bornhausen (SC), a quem relatou as últimas conversas com os partidos aliados e reafirmou a sua candidatura a vice-governador.

Pela manhã, Paulo Octávio esteve com correligionários que defenderam a sua candidatura, em reunião fechada, em um prédio do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). No encontro, o senador teria dito ao grupo político que comanda que o nome de Arruda está consumado e que não há mais instrumentos para reverter os destinos do partido, definidos pelo senador Jorge Bornhausen, no dia 2. À tarde, os dois participaram, juntos, de uma entrevista coletiva.

Bornhausen disse aos jornalistas que só há uma possibilidade de o PFL abrir a chapa majoritária, como quer o ex-governador Joaquim Roriz: um acordo entre Paulo Octávio e Arruda, no qual o deputado abrisse mão, por iniciativa própria, da sua candidatura. "No dia seguinte à definição da chapa, eu mesmo mostrei ao ex-governador Roriz que estávamos costurando a união partidária e deixei claro que nós o apoiaríamos na corrida ao Senado", disse Bornhausen.

Risco menor

O presidente nacional do PFL relembrou o encontro que teve, na sexta-feira passada, no saguão do Aeroporto Internacional de Brasília, com os presidentes regionais do PMDB, deputado federal Tadeu Filippelli, do PTB, deputado distrital Gim Argello, do PSDB, Geraldo Campos e com o senador Paulo Octávio. "Fui muito claro e disse que a executiva nacional do PFL não tem poderes ou condições para alterar o acordo, a não ser que haja uma proposta de consenso entre Paulo Octávio e Arruda", completou Bornhausen.

O senador catarinense afirmou que a decisão sobre o can didato do PFL havia sido delegada ao ex-governador do DF e que Roriz teria prometido uma decisão para fevereiro. "Mas demorou e fomos obrigados a tomar posição", disse. Perguntado sobre a possibilidade de enfrentamento com uma chapa apoiado por Roriz, ele foi categórico. "É um risco muito menor do que ter o PFL rachado. Isso seria fatal e nos levaria à derrota. Agora, unidos, a harmonia e a chapa forte que montamos superará as demais adversidades", sentenciou Bornhausen.

Ele também demonstrou não se preocupar com as pesquisas que indicam o empate entre Arruda e Abadia, no caso da governadora ser a escolhida de Roriz. "Todas as pesquisas sempre demonstraram que os candidatos de maior densidade eram os do PFL. Estou confiante e os últimos números que vi, após a união do partido, mostra que temos 57% das intenções de voto", afirmou Bornhausen. "A possibilidade do PFL abrir a chapa está descartada", emendou.

Reunião com Alckimin

O senador Paulo Octávio também reafirmou a chapa pura do seu partido, mas revelou que procurou Arruda para tentar um entendimento que possibilitasse ampliar o espectro das alianças do partido. "Expliquei o que foi conversado com Bornhausen e os demais partidos que fazem parte do nosso grupo político. Disse que caberia a ele a decisão. Arruda colocou as suas posições e manteve firme a sua postulação. Seria ideal que o ex-governador Roriz pudesse indicar o candidato. Agora, temos de estar preparados para todos os desafios", destacou Paulo Octávio.

Hoje, às 16h, Bornhausen se encontra com o candidato do PSDB à presidência da República, Geraldo Alckimin, para quem deve reafirmar que o DF, assim como a Bahia, Sergipe, Maranhão e Santa Catarina são prioridades para o PFL. "São prioridades e não exigências", ressaltou. "São estados onde temos candidatos a governador com condições de vitória. Tivemos avanços nos demais estados e precisamos avançar aqui no DF também", disse.

"Vamos preparar Brasília para os seus 50 anos", completou Paulo Octávio, referindo-se a um possível governo do PFL no DF.




Roriz quer mais tempo
Enviado por Carlos Honorato em 29/05/2006 15:12:57



Anna Karolina Bezerra, do Jornal de Brasília

Depois de duas horas de reunião com lideranças do PMDB e PSDB, o ex-governador Joaquim Roriz pediu mais tempo para esperar as decisões nacionais do PMDB e voltou a defender a tese da "grande aliança" entre PMDB, PFL e PSDB, na composição de uma chapa única para a disputa ao Palácio do Buriti, conforme antecipou ontem o Jornal de Brasília.
Participaram do encontro o deputado federal e presidente do PMDB, Tadeu Filippelli, a governadora Maria de Lourdes Abadia, os petebistas Gim Argello e Jofran Frejat e os tucanos Antonio Barbosa e Gustavo Ribeiro. Também estavam presentes o presidente da CEB, Rogério Villas Boas, a esposa de Filippelli, Célia, e Marcos de Almeida, articulador político de Roriz em Goiás, que veio de Goiânia só para participar do encontro.
No final do encontro, o vice-presidente do PSDB, Gustavo Ribeiro, acompanhado do secretário-geral do partido, Antonio Barbosa, leu uma nota com o resumo das discussões com as lideranças. "Reunidos com o ex-governador Roriz e a governadora Abadia, os interlocutores do PMDB, PSDB e PTB deliberaram continuar os entendimentos no sentido de manter unidos os partidos que compõem o arco de alianças construído pelo ex-governador Roriz há oito anos e vitorioso nas eleições do DF", dizia um trecho do documento.
Apesar de nenhum integrante do PFL ter sido convidado para o encontro, o primeiro cenário apresentado pelo ex-governador aos interlocutores foi em torno da manutenção da base aliada e a nota oficial anunciada, depois da reunião, inclui o PFL no arco de alianças de Roriz. "É importante manter a união dos três partidos, porque há risco para todos caso tenhamos que sair rachados", disse um dos interlocutores, que preferiu não se identificar.

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Propaganda pessoal implica em multa
Enviado por Carlos Honorato em 28/05/2006 07:53:31



Importante aliada na estratégia de comunicação de uma campanha eleitoral, a internet ganhou algumas novas normas para as eleições 2006. A resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) número 22.158, de março deste ano, proíbe a propaganda eleitoral pessoal na rede. Quem descumprir a determinação está sujeito a multa que varia de R$ 21.282 a R$ 106.410.

O pré-candidato pode ter uma página própria na internet, isso não caracterizará propaganda extemporânea, mas deve tomar certos cuidados.

Na lei está prevista a possibilidade dos candidatos manterem uma página sob domínio “can.br”, constando o nome do candidato e também o número. Neste caso o pedido de registro deve ser feito após o registro da candidatura.

As despesas relacionadas à criação do site, hospedagem e manutenção da página ficam por conta do candidato. Está previsto o cancelamento dos sites após o primeiro turno.

Alguns pontos ainda estão em aberto e não têm uma definição clara, como no caso de chats (salas de bate-papo) e spams (envio de propaganda eletrônica não solicitada, como as malas-diretas). Para o advogado, apesar destas lacunas houve um avanço nesta área.



Se reeleito, Lula quer buscar acordo político com tucanos
Enviado por Carlos Honorato em 28/05/2006 07:44:18


KENNEDY ALENCAR, DA FOLHA DE S.PAULO


Em conversas reservadas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já faz planos para um segundo mandato. Além da oferta de governo de coalizão com o PMDB, Lula diz que tentará fazer um acordo político com o que ele chama de prováveis "vencedores" do PSDB após as eleições de outubro.
Lula avalia que os "vencedores" serão Aécio Neves, que deverá ser eleito governador de Minas, e José Serra, favorito na disputa pelo governo paulista. Segundo pesquisa Datafolha divulgada na sexta, Aécio e Serra seriam eleitos no primeiro turno com expressiva vantagem sobre o segundo colocado.
O acordo imaginado por Lula passa por agenda comum e pela interrupção da guerra que PT e PSDB travam desde o início do escândalo do "mensalão".
O presidente, como declarou na sexta, pretende reeditar nesta campanha a versão "Lulinha Paz e Amor" de 2002. Ele conta com o interesse de Aécio e Serra em disputar a Presidência em 2010, quando não poderá concorrer, se reeleito. Lula tem canal direto com Aécio. E vice-versa. Em Minas, é comum a intenção de voto Lula-Aécio.
A relação com Serra é complicada do ponto de vista político devido à candidatura ao Palácio dos Bandeirantes de Aloizio Mercadante, ex-líder do PT no Senado. Pessoalmente, ambos dizem gostar um do outro.
Lula deixará claro seu apoio a Mercadante, mas não pretende atuar como em 2004, quando respondeu a processo na Justiça Eleitoral ao participar de ato de campanha da então prefeita Marta Suplicy, vencida justamente por Serra.


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PFL cobra caro por apoio a tucano
Enviado por Carlos Honorato em 28/05/2006 07:40:52

De O Globo


Unidos no esforço para impedir a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, PSDB e PFL brigam como gato e rato por causa das eleições nos estados. O duelo para ver quem elege mais governadores, senadores e deputados federais é um dos principais motivos da crise vivida semana passada pelos dois partidos e respinga fortemente na candidatura à Presidência da República de Geraldo Alckmin. Diante da dificuldade do PSDB de fazer seu candidato deslanchar, o PFL cobra um preço mais alto.
Mais pragmáticos, os pefelistas querem garantir espaços importantes nos estados e fazer bancadas fortes no Congresso num eventual segundo mandato de Lula. Como precisam do apoio do PFL, os tucanos estão cedendo e perdendo posições também importantes nos estados. Quando isso não ocorre, como é o caso da candidatura do secretário-geral do PSDB, deputado Eduardo Paes, ao governo do Rio, o prefeito Cesar Maia (PFL) dá o troco com críticas públicas ao comando da campanha de Alckmin e ao PSDB.
Depois de uma semana tensa na parceira com o PFL, o presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), e o coordenador da campanha de Alckmin, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), tentam pôr panos quentes.
Mas a briga corre solta. Na quinta-feira o ex-governador Albano Franco (PSDB-SE) foi forçado a abrir mão de sua candidatura ao Senado e concorrer à Câmara dos Deputados. Os tucanos terão de apoiar a reeleição do governador João Alves (PFL) e a de sua mulher, Maria do Carmo, para o Senado. Albano foi a Brasília conversar com Alckmin, mas não obteve seu apoio.
— O PFL está botando para arrombar o PSDB. O João Alves será candidato a governador, a mulher dele ao Senado e dois genros concorrem a deputado federal — reclamou Albano.



Ronaldo marca dois no primeiro coletivo da Seleção Brasileira
Enviado por Carlos Honorato em 28/05/2006 07:22:40


Do Diário OnLine



O atacante Ronaldo 'Fenômeno' foi o destaque do primeiro treino coletivo da Seleção realizado neste sábado, em Weggis, na Suíça, onde o Brasil se prepara para a Copa do Mundo da Alemanha/2006. Com dois gols, ele foi o principal responsável pela vitória do time titular sobre os reservas por 4 a 1.

Depois de um 'bobinho' no centro do gramado e um rápido aquecimento, o técnico Carlos Alberto Parreira reduziu as medidas do gramado e iniciou o coletivo. O time titular não trouxe novidades (Dida; Cafu, Juan, Lúcio e Roberto Carlos; Emerson, Zé Roberto, Kaká e Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo e Adriano).

Nos primeiros minutos, Parreira voltou a destacar a posse de bola. Com uma saída de bola lenta, que passava pelos pés dos quatro jogadores de defesa, o Brasil não levava perigo à meta do goleiro reserva, Rogério Ceni. Nesta parte do treino, o destaque ficou para o volante Edmílson, que organizava o time reserva e descia ao ataque com perigo. Os três primeiros chutes a gol foram do jogador do Barcelona.

Depois, com uma marcação pressão na saída de bola adversária, os titulares começaram a se encontrar em campo. A primeira chance saiu de uma rápida jogada pela direita, que terminou com o bom arremate de Kaká e a defesa de Rogério Ceni.

Mais solto em campo, os titulares abriram o placar. Após uma rápida jogada entre Kaká e Ronaldinho Gaúcho, a bola sobrou para Ronaldo, que de perna esquerda soltou a bomba no canto direito de Rogério. Seis minutos depois, o 'Fenômeno' fez o segundo. Ele recebeu belo passe e, com o biquinho da chuteira, tocou na saída do arqueiro são-paulino.

Antes do fim da primeira parte do coletivo, os reservas diminuíram com um gol de cabeça do zagueiro Cris.

No segundo tempo do treino, Parreira normalizou as dimensões do gramado. E, logo no início, os titulares ampliaram o placar. Em rápida investida pela direita, o lateral e capitão Cafu cruzou na área e Adriano aproveitou para só empurrar para o fundo das redes. Por fim, quando o ritmo do treino caiu, Zé Roberto recebeu bola de Roberto Carlos e tocou para o fundo das redes, que era defendido, desta vez, por Júlio César.



Esquerda busca consenso
Enviado por Carlos Honorato em 28/05/2006 07:20:39

Do Jornal de Brasília



A estréia do presidente do PRTB, Abdon Henrique, como mediador de uma possível aliança entre o PT e o PCdoB começou bem. Em café da manhã realizado ontem, ele e o segundo vice-presidente do partido, Ademar de Barros, se encontraram com o presidente regional do partido comunista, Apolinário Rebelo, e o pré-candidato ao Governo do DF, Agnelo Queiroz, que se mostraram interessados em se aliar ao PT, para vencer os fortes concorrentes dos partidos da base do governo.
O PT e o PCdoB buscam um consenso há algum tempo para que a esquerda esteja unida na disputa pelo Palácio do Buriti. Mas os pré-candidatos Arlete Sampaio (PT) e Agnelo Queiroz (PCdoB) não querem abrir mão de serem cabeças de chapa. Mas como a união da esquerda é importante, o presidente regional do PT, Chico Vigilante, pediu a Abdon que fizesse o papel de interlocutor, para tentar unir os candidatos na mesma chapa. "Nosso objetivo é a construção dessa ampla unidade. Tomaremos iniciativas para essa união", disse Agnelo Queiroz, ex-ministro dos Esportes.
O clima era de descontração, com muitas risadas. A reunião durou das 8h às 10h, na sede do PCdoB. "Consegui ver a boa vontade tanto do PT como do PCdoB. Agora temos que encontrar a fórmula para equacionar esse problema", adiantou Abdon.
Além das alianças com outras legendas, o PCdoB acredita ser importante contar com o apoio do PT. "Trabalhamos para reeleger o Lula, apoiamos o partido em alguns estados e queremos o PT nos apoiando aqui. Nosso esforço é para ter PT e PCdoB lutando pelos direitos do Distrito Federal, com Agnelo na cabeça de chapa", observou Rebelo.
A preferência por Agnelo na cabeça de chapa existe, mas não foi excluída a negociação com o PT, caso Arlete Sampaio não abra mão da sua candidatura ao governo do DF.



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