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Brasília-DF, 01 de Junho de 2007. Ano 3
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Cumbica volta a operar para decolagens
Enviado por Carlos Honorato em 30/06/2007 11:49:11


Do G1, em São Paulo


O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, Guarulhos, na Grande São Paulo, voltou a operar normalmente para decolagens por volta das 11h30 deste sábado. Antes, as operações de partida haviam sido suspensas por alguns minutos. Segundo as primeiras informações, uma pane no sistema de radar em São Paulo teria provocado o transtorno.

Segundo a Infraero, entre os 111 vôos programados entre 0h e 9h no aeroporto, 60 tiveram atrasos de uma hora ou mais. Quatro partidas foram canceladas e 13 foram alternadas. No Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, entre as 45 partidas programadas até as 9h, oito atrasaram uma hora ou mais e oito foram canceladas. Por causa de neblina, Cumbica e Congonhas operam por instrumentos desde o início do dia.

O atrasos desta manhã ainda são reflexos do fechamento do Aeroporto de Congonhas por 3 horas na noite de sexta-feira (29). Por volta das 19h45 de sexta-feira, pousos e decolagens foram impedidos no aeroporto por causa de uma forte neblina. Somente às 23h10 as partidas voltaram a ser permitidas. Os vôos previstos para o período tiveram que ser cancelados ou desviados para Cumbica, na Grande São Paulo, ou Viracopos, em Campinas, a 95 km de São Paulo.

Check-in ocupado - Nesta manhã, a situação era tensa no Aeroporto de Viracopos. Cerca de 300 passageiros que tiveram os vôos transferidos de Congonhas se aglomeravam em frente aos balcões da Gol, reclamando de falta de informações. Alguns deles ocuparam os balcões de check-in.

De madrugada, houve tumulto e bate-boca no aeroporto. Alguns passageiros, entre eles idosos e crianças, tiveram que dormir nas salas de embarque. No início da manhã, representantes da companhia se reuniram com uma comissão de passageiros, para tentar solucionar o problema.

Em nota divulgada nesta manhã, a Gol lamentou os transtornos causados aos passageiros por causa da transferência de vôos. A empresa informou ainda que "mobilizou equipe extra em Campinas, deu assistência aos passageiros dos vôos alternados oferencendo alimentação, hospedagem e transporte e não está poupando esforços para normalizar a situação".



Presidente Lula fez investigação paralela sobre seu irmão Vavá
Enviado por Carlos Honorato em 30/06/2007 11:45:17

da Folha Online

Reportagem da Folha deste sábado revela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou uma investigação paralela à da Polícia Federal para verificar a influência de seu irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá, no Palácio do Planalto. Segundo a reportagem, Vavá fez tentativas de lobby em órgãos públicos, mas não teria tido sucesso.

A reportagem da Folha não obteve detalhes sobre os órgãos públicos eventualmente procurados por Vavá e assuntos tratados por ele. Porém, revela que em reunião realizada na quinta-feira no quarto andar do Palácio do Planalto com os chefes-de-gabinete dos 37 ministérios, o chefe do gabinete particular de Lula, Gilberto Carvalho, deu a orientação presidencial para tratar de eventuais tentativas de lobby de pessoas que se digam familiares ou amigas de Lula.

Xeque-Mate

Vavá foi investigado na Operação Xeque-Mate, da Polícia Federal, que no dia 4 de junho desarticulou a máfia dos caça-níqueis. O irmão do presidente chegou a ser indiciado pela PF sob suspeita de tráfico de influência e exploração de prestígio.

Apesar disso, Vavá, não foi denunciado pelo Ministério Público Federal, que pediu o envio do processo à cidade onde ele mora para que ocorra investigação sobre suposto lobby.



Advogado diz que Roriz está disposto a se defender no Conselho de Ética
Enviado por Carlos Honorato em 30/06/2007 11:42:51

RENATA GIRALDI
da Folha Online


Acusado de ter negociado a partilha de dinheiro com um ex-presidente do BRB (Banco de Brasília), o senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) está disposto a apresentar esclarecimentos no Conselho de Ética do Senado. A informação é do seu advogado, Everardo Ribeiro. "Se for necessário, o senador apresenta mais esclarecimentos. Ele [Roriz] colocou todos os sigilos [bancário, fiscal e telefônico] à disposição também', disse.

Roriz passou o dia em casa. Não foi ao seu gabinete no Senado. Recebeu amigos e antigos correligionários, além do advogado. Segundo Ribeiro, o ex-governador do Distrito Federal está "tranqüilo e bem". "Na próxima semana, ele retorna ao Senado e às atividades parlamentares. Depois que desabafou, está muito bem", afirmou o advogado.

O advogado criticou a possibilidade de o PSOL entrar com uma queixa-crime, no MPF (Ministério Público Federal), e um mandado de segurança no STF (Supremo Tribunal Federal) como meio de garantir que as investigações sejam realizadas. "Não fazem o menor sentido essas ações. Com questões jurídicas, é preciso ter prudência", disse ele.

O peemedebista foi denunciando a partir de investigações realizadas pela Polícia Civil do Distrito Federal na Operação Aquarela. A ação policial conseguiu desbaratar um esquema de desvios de recursos no BRB. A acusação é que o ex-governador do Distrito Federal teria negociado R$ 2,2 milhões de origem não conhecida.

Em escutas telefônicas de 13 de março, realizadas com autorização judicial, o senador foi gravado supostamente combinando a partilha de dinheiro com Tarcísio Franklin de Moura, ex-presidente do BRB. Mas também há menções a Constantino de Oliveira, conhecido como Nenê, presidente do Conselho Administrativo da Gol.

O assunto será investigado pelo Senado, segundo o corregedor-geral da Casa, Romeu Tuma (DEM-SP), e o líder do PSOL, José Nery (PA), que encaminhou requerimento ao Conselho de Ética propondo abertura de processo por quebra de decoro. Mas o requerimento ainda não foi apreciado pelo órgão.

Ontem (quinta-feira), Roriz discursou no plenário, defendendo-se de todas as acusações. Emocionou-se, por pouco não chorou. Afirmou ser um "homem temente a Deus". E, ao deixar o Senado, seguiu direto para a Catedral de Brasília --um dos principais cartões postais da cidade. Lá, ele se ajoelhou e rezou.



Virou moda atirar lama
Enviado por Carlos Honorato em 30/06/2007 11:37:05

Da coluna Do Alto da Torre - Jornal de Brasília

É preciso cuidado com a profusão de gravações que invadiu a imprensa. Ontem mesmo, em um telejornal, durante uma séria denúncia, foi apresentada uma gravação de duas pessoas que conversavam ao telefone. Uma é Deodemiro Alves Silva, representante legal da Alphaville, empresa do ex-deputado Wigberto Tartuce, o Vigão. O outro é um certo Nilson, supostamente Nilson Lacerda Vanderley, preso durante a Operação Aquarela. O primeiro afirma estar na companhia do suplente de senador Gim Argello (foto) e do empresário Nenê Constantino, dizendo que, "se a Polícia Federal baixar aqui agora, leva todo mundo". Difícil crer nisso. Primeiro, pelas agendas de Constantino e de Gim. Segundo, pela capacidade que as pessoas têm de bravatear supostos bons relacionamentos que possuam. Terceiro, por que não há motivos para prender nem Gim, nem Constantino. O pior é que a gravação serve apenas para tentar alinhavar uma linha de acusação envolvendo os políticos locais. A sanha de vingança de alguns, que parece não ter limites, pode acabar mal para quem divulga estas gravações descontextualizadas.



Tudo está explicado
Enviado por Carlos Honorato em 30/06/2007 11:31:25


Do Jornal de Brasília

As declarações de apoio ao senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) ganharam reforço. A última adesão pública é do PMDB brasiliense. A Executiva local do partido tem discutido a situação de Roriz e a avaliação da legenda é a favor do senador. Para a cúpula da sigla, o ex-governador do Distrito Federal conseguiu comprovar, nos documentos apresentados por sua defesa à Corregedoria do Senado, a licitude da operação flagrada pela Polícia Civil no DF – na qual Roriz negocia a partilha de R$ 2,2 milhões com o ex-presidente do Banco Regional de Brasília, Tarcísio Franklin de Moura. O ex-diretor do BRB é investigado pela Operação Aquarela porque teria participação em um esquema de desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro.

Segundo o presidente do PMDB-DF, deputado federal Tadeu Filippelli, tanto a nota divulgada, quanto o pronunciamento realizado por Roriz na tribuna do Senado, foram bem esclarecedores. "A explicação é consistente. Não há mais dúvida alguma de que o dinheiro a que o senador se refere nas gravações é privado. Aquela é uma negociação típica de grandes empresários", afirmou Filippelli.

Desde que foram divulgadas indevidamente para a imprensa as conversas relacionadas a Roriz, Filippelli tem acompanhado de perto os desdobramentos do caso. "Conversamos diariamente e ele (Roriz) está muito confiante. No começo da semana, ele ficou muito triste e se questionava muito se seus fiéis eleitores acreditavam nas suspeitas. Mas depois entendeu, com a solidariedade que recebeu dos colegas e do partido, que não há do que se envergonhar".

A motivação das denúncias que levantaram suspeitas contra Roriz, de acordo com Filippelli, é política. "Aqui no DF, a disputa para o Governo é sempre muito acirrada. E nesta guerra vale tudo, inclusive falsos dossiês. Por isso, acredito que já estão tentando começar a disputa para 2010. O nome de Roriz é muito influente na cidade, seja como candidato ou como apoiador. Nós incomodamos e, às vezes, temos que sofrer algumas retaliações", disse Felippelli.

O PMDB brasiliense acredita ainda que o atual cenário político, que vive uma febre de denúncias, pode ter contribuido para envolver Roriz. "O Congresso está vivendo uma série de acusações sem provas e a conseqüência disso é que qualquer mal-entendido pode ser propagado como verdade e acabar sujando a imagem de políticos honestos", afirmou.

Nos próximos dias, integrantes da Executiva do PMDB local devem propor a divulgação de uma nota oficial declinando apoio a Roriz. "Ainda não conversamos sobre isso. Acredito que não vamos fazer nenhuma manifestação pública, mas se esse for o entendimento da maioria, podemos acolher a idéia", destacou.

Defesa no Conselho

Acusado de ter negociado a partilha de dinheiro com um ex-presidente do Banco de Brasília, o senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) está disposto a apresentar esclarecimentos no Conselho de Ética do Senado. A informação é do seu advogado, Everardo Ribeiro.

"Se for necessário, o senador apresenta mais esclarecimentos. Ele colocou todos os sigilos (bancário, fiscal e telefônico) à disposição também', disse.

Roriz passou o dia em casa. Não foi ao seu gabinete no Senado. Recebeu amigos e antigos correligionários, além do advogado. Segundo Ribeiro, o ex-governador do Distrito Federal está "tranqüilo e bem". "Na próxima semana, ele retorna ao Senado e às atividades parlamentares. Depois que desabafou, está muito bem".

O advogado criticou a possibilidade de o PSOL entrar com uma queixa-crime, no Ministério Público Federal, e um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal como meio de garantir que as investigações sejam realizadas. "Não fazem o menor sentido essas ações. Com questões jurídicas, é preciso ter prudência", disse ele.

Roriz foi denunciando a partir de investigações realizadas pela Polícia Civil na Operação Aquarela.



Massa conquista a pole position no GP da França
Enviado por Carlos Honorato em 30/06/2007 11:27:51


O brasileiro Felipe Massa, da Ferrari, conquistou esta manhã a pole position do Grande Prêmio da França de Fórmula 1, com o tempo de 1min15s034. O segundo lugar ficou com Lewis Hamilton, da McLaren, e o terceiro, com Kimi Raikkonen, também da Ferrari. O brasileiro Rubens Barrichello, da Honda, ficou em 13º lugar. Informações da Agência Estado.



Procuradoria relata que senador usou irmão em desvio de verba
Enviado por Carlos Honorato em 30/06/2007 11:22:43


da Folha Online

Documento enviado à Justiça pelo Ministério Público Federal relata que o senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO) desviava recursos do Orçamento da União por meio da Construtora e Incorporadora Rochedo, que pertence ao irmão dele Cleomar Quintanilha, informa reportagem da Folha deste sábado.

Segundo a reportagem (só para assinantes), Quintanilha, que é presidente do Conselho de Ética, aparece em escuta telefônica falando sobre projetos de seu irmão com uma pessoa identificada como Cláudio Pádua, empreiteiro denunciado por envolvimento com desvios no Orçamento.

A reportagem informa que a perícia da Procuradoria demonstrou que, na construção de 116 casas no Tocantins, obra com licitação fraudada, a construtora Rochedo recebeu R$ 281.608,80 em verbas federais de dezembro de 1998 a abril de 1999.

O documento do Ministério Público Federal foi enviado à 2ª Vara Federal do Tocantins no dia 21 de agosto de 2003. O objetivo é que o juiz encaminhe o processo ao STF (Supremo Tribunal Federal), uma vez que Quintanilha tem foro privilegiado.

Em outra reportagem da Folha publicada ontem informa que o senador é alvo de outra investigação do Ministério Público Federal por, supostamente, ter recebido propina em troca de emendas ao Orçamento destinadas a obras em 1998.

A apuração do Procuradoria foi feita com base em recibo e perícia apontando fraudes em quatro licitações. O alvo das investigações, segundo a reportagem, são três emendas do senador, do ano de 1998, que somam R$ 280 mil. A acusação gerou dois inquéritos sigilosos no STF (Supremo Tribunal Federal).



Roriz está sem votos para evitar processo no Senado
Enviado por Carlos Honorato em 30/06/2007 11:20:38

Com exceção do líder do PMDB, Valdir Raupp (RO), até agora nenhum integrante da cúpula do PMDB saiu em defesa do senador Joaquim Roriz (PMDB-DF), nem mesmo o presidente da Casa, Renan Calheiros. A senha para a transformação de Roriz em “bode expiatório” da crise que se abateu sobre o Senado foi dada pelo corregedor da Casa, senador Romeu Tuma (DEM-SP), que teve em relação ao ex-governador do Distrito Federal comportamento muito diferente daquele que adotou no caso de Renan. Além de tomar a iniciativa de investigar as denúncias contra Roriz, Tuma acusou o ex-governador de quebra de decoro. Mas, como o Conselho de Ética não funciona, ainda não abriu processo de cassação contra o ex-governador. Leia mais



Ministros do STF arquivam processo contra Sanguessuga
Enviado por Carlos Honorato em 30/06/2007 11:17:31


O Supremo Tribunal Federal arquivou ontem inquérito contra o deputado Mário Negromonte (BA), líder do PP na Câmara, por suposto envolvimento na máfia das ambulâncias investigada pela Operação Sanguessuga da Polícia Federal. Por unanimidade, os ministros do Supremo acolheram os argumentos do procurador-geral da República, Antônio Fernando Souza, de que não havia elementos suficientes que indicassem o envolvimento do parlamentar.

Em nota divulgada ontem, Negromonte disse que “o Ministério Público foi descuidado ao enviar para o Supremo Tribunal Federal nomes de deputados contra os quais não havia qualquer tipo de prova. Sabendo da minha inocência, sofri muito durante todo este período”, disse o líder na nota. A Polícia Federal prendeu, na chamada Operação Sanguessuga, 46 pessoas suspeitas de envolvimento na fraude, que já teria movimentado R$ 110 milhões. Entre os presos estavam dois deputados, assessores de parlamentares, empresários e uma funcionária do Ministério da Saúde.



Empresa investigada doa a políticos
Enviado por Carlos Honorato em 30/06/2007 11:15:45


Juliana de Sordi Gattone
Do Diário do Grande ABC


Dez políticos receberam doações de campanha, no ano passado, da empresa Sudamax Indústria e Comércio de Cigarros Ltda., acusada de contrabando de cigarros e envolvimento em um grande esquema de fraude e sonegação fiscal desmontado pela Operação Bola de Fogo, da Polícia Federal, em outubro de 2006. Dentre eles, um senador, seis deputados federais, dois deputados estaduais e um ex-deputado estadual.

No Grande ABC, o ex-deputado estadual Giba Marson (PV-São Bernardo) – único da lista que não conseguiu a reeleição – recebeu R$ 25 mil da empresa. Ontem, ele confirmou a doação, mas negou conhecer os proprietários da Sudamax. “Fiz uma solicitação à Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e eles conseguiram essa contribuição para minha campanha.” Segundo ele, o responsável pelo pedido foi Vicente Losolia, seu ex-chefe de gabinete. “Ele tinha amigos na Fiesp, mas não sei dizer quem conseguiu a doação.”

Dizendo ser contra o cigarro, Giba afirmou não ser incoerência receber de uma empresa de tabaco. “Não fui eu quem solicitou à empresa. Não devolvi doação porque é difícil conseguir uma. Mas não tenho nenhum compromisso com eles.”

Deputado estadual, Bruno Covas (PSDB-SP) – neto do ex-governador Mário Covas – também figura na listagem. Questionado, ele – que diz não ser fumante – afirmou lembrar que a empresa comprou convites de um jantar promovido para levantar recursos de campanha. “Vou pedir para a assessoria pesquisar”, garantiu. Um assessor do parlamentar confirmou que a Sudamax adquiriu convites para um evento realizado em São Paulo no dia 28 de agosto (data que consta na prestação de contas do Tribunal Superior Eleitoral). Cada convite, segundo o assessor, custava R$ 750 e foram comprados pela empresa por meio do tio do deputado, o advogado Mário Covas Neto, que teria defendido a Sudamax em um caso judicial.

O deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) se recordou da empresa imediatamente. “O proprietário é meu amigo pessoal. Estudou alemão comigo, em 1975, na Bahia. Nós estudávamos na Universidade Federal: eu Medicina e ele, Economia.”

Informado sobre a prisão de um dos proprietários, Vaccarezza recuou. “Meu amigo é José Henrique Nunes Barreto, presidente do Sindicato da Indústria do Fumo do Estado de São Paulo. Vai ver que ele é sócio da empresa, mas ele não foi preso”, avisou. Segundo o parlamentar, Barreto – que também é dono da Charutos Alonzo Menendez – foi quem conseguiu a doação. Assim como os outros, Vaccarezza afirmou não ser fumante e ser contra o cigarro. “Sou médico.”

Irmão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o deputado federal Olavo Calheiros Filho (PMDB-AL) também está na lista.



Asbace troca secretário e faz auditoria em contratos
Enviado por Carlos Honorato em 29/06/2007 11:03:57

Da Folha de S.Paulo

Com a deflagração da Operação Aquarela, a Asbace (Associação Nacional de Bancos) determinou a realização de auditoria externa em todos os contratos assinados nos últimos cinco anos. Serão objeto da Price Waterhouse contratos que somam cerca de R$ 200 milhões anuais, incluídos três com o banco Nossa Caixa. Convocada às pressas na segunda-feira, dia 18, três dias após a operação, a diretoria da Asbace também concordou com o afastamento do secretário-geral, Juarez Cançado.

Por indicação do presidente da Asbace e também da Nossa Caixa, Milton Luiz Melo dos Santos, Cançado foi substituído por Silvano Gianni, ex-presidente do Sebrae. Contratada sem licitação para a execução de serviços de auto-atendimento para bancos estaduais, a Asbace subcontrata uma prestadora de serviços, a ATP S/A (Banking Technology), da qual é acionista. A Asbace detém 28% do capital da ATP, empresa presidida pelo próprio Cançado.

No caso do BRB, a ATP teria contratado a ONG Caminhar para realização de pesquisas. Mas a suspeita é de que Cançado e e o ex-presidente do BRB, Tarcísio Franklin de Moura, teriam sido os destinatários do dinheiro. Moura presidia a Asbace até maio, quando Melo dos Santos assumiu. A Asbace determinou ainda a instalação de uma comissão de sindicância. "Herdamos uma confusão. Precisamos saber o tamanho dela", disse Gianni.
O conselho da ATP foi dissolvido. A Nossa Caixa submeterá à auditoria os três contratos com a Asbace.
Segundo o advogado de Cançado, Antônio Carlos de Almeida Castro, a auditoria "é importante" para comprovar a inocência de seu cliente.



Renan acusa Mônica de chantagem
Enviado por Carlos Honorato em 29/06/2007 09:49:09


Tales Faria - Jornal do Brasil

Feliz com o fato de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter feito ontem uma manifestação pública a seu favor, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), começa a se soltar. Aceitou até dar entrevista ao JB, sem gravador, na qual afirma que se sentiu chantageado pelo advogado de Mônica Veloso, Pedro Calmon Filho. Segundo Renan, o advogado propôs a seus advogados que, se o senador pagasse "cerca de R$ 20 milhões a R$ 30 milhões", a história sobre a filha que Renan teve com a jornalista há três anos não viria a público.

A quantia teria sido pedida a título de ressarcimento pelo fato de Mônica ter parado as atividades de sua produtora de vídeo por conta da gravidez.

- Primeiro, é uma quantia estúpida. Essa sim eu não tinha condições de arcar. Depois, eu pensei: mas já paguei R$ 8 mil por mês pelo fato de ela ter parado o trabalho.
Eles conversaram sobre esses valores com o senhor?

- Comigo não. Assim que eu senti, nas conversas comigo, que esse Pedro Calmon estava com uma atitude estranha, não quis mais recebê-lo.
Renan diz que hoje está vivendo "um momento absolutamente tranquilo, aliviado" em relação ao que passou naquela época.

- Ali eu vi minha vida familiar virar de cabeça para baixo, vi ameaçado tudo o que mais amo. Agora, o que vier eu estou preparado para enfrentar.
- Inclusive a renúncia ao comando do Senado, ou ao mandato?

- Olha aqui, eu estou preparado para ir até o fim. Não tem essa história de renúncia porque eu sou inocente e estou seguro da minha inocência. Apresentei todas as provas, tudo foi periciado e não há falsidade documental. Se houve problemas com notas de pessoas com quem negociei, são problemas deles, não meus. Ninguém pode ser responsabilizado porque o outro não declarou isto ou aquilo à Receita. Duvido que alguém, nesse setor rural, tenha documentação de suas transações mais detalhada do que as que apresentei.
- Então, não tem renúncia...

- Não tem. Para me tirar daqui, vão ter que me olhar nos olhos e explicar o motivo pelo qual estou sendo cassado.
Renan Calheiros nega que tenha ido ao Palácio do Planalto pedir apoio ao presidente Lula e não esconde a satisfação por ter sido chamado hoje à solenidade com o presidente.

- A nossa relação não é só institucional, é pessoal. Ele me apóia quando acha que é correto, assim como eu o apoiei durante toda aquela crise do primeiro mandato. Mas, no encontro no palácio, tratamos de assuntos do interesse do Legislativo e do Executivo, os projetos que acabamos votando aqui logo depois. Só isso.
- Mas a partir dali houve uma reviravolta no Conselho de Ética. Fala-se até que o senhor vetou o senador Renato Casagrande (PSB-ES) como relator.

- Jamais. O Casagrande é meu amigo. E o Conselho de Ética tem total autonomia. Eu sei respeitar essa autonomia. Nem sequer estou preocupado com prazos. O conselho decide o que vai fazer, o que vai investigar e quanto tempo vai levar. É assunto dele.
- Mas o senhor anteontem se movimentou bastante. Parecia estar articulando algo.

- Olha. O que ocorreu foi que partidarizaram a história. Soltaram aquela nota cobrando que eu me licenciasse. Chegaram a convocar uma reunião de líderes que fracassou. Planejavam paralisar o Senado, para convencer a sociedade de que a minha presença na Casa era um estorvo. Me movimentei, sim, mas nada em relação ao conselho. A movimentação foi para fazer o plenário votar, a Casa funcionar. Porque chegaram a tentar marcar reunião do conselho na hora de funcionamento do plenário, coisa que o regimento proíbe. Achavam que o plenário não funcionaria.
- E funcionou?

- Se funcionou? Votamos quatro medidas provisórias. Votamos o projeto de criação das Zonas de Processamento à Exportação, que tramitava há 16 anos no Senado e interessa muito às regiões mais pobres do país. Votamos a aprovação de autoridades, incluindo a recondução do procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza.
- É uma demonstração de apoio do Senado ao senhor?

- Não. Os temas foram votados porque são do interesse da sociedade e do Congresso. Mas eu me sinto muito bem com os meus pares. Tive uma administração absolutamente transparente, marcada pelo trânsito e pelo respeito a todos os senadores de todos os partidos. Isso cria, é claro, uma boa relação.



Minha expectativa é que Renan Calheiros seja inocente, diz Tarso Genro
Enviado por Carlos Honorato em 28/06/2007 23:55:18



Agência Brasil

Em entrevista à imprensa após abrir a reunião com secretários estaduais de segurança, o ministro da Justiça, Tarso Genro, comentou a situação do senador Renan Calheiros, alvo de uma investigação no Conselho de Ética do Senado, que apura denúncias veiculadas pela imprensa de que teria despesas pessoais pagas por um funcionário da construtora Mendes Júnior.

- O que eu quero, a minha expectativa é que o Renan seja inocente, é isso que todos nós queremos, é isso o que todo brasileiro quer - disse. Para Genro, o esclarecimento das acusações contra Renan é importante

Para que o Senado volte a funcionar com estabilidade.

O ministro afirmou que cabe ao Senado e ao Conselho de Ética a prerrogativa de investigar as denúncias, mas que o senador Renan Calheiros "tem o direito de defesa e o está exercendo". A solução para a representação do P-SOL contra o presidente do Senado ainda depende a escolha de um novo relator para o caso no Conselho de Ética.



Lula: 'todos são inocentes até que se prove o contrário'
Enviado por Carlos Honorato em 28/06/2007 17:42:02


Sem citar nomes, mas numa cerimônia que contava com a presença do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira que “todos são inocentes até que se prove o contrário”.

Durante a posse do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, Lula pediu cautela à Polícia Federal e ao Ministério Público. Segundo ele, “o julgamento tem que ser feito com lisura para que não se cometa nenhum erro em nenhuma de nossas instituições”.

No dia anterior, Renan se reuniu com o presidente no Palácio do Planalto, mas negou que tivesse ido pedir apoio a Lula no caso em que é acusado de receber dinheiro da empreiteira Mendes Júnior para o pagamento de pensão à jornalista Mônica Veloso, com quem teve uma filha durante um relacionamento extraconjugal.

Já a ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, disse que “ninguém é culpado até que se prove o contrário”, e que Renan “é inocente, essa é a presunção”. “A ditadura sabe perfeitamente o que significa o respeito aos direitos individuais da pessoa humana, que é o direito de defesa e o direito de todos nós iguais perante a lei”.



Roriz apresenta defesa e coloca seus sigilos à disposição da Justiça
Enviado por Carlos Honorato em 28/06/2007 17:27:25


da Folha Online, em Brasília

O senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) negou nesta quinta-feira, em discurso no Senado, ter cometido atos ilícitos e colocou seus sigilos fiscal, bancário e telefônico à disposição da Justiça.

Roriz mostrou dois papéis em branco, assinados por ele, permitindo que a Polícia Federal escreva o "texto que achar conveniente, para pesquisar em qualquer lugar do mundo, se tem alguma conta bancária que não seja a do Senado". O outro, segundo ele, é para ser encaminhado à Justiça autorizando a quebra de seus sigilos fiscal, bancário e telefônico e os de sua família também.

Afirmando estar envergonhado, o senador disse que pensou em se licenciar e até renunciar ao cargo. Mas depois preferiu se colocar à disposição dos colegas de plenário, da Justiça e de quem mais se interessar. "Se encontrarem algo que me denigre eu farei o que o Senado determinar", disse ele para um plenário quase vazio.

"Mesmo não cometendo nenhum ilícito, me sinto envergonhado. Em toda minha carreira política, jamais confundi a questão publica da questão privada. Sempre mantive um comportamento ético no trato do interesse público. Aprendi esta lição há muito tempo e nunca me desviei deste caminho, afirmou.

O senador é alvo de denúncias investigadas pela Operação Aquarela, que desmontou um esquema de desvios de recursos no BRB (Banco de Brasília). Ele teria negociado R$ 2,2 milhões de origem não conhecida.

A íntegra do discurso do senador Joaquim Roriz:

"Senhor Presidente
Senhoras Senadoras
Senhores Senadores

Peço a Vossas Excelências que me perdoem por não conceder apartes a este discurso, para que possa prestar os esclarecimentos necessários a esta Casa, da mesma forma simples e objetiva como sempre pautei a minha vida pública e privada.

Meus amigos, como sofri esta semana, chorei, rezei muito. Sou um homem temente a Deus. Vou à missa todos os domingos. Não falei antes porque o sofrimento era grande e mesmo não cometendo nenhum ato ilícito, me sentia envergonhado

“a adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas”- escreveu o Romano Horácio.

Senhor Presidente, em toda minha carreira política jamais confundi o público com o privado. Sempre mantive um comportamento ético, no trato do interesse público. Aprendi esta lição há muito tempo e nunca me desviei deste caminho.

Sinto-me profundamente constrangido, triste neste momento em que venho à tribuna para falar de questões particulares e pessoais, mas o faço com humildade para mostrar a verdade.

Estou aqui em respeito às senhoras e senhores Senadores e a esta instituição, o SENADO FEDERAL, que sempre respeitei e, também, em respeito especial ao povo do Distrito Federal, que sempre confiou em mim e me concedeu este mandato.

Será que um Senador não poderia pedir um empréstimo a um amigo de longa data? Que censura poderia ser feita a alguém que assim agisse? Existe algum artigo no Código Penal e no Regimento Interno do Senado Federal dizendo que pedir dinheiro emprestado é crime, é ilegal?

Quem em sua vida nunca pediu um empréstimo a um amigo ou a algum banco?

A quem interessa tudo isso? Faço essa indagação. Aos meus adversários políticos? Penso que eles não seriam covardes ao ponto de alimentar essas dúvidas repercutidas na imprensa, simplesmente com o intuito de me prejudicar.

Aprendi com o meu pai que as pessoas são boas e não fugirei deste pensamento. Acredito nas pessoas, gosto das pessoas. Gosto de ter gente ao meu lado. Não sei viver sem confiar. Tenho este defeito para uns, mas, para mim, considero uma virtude - CONFIAR NAS PESSOAS. Não vou deixar agora, com estes cabelos brancos, de confiar, de acreditar nas pessoas, mesmo com o preço às vezes da traição e da ingratidão.

Parece que estão tentando, ainda muito cedo, iniciar o processo político de 2010. Ao que tudo indica a eleição para os meus adversários já começou.

Senhor Presidente já disputei eleição de vereador, passando por Deputado Estadual, Federal, Vice Governador de Goiás, Governador do Distrito Federal e a última de Senador, nunca senti o sabor da derrota.

A imprensa quando quer, ela massacra, destrói- vejam o que está acontecendo com o Senador Renan Calheiros. Até o Presidente Lula está indignado com esse comportamento.
Já enfrentei isso aqui no Distrito Federal, quando enfrentei o Correio Braziliense, que declarou guerra na época contra mim, mas o povo do Distrito Federal fez com que eu vencesse. Hoje a direção do Correio Braziliense e seu diretor de redação, são homens honrados.

Senhor presidente, membros do Ministério Público, Excelentíssimos Senhores Ministros do Supremo Tribunal Federal, aqui neste momento, assino esta falha em branco, autorizando-os a escreverem qualquer texto que se refira à quebra do meu sigilo Bancário, Fiscal, telefônico, meu de minha esposa de minhas filhas. Esta outra também assino em branco, autorizando a Polícia Federal, a escrever o texto que achar conveniente para pesquisar em qualquer lugar do mundo, em qualquer banco do planeta se eu tenho quantias relevantes em bancos internacionais, nacionais e, especificamente, no Distrito Federal.

O momento atual reclama de todos nós profunda reflexão. Precisamos de leis mais severas para coibir vazamento de investigações realizadas em caráter sigiloso. Divulgações de fatos protegidos pelo sigilo legal, com intuito eminentemente político, visando enlamear nomes honrados.

A Polícia Civil do Distrito Federal é honrada e capacitada. Tenho por essa Instituição um profundo respeito. Fui eu que autorizei o diretor da Polícia Civil do Distrito quando governador a operação aquarela. Estou certo de que o vazamento das escutas não lhe pode ser atribuído.

Espero e confio que o Ministério Público, instituição que deve zelar pela aplicação das leis de forma correta, saberá analisar com serenidade o caso para, ao final, concluir que se trata de negócio estritamente privado, que não se confunde com o interesse público.

Sou defensor de uma imprensa livre e de um Ministério Público atuante, que velem pela boa aplicação das leis. Defendo também uma Polícia aparelhada e eficiente. Seja como for, não posso, entretanto, compactuar com desvios de comportamento investigativo, propiciando vazamento de informações, de forma a prejudicar pessoas honradas.

O caso em questão é claro. Trata-se de um empréstimo pessoal contraído com um amigo; nada mais do que isto.

Necessitei efetuar o pagamento de um animal que adquiri em leilão. No dia estabelecido para o pagamento, com desconto. Solicitei de um amigo um empréstimo no valor de 300 mil reais, no que fui atendido.

Pergunto: qual o crime que poderia resultar dessa conduta? No que esse comportamento poderia ser classificado como quebra de decoro parlamentar ou contrário à ética?

É verdade que o empréstimo foi viabilizado a partir do desconto de cheque emitido contra o Banco Brasil pelo Banco de Brasília.

Contudo, trata-se de operação legal que as Instituições Bancárias por vezes realizam, com o propósito de atrair clientes de grande porte econômico-financeiro, como é o caso do beneficiário do saque.

Qual o banco que não gostaria de ter Nenê Constantino como cliente. Dono da maior frota de ônibus do mundo, comprou recentemente 101 boings para suas empresas Gol e Varig.

Tenho orgulho de ser amigo de Nenê Constantino, pioneiro de Brasília, somos amigos, desde a época que ele era caminhoneiro e eu vendedor de areia.

Nasci em excelentes condições de vida e com o meu trabalho aumentei o patrimônio de meu saudoso pai.

Tenho um negócio, criação de animais de raça, de alta tecnologia. No dia do empréstimo não dispunha de dinheiro na minha conta.

Na conta da Agropecuária Palma tinha a quantia, mas não assino cheque da Agropecuária, pois é administrada por uma de minhas filhas e mesmo que assinasse, jamais iria descapitalizar a empresa para tirar dinheiro para um projeto pessoal, não sou irresponsável. Socorri-me de um amigo, que tenho liberdade para lhe pedir empréstimo. Estes são os fatos.

Notem que todos esses fatos e negociações estão comprovados por documentos já distribuídos a Vossas Excelências e, também, encaminhados à Corregedoria Geral desta Casa, ou seja: cópia do cheque, planilha do leilão, cópia do contato de mútuo, cópia da nota promissória, cópia da nota fiscal de compra da bezerra e recibo de depósito bancário na conta da associação.

Não posso ser tratado desta forma, maliciosa, só pela infelicidade de palavras e diálogos que mantive com o ex-presidente do BRB. Sabe-se que numa comunicação telefônica entre amigos, nem sempre as expressões utilizadas têm uma exata correspondência com o contexto da mensagem pretendida. Sou homem simples, de fala simples, de expressões normais do dia-a-dia.

Ora, ao afirmar que o dinheiro do resgate do cheque estava destinado a muitas pessoas, o propósito era apenas ressaltar que o valor total não deveria ser encaminhado apenas ao seu beneficiário.

A expressão “muitas pessoas”, naquele contexto, teve somente o objetivo de esclarecer que deveria ser destacada, da quantia descontada, a parte relativa ao empréstimo que me foi concedido, da qual seria retirado o valor a ser repassado a um amigo, como reforço financeiro para atender despesas com doença em pessoa da família.

Eu, como Senador e governador do Distrito Federal por quatro períodos, com mais de trinta anos de vida pública, nunca sofri nenhuma condenação da justiça no exercício de cargo público, enfrentei centenas de processos, mas a verdade sempre prevaleceu.

O homem público deve conhecer o seu tempo e a sua hora.
Cito uma passagem da Bíblia Sagrada-

As bodas de caná:

No terceiro dia, houve um casamento em Caná da Galiléia, e a mãe de Jesus e seus discípulos foram convidados para o casamento. Faltando vinho! Jesus lhe respondeu: “Mulher, para que me dizes isso? A minha hora ainda não chegou”.

“ No meio de qualquer dificuldade encontra-se a oportunidade”. (Albert Einstein)

Chegou a minha hora senhoras e senhores Senadores. Disse que depois deste mandato de Senador, iria deixar a vida pública, mas continuarei firme na política e estou à disposição do meu partido, O PMDB, para disputar no futuro qualquer cargo eletivo para ajudar o povo humilde do Distrito Federal e do Brasil. Visitarei todos os estados do meu país.
O povo do Distrito Federal me conhece e sabe que jamais fui capaz de confundir a minha vida pessoal com a vida pública.

Respeito os interesses de todos. Respeito os meus adversários. Respeito, a injusta posição política na qual se colocou o PSOL, ao oferecer uma representação contra mim, por quebra de decoro.

Imaginem! Senhoras e Senhores Senadores, povo do Distrito Federal, brasileiros-Se pedir dinheiro emprestado é falta de decoro. Meu Deus! A que ponto chegamos!

Vou continuar fazendo o que sempre fiz ao longo de minha vida pública: trabalhar para ajudar o povo humilde, que são estes que necessitam do governo.

Muito obrigado".



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