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Brasília-DF, 01 de Julho de 2011. Ano 7
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POLÍTICA
Para Carvalho, revelação de Jobim foi ‘desnecessária‘
Da redação em 31/07/2011 20:23:21

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, classificou como "desnecessária" a revelação feita pelo colega Nelson Jobim (Defesa), que assumiu publicamente ter votado no tucano José Serra na eleição presidencial de 2010.Carvalho falou com a imprensa após o segundo dia de seminário do chamado Campo Majoritário do PT --grupo que reúne as três tendências hegemônicas do partido-- na capital paulista.
 
O ministro se negou a avaliar a situação de Jobim no governo, mas emitiu opinião ao comentar a reação de integrantes do partido. "Eu não diria que o PT ficou magoado, porque não se trata disso. Eu diria que, no contexto em que se deu, foi uma declaração desnecessária", afirmou.
 
Jobim disse ter votado em Serra nas últimas eleições, quando o tucano concorreu com Dilma Rousseff à Presidência, em entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues, publicada na Folha e no UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
 
Carvalho ressaltou que a presidente Dilma Rousseff exigiu discrição sobre o caso. "Essa é uma questão que a presidente tomou muito pra si. Ela não tem aberto esse debate dentro do governo. Ela pediu que a gente deixasse com ela esse tema e eu vou respeitar."
 
DEMISSÃO

Alas do PT pregam a demissão de Jobim, filiado ao PMDB, do Ministério da Defesa. A declaração de voto em Serra foi a segunda polêmica protagonizada pelo ministro.
 
No início deste mês, em discurso no Senado em comemoração aos 80 anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Jobim disse, dirigindo-se a FHC, que "os tempos mudaram". "O que se percebe hoje, Fernando, é que os idiotas perderam a modéstia", arrematou. A afimação foi vista como uma crítica à gestão de Dilma Rousseff.
 
Na última semana, o ex-presidente Lula, que nomeou Jobim para o governo em 2007, saiu em defesa do ministro. "Jobim não foi convidado para o meu governo por causa do voto dele. Foi convidado para o meu governo pelo que poderia fazer no Ministério da Defesa", sustentou Lula.Informações da Folha.


GOIÁS
Marconi no GDF e Roriz em Luziânia
Da redação em 31/07/2011 20:12:34

O portal regional  CBN Campos Belos Notícias informa que o governador de Goiás, Marconi Perillo, tem sido sondado pela cúpula do seu partido, o PSDB a ser candidato a governador em 2014 no Distrito Federal, numa disputa contra o pré-candidato a reeleição Agnelo Queiroz /PT. Marconi, segundo fontes de Goiânia parece ter gostado da ideia e tem, nas últimas semanas, discutido a idéia com seus aliados em Goiás. A avaliação é que Marconi teria pelo menos 30% dos votos dos eleitores do DF que moram em cidades do Entorno de Brasília.

Para avançar no eleitorado da capital federal, o tucano se aproveitaria das dificuldades da atual gestão de Agnelo Queiroz. Uma vez candidato e eleito governador do DF, aliados de Marconi acreditam que ele teria maior condição de tentar uma candidatura a presidente da República em 2018. Se continuar em Goiás, frisam, levaria muito mais tempo. Se Marconi levar adiante o projeto de disputar o GDF em 2014, o DEM goiano pode emplacar o próximo governador de Goiás, ou seja, o atual vice-governador José Eliton. Por outro lado outra mudança dentro do PSDB que é a especulação sobre uma candidatura do ex-governador Joaquim Roriz a prefeito de Luziânia pelo partido dos tucanos. Isso, segundo membros da sigla, já seria uma realidade para ao ano que vem.


GOVERNO FEDERAL
Dinheiro para combater corrupção paga lanches e viagens
Da redação em 31/07/2011 15:12:24

O governo federal tem um programa chamado de Controle Interno, Prevenção e Combate à Corrupção, de responsabilidade da Controladoria-Geral da União (CGU). A maioria do dinheiro é aplicada pela própria CGU, mas parte é repassada aos ministérios do Esporte, da Fazenda e da Educação. O investimento deste ano – pouco mais de R$ 23 milhões – tem algo em comum em todos esses órgãos: prevalecem gastos com a manutenção da máquina administrativa, como contas de água, luz, auxílio-moradia, diárias, manutenção de carros oficiais e até fornecimento de lanchinhos oferecidos em pausas de seminários.

De acordo com consulta ao Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) sobre os gastos da controladoria, até o dia 23, do total que já saiu dos cofres públicos, pouco mais de R$ 14 milhões se referiam a despesas de custeio. A rubrica apoio administrativo, que reúne diversos tipos de gastos, como itens de escritório, apresenta um total de R$ 2,5 milhões.

Investimentos em tecnologia da informação, como a aquisição de software e equipamentos de informática, somaram R$ 2,4 milhões. Logo em seguida, aparecem diárias e passagens aéreas de servidores, que chegam a R$ 1,8 milhão, do qual 99% referem-se a diárias pagas a funcionários. No ranking de maiores dispêndios, aparecem ainda serviços de editoração e gráfica, com R$ 1,3 milhão. O auxílio-moradia de servidores do alto escalão do órgão, também quitado com recursos de combate à corrupção, somou, neste ano, R$ 1,1 milhão.

Limpeza

 Até despesas com limpeza, manutenção hidráulica e elétrica de edifícios estão saindo do Programa de Controle Interno, Prevenção e Combate à Corrupção, de acordo com a consulta ao Siafi. Um dos maiores gastos este ano é com o pagamento de uma parcela do serviço de reforma e adaptação da nova sede da CGU no Pará, no valor de R$ 112,2 mil. Há até o repasse de uma parcela única de R$ 1,089 milhão a uma editora contratada por meio do Pregão Eletrônico número 17/2010.

O combate à corrupção do governo bancou também a taxa de inscrição de dois servidores em um programa desenvolvido pelo Institute of Brazilian Issues, da Universidade de Georgetown, em Washington, Estados Unidos, que ocorrerá entre 23 de agosto e 14 de dezembro. E inclui despesa até com serviços de copeira, totalizando R$ 56,8 mil neste ano.

Em outras pastas, os recursos que deveriam ser destinados à prevenção à corrupção também são usados com despesas de custeio. Na do Esporte, por exemplo, foram gastos R$ 874 mil para bancar a limpeza e a manutenção dos sistemas elétricos e hidráulicos da sede da pasta. Esse tipo de despesa não se restringe ao Esporte. O Ministério da Fazenda usou mais de R$ 6 milhões do programa para pagar custeio da máquina com serviço terceirizado de limpeza, seguro de veículos oficiais e diárias.

Verbas do programa de combate à corrupção também são repassadas aos ministérios da Educação e da Saúde, mas essas pastas não tiveram execução orçamentária com essa rubrica em 2011.Informações do Estado de Minas.


POLÍTICA
Busca da felicidade pode fazer parte da Constituição do País
Da redação em 31/07/2011 15:04:58

O Brasil pode ser um dos países a seguir a orientação da Organização das Nações Unidas (ONU) que reconhece a busca da felicidade como "um objetivo humano fundamental". A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 19, que tramita no Senado há cerca de um ano, pretende acrescentar a felicidade na lista dos direitos sociais previstos no Artigo 6º da Constituição. O texto já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e está pronto para ser votado no plenário da Casa. Se aprovado, segue para a Câmara.

Para o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), autor da PEC, a inciativa não se resume a incluir a palavra à Constituição. Ele destaca que o Estado deve propiciar ao cidadão direitos sociais que lhe proporcionem bem-estar. "Todo mundo tem que ter o direito de buscar a felicidade. Essa busca da felicidade é atrapalhada ou facilitada, pelo Estado, pelo governo", ressaltou o parlamentar. Segundo Cristovam, inflação alta, filas em hospitais e para conseguir vagas em escolas públicas, por exemplo, são fatores que atrapalham a felicidade do cidadão, cabendo ao governo e aos políticos darem uma solução para esses problemas.

De acordo com o senador, a proposta foi mal interpretada por parlamentares, o que impossibilitou a votação do texto no primeiro semestre. O pedetista destacou ainda ações governamentais, como o Plano Real e o Programa Bolsa Família, que ajudaram as pessoas "a caminhar em direção à felicidade".

Na vida pessoal, Cristovam tem uma receita para conviver com a conturbada rotina político-partidária, marcada por intrigas, conchavos e acordos nem sempre transparentes. "Eu deixo as dificuldades no trabalho", disse. Mas, salienta que não tem como deixar de se inconformar com a infelicidade de milhares de cidadãos brasileiros vítimas da violência, da pobreza e da desigualdade. Recentemente, a ONU aprovou resolução que reconhece a busca da felicidade como "um objetivo humano fundamental". Mais do que um anseio individual, a ONU estabelece a importância de criação de políticas públicas com essa finalidade.

Há 25 anos no Parlamento, o presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, Paulo Paim (PT-RS), considera importante o papel do legislador em contribuir com a população para a busca da felicidade. "O Orçamento, por exemplo, deveria trazer mais investimentos em políticas para os idosos, tanto para o aposentado quanto para aquele que não é aposentado. O Orçamento poderia cada vez mais investir na política para a educação, no combate à violência e em segurança pública", destacou o senador.

O peemedebista Pedro Simon (RS), também há décadas no Congresso, já se mostrou desiludido com o caminho que toma o cenário político quando reiterou por várias vezes sua determinação de abandonar a vida pública quando encerrar seu mandato de senador em 2015. Nesses momentos "de angústia", ele busca na família o amparo necessário para lidar com as frustrações.

Simon disse que está satisfeito com o trabalho desempenhado no Senado, guardadas as devidas limitações a que é imposto. "Estamos vivendo uma época muito triste, uma época em que o Brasil é o País da impunidade, em que só ladrão de galinha vai para a cadeia, um País onde nenhum dos Três Poderes faz aquilo que tem que fazer e pouco está preocupado com isso", acrescentou. Informações do Terra.


ESPORTES
Button leva a melhor e vence o GP da Hungria
Da redação em 31/07/2011 11:28:31

Por GLOBOESPORTE.COM

Jenson Button gosta de chuva. E - talvez ainda mais – de corridas movimentadas. Neste domingo, em Budapeste, teve tudo isso. Em prova emocionante até o fim, o inglês, que foi vítima de um hacker em seu site no sábado, levou a melhor no jogo das estratégias e venceu o GP da Hungria, o seu 200º na Fórmula 1. Com três paradas, uma a menos que o previsto no início da corrida, o piloto da McLaren apostou na durabilidade dos pneus macios em Hungaroring. Deu certo. Assim como no Canadá, quando também venceu de forma brilhante, o campeão mundial de 2009 conquistou sua segunda vitória na temporada e a segunda seguida da McLaren, sinalizando novamente o retorno do equilíbrio à categoria. No fim, ao comemorar com a equipe, deu o aviso: "Vamos voltar e vencer todos eles!"

Líder do campeonato, Sebastian Vettel, da RBR, fez corrida correta e fechou a prova na segunda posição, se consolidando ainda mais na ponta da tabela. Fernando Alonso, da Ferrari, rodou, chegou a ficar em sétimo após perder posições na largada, mas cruzou a linha de chegada em terceiro. Ele ficou à frente de Lewis Hamilton, um dos principais personagens deste domingo. O inglês liderou boa parte da prova, mas, após perder o controle do carro, foi punido com uma ida aos boxes e saiu da briga pela ponta.

O australiano Mark Webber, da RBR, fechou a corrida em quinto lugar, à frente de Felipe Massa. O brasileiro, após início de corrida complicado, quando chegou a perder parte da asa traseira em choque no muro de proteção, fez boa prova de recuperação e fechou em sexto.


GOVERNO FEDERAL
Exército afirma que não lhe cabe comentar o caso
Da redação em 31/07/2011 09:53:41

Em nota, o Centro de Comunicação do Exército afirmou desconhecer a existência da investigação sobre os generais Enzo Peri, Marius Luiz Teixeira e Ítalo Fortes Avena, que chefiaram o DEC (Departamento de Engenharia e Construção).A Procuradoria-Geral da Justiça Militar também investiga os generais Rubens Brochado, Silvino Silva, Ernesto Ronzani, Emilio Aconcella e Amir Kurban, que chefiaram o IME (Instituto Militar de Engenharia) entre 2004 e 2009."Não cabe à Força e nem aos militares citados emitir qualquer tipo de posicionamento sobre o assunto", afirma a nota do Exército.

Em depoimento aos promotores militares, o coronel Paulo Roberto Dias Morales disse que apenas coordenava a execução dos convênios com o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e outras pessoas eram responsáveis pela contratação de fornecedores.

Ele afirmou não conhecer os sócios das empresas beneficiadas nas concorrências, que, segundo os promotores, eram parte de um grupo organizado por ele e pelo major Washington Luiz de Paula.O major Paula negou as acusações dos promotores ao prestar depoimento e disse que sua movimentação bancária e suas viagens ao exterior eram compatíveis com seus rendimentos. Informações da Folha.


GOVERNO FEDERAL
Comandante do Exército vira alvo de investigação
Da redação em 31/07/2011 09:51:06

O comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, e sete generais são investigados pela Procuradoria-Geral de Justiça Militar sob suspeita de participar de fraudes em obras do Exército. Os oficiais comandaram o DEC (Departamento de Engenharia e Construção) e o IME (Instituto Militar de Engenharia) entre 2004 e 2009, período em que o Exército fez convênios com o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) para obras em rodovias.

O general Enzo chefiou o DEC entre 2003 e 2007. Ele deixou o cargo para assumir o comando do Exército no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e foi mantido no posto pela presidente Dilma Rousseff. O grupo investigado inclui cinco generais que comandaram o IME e dois que chefiaram o DEC depois do general Enzo: os generais Marius Teixeira Neto, na reserva desde março, e Ítalo Fortes Avena, hoje consultor militar da missão do Brasil na ONU.A investigação foi aberta em maio pela procuradora Geral de Justiça Militar, Cláudia Luz, para apurar se o general Enzo e os outros que comandavam áreas envolvidas sabiam das irregularidades.

A apuração foi um desdobramento de inquérito anterior que identificou indícios de fraude em 88 licitações do Exército para fazer obras do Ministério dos Transportes e apontou desvios de recursos públicos de R$ 11 milhões. À Folha, o Centro de Comunicação do Exército diz que não tem conhecimento da investigação e que "não cabe à Força e nem aos militares citados emitir qualquer tipo de posicionamento".

Criados para atender necessidades de militares, os batalhões de engenharia do Exército são convocados com frequência para acelerar obras. Somente do Dnit, que nas últimas semanas teve quase toda a diretoria afastada por ordem de Dilma, o Exército recebeu R$ 104 milhões nos últimos cinco anos.As investigações mostram que um grupo liderado por dois oficiais que coordenavam os convênios no IME, o coronel Paulo Roberto Dias Morales e o major Washington Luiz de Paula, criou seis empresas para entrar em concorrências do IME com dinheiro do Dnit.

O major Paula teria movimentado mais R$ 1 milhão em sua conta em um ano e feito 14 viagens aos EUA no período em que trabalhou com o Dnit.Seis militares estão sendo processados na Justiça Militar. Se condenados, poderão ser presos e expulsos da corporação. Peças do processo foram encaminhadas à Justiça Federal para que eles sejam processados ali também.Informações da Folha.


DISTRITO FEDERAL
Caro, arcaico e ineficiente. Eis o retrato fiel do Metrô do DF
Da redação em 31/07/2011 09:43:37

O tempo de uso do sistema de controle e da maioria dos trens da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô -DF) tem colaborado para os constantes problemas operacionais, como as reduções de velocidade em horário de pico ocorridas nas duas últimas semanas (veja memória). Além de contar com uma tecnologia ultrapassada que atrasa as viagens, os usuários reclamam da falta segurança nas estações e de conforto para quem disputa um lugar nos vagões. Especialistas ouvidos pelo Correio ainda alertam que a falta de integração com os ônibus faz do metrô apenas mais uma parte capenga do transporte público da capital federal.

O diretor de Operação e Manutenção do Metrô, Fernando Sollero, admite que 20 dos 32 trens da frota são antigos e faltam peças no mercado para atender a algumas necessidades de manutenção. Entretanto, Sollero garante que todos os reparos são feitos e os requisitos de segurança, respeitados. “Eles só andam quando estão funcionando perfeitamente. Todas as noites também são feitas manutenções nos trilhos e nos trens”, afirmou.

Segundo o diretor de Operação e Manutenção, o projeto de construção do Metrô é de 1991 e os equipamentos foram comprados em 1994. Ele também explicou que um novo sistema de controle para operação foi adquirido em 2009 para modernizar a tecnologia usada na empresa, além de 12 novos trens. “A regulagem do intervalo entre um trem e outro é feita por um técnico. Por meio do painel de controle, ele pode solicitar ao piloto o aumento ou a redução das velocidades para que as distâncias sejam adequadas. Com o novo software, todo processo será feito eletronicamente”, explicou.

De acordo com Sollero, três trens antigos já estão adaptados para o novo sistema e a expectativa é de que tudo esteja em funcionamento no segundo semestre de 2012. “Existe um grupo de trabalho fazendo todas as adequações, mas isso leva tempo. Fazemos vários testes para garantir a segurança do usuário”, detalhou. O Metrô também publicou edital de licitação a fim de desenvolver o projeto básico da modernização do sistema de sinalização eletrônica dos trilhos com a central de controle e para expandir o número de estações existentes. A previsão é de uma na Asa Norte, além de outras duas em Samambaia e mais duas em Ceilândia.

Na avaliação Artur Morais, pesquisador de transportes da Universidade de Brasília, o Metrô precisa passar por uma renovação tecnológica. Além disso, Morais destaca que a falta de integração com os ônibus é um problema para o transporte público do DF. “O desenho do Metrô não privilegia os locais com grande concentração de pessoas. Fora da integração, é apenas uma ferrovia. A mentalidade de quem pensou no projeto foi de pegar as pessoas de outras regiões administrativas e jogar no Plano Piloto. Faltam estações, por exemplo, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) e na W3”, opinou.Informações do Correio Braziliense.


POLÍTICA
No mano a mano, PT e PMDB
Da redação em 31/07/2011 08:48:55

A. C. Scartezini, Jornal Opção

Nos últimos oito anos, a aliança PT-PMDB se tornou o cerne ou hard core, como está na moda, do presidencialismo de coalizão, mas neste momento se torna perceptível a configuração de um quadro onde os dois partidos podem evoluir para um confronto de forças, uma queda de braço no mano a mano que pode testar a governabilidade na era Dilma Rousseff e redefinir a hegemonia entre os dois partidos.

A faxina da presidente Dilma na Esplanada dos Ministérios chegou ao PMDB com a demissão, na quarta-feira, do diretor financeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), subordinada ao Ministério da Agricultura. O ex-diretor atende por Oscar Jucá Neto e vem a ser o irmão caçula do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB). Oscar é acusado de pagar irregularmente a empresa onde teve um primo como sócio.

A demissão do caçula vale mais pelo que nela pode-se ler do que propriamente pelo escrito. O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, sentiu-se desautorizado pelo pagamento de R$ 8 milhões à armazenadora Renascença. Por isso pediu a demissão do caçula do senador. Então o ministro, da cota do PMDB, desejou a faxina em seu próprio ministério, em seu partido? É o que está implícito.

A leitura política, porém, é que o cerco chegou ao PMDB, cujo enfraquecimento interessa à hegemonia do PT, o que coincide com um momento em que o ex-presidente Lula iniciou pelos Estados a campanha municipal e a costura de alianças em torno do partido. Como na última eleição presidencial, o ex precipita o processo. Sai na frente antes de ser aberta a temporada usual. Busca selecionar e começar a impor seus candidatos a prefeito em 2012.


GOIÁS
Apoio à reeleição de Attié divide PSDB de Cristalina
Da redação em 31/07/2011 08:44:44

O PSDB não se entende quando o assunto é o apoio à reeleição do prefeito de Cristalina, Luiz Carlos Attié (DEM). O presidente da legenda na cidade, João Carlos Fachinello, afirma que o partido está fechado com o prefeito. Mas um dos principais coordenadores da eleição no Entorno, o tucano Célio Silveira (foto), prefeito de Luziânia, diz que Attié não terá o apoio dos tucanos, que estão conversando com Antonino Andrade (PR), prefeito da cidade por duas vezes e que não tem se mostrado muito empolgado com a ideia de disputar outra eleição. A segunda opção dos tucanos seria o empresário Edu Martim (PSDB).

O nome de João Carlos Fachinello não é uma opção do PSDB em Cristalina, afirma Célio Silveira. Pelo contrário, “além de muito fraco, ele tem restrições do governo”. Segundo Célio Silveira, o PSDB não pretende repetir o apoio a Luiz Carlos Attié, que, no segundo turno da eleição para governador, esteve ao lado do candidato do PMDB, Iris Rezende. Administrativamente, Luiz Carlos Attié afirma que o PSDB tem garantido a governabilidade e que espera que o partido apoie sua reeleição. Ele tem, no entanto, uma carta poderosa na manga: o apoio do secretário da Casa Civil, Vilmar Rocha (DEM).

O prefeito compõe a lista dos democratas que, junto com Vilmar, vão migrar para o PSD. “As negociações estão bem adiantadas e eu vou porque precisamos estar onde querem a gente”, afirma o prefeito. O secretário da Casa Civil é, atualmente, um dos mais influentes junto ao governador Marconi Perillo, do PSDB. Mas por outro lado, Attié não tem a simpatia do vice-governador José Eliton (DEM) — que já anunciou que não apoia a reeleição do prefeito —  e nem do deputado CristovãoTormin (PTB), cotado para coordenar o PSD no Entorno do DF. Caso deixe o DEM, não terá o apoio do deputado Ronaldo Caiado (DEM).

Além de Attié e Antonino Andrade, outros nomes aparecem para disputar o pleito: o do vereador Marquinho Abrão (PPS), do empresário Silton Soares (PT) e do produtor rural Edézio Mineto, ainda sem partido. Informações do Jornal Opção.


DISTRITO FEDERAL
Gastão Leite pode ser vice de Joaquim Roriz em Luziânia
Da redação em 31/07/2011 08:40:38

Andréia Bahia, Jornal Opção

 O secretário extraordinário do Entorno, Gastão Araújo Leite (PSDB), deve ser o vice de Joaquim Roriz (PSC), caso o ex-governador venha mesmo a disputar a eleição para prefeito de Luziânia. Apesar de Roriz ter vários problemas com a Justiça, inclusive a eleitoral, o prefeito Célio Silveira (PSDB) vai apoiar uma eventual candidatura de Roriz a prefeito. “Ele me apoiou duas vezes e tem um grupo forte em Luziânia”, explica o prefeito. O vice-prefeito, Eliseu Melo (PMDB), que era o candidato natural à sucessão de Célio Silveira, “abre mão da candidatura para Roriz sem dificuldade”, afirma Célio Silveira, e, com isso, perde também a cadeira de vice. Ele não soma votos, uma vez que faz parte do grupo de Roriz na cidade. Daí a opção por Gastão Leite, que era vereador antes de assumir uma pasta no governo estadual. A chapa deve ser puro sangue, já que Joaquim Roriz deve migrar para o ninho tucano, caso decida participar do pleito no município.
 
 A presença de Joaquim Roriz no processo sucessório de Luziânia obriga o PSDB a fazer novas composições, mas não há muitos partidos disponíveis. O DEM pretende lançar candidatura própria e estuda a possibilidade de lançar o ex-vereador Geraldo da Silva, o Geraldão, para reforçar politicamente o partido no município e na região. O PMDB tem um acordo com o PT, que por sua vez tem um acordo com o PTB, do deputado Cristóvão Tormin (PTB), que deve migrar para o PSD. O nome que aparecer melhor nas pesquisas de intenção de voto, da vereadora Cassiana Tormin (PT) ou de Cristóvão Tormin, terá o apoio do outro. Marcelo Melo, do PMDB, havia cogitado disputar a prefeitura antes de ser indicado para diretor da Conab, mas o PT conta certo com seu apoio. Ele, no entanto, não tem condições de ficar em lado oposto ao de Joaquim Roriz.

 Mas se de um lado se especula o retorno de Joaquim Roriz para Goiás, Marconi Perillo teria sido sondado para ser candidato a governador no Distrito Federal contra Agnelo Queiroz (PT), em 2014. Marconi já entraria na disputa com 30% dos votos dos eleitores do DF que moram no Entorno. Do DF, seria mais fácil tentar uma candidatura a presidente da República em 2018.


GOVERNO FEDERAL
Técnicos do TCU acusaram dirigente da Valec de ‘dilapidação do patrimônio‘
Da redação em 31/07/2011 07:37:13

Fernando Gallo - O Estado de S.Paulo
 
 Técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) recomendaram que o atual superintendente financeiro da Valec, Cácio Antonio Ramos, fosse impedido de assumir cargos de confiança na administração pública por ter sido cúmplice, na avaliação deles, com a dilapidação do patrimônio da antiga Rede Ferroviária Federal (RFFSA). Ramos foi o primeiro inventariante da empresa, cargo que ocupou por dois anos e meio, entre 2007 e 2009. A recomendação do corpo técnico do TCU ocorreu em 2009.

Em um extenso relatório a respeito das consequências da concessão da malha ferroviária paulista, técnicos da 1.ª seção de controle externo do tribunal relatam descaso dos responsáveis pela Inventariança com roubos de parte espólio da rede - vagões, fios, trilhos e outras peças - e também com a execução contratual das empresas que arrendaram parte dos ativos quando da privatização da RFFSA.

No documento, os técnicos chegam a afirmar que Cácio Ramos e outras três pessoas causaram danos aos cofres públicos e incorreram em atos ilegais. "Tal conduta ultrapassa os limites da mera inércia administrativa, ou negligência, para adentrar à cumplicidade com a prática de ilícitos (...). A gravidade das acusações aqui presentes não deixa dúvidas quanto à ocorrência de danos ao erário."

Entre os problemas apontados, técnicos do TCU citam a inadimplência dos arrendatários, que na época já tinha ultrapassado, segundo a Inventariança, R$ 1,3 bilhão. Na avaliação do TCU, a União não conseguiria arcar com mais e mais obrigações e a negligência com desmanches e roubos em Campinas, Rio Claro e Iperó, no interior de São Paulo.

Os técnicos recomendaram que cópias do relatório fossem encaminhadas à Procuradoria-Geral da República. "Elementos trazidos aos autos não permitiram acolher como justificável a atuação dos responsáveis pela Inventariança (...) frente aos atos lesivos praticados contra o patrimônio da extinta RFFSA", dizem os técnicos, que viram improbidade administrativa na conduta de Ramos. "Tal possibilidade fundamenta proposta de que seja dada ciência à Procuradoria-Geral dos fatos aqui relatados para o ajuizamento das ações penais e civis cabíveis."

Salvo-conduto. Apesar do apontamento de diversas irregularidades, o chefe da unidade técnica e o ministro relator do caso, Walton Alencar Rodrigues, contrariaram o parecer. O ministro - que já presidiu o TCU -, em seu voto, afastou a "conduta omissiva" dos gestores e afirmou que não houve "fato irregular" quando este foi apontado pelos técnicos do TCU.

A única exceção diz respeito à retirada de linhas e postes metálicos em Rio Claro, chamada pelo ministro de "ação depredatória". Neste caso, ele afirmou que Ramos e os outros três gestores "não demonstraram haver adotado providências para solucionar a pendência". "Assim, por tratar-se de exceção à conduta dos responsáveis, deixo de aplicar a multa sugerida pela unidade técnica", diz Rodrigues no voto.


GOVERNO FEDERAL
Como Dnit, outros áreas do governo precisariam de faxina
Da redação em 31/07/2011 07:32:14

Se a presidente Dilma Rousseff fosse faxinar todos os cantos do governo onde a ingerência política contamina a gestão, permitindo, inclusive, a proliferação de bilionários aditivos nas obras públicas, a limpeza teria que ir além dos Transportes. Órgãos estratégicos como o Banco do Nordeste (BNB), a Companhia do Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf) e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) protagonizam disputas por poder entrelaçadas a graves falhas de gestão, que abrem a porta a irregularidades. Outros, como as superintendências de Desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste (Sudam e Sudene), além do Banco da Amazônia (Basa), são alvos de acirrada disputa entre caciques partidários da base aliada, mas a presidente está segurando as indicações políticas até agora.

Embora tenha tentado emplacar um técnico de Santa Catarina para presidir o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), com o aval de Dilma, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, teve de ceder à pressão do PT cearense e aceitar a indicação para o cargo de Jurandir Santiago, afilhado político do deputado federal José Nobre Guimarães (PT-CE). Funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal (CEF), Santiago comandava a Secretaria de Cidades do governo cearense antes de assumir o banco. Deixou a pasta sob suspeita do Ministério Público do Ceará, que investiga desvio de verbas públicas para a construção de banheiros em comunidades pobres do estado. As apurações mostraram que o dinheiro foi desviado, por meio de convênios, para entidades fantasmas ou que, embora funcionem, não fizeram as obras.

Sob suspeita, 56 convênios no CE

Estão sob suspeita 56 convênios de 2010 do governo cearense para obras em 37 municípios. Como secretário, Santiago assinou ao menos sete, cujos valores foram transferidos a entidades ligadas a parentes e funcionários do ex-presidente do Tribunal de Contas do Ceará, Teodorico Menezes, que se afastou do cargo em meio à crise. A promotoria pretende ouvir o presidente do BNB esta semana. Será pedida a quebra do sigilo fiscal e bancário dos envolvidos, de acordo com o promotor Eloilson Landim, responsável pelo caso. Informações de O Globo.


GOVERNO FEDERAL
Ex-chefe da Conab diz a revista que há corrupção na Agricultura
Da redação em 30/07/2011 21:14:21

O ex- diretor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) Oscar Jucá Neto disse em entrevista à revista “Veja” deste final de semana que existe um esquema de corrupção envolvendo o Ministério da Agricultura, que tem como titular da pasta Wagner Rossi. Segundo Jucá, o PMDB, partido do ministro, teria transformado o ministério em uma “central de negócios”.

Na entrevista , Jucá relatou um suposto “acerto” no atraso do pagamento de R$ 14,9 milhões em dívidas à Caramuru Alimentos, empresa de armazenagem de graõs. Segundo ele, o acerto aconteceria porque representantes da Conab queriam aumentar o valor para R$ 20 milhões. Desse total, R$ 5 milhões seriam repassados por fora. Jucá disse que não autorizou o pagamento.

Jucá foi exonerado do cargo de diretor da Conab nesta quarta-feira (27). Ele é irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). A exoneração ocorreu após a revista "Veja" publicar há duas semanas que Osmar Jucá teria autorizado um pagamento irregular de R$ 8 milhões a uma empresa de propriedade de um sem-teto, em Brasília.

Segundo a revista, após as denúncias, o ministro Rossi sugeriu a Jucá que trocasse de cargo e teria oferecido dinheiro ao então diretor da Conab, que disse ter recusado.

Em nota divulgada neste sábado (30), o ministro Wagner Rossi repudiou o que chamou de “falsas acusações” do ex-diretor da Conab e que a decisão que beneficia a Caramuru transitou em julgado em abril deste ano.

“Os cálculos foram determinados pela Justiça e não pela Conab. Portanto, o pagamento a ser feito respeitará a determinação do juiz e não aquilo que um diretor da Conab, qualquer que seja ele, acredite ser possível fazer. Nenhuma tentativa de antecipar este pagamento chegou a meu conhecimento. E, caso isso ocorresse, não se efetivaria”, disse o ministro na nota. As informações são do G1.

Leia a íntegra da nota do ministério:

“Nota à Imprensa

Repudio as falsas acusações atribuídas ao ex-diretor financeiro da Conab Oscar Jucá Neto em reportagem da revista Veja, neste final de semana. É lamentável que um veículo de imprensa abra suas páginas para um homem afastado do serviço público exatamente por acusações de irregularidades levantadas por esta mesma revista.

Quanto às insinuações de ilegalidades em vendas de imóveis e pagamentos de decisões judiciais, esclareço:

1. Nenhum acordo extrajudicial foi fechado durante minha gestão à frente da Conab ou do Ministério da Agricultura com qualquer empresa privada. A única exceção foi o pagamento, à minha revelia, feito justamente pelo senhor Oscar Jucá Neto. E exatamente este caso levou-me a tomar medidas, juntamente com a Advocacia Geral da União, para bloquear o pagamento na Justiça.

2. O terreno citado na reportagem, situado no Setor de Clubes Norte e de propriedade da Conab, foi vendido em leilão público. A avaliação feita pela Caixa Econômica Federal estipulou o preço do imóvel em R$ 8,030 milhões. O preço arrematado em concorrência pública foi de R$ 8,1 milhões. A alegação de que o terreno foi vendido por um quarto do valor, como aponta Veja, é infundada. Além disso, diferentemente do que informa a revista, a operação de venda do terreno não foi realizada durante a minha gestão.

3. A decisão judicial que beneficia a Caramuru Alimentos transitou em julgado em abril deste ano. Os cálculos foram determinados pela Justiça e não pela Conab. Portanto, o pagamento a ser feito respeitará a determinação do juiz e não aquilo que um diretor da Conab, qualquer que seja ele, acredite ser possível fazer. Nenhuma tentativa de antecipar este pagamento chegou a meu conhecimento. E, caso isso ocorresse, não se efetivaria.

4. Todas as informações relativas aos dois processos mencionados na reportagem foram colocadas à disposição da revista, que optou por ignorar as explicações do Ministério da Agricultura.

5. Coloco-me à disposição para qualquer esclarecimento adicional sobre este caso a fim de demonstrar a transparência e lisura da minha gestão. Desde que passei a tomar medidas saneadoras e promovi mudanças administrativas, sabia do risco de desagradar pessoas e sofrer retaliações injustas. Como acontece agora. Mas isso não vai mudar minha atuação como homem de governo”.

Wagner Rossi
Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”


FUTEBOL
Dilma exalta Pelé e convida estrangeiros para Copa 2014
Da redação em 30/07/2011 16:26:05

 . Foto: Reuters

Em sua participação curta durante o sorteio das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014, a presidente Dilma Rousseff exaltou a importância de Pelé para o Mundial, que segundo o próprio, em entrevista realizada ontem, foi deixado de lado na cerimônia pelo Comitê Organizador Local (COL). Nomeado embaixador honorário pela presidente, o Rei do Futebol, que estava na plateia, foi aplaudido de pé quando foi citado por Dilma.

"O Brasil continua a ser identificado como o País do Futebol e isso nos envaidece. Nós brasileiras e brasileiros amamos o futebol. Ganhamos cinco Copas do Mundo e aqui nasceram vários craques ao longo do tempo a começar pelo maior deles: Pelé, que fizemos questão de nomear embaixador da Copa do Mundo de 2014", disse a presidente, que ainda o chamou de "querido" Pelé.

Ressaltando o bom momento que vive o País, Dilma fez questão de aproveitar o seu discurso no sorteio para convidar os torcedores estrangeiros para seguir ao Brasil em 2014. "Temos uma economia estável de crescimento. Em oito anos, elevamos para classe média 40 milhões de brasileiros. Somos um País que tem na diversidade ética, cultural e religiosa uma das suas maiores riquezas e que convive bem com o meio ambiente", disse.

"Convido os povos do mundo inteiro a conhecer o Brasil e os brasileiros. Vocês encontrarão um País muito bem preparado, com toda a infraestrutua necessária, segurança e transporte. Estamos fazendo de tudo para ter uma Copa do Mundo que seja a melhor em todos os tempos. Queremos encantar o mundo em 2014. Vocês terão a oportunidade de conhecer um povo alegre, generoso, solidário".

A presidente completou o discurso mostrando o lado hospitaleiro do povo brasileiro. "Somos um povo que ama o futebol, mas ama a liberdade, a Justiça e a paz...Desejo boa sorte a todos os participantes (do sorteio), sejam bem-vindos ao Brasil. O Brasil inteiro está jogando junto para fazer uma Copa do Mundo inesquecível e estaremos de braços abertos para receber todos com muito carinho na melhor e maior festa do esporte mais popular do mundo".

Situação conturbada entre COL e Pelé

A ausência de Pelé, até menos de uma semana, para o sorteio das Eliminatórias da Copa do Mundo deixou transparecer um clima ruim entre Pelé e o COL, principalmente na figura de seu presidente Ricardo Teixeira.

Em entrevista realizada ontem para oficializar que aceitou o convite de Dilma para o cargo de embaixador honorário da Copa do Mundo, Pelé foi questionado por qual motivo não estaria no palco do evento deste sábado, que terá a presença de diversos jogadores do presente e do passado, como Zico, Ronaldo, Zagallo e Neymar.

Pelé deixou no ar de que não havia sido chamado para o evento. "Eu sempre representei o Brasil desde 1958. Sendo convidado ou não, trabalharia para representar o Brasil. Mas você só vai no evento se for convidado...Eu só vou na sua casa se você me convida. A CBF tem o presidente Ricardo Teixeira, ele decidiu quem ele deve convidar. Se ele me convidasse eu estaria cooperando. Se ele não me convida eu não vou".

A Fifa e o COL rapidamente reagiram à atitude do Rei do Futebol e afirmaram que Pelé foi convidado, mas recusou sua presença no evento. "Por sua importância para a história do futebol, ele foi chamado em abril para ser não só convidado de honra, mas principalmente companheiro de palco do secretário geral da Fifa, Jérôme Valcke, durante a cerimônia. Porém, Pelé respondeu ao convite, por e-mail, dizendo que tinha outros compromissos na data. O evento agora está completo e ganha ainda mais em importância", afirmou a nota enviada pelo COL.Informações do Terra.



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