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Brasília-DF, 01 de Julho de 2012. Ano 8
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DISTRITO FEDERAL
OAB/DF revoga restrição de acesso a elevadores no Fórum Mirabete
Da redação em 31/07/2012 20:54:33

 A Comissão de Prerrogativas da OAB/DF obteve a revogação de um memorando circular do Fórum Mirabete que restringia o acesso a elevador privativo a magistrados, membros do Ministério Público, defensores públicos e membros do Poder Público devidamente autorizados. Excluíam-se, contudo, os advogados. Após o recebimento de várias reclamações, a Comissão entendeu que a restrição incorria em violação de prerrogativas.
 
A diretoria do Fórum Mirabete e a Corregedoria do TJDFT foram oficiadas para adequarem o regime de acesso ao Estatuto da Advocacia (Lei 906/94). Segundo a norma, "não há hierarquia nem subordinação entre advogados, magistrados e membros do MP, devendo todos tratar-se com consideração e respeito recíprocos".
 
Em resposta, a Corregedoria do TJDFT informou que o memorando circular foi retirado da entrada dos elevadores e não terá mais aplicação no Fórum Mirabete. Para o presidente da Comissão de Prerrogativas da OAB/DF, Sandoval Curado Jaime, situações como esta podem soar pouco relevantes, mas diferenciam o cotidiano do advogado que milita nos balcões da Justiça.
 
“Trata-se, em primeiro lugar, de uma questão de observância do texto das leis. Felizmente nossa Casa mantém excelente relacionamento com o Judiciário, de forma que nossas demandas têm tido o retorno esperado”, afirma Sandoval.


GOIÁS
Friboi teria R$ 30 milhões para torrar em eleição
Da redação em 31/07/2012 20:38:39

 Goiás 247 - O Ministério Público Eleitoral precisa ficar atento. Integrante do Conselho de Administração do JBS-Friboi, o maior frigorífico no setor de carne bovina do mundo e líder de mercado no Brasil e na Argentina, o empresário José Batista Júnior, o Júnior do Friboi, teria garantido a aliados que vai jorrar dinheiro na campanha municipal deste ano. A meta seria eleger o maior número possível de prefeitos e vereadores para dar suporte à sua hipotética candidatura ao governo em 2014.
 
A quantia é absurda e extrapola os limites legais impostos pela Justiça Eleitoral. Júnior teria reservado incríveis R$ 30 milhões para "torrar" com candidatos a prefeito e a vereador de diversos partidos. Para ao pleito estratégico de 2014, quando pretende entrar pesado na disputa pelo Governo, já teria "separado" a bagatela de R$ 100 milhões para fazer a alegria principalmente dos partidos nanicos.
 
Sócio do BNDES, a última do empresário goiano foi comprar pela ninharia de US$ 15 milhões um iate de 140 pés exclusivamente para zarpar pelas ondas que cercam Miami, conforme revelou o jornalista Lauro Jardim na coluna Radar, da revista Veja. Mas sobre o pleito deste ano, o Jornal Opção, de Goiânia, fez as seguintes observações na edição que circula esta semana:
 
José Batista Júnior teria um "patrimônio pessoal de 10 bilhões de reais". E mais: o grupo JBS-Friboi, do qual é sócio, fatura cerca de 60 bilhões de reais por ano. Com tanto dinheiro em caixa, Friboi teria dito a aliados que reservou pelo menos 30 milhões para financiar candidatos a prefeito de vários partidos (teria confidenciado que "separou" 100 milhões de reais para disputar o governo em 2014).
 
Prossegue a publicação: ocorre que, com a campanha iniciada, vários aliados afirmam que não receberam nenhum centavo do que havia sido prometido com tanta ênfase. O Jornal Opção ouviu alguns candidatos "apoiados" pelo "empresário dos bilhões", como é conhecido no interior. Esperançosos de que ainda vão receber algum apoio financeiro, decidiram falar com o Jornal Opção, desde que seus nomes não fossem mencionados".
 
Na sequência, o Jornal Opção avalia: os candidatos garantem que Friboi fala que vai ajudar, que o dinheiro está saindo, mas, quando procurado, não é encontrado. Ele manda avisar que está viajando para os Estados Unidos, ou para São Paulo e Rio de Janeiro, e seus auxiliares não têm autoridade para liberar nem mesmo mil reais para pôr gasolina nos carros. Na sede de seu partido, o PSB, Júnior controla as despesas com mão de ferro. Costuma dizer que Barbosa Neto — presidente decorativo do PSB — não manda em nada e deve ser tratado como mais um de seus empregados.
 
Em conversas reservadas com integrantes do PSB, Friboi abre o jogo e sustenta que não vai financiar candidatos do PMDB — exceto alguns com os quais havia se comprometido de modo mais efetivo, como Ernesto Roller, em Formosa —, pois, em 2014, o partido não o apoiará para governador, possivelmente optando por Iris Rezende, Iris Araújo ou Paulo Garcia. Sem dinheiro, vários candidatos, num linguagem grosseira e indelicada, começam a chamá-lo de "Traíra Júnior".
 
O Ministério Público Eleitoral tem de ficar de olho nas contas apresentadas por Júnior do Friboi e por seus aliados, conclui a reportagem do Jornal Opção.


IMPRENSA
Barraco na imprensa
Da redação em 31/07/2012 20:31:03

 247 _Claudio Julio Tognolli - Por duas vezes seriadas, Alberto Dines, pai da crítica de mídia no Brasil, sagrado pelo disputadíssimo prêmio Moors Cabot, o Nobel do Jornalismo, atacou outro peso-pesado do jornalismo, o âncora Boris Casoy. No programa Roda Viva, da TV Cultura, e na revista da ABI, a Associação Brasileira de Imprensa, um rancoroso Dines apareceu de dedo em riste: acusando Boris de tê-lo cortado a cabeça, enquanto diretor da Folha de S. Paulo.
 
Boris Casoy mandou sua carta-resposta para a ABI, que não a publicou. Casoy sentiu-se censurado, e mandou o repique para alguns amigos. O Brasil 247 publica a resposta de Casoy com exclusividade.
 
A verdadeira história nem Dines nem Casoy relatam. Que é a seguinte: Dines era chefe da Sucursal da Folha no Rio de Janeiro. E nos anos 80 mandou para São Paulo a famosa história de que um empregado da Coca-Cola havia caído num tonel da bebida, e acabou afogado e derretido. A Folha publicou. Meses depois, confirmou-se que a história era falsa. Boris ficou na cola de Dines, que endossou a veracidade da história, mas acabou esquecendo.
 
Meses depois Dines escreveu na página dois da Folha um violento artigo contra Paulo Maluf. Boris o mandou para o dono do jornal, Octavio Frias de Oliveira. E decidiu-se que o artigo de Dines sairia publicado à página cinco do jornal, bem no abre. O que não aconteceu.
 
Nesta altura Boris Casoy estava em viagem à China. Na sua ausência, um secretário de redação alertou a Octavio Frias de Oliveira que Dines vinha mandando diariamente o artigo a São Paulo, "até que fosse publicado". Ao ler o artigo, finalmente, o finado seu Frias resolveu pela demissão do Alberto Dines: pelo fato de Dines insistir tanto em peitar uma ordem.
 
A história acima é o que se passou: nem Dines, nem Casoy, gostam de vê-la contada. E quem demitiu Dines não foi Casoy: foi o dono do jornal.
 
Leia a carta, com exclusividade:
 
Resposta de Boris Casoy a Alberto Dines.
 
Alberto (ou Abraão ?) Dines, mais uma vez abre sua cloaca para atacar.
 
De conhecido caráter, destituído de qualquer sentido moral ou ético, esse indivíduo tenta justificar com uma história da carochinha o fato de ter sido interventor da ditadura no Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro. Sua "explicação" não passa de um atentado à inteligência alheia. Imagine: em plena época de caça às bruxas, um grupo de jornalistas ligados ao Partido Comunista procura esse" ínclito" profissional pedindo sua intercessão junto ao gabinete do então presidente Castelo Branco, com o objetivo de destituir a direção do sindicato, legitimamente eleita. O governo aceita a sugestão e o nomeia interventor militar. É essa a versão que Dines tenta nos impingir
 
É evidente que só eram nomeados interventores aqueles que tinham a total confiança do regime. Dines, de maneira covarde, tentando dividir culpas com os comunistas, assume a sua ditadura particular. Tira um desafeto pessoal da presidência da entidade e , como se não bastasse, faz um sem número de cassações. É claro que zelosamente oculta esses fatos de sua biografia (ou folha corrida?) Se escapou da lei graças a Anistia, será  inscrito entre  os réus quando a ação da ditadura nos sindicatos tiver sua história levantada. Mais tarde demonstrou toda a  sua "consideração " com comunistas ao pedir – e por duas vezes – que eu os demitisse da sucursal da Folha de S.Paulo  no Rio de Janeiro.
 
Não satisfeito, esse senhor assaca contra mim a "informação " (gabola, ele sabe tudo!) de que  a diretoria do jornal considerou um erro eu ter sido convidado para editor da Folha de S.Paulo. Se foi erro, o jornal errou duas vezes. Fui convidado – e assumi a função por duas vezes. Certamente, o grande equívoco do sr Frias foi não ter convidado esse  "monumento" da imprensa nacional para dirigir a Folha.(" Por que não eu?") Aliás, em minha gestão , além do prestígio ganho, a Folha ultrapassou a circulação de todos os seus concorrentes. Ao contrário, o sr. Dines deu o tiro de partida na morte do Jornal do Brasil, o que levou Nascimento Brito a sacá-lo do comando da redação. A partir daí,um a um, Dines foi defenestrado de todos os órgãos de impresa em que trabalhou.
 
Ressentido, montou à sombra do Estado uma "dineslêndia" , na qual, brincando de Deus, dedica-se  biliosamente a atacar os órgãos de imprensa em que trabalhou e os colegas.
 
Ninguém melhor do que ele para falar sobre censura. Julga os demais seres humanos  tendo como modelo seu próprio caráter. Além da sua "mão de ferro" no JB, foi protagonista , mais recentemente, de um vergonhoso episódio censório .Depois de anunciar fartamente, cancelou a participação em seu programa  numa  TV estatal, do autor de um livro sobre o senador Antonio Carlos Magalhães.
 
Esse pobre diabo, primeiro mente ao afirmar que foi demitido pessoalmente por mim.  Depois diz que fui covarde ao solicitar que o secretário de redação o fizesse. Eu não poderia fazê-lo. Estava na China. A demissão desse ruinoso indivíduo deu-se com plena concordância do sr. Frias. Dines era uma das poucas "vacas sagradas" do jornal e sua saída só poderia ser decidida com a direção maior.
 
Não foi apenas o fato de recusar-se a assinar um artigo contra Paulo Maluf que levou a sua demissão. Num ato falho, em meio a uma discussão sobre a sucursal do Rio, Dines acabou revelando que uma série de reportagens endossadas por ele sobre a Coca Cola era falsa. Ele fazia essa confissão anos e anos depois dos fatos. Ocultou durante muito tempo sua grave falha. Nessa série de reportagens forjadas, contava-se que um operário da Coca Cola havia caído num recipiente destinado ao fabrico do refrigerante. A empresa sofreu enormes prejuízos com isso. E Dines manteve seu erro em segredo. E mais: não teve a coragem de afastar o repórter que, segundo ele, forjara até documentos. A bem da verdade, Alberto (ou Abraão?) nada tinha contra a Coca. Era até apreciador. A partir daí, chegava ao ponto final a confiança que se depositava nesse senhor.
 
Há poucos dias, recebo em minha casa uma dessas almas de peregrinas virtudes. Propõe-se a "selar a paz" entre Boris e Dines. Tenta me convencer, pedindo compreensão, pois Alberto segundo ele, se submete a tratamento psiquiátrico. Respondo sentir muito. E que nenhuma demência , nem a senil, altera o caráter do indivíduo.
 
Isso me leva a um fato relatado pelo jornalista Julio Lerner.  Julio pretendia escrever um livro sobre Stefan Zweig. E me perguntou se poderia receber sugestões de Dines, autor de um livro sobre aquele escritor.Recomendei. Dias depois, Julio veio a minha procura. Tinha sido recebido por Dines, a quem não conhecia. Quando Lerner relatou que trabalhara na Folha, Dines lançou uma gravíssima e odiosa série de difamações sobre diretores do jornal, Em seguida, ao saber da intenção de Julio Lerner de escrever algo sobre Zweig, não suportou a concorrência e respondendo com um sonoro "ponha-se para fora" saiu da sala. Constrangida, a mulher de Dines pediu desculpas e justificou o ato dizendo que o marido estava sendo submetido a tratamento psiquiátrico.
 
Louco ou mau caráter? Provavelmente os dois!
 
Ass: Boris Casoy


DISTRITO FEDERAL
Maria Luisa Ortiz lança candidatura a reitoria da UnB
Da redação em 31/07/2012 17:08:26

Diretora licenciada do Instituto de Letras da UnB, professora Maria Luisa Ortiz, lança nesta quarta-feira, dia 1º de agosto, sua candidatura a reitoria da Universidade de Brasília, tendo como vice em sua chapa Maria de Fátima Makiuchi, que atualmente é professora adjunta no Instituto de Física.

O lançamento acontecerá na própria Universidade, no espaço Café das Letras, que fica ao lado do Banco do Brasil, e contará com a presença de professores, técnicos e estudantes dos quatro campi, apoiadores da campanha e todos que estiverem dispostos a conhecer a plataforma de gestão das candidatas. Para atingir um número maior de pessoas, as candidatas estarão presentes no local em dois horários, ao meio-dia, e às 17 horas.


POLÍTICA
Gravação da PF relaciona Russomanno a Cachoeira
Da redação em 31/07/2012 17:07:33

 Uma gravação interceptada pela Polícia Federal (PF), no rastro da Operação Monte Carlo, relaciona o candidato do PRB à prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, ao esquema operado pela quadrilha do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Um relatório da Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal, revelado pelo jornal “Correio Braziliense”, mostra que o também ex-deputado federal é citado em diálogo como detentor de R$ 7 milhões em uma conta que seria operada pelo grupo do bicheiro.

 Na conversa, Alex Antonio Trindade, que é investigado como membro do esquema criminoso e como responsável pela remessa de valores ao exterior, teria procurado um interlocutor em São Paulo, identificado apenas como “Fábio”, para informar que tinha um contrato com o candidato do PRB e que o montante estava disponível para ser transferido. A publicação informa ainda que as investigações revelam a proximidade entre Alex Antonio Trindade e Gleyb Ferreira da Cruz, que seria responsável pela coordenação da transferência de recursos do grupo do bicheiro para instituições nacionais e internacionais.
 
Segundo a Polícia Federal, “Fábio” participou de teleconferência com Alex Antonio e Gleyb Ferreira para detalhar a transação financeira. O relatório da Polícia Federal não dá maiores informações sobre a origem dos recursos. O líder do PPS na Câmara dos Deputados, Rubens Bueno, informou que vai pedir nesta terça-feira a convocação do candidato do PRB para prestar esclarecimentos na CPI do Carlinhos Cachoeira.
 
Em palestra, na capital paulista, Celso Russomanno afirmou que irá autorizar a Polícia Federal a quebrar seus sigilos fiscal e bancário para esclarecer a questão. O candidato do PRB disse que o seu suposto envolvimento com o grupo criminoso “não existe” e que não conhece as pessoas citadas no relatório da Polícia Federal. Ele defendeu a apuração completa da suspeita de irregularidade, disse que está disposto a participar de uma acareação e atribuiu a denúncia ao seu desempenho nas pesquisas de intenções de voto.
 
A última edição do Datafolha mostra Celso Russomanno em empate técnico com o candidato do PSDB, José Serra, que está na dianteira da disputa municipal.
 
- Eu vou fazer um ofício e colocar à disposição da Polícia Federal todo o meu sigilo financeiro, desde os meus 18 anos. Isso não existe, não conheço essas pessoas e não tenho contato com elas. Eu quero a apuração de tudo, não se brinca com o nome das pessoas. Quem não deve, não teme. E eu não tenho nada a esconder - afirmou Celso Russomanno.
 
O candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita, que participou do mesmo evento, defendeu que a denúncia seja apurada e considerou que, durante as eleições, é o momento de se colocar tudo a limpo. Segundo ele, ou tudo termina em “pizza” ou deve-se passar tudo a limpo, “doa a quem doer”.
 
- É uma história muito estranha e eu acho que ela precisa ser esclarecida. O candidato precisa esclarecer quem é o assessor, já que é uma escuta telefônica. É algo muito sério - afirmou Gabriel Chalita.Informações de O Globo.
 


CPMI DO CACHOEIRA
CPI já cogita indiciar noiva de Cachoeira
Da redação em 31/07/2012 15:11:14

A cúpula da CPI do Cachoeira vai sugerir no fim dos trabalhos o indiciamento de Andressa Mendonça, noiva do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A detenção de Andressa nessa segunda-feira, 31, em Goiânia, após suposta chantagem, reforçou a convicção dentro da CPI de que a mulher assumiu papel de comando na organização.

A equipe técnica da comissão tem trabalhado com informações segundo as quais Andressa seria uma espécie de laranja no esquema de lavagem de dinheiro de Cachoeira. Agora, para um integrante da cúpula da CPI, estaria provado que ela também faz parte da "quadrilha". Andressa vai depor na comissão no dia 7.

"(A detenção) evidencia que ela estava sendo uma espécie de operadora da organização", afirmou o relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT-MG), favorável à quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de Andressa, que não foram realizados durante a Operação Monte Carlo.

"Comprovamos os indícios do seu envolvimento", afirmou o vice-presidente da CPI, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que quer indiciá-la. Embora não queria antecipar uma decisão ao Estado, o relator disse a interlocutores também ser favorável ao indiciamento de Andressa.

Articuladora. Com a prisão de Cachoeira, em 29 de fevereiro, coube a Andressa a articulação política e jurídica do processo, segundo integrantes da CPI, policiais federais e procuradores.

Toda semana, a mulher visita o contraventor na prisão, em Brasília, mantendo intenso contato com os advogados do caso, e não só com os que defendem o companheiro. Andressa também tem conversado com os acusados que estão em liberdade.

Nos dois dias de audiência da Justiça Federal sobre o caso em Goiânia, na semana passada, chamou a atenção a desenvoltura de Andressa com os comparsas do grupo. Ela conversou com todos os seis réus e com os advogados dos aliados do contraventor.

Andressa foi autorizada a conversar diariamente com Cachoeira nas instalações da Justiça goiana. O último encontro, na quarta-feira, foi reservado. Nesse dia, Andressa relatou ter ido ao gabinete de Alderico dos Santos no intervalo do almoço e definiu o juiz como "tacanho, meio capiau". No dia seguinte, em novo encontro, Andressa teria feito a suposta chantagem, segundo Alderico relatou ao Ministério Público.

"Todos os negócios dele (Cachoeira) estão sob a coordenação dela (Andressa), sejam as articulações, sejam as cobranças de dívidas", disse o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). Para o parlamentar, Andressa deve ir à comissão na condição de investigada, e não de testemunha. Informações do Estadão.


OPERAÇÃO MONTE CARLO
Mulher de Carlinhos Cachoeira paga fiança de R$ 100 mil
Da redação em 31/07/2012 15:08:42

Andressa Mendonça, a mulher do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, pagou nesta terça-feira, 31, a fiança de R$ 100 mil, em dinheiro, conforme determinado em medida cautelar pelo juiz Mark Yoshida Brandão, da 13ª Vara da Justiça Federal em Goiânia. Caso a determinação não fosse cumprida, seria expedido mandado de prisão contra ela.

A medida foi em resposta à denúncia de que Andressa teria tentado chantagear o juiz federal Alderico Rocha Santos em troca da liberdade do marido, preso desde fevereiro. À Polícia Federal, o juiz, responsável pelo julgamento do contraventor, afirmou ter sido procurado por Andressa em seu gabinete na semana passada. Nessa segunda-feira, 30, ela foi detida, mas ficou em silêncio.

Além da fiança, o delegado Sandro Paes Sandre, da Policia Federal em Goiás, proibiu Andressa de ter contato ou visitar Cachoeira e também com pessoas vinculadas ao processo da Operação Monte Carlo. Ela responderá processo por crime de corrupção ativa.

Na próxima semana, Andressa e o juiz Alderico Rocha Santos passarão por acareação na PF, em Goiânia. Rocha assumiu o processo da Operação Monte Carlo, que prendeu Carlos Cachoeira e mais 80 pessoas, no mês de fevereiro. Todos, de acordo com a PF, estão envolvidos num esquema de exploração de jogos ilegais, em Goiás. Informações do Estadão.


DISTRITO FEDERAL
Agnelo mostra a governo de Cingapura projetos de desenvolvimento
Da redação em 31/07/2012 13:17:51

O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, recebeu uma comitiva do Ministério dos Transportes de Cingapura na manhã desta terça-feira (31), no Salão Nobre do Palácio do Buriti. A reunião com o grupo asiático foi um desdobramento da missão internacional realizada pelo governador e sua equipe entre os dias 13 e 27 de julho. Agnelo Queiroz entregou ao ministro dos Transportes de Cingapura, Lui Tuck Yew, um programa com os investimentos do GDF para a mobilidade urbana. Entre eles, os projetos de melhoria do transporte rodoviário e de ampliação das linhas do metrô.

 “Cingapura passou por um grande desenvolvimento em um curto período de tempo. O país conta com um planejamento urbano exemplar”, destacou o governador. “Vejo muitas semelhanças entre Brasília e Cingapura. Muitas das nossas necessidades são parecidas. Nós queremos o desenvolvimento urbano e o crescimento econômico da capital federal sem perder qualidade de vida”, completou.

O governador lembrou ainda de alguns locais que a comitiva do GDF conheceu durante a viagem internacional e enfatizou a visita ao Parque Industrial e Tecnológico de Suzhou, que fica a meia hora de Xangai e foi construído por meio de uma parceria entre os governos da China e de Cingapura. A visita teve como objetivo conhecer o modelo de desenvolvimento econômico do complexo chinês, já que o Parque Tecnológico Capital Digital do DF está em busca de investidores.

O ministro dos Transportes Lui Tuck Yew, que é também segundo ministro de Negócios Estrangeiros da Cingapura, ressaltou as semelhanças entre o DF e o país asiático. “Temos desafios muito parecidos. Precisamos integrar áreas como habitação e transporte e podemos compartilhas experiências”, disse.

A chefe da Assessoria Internacional da Governadoria, Flávia Malkine, enfatizou a importância da missão, que apresentou a investidores estrangeiros as potencialidades de Brasília.  “Essa reunião deixa claro que o GDF trouxe frutos da missão internacional e consolida o objetivo da viagem, que foi planejada para ter resultados em curto prazo.”

“Cingapura é conhecida por ter o melhor sistema de tráfego do mundo”, salientou o secretário de Transportes do DF, José Walter Vasquez Filho. “Eles têm soluções muito interessantes para o trânsito e a mobilidade urbana e nós temos muito o que aprender com a experiência deles”, completou.

Metas – Na área de Transportes, as metas do país asiático são garantir que, em 10 anos, nenhum cidadão ande mais de 60 m para pegar um trem e, até 2020, que não haja ruas sem pedágio, um estímulo ao uso de transporte coletivo.Informações da Agência Brasília.


MENSALÃO DO PT
Braço direito de Valério recebeu quase meio milhão de reais da Fiemg
Da redação em 31/07/2012 12:50:51

Ex-diretora da agência de publicidade SMP&B e braço financeiro da organização de Marcos Valério, a secretária Simone Vasconcelos recebeu no primeiro semestre de 2010 quase meio milhão de reais da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), repassados por meio do Instituto Mundial de Desenvolvimento (IMDC), ONG investigada pela Polícia Federal por causa de saques em dinheiro suspeitos de dinheiro vivo às vésperas das eleições de 2010. A operadora do sistema de distribuição de recursos a políticos criado por Valério — conhecido como mensalão — recebeu o dinheiro por meio da VMB Locadora de Veículos, empresa que abriu com o marido, Dimas de Melo Braz, no fim de 2009, e de onde despacha desde quando virou ré no processo que será julgado esta semana pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
 
A firma funciona em uma sala em um prédio comercial que está sempre fechada, em Belo Horizonte. Segundo os vizinhos de andar, o marido de Simone passa no local apenas para buscar correspondências. Os advogados de Simone garantem que a empresa funciona sublocando veículos de outras operadoras, e que ela é “modesta”. Procurado pelo GLOBO, o IMDC primeiro negou ter contratado a empresa de Simone. Depois, voltou atrás dizendo que a contratou para ceder 157 veículos ao Minas Trend Preview, evento de moda realizado semestralmente pela Fiemg, com o apoio do IMDC.
 
Curador do evento, o estilista Ronaldo Fraga disse achar “muito estranha” a contratação dos carros e encaminhou um pedido de informações à Fiemg. Não recebeu resposta. Por uma semana, O GLOBO pediu à Fiemg que confirmasse os pagamentos à empresa de Simone e a contratação dos serviços. A entidade não se manifestou, dizendo se tratar de assunto privado.
 
Os pagamentos à VMB foram realizados em duas parcelas, em abril e em maio de 2010, e totalizam R$ 448 mil. Por meio de seu advogado, Leonardo Yarochewsky, Simone disse que a VMB ganhou concorrência para transportar compradores e jornalistas durante o evento. Disse ter assinado contrato e faturado em nome do IMDC “por determinação da Fiemg”. Como a sua empresa não tem frota própria, disse ter contado com a participação de “parceiros” para dar conta do serviço.Informações de O Globo.


DISTRITO FEDERAL
Câmara do DF vive sucessão complicada
Da redação em 31/07/2012 10:32:25

A sucessão da Presidência da Câmara Legislativa do DF e da Mesa Diretora promete episódios intensos até o final do ano. O presidente Patrício articula sua reeleição. Por outro lado, nomes de Wasny de Roure (PT), Agaciel Maia (PTC) e Alírio Neto (PEN) são comentados aos quatro ventos. Isso sem falar da campanha velada de Dr. Michel pelo posto.Diante de especulações e tratativas, Wasny, líder do Governo na Câmara, afirmou que suas intenções estão focadas no Tribunal de Contas do DF. “É a minha prioridade”, enfatizou, lembrando a afinidade pessoal com as áreas de controle e orçamento.

Wasny deixou claro que respeitará o projeto de governo do PT e a decisão do governador Agnelo Queiroz. Nesse sentido, Wasny argumentou que a base aliada tem bons nomes para a Presidência, seja dentro ou fora do PT. Em paralelo com a questão fundiária, Wasny lembrou que as possiveis mudanças de cadeiras no GDF poderão ocupar a agenda Legislativa, por tabela. Outro destaque para o distrital será a discussão de projetos de lei mais sintonizados com os programas federais, para evitar o encalhe de milhões de reais que já ocorreu, no passado, em diversas pastas do DF. O investimento na reestruturação da Segurança Pública, como a recuperação dos quartéis, seria um exemplo.

TROPEÇOS


Segundo Wasny, a convivência com a oposição será respeitosa e democrática. Para a deputada Eliana Pedrosa (PSD), neste semestre a oposição buscará mostrar para a população os tropeços da gestão petista. Se a bancada reduzida dificulta a obstrução de votações e ocupação de postos chaves na Casa, argumentos consistentes podem chegar aos ouvidos da população.

Eliana lembrou que a discussão do PDOT só deveria ser feita em 2014. A distrital acrescentou a preocupação com a criação do Setor Catetinho, estratégico do ponto vista ambiental, pois possui água, recurso cada vez mais raro.Informações do Jornal de Brasília.


RADAR ON-LINE (VEJA)
Marcio Thomaz Bastos não é mais advogado de Cachoeira
Da redação em 31/07/2012 10:10:25

Marcio Thomaz Bastos não é mais o advogado de Carlinhos Cachoeira. Bastos abriu mão do cliente depois das ameaças, da chantagem e da tentativa de corrupção ativa que Andressa Mendonça fez ao juiz Alderico Santos. Oficialmente, contudo, não será esta a explicação.

Depois da ação de madame Cachoeira, Carlinhos perdeu seu defensor, um dos melhores advogados do país. Bastos tomou ontem a decisão. Está agora informando o seu notório cliente.

Por Lauro Jardim


POLÍTICA
Candidatos admitem temor com mensalão
Da redação em 31/07/2012 09:46:29

Na sessão de fotos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 118 candidatos petistas e de partidos aliados a prefeito, o PT se preocupou em prepará-los para os possíveis efeitos do julgamento do mensalão na campanha eleitoral. O presidente do partido, deputado Rui Falcão, pediu solidariedade com os réus. No entanto, a maioria dos candidatos se mostrou incomodada com perguntas sobre o julgamento, que começa quinta-feira no Supremo Tribunal Federal (STF), e defendeu que o debate priorize questões municipais.

 Ex-ministro de Desenvolvimento Social, Patrus Ananias foi um dos que pediu tranquilidade. Disse esperar que os adversários não façam uso eleitoral do mensalão. Marqueteiro de Patrus, João Santana decidiu deixar de lado a “onda vermelha” e levar para as ruas uma campanha menos vinculada ao PT, para minimizar os efeitos do julgamento.
 
Uma das estratégias de Santana é dar mais suavidade ao vermelho e adotar uma tonalidade de rosa. Em eventos, Patrus e seus apoiadores do alto escalão do PT mineiro, como o ministro de Desenvolvimento, Fernando Pimentel, não têm usado as tradicionais camisas vermelhas. No último fim de semana, usaram camisas azuis.
 
No evento desta segunda-feira em São Paulo, Falcão repetiu o discurso adotado em vídeos divulgados no site do PT. Reforçou a tese de que o dinheiro do mensalão era fruto de caixa dois.
 
Lula não discursou, só posou para as fotos e conversou rapidamente com alguns candidatos. Com bursite e ainda sob os efeitos do tratamento contra o câncer na garganta, o ex-presidente estava incomodado com uma dor no braço e o inchaço do pescoço, consequência de uma inflamação persistente na garganta.
 
— Rui pediu tranquilidade e disse que todos devem partir para o embate político tendo a clareza de que quem está sendo julgado não é o PT. Disse que os réus merecem solidariedade, que cada um vai responder de acordo com suas responsabilidades — contou o deputado André Vargas (PT-PR), secretário de comunicação do partido.
 
Falcão confirmou ao GLOBO que orientou os candidatos, mas negou ter comentado que o julgamento é de pessoas, e não do PT.
 
Um dos réus do mensalão, o deputado João Paulo Cunha, candidato a prefeito de Osasco (SP), faltou ao encontro para evitar impacto negativo no noticiário. Sua assessoria informou que ele será recebido por Lula.
 
Candidato a prefeito de Recife, o senador Humberto Costa (PT-PE) disse acreditar que o caso poderá se tornar um “julgamento” do partido:
 
— Obviamente que a oposição e a grande imprensa vão tentar transformar isso num julgamento do PT, mas a população brasileira saberá fazer a distinção— afirmou Costa.
 
O ex-ministro da Educação e candidato a prefeito em São Paulo, Fernando Haddad, disse acreditar que, mais do que candidatos, será a imprensa que poderá dar ênfase ao mensalão durante a campanha eleitoral.Informações de O Globo.
 


MENSALÃO DO PT
Toffoli decidirá se participa do julgamento
Da redação em 31/07/2012 09:37:00

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, afirmou nesta segunda-feira (30) que o ministro Antonio Dias Toffoli "saberá decidir com responsabilidade e independência" se participa do julgamento do mensalão, programado para iniciar na próxima quinta (2).  "O ministro Toffoli, como qualquer outro ministro da Casa, é experiente, tarimbado, e saberá avaliar, consultando os próprios botões, se participa ou não do julgamento", ponderou Ayres Britto.

Ex-advogado do PT e ex-advogado-geral da União, Toffoli é um nome incerto no julgamento, que irá condenar ou absolver réus do suposto esquema de compra de votos parlamentares que teria ocorrido no primeiro mandato do ex-presidente Lula. A Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa a possibilidade de pedir para o magistrado se declarar impedido ou suspeito de participar do julgamento.
 
À época em que o mensalão teria ocorrido, Toffoli trabalhava na Casa Civil com o então ministro José Dirceu, um dos acusados de comandar o suposto esquema. Outro ponto que pode retirar Toffoli da apreciação do mensalão é o fato dele ter uma namorada que já defendeu um dos réus do processo.

 Apesar dos questionamentos em torno de sua presença na apreciação do caso, o ministro participou nos últimos meses de votações de questões de ordem (pedidos para resolver assuntos pontuais e técnicos) sobre o mensalão.
 
Indagado no intervalo da sessão desta segunda do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) se a atuação de Toffoli nas questões sinalizaria que ele vai participar do julgamento, Ayres Britto afirmou que, “sem dúvida”, sinalizaria que o colega estaria entre os juízes que irão analisar os 38 réus.
 
Instantes depois, o presidente da Suprema Corte recuou, destacando que não haveria “vínculo” entre o fato de Toffoli ter julgado algumas questões de ordem e sua pré-disposição em avaliar o suposto esquema de pagamento de propina em troca de apoio político no Congresso.
 
"Não me preocupa isso. Ele [Toffoli] saberá decidir com responsabilidade, tirocínio e independência", observou Britto.

Suspeição
 O advogado Paulo Magalhães Araujo, que não representa nenhum réu do processo do mensalão, protocolou nesta segunda-feira uma representação na qual pede a "suspeição" do ministro Dias Toffoli.
 
No pedido, o advogado cita que Toffoli foi assessor parlamentar do PT, advogado das campanhas do partido, subchefe para Assuntos Jurídicos na gestão de José Dirceu na Casa Civil e que a atual companheira dele defende três réus.
 
"Requer que seja o excpeto ministro José Antonio Dias Toffoli afastado do processo em andamento", afirma o pedido do advogado, que é do Mato Grosso do Sul.
 
Pela legislação, um advogado que não é parte do processo não pode fazer um requerimento do tipo e, portanto, a solicitação não deve ser reconhecida por "falta de legitimidade".Inormações do G1.


AMAZONAS
Arthur larga na frente em Manaus
Da redação em 31/07/2012 00:44:37

247 – O candidato do PSDB à Prefeitura de Manaus, Arthur Neto, larga na frente na disputa, com 20,6% das preferências dos eleitores. É o que apurou pesquisa dos institutos Unidade de Pesquisa (UP) e Design, Marketing e Propaganda (DMP), feita com 1.257 pessoas, em Manaus, entre os dias 12 e 15 de julho. A briga, porém, promete prosseguir muito acirrada, uma vez que dois outros postulantes aparecem logo atrás: Serafim Corrêa, presidente estadual do PSB, surge com 18,1%, e a senadora Vanessa Graziotin, do PC do B, tem 17,1%. Ambos se inserem, assim, dentro da margem de erro do levantamento.

 A pesquisa também apurou o nível de aceitação das administração federal, estadual e municipal pelos habitantes de Manaus. A gestão da presidente Dilma está sendo aprovada por 81,5% da população manauara, enquanto o governador Omar Aziz aparece com 75,5% de aceitações. O índice é negativo, porém, em relação à administração do prefeito Amazonino Mendes, considerada ruim por 44,6% ante 35,4% que aprovam sua gestão.Os números prometem esquentar ainda mais a campanha de Manaus, uma mais equilibradas do País.


MENSALÃO DO PT
Presidente do TSE arquiva pedido para adiar o julgamento do mensalão
Da redação em 30/07/2012 23:04:09

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia Antunes Rocha, arquivou um pedido de advogados de São Paulo ligados ao PT para que ela ponderasse com seus colegas de STF que é inoportuno julgar a ação do mensalão durante o período eleitoral.

Os advogados manifestavam a preocupação sobre uma eventual influência do julgamento, que começa na quinta-feira, 2, nas eleições municipais de outubro. Ao despachar, Cármen Lúcia afirmou que não havia pedido ou requerimento relacionado às atribuições da Presidência do TSE.

Segundo a ministra, os advogados "valem-se de petição para externar preocupações e requerer o que seria indevida interferência deste Tribunal Superior Eleitoral na organização interna do Supremo Tribunal Federal".

"Além de serem vagos e imprecisos os argumentos apresentados, baseados em suposto desequilíbrio no processo eleitoral decorrente do julgamento da ação penal mencionada, é de primário conhecimento não caber a este Tribunal Superior Eleitoral representar junto ao Supremo Tribunal Federal preocupações e interesses de réus em qualquer ação penal ali em tramitação, ainda que sejam candidatos ou dirigentes de partidos políticos", disse Cármen Lúcia. Informações do Estadão.



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