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Brasília-DF, 01 de Agosto de 2006. Ano 2
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Brasil anda para trás
Enviado por Carlos Honorato em 31/08/2006 23:50:11


Da AE


O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, criticou quinta-feira duramente a política industrial brasileira durante campanha em Mato Grosso. “O Brasil está andando para trás, quer dizer, está de lado. Não é possível no momento em que o mundo cresce, os países emergentes e a América Latina crescem mais de 6% e o Brasil só cresce 0,5%”, lamentou o tucano ao comentar o resultado do produto Interno Bruto (PIB), que cresceu apenas 0,5% no segundo trimestre deste ano em relação ao primeiro trimestre, quando houve expansão de 1,3%, segundo o IBGE.

Sem citar números, o tucano voltou a acusar o governo do PT pela crise na agricultura e o desemprego. “O que nós vivemos hoje é uma grande crise na agricultura brasileira com responsabilidade do governo federal, taxa de juros, moeda sobrevalorizada, problema do câmbio, impostos muito alto e problemas de logística”, afirmou Alckmin, que prometeu concluir as BR-163 entre Cuiabá (MT) e Santarém (PA), considerada o novo caminho para escoar boa parte da produção do Centro-Oeste, hoje exportada pelos portos do Sul e do Sudeste do País. Alckmin defendeu a implantação de um plano econômico que permita ao Brasil “voltar a crescer”.

“O que nós estamos vendo é que o projeto do PT é para o Brasil não crescer porque prevê mais gastos, mais impostos. O Brasil não cresce desse jeito. Nós vamos fazer o contrário, com a agenda do crescimento com qualidade do gasto público, investimento, infra-estrutura educação e recuperar a saúde do Brasil que andou para trás nesses anos”, disse Alckmin.

Artilharia –O candidato do PSDB à Presidência da República lembrou em seu programa no horário eleitoral gratuito na TV os escândalos de corrupção do governo Lula, seu maior adversário nestas eleições. Ao final do programa, uma apresentadora citou tanto os ministros quanto líderes do PT denunciados ou envolvidos nos casos do mensalão e dos sanguessugas. Ela questionou: “tantos ministros do Lula denunciados por corrupção, e Lula não sabia de nada?”, para depois afirmar que “Lula não merece seu voto”.

Alckmin defendeu em seu programa o combate ao desemprego e diminuição de impostos. Ele criticou o governo, afirmando que este “gasta errado e gasta mal”. O tucano mostrou uma cena de comício, no qual afirmou que “o Brasil não vai crescer se não acabar com essa praga da corrupção e do desperdício”. Ele prometeu diminuir impostos e aumentar investimentos em educação, além de citar mais uma vez o “programa nacional de desenvolvimento”.



Ex-ministro Humberto Costa autoriza quebra de seus seus sigilos
Enviado por Carlos Honorato em 31/08/2006 23:48:06


Com Agência Brasil

O ex-ministro da Saúde e candidato ao governo de Pernambuco Humberto Costa (PT) entregou nesta quinta-feira à Justiça Federal autorização para a quebra dos seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, da esposa e dos filhos. Ele foi indiciado pela Polícia Federal por envolvimento com a chamada ‘máfia dos vampiros’.

A Procuradoria da República do Distrito Federal analisa o pedido de indiciamento do ex-ministro feito pela PF. Ele é acusado de envolvimento na compra irregular de hemoderivados no Ministério da Saúde, investigada pela Operação Vampiro.

“Sou inocente. Fui indiciado de forma inadequada, e quero que o mais rapidamente possível se estabeleça a verdade. Qualquer investigação séria que se faça vai comprovar que fui a pessoa que denunciou o processo, que tomei todas as atitudes necessárias para evitar que essa quadrilha atuasse no ministério. Estou, na verdade, sendo punido pelo fato de ter denunciado”, reclamou.

Costa se encontrou com o procurador Gustavo Peçanha, responsável pelas investigações da Operação Vampiro. O ex-ministro atribuiu seu indiciamento a uma “armação política”, já que, segundo ele, vem crescendo nas pesquisas na disputa pelo governo de Pernambuco.

“No momento em que venho crescendo nas pesquisas de opinião, esse processo vem a público. Portanto, eu só posso imaginar que há um interesse político por trás disso”, comentou.

O ex-ministro disse ainda que a única acusação que pesa contra ele é o depoimento do empresário Laerte Correa, que segundo ele, não pode ser levado em conta. Em depoimento, o empresário citou o nome de Costa.

No entanto, Humberto Costa declarou que proibiu Laerte Correa de ser recebido por funcionários do alto escalão do Ministério da Saúde porque tinha informações das atividades irregulares dele.

O ex-ministro disse, ainda, que está à disposição da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) dos Sanguessugas para prestar esclarecimentos, “mas agora não vejo mais sentido porque a denúncia que havia era uma insinuação do Vedoin e na CPI ele negou peremptoriamente que eu tivesse qualquer participação nesse esquema, tivesse recebido ou oferecido qualquer tipo de vantagem a ele”, disse.







Lula tem o dobro das intenções de votos de Alckmin
Enviado por Carlos Honorato em 31/08/2006 23:46:43


Assim como as últimas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, levantamento Vox Populi, divulgado nesta quinta-feira pela TV Bandeirantes, revela a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) logo no primeiro turno, se as eleições fossem realizadas hoje.

Lula, que no estudo anterior tinha 45% dos votos, saltou cinco pontos percentuais agora e estacionou nos 50%. O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, tem a metade de Lula nas intenções do eleitorado, com 25%, ante 24% na pesquisa anterior.

Na terceira posição, aparece a senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), com 9%, dois pontos percentuais a menos que no estudo anterior. Cristovam Buarque (PDT) subiu de 1% para 2%. Os demais candidatos não pontuaram. Votos brancos e nulos somam 5% e eleitores indecisos ou que não responderam, 9%.

O levantamento Vox Populi entrevistou 2 mil pessoas entre os dias 26 e 27 de agosto. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos



Braga vence no Amazonas
Enviado por Carlos Honorato em 31/08/2006 15:30:55


O governador do Amazonas e candidato à reeleição, Eduardo Braga, venceria no primeiro turno caso as eleições fossem hoje. Isso é o que revela a primeira pesquisa feita Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), encomendada pela Rede Amazônica de Rádio e Televisão. Os números mostram que Braga tem 47% das intenções de voto, contra 36% do segundo colocado, Amazonino Mendes, uma diferença de 11 pontos percentuais. Artur Neto aparece em terceiro lugar, com 3% e Paulo D´Carli com 1%. Os votos brancos e nulos são 3% e os indecisos chegam a 10%.

A pesquisa foi realizada em 25 municípios do estado, no período de 26 a 29 de agosto, ouvindo 812 pessoas. A margem de erro é de três pontos percentuais. Para presidente da República a pesquisa mostra que Lula possui 75% das intenções de votos, contra 9% de Geraldo Alckmin e 7% de Heloísa Helena.

Numa simulação de segundo turno, Eduardo Braga aparece com 50% das intenções de votos, seguido por Amazonino Mendes, com 40%. Os brancos e nulos são 3% e os indecisos 7%. Na simulação de segundo turno para a presidência da República Lula teria 78% das intenções de votos, contra 13% de Geraldo Alckmin. Os brancos e nulos foram 3% e 7% não opinaram.



Nada de Alckmin
Enviado por Carlos Honorato em 31/08/2006 03:14:51

Do Jornal de Brasília

A regra da verticalização, que prevê a repetição das alianças nos estados, provoca mais uma confusão no DF. Desta vez, o imbróglio envolve as candidaturas de Geraldo Alckmin, nome tucano à Presidência da República; Joaquim Roriz, candidato ao Senado pelo PMDB; Maria Abadia, governadora tucana que concorre à reeleição; e Eri Varela, advogado candidato à deputado federal pelo PMDB. A Procuradoria Regional Eleitoral do DF quer impedir, no Tribunal Superior Eleitoral, que os últimos três façam propaganda para Alckmin nos materiais impressos de campanha.

No entendimento de Osnir Belice, procurador regional eleitoral, isso não pode continuar ocorrendo, tanto que ele já tentou barrar propaganda semelhante usada por Varela, mas foi derrotado no Tribunal Regional Eleitoral. Belice argumenta que o vice de Alckmin, José Jorge, é do PFL e esse partido não faz parte da coligação de Abadia, nem de Roriz e Varela; e também porque Abadia está coligada com o PMDB no DF e essa legenda não faz parte da aliança nacional do PSDB.

"Isso fere a verticalização. Eles (Abadia, Roriz e Varela) optaram por fazer coligação diferente da nacional. Abadia coligou-se com o PMDB. Se ela e Arruda, do PFL, estivessem coligados, tudo bem. Eles dois podiam fazer campanha para Alckmin. Mas Arruda coligou-se com outros partidos que não o PSDB. Nem Arruda pode fazer campanha formal para o Alckmin, nem a Abadia. Porém, formalmente, Arruda não tem feito", argumenta Belice.

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Só 21 dos 67 deputados ‘sanguessugas’ foram notificados
Enviado por Carlos Honorato em 31/08/2006 03:08:43



O Conselho de Ética da Câmara notificou apenas 21 dos 67 deputados citados no relatório parcial da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) dos Sanguessugas que investiga o envolvimento de parlamentares com a ‘máfia das ambulâncias’.


De acordo com informações da GloboNews TV, caso não os 46 deputados restantes não sejam localizados até o fim da próxima semana, quando o Congresso fará o segundo esforço concentrado, a notificação será feita por meio de Edital.

Os 67 deputados são acusados de ligação com o esquema de compra superfaturada de ambulâncias com dinheiro público. Todos serão julgados por quebra do decoro parlamentar e poderão perder o mandato pelos próximos oito ‘anos se cassados’.



Pereira: "Sou vítima de armação"
Enviado por Carlos Honorato em 30/08/2006 01:46:30


Flagrado pelo Fantástico quando tentava vender o tempo do PSL no horário eleitoral, candidato diz que foi manipulado por Ernani de Paula e garante que provará inocência



Lillian Bento, do Diário da Manhã


Com a justificativa de que não tem “nada a temer”, o candidato ao governo de Goiás pelo PSL, Osvaldo Pereira, convidou ontem a imprensa para entrevistas individuais em sua residência, no Setor Gentil Meirelles, em Goiânia. Ele declarou que foi vítima de armação do ex-prefeito de Anápolis Ernani de Paula. “A conversa foi editada e muita coisa suprimida. Do jeito que foi ao ar dou razão para a sociedade estar com raiva de mim, mas vou provar a verdade.” Confira os principais trechos da entrevista.

Diário da Manhã – O que o senhor tem a dizer sobre a exibição do Fantástico anteontem, quando tenta vender o tempo do partido no horário eleitoral?
Osvaldo Pereira – A verdade pode até demorar, mas virá à tona. Tudo o que disse foi orientado pelo Ernani de Paula. Logo que lancei minha candidatura, recebi um emissário que me convidou para ir até a fazenda dele em Anápolis.

DM – Quem era o emissário?
Osvaldo – Gostaria de por enquanto não citar nomes. Fui no carro dele, mas fiz questão de que meu carro com meu advogado e uma assessora viesse logo atrás. Estava o Ernani, um amigo dele e um japonês. E eles não deixaram meus assessores entrarem.

DM – E o que discutiram?
Osvaldo – Ele disse que queria ajudar partidos emergentes porque queria se restabelecer politicamente e disputar a eleição à Prefeitura de Anápolis em 2008, já que ele tem os direitos políticos cassados só até 2007.

DM – Que dia foi isso?
Osvaldo – No dia do debate da OAB em Anápolis (31 de julho). Ele queria que a gente metesse o pau em adversários dele e ofereceu estrutura para gravar o programa eleitoral lá, mas não aceitei.

DM – O senhor teve quantos encontros com Ernani de Paula?
Osvaldo – Ah, foram vários. A primeira vez foi na fazenda. Depois, fui na casa dele em Anápolis. Teve ainda outro encontro na casa dele em que tinha um monte daqueles jornalistas dele lá. Fizeram uma entrevista comigo que nunca foi publicada. Queriam ganhar minha confiança.

DM – E quando surgiu a conversa sobre a viagem a Brasília?
Osvaldo – No último encontro ele disse que tinha três amigos empresários de Brasília que queriam me ajudar. Ele falou que um desses empresários era um dos donos da Ford no Brasil e que iria investir em todos os Estados. Mas parece que Deus estava me avisando de que era uma cilada. Combinamos de ir juntos para Brasília, mas nos perdemos na estrada. Desencontramo-nos dentro da cidade.

DM – E o que conversaram?
Osvaldo – Ele falou pra eu dizer que precisava de R$ 1 milhão e 300 e depois baixar para R$ 1 milhão e 250 mil. Disse que metade seria minha e outra metade do candidato dele. Ele me orientou a dizer que eu era dono do partido para que o empresário acreditasse. Para você ver como ele armou direitinho a casinha.

DM – Mas o senhor negociou a venda do horário eleitoral.
Osvaldo – Não. Nunca negociei o horário eleitoral. É que a entrevista foi editada e quando vão montar uma matéria muita coisa muda. Disse que minha executiva confiava em mim e que podia fazer desse tempo o que quisesse e por isso disse que era dono do partido. Fico pensando é porque o Ernani veio atrás do Osvaldo, que é preto e pobre e tem seis irmãos e uma mãe para sustentar.

DM – Como fica agora sua candidatura?
Osvaldo – Continua. A lei me permite. Estamos sub judice por um erro na ata, mas já recorremos ao TSE.

DM – Mas o senhor acha que tem alguma chance de ter agora a confiança do eleitorado?
Osvaldo – Você viu o Osvaldo pegando dinheiro? A forma como foi editado leva o povo a ficar com raiva de mim, mas a partir do momento em que me coloco à disposição para debater frente a frente com o Ernani de Paula isso muda.




CPI investiga Antero
Enviado por Carlos Honorato em 30/08/2006 01:34:10


KEKA WERNECK, do Diário de Cuiabá


O senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT) recebeu ontem, no início da noite, em Brasília, a notificação oficial de que passa a ser investigado pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Sanguessugas por suposto envolvimento na compra de ambulâncias superfaturadas com recursos públicos.

Depois de desmarcar agendas que cumpriria como candidato a governador de Mato Grosso, voou para o Distrito Federal no final da tarde, para confirmar se a argumentação que agora o arrasta de fato para a lista de 71 deputados e quatro senadores é a mesma já divulgada. “E é”, resume ele.

Luiz Antônio Vedoin, proprietário da Planam, revelou, em entrevista concedida à revista Veja, que Antero negociou R$ 40 mil em propina para aprovar quatro emendas de compra de ambulâncias da Planam no valor de R$ 400 mil. Para oficializar a acusação, a defesa de Vedoin protocolou, no dia 23, manifestação na 2ª Vara da Justiça Federal de Mato Grosso, junto ao juiz César Bearsi.

Antero agora tentará provar que, como já justificou antes, chegou a propor tais emendas, mas as retirou em seguida, mediante informação repassada a ele por ofício pelo coordenador da bancada de Mato Grosso em Brasília, Ricarte de Freitas (PTB-MT), de que o governo faria um contingenciamento e que, portanto, os recursos seriam inferiores aos previstos. Além disso, o senador também afirma ter conversado com o então secretário de Estado de Saúde, Júlio Müller, e que este havia lhe convencido de que investir em ambulâncias não seria a melhor solução para a saúde do Estado. Por isso, o senador diz ter focado em emendas que resultariam na construção e adequação de unidades de saúde.

A prova, no entanto, que o senador pretende apresentar hoje, já pela manhã, à CPI dos Sanguessugas está guardada na memória de computadores próprios, onde, de acordo com a assessoria de imprensa dele, há arquivos de 2001, ocasião da retirada das emendas, jamais alterados, como podem confirmar ou não peritos do ramo da informática.

“É o jogo, já sabia que teria que enfrentar esta palhaçada”, irrita-se Antero.

A emenda coletiva que resultou na compra das ambulâncias e da qual o senador afirma ter se retirado foi coordenada pelo deputado Lino Rossi (PP-MT). Rossi, que está entre os investigados pela CPI e, por isso, desistiu da campanha pela reeleição, confirma a versão do então correligionário.

O advogado de Vedoin, Otto Medeiros, indagado se seu cliente vai sustentar as mesmas denúncias nas próximas vezes em que for chamado a prestar depoimento, diz que “não se trata de manter o que disse, mas de continuar colaborando com a Justiça”.

Além de Antero, também foram notificados ontem os deputados Salvador Zimbaldi (PSB-SP) e Philemon Rodrigues (PTB-SP).

Nesses últimos casos, os envolvidos não respondem a inquérito policial, que só podem ser abertos com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).

"Qualquer pessoa, qualquer parlamentar contra os qual existem elementos de provas poderá ser investigado", afirmou o presidente da CPI, Antônio Biscaia (PT-RJ), após reunião com o vice-presidente da comissão, deputado Raul Jungmann (PPS-PE), e um dos sub-relatores, deputado Fernando Gabeira (PV-RJ).

De acordo com Biscaia, há documentos que apontam o envolvimento de Antero, Zimbaldi e Rodrigues. Diferente da situação da senadora Serys Marly e outros envolvidos contra os quais pesa apenas a palavra de Vedoin.






TRE-SP autoriza candidatura de Costa Neto, João Paulo e Ângela Guadagnin
Enviado por Carlos Honorato em 30/08/2006 01:30:18



O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo deferiu nesta terça-feira os registros de vários candidatos que haviam sido negados anteriormente. Entre eles estão os candidatos a deputado federal Waldemar Costa Neto (PL), João Paulo Cunha (PT) e Ângela Moraes Guadagnin (PT).

Waldemar e João Paulo foram citados nas denúncias de corrupção que envolveram o PT e o governo Lula, no chamado escândalo do ‘mensalão’. Já Ângela é a ex-integrante da Comissão de Ética que comemorou a absolvição de um companheiro de partido acusado de participar do mensalão com a ‘dança da pizza’.

O TSE também deferiu os registros dos candidatos a deputado estadual Roberval Conte Lopes Lima (PTB) e Percival Menon Maricato (PSB).

Todos candidatos sanaram as irregularidades com a apresentação das certidões faltantes.



Caiu na rede
Enviado por Carlos Honorato em 30/08/2006 01:27:03

A Justiça Eleitoral proibiu os jornais e sites de divulgarem a conversa telefonônica entre o ex-governador do DF, Joaquim Roriz, com o ex-presidente da Terracap e candidato a deputado federal Eri Varela. Só que tudo poder ser ouvido no site do YouTube, no endereço (http://www.youtube.com/profile?user=carlosbsbdf). Lá também pode ser encontrado o programa do PT em que se rememora o caso da violação do Painel Eletrônico do Senado, que levou o então senador José Roberto Arruda à renúncia. Com todo respeito a Justiça Eleitoral, a internet virou um território livre.



MPE acusa presidente da Assembléia de Roraima por compra de votos
Enviado por Carlos Honorato em 29/08/2006 15:53:14


da Folha Online

O presidente da Assembléia Legislativa de Roraima, deputado Mecias de Jesus (PL), é acusado pelo MPE (Ministério Público Eleitoral) do Estado por suposta compra de votos no município de Cantá. A prática é considerada crime pela Justiça Eleitoral.

Investigação feita pelo MPE coletou indícios de que Mecias estaria efetuando entrega de leite a famílias da Vila Félix Pinto. A distribuição é feita pela vereadora Sílvia (PL), que é apontada por testemunhas como cabo eleitoral do deputado estadual.

Em depoimento, moradores informaram que a vereadora, ao fazer a entrega diária do leite, cadastra as famílias e entrega cartazes com propaganda do deputado para que sejam mantidos na fachada das residências.

Durante a inscrição para receber o leite, são solicitados vários documentos aos moradores, dentre os quais o título de eleitor. Segundo o MPE, esse é o principal indício de crime eleitoral.



CNT/Sensus: Lula chega aos 51,4% das intenções de voto
Enviado por Carlos Honorato em 29/08/2006 15:51:37


A medida que as eleições se aproximam, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, consolida uma possível vitória já no primeiro turno. Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira revela que Lula tem 51,4% das intenções de voto, contra somente 19,6% do seu principal adversário, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB).

Em comparação ao levantamento anterior, Lula teve um crescimento de 3,5 pontos percentuais, enquanto o tucano teve uma ligeira queda de 0,1. Este número mostra que era falha a projeção de Alckmin de crescer nas pesquisas após o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV.

Em terceiro lugar na pesquisa CNT/Sensus aparece a senadora Heloísa Helena (PSOL), que deixou os 9,3% registrados no último estudo e agora registra 8,6%. O senador Cristovam Buarque (PDT), assim como Lula, também avançou na pesquisa. O candidato que tem como base da sua campanha os programas para a Educação saltou um ponto percentual e hoje tem 1,6%. Os demais candidatos não somaram sequer 1%.

A pesquisa CNT/Sensus entrevistou 2 mil pessoas entre os dias 22 a 25 de agosto, em 24 Estados do país. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.



Lula apresenta nesta terça-feira seu plano de governo
Enviado por Carlos Honorato em 29/08/2006 11:15:15


Da AE


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lança nesta terça-feira o programa de governo da reeleição com duros ataques ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que será apontado como responsável por um mandato sem sensibilidade social. O texto procura caracterizar os oito anos de gestão de FHC como um tempo de “atraso” e “ineficiência”. Sem citar, explicitamente, o nome dele, aponta a candidatura presidencial do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) como uma tentativa de retrocesso.

“O projeto real da oposição é o de voltar à era FHC”, diz o documento, que será divulgado nesta terça-feira na Capital. O projeto de Lula classifica a administração tucana como um tempo de baixo investimento em propostas sociais e de realização de privatizações desnecessárias – e omite, naturalmente, as críticas ao governo petista em áreas como educação e saúde. “O governo Lula iniciou a reconstrução do País”, afirma o texto. “A oposição quer a ineficácia do Estado.”

Não é à-toa que o documento reforçará a defesa da principal bandeira eleitoral do presidente, o Bolsa Família, proposição que transfere, anualmente, R$ 8,5 bilhões para 11 milhões de famílias pobres e que assegura a ele um favoritismo amplo nessa fatia do eleitorado.

O plano será baseado em seis grandes eixos: combate à exclusão social e à pobreza; aprofundamento do modelo de desenvolvimento; investimento em educação massiva e de qualidade; ampliação da democracia; inserção soberana do Brasil no mundo e garantia da segurança pública de brasileiros e brasileiras.



Mesmo sem comparecer, Serra é o vencedor de debate
Enviado por Carlos Honorato em 29/08/2006 11:13:13


Sérgio Vieira e Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC



Um debate morno, sonolento e com discurso vazio. Essa foi a tônica do debate realizado nesta segunda-feira à noite na TV Bandeirantes com seis candidatos ao governo do Estado. A exceção dos governáveis, que pouco apresentaram proposta, ficou para o candidato do Psol, Plínio de Arruda Sampaio. O socialista bateu duro no ex-prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), líder nas pesquisas de intenções de voto, que, assim como fez na TV Gazeta, não compareceu ao debate.

O único a apimentar o encontro, Plínio perguntou ao candidato do PDT, Carlos Apolinário, porque o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não comparecia aos debates presidenciais. O pedetista por sua vez disse ser candidato ao governo estadual e que não responderia sobre o assunto. O candidato do Psol então, alfinetou: “Parece que o Apolinário acha que São Paulo está fora do Brasil. Não existe solução para o Estado sem resolver problemas nacionais”.

A ausência de José Serra, aliás, acabou sendo benéfica, já que ele evitou duas horas de discurso decorado e semelhante ao apresentado no horário eleitoral gratuito, prática utilizada pela maioria dos candidatos presentes. Plínio definiu em uma frase o debate: “Estamos dizendo coisas óbvias, como por exemplo a necessidade de investir na criança. Isso não é debate”.

O segundo colocado nas pesquisas, Aloizio Mercadante (PT), decepcionou e preferiu usar clichês criados por sua equipe, como que irá “fazer da educação uma paixão de São Paulo”. Ele também insistiu em criticar Serra pela escorregada de que a migração seria a causa da má qualidade do ensino no Estado.

A missão de alfinetar Serra também ficou para o vereador de São Paulo, Carlos Apolinário, que logo em sua primeira resposta criticou a ausência do tucano. “Serra preferiu ficar no sofá desrespeitando o eleitor e os concorrentes. Ele não cumpriu a promessa de ficar na Prefeitura e, se ganhar, vai renunciar para ser candidato a presidente em 2010.”

O ex-governador de São Paulo, Orestes Quércia (PMDB), passou boa parte do tempo falando de suas ações do período em que chefiou o Estado (1987/1992). “É necessário adotar ensino complementar e mais empenho em segurança. Na minha época, preso trabalhava na cadeia. Eles faziam 20% dos móveis da Secretaria de Educação.

Claudio de Mauro (PV) e Mário Guide (PSB) foram discretos demais e passaram quase desapercebidos. Quase igual ao que acontece no horário eleitoral gratuito. A sensação era de quem acompanhava era de que o programa dos políticos tinha durado mais de duas horas.






Debate sem agressão
Enviado por Carlos Honorato em 29/08/2006 11:10:57


Márcia Delgado e Priscila Mesquita, do Jornal de Brasília


No debate entre os candidatos ao governo do DF, promovido ontem à noite pela Rede Bandeirantes, o deputado federal José Roberto Arruda, que concorre pelo PFL, reafirmou seu apoio ao ex-governador Joaquim Roriz ao Senado e garantiu que vai continuar com suas obras e programas sociais. Ele disse, ainda, que pretende manter o alto nível da sua campanha.

"Tenho sido alvo de agressões e ofensas, mas tenho respondido com elegância. Não vou mudar esta linha de conduta, pois é isto que a população de Brasília espera de nós candidatos, uma campanha propositiva", afirmou o pefelista.

O debate, mediado pelo comentarista político Franklin Martins, começou às 22h20, com 20 minutos de atraso. O quórum foi alto. Os seis candidatos estavam presentes. No primeiro bloco, o mediador fez uma pergunta comum a todos. Ele quis saber quais as propostas dos concorrentes para diminuir as desigualdades sociais na capital do País.

Expedito Carneiro (PCO) foi o primeiro a responder. Ele defendeu a redução da jornada de trabalho e um salário mínimo de R$ 1,9 mil. Toninho, do PSOL, disse que é preciso apostar na força produtiva local., enquanto Fátima Passos (PSDC) propôs incentivos fiscais para gerar em- pregos. Já Arlete Sampaio, do PT, que compareceu ao debate com blazer vermelho e a estrela do partido na lapela, lembrou que Brasília deixou de ter uma vocação meramente administrativa. "Com isto, é urgente pensarmos em projetos claros e substantivos de desenvolvimento da região", ressaltou.

A governadora Maria de Lourdes Abadia (PSDB), da coligação Juntos por Brasília, ressaltou que não se pode pensar em diminuir as desigualdades sociais sem lembrar do Entorno do DF. "Não podemos governar de costas para uma região onde vivem 1,5 milhão de pessoas", acrescentou. Arruda defendeu, além do investimento no Entorno, a descentralização das oportunidades de emprego e uma atenção especial à educação.

No segundo e no terceiro blocos, os candidatos fizeram perguntas entre si. Arlete quis saber de Arruda como ele iria cumprir todas as suas promessas (enumerando as principais) em quatro anos, uma vez que o pefelista já declarou publicamente que não será candidato à reeleição. "JK governou em cinco anos e, em três, trouxe a capital do País para Brasília", respondeu Arruda.

Já Toninho perguntou a Abadia o que está sendo feito para melhorar a saúde, especialmente para suprir a falta de medicamentos nos centros de saúde. A governadora disse que a área tem merecido atenção especial do GDF. Mas garantiu que, se eleita, irá fazer uma revolução na saúde. "Temos feito um esforço muito grande nessa área, mas temos condição de melhorar", admitiu.

A manutenção dos pardais nas vias do DF também foi assunto tratado no debate. Arruda classificou os pardais como "máquinas caça-níqueis". "Há um exagero e esta é uma crítica construtiva que faço. O objetivo não é multar, mas evitar acidentes", disse. Já Abadia ressaltou que, com os equipamentos de redução de velocidade, foi possível diminuir o número de acidentes com mortes, mas ressaltou que é preciso rever a quilometragem de determinadas vias.

Cordialidade

O debate foi realizado no Centro Universitário UniEuro, na Asa Sul. O auditório ficou cheio. Os candidatos eram orientados nos intervalos pelos assessores. O clima entre os concorrentes era cordial, mas sem muitas aproximações. A militância se comportou bem. Por causa de uma regra da Justiça Eleitoral, os presentes não puderam se manifestar.

No quarto bloco, os candidatos responderam a perguntas de jornalistas. Arruda foi indagado pelo jornalista Fábio Panunzzio, da Rede Bandeirantes, sobre o episódio da violação do painel eletrônico do Senado, que acabou culminando na renúncia do então senador. Arruda disse que se arrependeu do erro, mas questionou até onde iria a gravidade do seu gesto diante de tantos escândalos políticos que ocorreram no País de lá para cá.

Nas considerações finais, Abadia disse que seu plano de governo tem o compromisso de dar continuidade às coisas boas feitas pelo ex-governador Roriz, mas ampliando essas ações no que for possível, enquanto Toninho, do PSOL, pediu votos para a candidata do partido à Presidência, Heloísa Helena.

Após o debate, todos os candidatos fizeram um balanço positivo do encontro e disseram que esperam outras oportunidades como esta para mostrar suas propostas aos eleitores.




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