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Brasília-DF, 01 de Setembro de 2007. Ano 3
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Itamar Franco é internado
Enviado por Carlos Honorato em 30/09/2007 08:16:18

O ex-presidente da República Itamar Franco (sem partido), 76 anos, foi internado hoje pela manhã no hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte. A direção do hospital somente confirmou a informação e disse que Itamar “passa bem”. O motivo da internação não foi divulgado a pedido do próprio ex-presidente. Ele estava acompanhado de seu médico particular, Thales Ramos, e de uma assessora.

Um assistente de Itamar, segundo o Estadão, disse que ele se internou para a realização de “exames de rotina. É o check up anual dele, afirmou. A notícia veiculada por uma emissora de rádio local, de que o ex-presidente teria sido internado devido a problemas cardíacos, foi classificada como “esdrúxula” pelo auxiliar.

Segundo ele, os exames estavam agendados e não foram feitos em Juiz de Fora – como de costume – porque Itamar precisava permanecer em Belo Horizonte durante o fim de semana.

Atualmente, Itamar é presidente do Conselho Administrativo do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. Ele está sem partido desde que deixou o PMDB, no ano passado, após perder para Newton Cardoso a convenção que indicou o candidato ao Senado. O ex-presidente, porém, já foi convidado a ingressar no PPS pelo presidente nacional da legenda, Roberto Freire.



Walfrido agrega a seus bens R$ 23,5 mi nos últimos 2 meses
Enviado por Carlos Honorato em 30/09/2007 08:08:56

Investigado pela Polícia Federal por suspeita de participação no valerioduto mineiro, o ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) construiu carreira no setor de educação, em Minas Gerais, antes mesmo de ingressar na política. Fundou o grupo Pitágoras, em 1966, até hoje conhecido como o "colégio do Walfrido". Nos últimos dois meses, Walfrido agregou R$ 23,5 milhões ao patrimônio com a abertura do capital da Kroton Educacional, que administra a rede de educação Pitágoras, uma das três maiores do país.
Segundo Júlio Cabizuca, sócio e amigo de adolescência de Walfrido, o ministro "sempre teve um dom especial para lidar com finanças". "Isso é muito mais fácil com ele", disse o amigo, referindo-se a como o ministro tratava pais de alunos nos anos 80, quando a inflação impunha planilhas para negociar mensalidades escolares.
Walfrido é um dos políticos mineiros sob investigação por ter sido apontado como participante do suposto esquema financeiro ilegal montado para a campanha à reeleição do então governador de Minas Eduardo Azeredo (PSDB), hoje senador. O ministro, vice de Azeredo em seu primeiro mandato (1995-1998), nega participação nas finanças da campanha.
O esquema operado por Marcos Valério, segundo a PF, ocultou origem e destino de ao menos R$ 28,5 milhões em recursos ilícitos que financiaram a campanha de Azeredo.

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PF diz que valerioduto pagava juiz que favoreceu PSDB-MG
Enviado por Carlos Honorato em 30/09/2007 08:06:42

Rogério Lanza Tolentino, advogado do publicitário Marcos Valério, foi juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais e recebeu dinheiro do valerioduto durante a campanha de 1998, quando o então governador Eduardo Azeredo (PSDB) tentou, sem êxito, a reeleição. Atuando como juiz eleitoral, Tolentino votou favoravelmente ao candidato tucano em decisões próximas a depósitos em sua conta e na de sua mulher.
Relatório da Polícia Federal no inquérito do valerioduto mineiro registra que, entre agosto e outubro de 1998, foram feitos cinco pagamentos no total de R$ 302.350 ao juiz e a sua mulher, Vera Maria Soares Tolentino. Para a PF, seriam "recursos de estatais desviados para o caixa de coordenação financeira da campanha".
Tolentino alega que "foi advogado da agência SMPB, de Marcos Valério, entre 1988 e 2005", e que "os pagamentos se referem a acerto de honorários que ficaram atrasados". Os depósitos na conta da mulher foram feitos "por mera comodidade ou para evitar a cobrança de CPMF". A SMPB participou da campanha de Azeredo.

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Em 181 dias, 189 mortes no Entorno
Enviado por Carlos Honorato em 30/09/2007 08:04:49



Todos os dias mais de uma pessoa perde a vida para a violência urbana no Entorno. São idosos, homens, mulheres, adolescentes e crianças que não resistem ao avanço da criminalidade nos arredores do Distrito Federal. Morrem vítimas de rixas, vinganças, acertos de contas, crimes passionais, brigas de bares e balas perdidas. Apenas no primeiro semestre deste ano, 189 assassinatos ocorreram em 18 municípios goianos vizinhos à capital do país, segundo levantamento divulgado pela Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO).

Águas Lindas, Cidade Ocidental, Luziânia, Novo Gama, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso lideram o ranking das mortes violentas nos primeiros 181 dias de 2007 (leia arte na página 32). Somam 142 assassinatos, concentrando 75% do total praticado nas cercanias de Brasília entre janeiro e junho. Cidade Ocidental, por exemplo, serviu de palco para a tentativa de homicídio sofrida pelo jornalista do Estado de Minas Amaury Ribeiro Jr. Ele levou um tiro na barriga durante apuração de uma série de reportagens publicada pelo Correio Braziliense sobre a atuação de traficantes de drogas no Entorno.

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Investimentos de R$ 2 bilhões
Enviado por Carlos Honorato em 30/09/2007 07:54:35


Onze meses depois de visitar as sedes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do Banco Mundial (BIRD), em novembro de 2006, ainda como um governador recém-eleito com muitos planos, o chefe do Executivo do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), desembarcou ontem nos Estados Unidos para exibir resultados. Em reuniões a partir de amanhã, Arruda pretende mostrar que tem saneado as contas públicas. O governo vai cortar R$ 880 milhões em custeio até dezembro e investir R$ 350 milhões no primeiro ano de sua gestão, apesar do déficit herdado em janeiro passado, calculado pela nova equipe em R$ 700 milhões. A meta de investimento para 2008 é aplicar ainda mais: R$ 1 bilhão em programas prioritários, como de ensino em tempo integral.

Com essa performance financeira, Arruda quer impressionar representantes das duas instituições multilaterais, para ampliar as linhas de crédito internacional em discussão. Na viagem a Washington, ele vai prestar contas da execução de um programa na área de saneamento básico já em fase final, no valor de R$ 260 milhões, discutir projetos em preparação, como o Brasília Integrada e o Brasília Sustentável, num montante de R$ 1,5 bilhão, e buscar novas parcerias para investimentos de mais de R$ 2 bilhões no Distrito Federal. Dessa forma, estão em jogo recursos da ordem de R$ 3,6 bilhões para os próximos 10 anos.

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Justiça começa a ouvir acusados pela Operação Aquarela
Enviado por Carlos Honorato em 30/09/2007 07:51:48



Os acusados no processo que investiga a dispensa indevida de licitações no Banco de Brasília (BRB) começam a prestar depoimento amanhã. Os denunciados nessa ação foram apontados como suspeitos pela Operação Aquarela, deflagrada em 14 de junho pela Polícia Civil e Ministério Público do DF, que resultou na prisão de 20 pessoas sob alegação de desvio de recursos BRB e lavagem de dinheiro.

O primeiro interrogatório a ser conduzido pelo juiz Roberval Belinati, da 1ª Vara Criminal de Brasília, está agendado para as 9h de amanhã. Na cadeira dos réus estará o ex-presidente do BRB Tarcísio Franklim de Moura. Ele é apontado no inquérito policial e pelo Ministério Público como um dos chefes do esquema criminoso para roubar recursos do banco. Previsto para a semana passada, o depoimento de Tarcísio foi adiado depois que a defesa pediu para ter acesso aos autos do processo.

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Aliado de Ciro Gomes é investigado por fraude em banco
Enviado por Carlos Honorato em 29/09/2007 14:38:47

do Estadão

A Polícia Federal e a Controladoria Geral da União (CGU) estão investigando uma suspeita de fraude no Banco do Nordeste envolvendo um aliado e responsável pela arrecadação de recursos para a campanha do deputado e ex-ministro de Integração Nacional Ciro Gomes (PSB-CE) e de seu irmão, o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), segundo reportagem publicada pela revista Época desta semana. Victor Samuel Cavalcante da Ponte, diretor de Administração do Banco do Nordeste teria, segundo reportagem da revista, assinado um acordo que beneficiou a empresa Frutas do Nordeste do Brasil (Frutan).


A revista revela que, de maneira irregular, Victor Ponte teria assinado um acordo que reduziu de R$ 65 milhões para R$ 6,6 milhões uma dívida da Frutan com o Banco do Nordeste. Segundo a revista, Ponte não tinha competência funcional para assinar o acordo e a redução da dívida teria desobedecido uma proibição expressa da Advocacia Geral da União (AGU). O acordo não poderia ser feito fora da Justiça porque envolveria recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento do Nordeste, criado para financiar projetos de desenvolvimento da região.

Ainda de acordo com a revista, em junho do ano passado, época da autorização para a redução da dívida e quatro meses antes das eleições, Ciro encaminhou carta a empresários apresentando Pontes como arrecadador de sua campanha e da campanha de seu irmão Cid Gomes. A reportagem da revista afirma que, impedido de fechar acordo com a Frutan, o Banco do Nordeste pediu a interferência do Ministério da Integração Nacional, então chefiado por Ciro Gomes, que encaminhou um pedido à AGU que modificasse a decisão contrária ao acordo. No entanto, a AGU manteve o parecer contrário ao acordo, argumentando que não havia respaldo legal para o que pretendia o banco e a Frutan.



A empresa, sediada no Piauí, produz limão para exportação e está em nome de empresários do Rio de Janeiro, segundo a revista. A Frutan teria pedido revisão da dívida em 2005. De acordo com a Época, Ponte responde a processo administrativo. A comissão de investigação no banco temo prazo de 30 dias para apresentar o resultado do inquérito.



Em entrevista à revista, Pontes nega ter recebido dinheiro da Frutan nem mesmo como contribuição de campanha eleitoral de Ciro. O deputado, segundo a revista, disse que Ponte teria assinado o documento em caráter pessoal, registrando um posição que seria tomada pelo banco, a pedido dos donos da Frutan, e que esse documento não teria valor porque não foi uma decisão coletiva. Ainda segundo a revista, Ciro considerou a decisão de Pontes errada e que teria dito isso ao seu amigo. "Quem errou que pague", disse Ciro à Época.



Utilitário esportivo cai no gosto dos consumidores
Enviado por Carlos Honorato em 29/09/2007 08:15:53

A mania de carrões está ganhando as ruas do Brasil, incentivada pela melhora da renda da população, financiamentos longos e estabilidade econômica.

As vendas dos chamados utilitários-esportivos (SUV, na sigla em inglês) – modelos que se assemelham a grandes jipes, porém luxuosos, com motor potente e tração nas rodas – crescem acima dos índices do mercado total de veículos num momento em que o maior consumidor desse tipo de produto, os Estados Unidos, assiste a uma baixa de negócios por causa da disparada do preço da gasolina.

Na contramão, o Brasil viu as vendas de SUVs saltarem de 41 mil unidades em 2003 para 76 mil no ano passado, número que este ano será superado.

Até agosto, os negócios estavam 33% acima do resultado de igual período de 2006, com 63,3 mil unidades, e devem chegar a 95 mil unidades até dezembro.

Nova moda - A nova opção de consumo foi notada pela indústria, que decidiu investir na produção local ou ampliar as importações. A fábrica da Hyundai em Anápolis (GO), do empresário brasileiro Carlos Alberto de Oliveira Andrade, do Grupo Caoa, iniciará a fabricação do modelo Tucson no segundo semestre de 2008. Hoje importado da Coréia do Sul e oferecido a partir de R$ 84,5 mil, o veículo já vendeu o dobro em relação ao ano passado.

“O Tucson caiu no gosto do consumidor porque é um SUV compacto, tem aceleração eletrônica, vários equipamentos e é econômico”, justifica Andrade. Para produzir o veículo, que inicialmente terá 40% de peças nacionais, o empresário está investindo R$ 300 milhões na fábrica de Goiás, que já recebeu R$ 500 milhões para sua inauguração em abril. Atualmente produz a picape HR.

O executivo projeta produção anual de 24 mil modelos Tucson a partir de 2009. Andrade conta que as vendas dos utilitários Santa Fé (989 unidades até agora) e Veracruz (350 unidades), ambos feitos da Coréia do Sul, também estão fortes ao ponto de ele ter dúvidas em relação ao terceiro produto que será feito na fábrica goiana. Ele estava mais propenso a produzir um sedã médio, mas admite que o terceiro veículo da marca Hyundai a ser feito no Brasil poderá ser outro SUV.

A indiana Mahindra, que deve iniciar nos próximos dias a produção em série em Manaus (AM) após vários adiamentos, também terá entre os três primeiros veículos da família Scorpio um utilitário-esportivo que será vendido na faixa de R$ 85 mil.

A Mitsubishi, vice-líder no segmento, atrás da Ford com o imbatível EcoSport, negocia com a matriz do grupo japonês a produção de mais dois utilitários no País, um em 2008 e outro em 2009.

Espera - Com fila de espera de até um mês, a General Motors ampliou a partir de agosto a importação de 500 para 700 unidades ao mês do Tracker, utilitário que é montado na Argentina com peças vindas do Japão. “É um segmento que praticamente não existia no Brasil, mas vem crescendo nos últimos três anos”, diz Ari Kempenich, gerente de marcas da linha Chevrolet. Informações do Estadão.



Marconi reage a críticas de Iris
Enviado por Carlos Honorato em 29/09/2007 06:04:15

As últimas críticas do prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB), ao senador Marconi Perillo (PSDB) voltaram a fechar o tempo das relações políticas entre os dois adversários. Ao participar ontem na Assembléia Legislativa da entrega de título de Cidadão Goiano a seu primeiro suplente, Cyro Miranda (leia nesta página), o tucano disse que o peedemedebista, “antes de atirar pedra no telhado alheio”, deveria “olhar para o seu próprio passado”. Após responder aos ataques, o senador disse que a reação é a primeira de uma série à “provocação” de Iris.

Em entrevista publicada na edição do POPULAR de quinta-feira, ao falar sobre os mil dias de sua administração, o prefeito de Goiânia disse que “o povo agora que está avaliando o governo Marconi (1999-2006), esse caos na saúde, nas estradas. Você não sabe do desencanto. Por que essa ira em relação ao (governador) Alcides Rodrigues (PP)? É Por causa disso”. Marconi rebateu as críticas e voltou a afirmar que, quando governador (1983-86 e 1991-93), Iris “não valorizou os servidores, não fez nada pela saúde e endividou o Estado”.

Segundo o senador, “o prefeito deveria se ocupar de suas funções precípuas como prefeito de Goiânia e menos de tecer críticas aos seus adversários, principalmente críticas infundadas”. Segundo Marconi, “vivemos o caos da saúde em Goiânia, temos problemas gravíssimos nas creches, que estão com atrasos de oito meses nos repasses, no transporte coletivo, sobretudo na periferia, e no trânsito de Goiânia”. Afirmou ainda que, “quando governador (1999-2006), me ocupei da minha função, de modernizar nosso Estado”.

Marconi concentrou os ataques nas realizações de Iris na saúde. “Não dá para o prefeito falar sobre saúde, porque ele nunca fez nada pela saúde como governador de Goiás. O que tem em saúde foi feito pelo (ex-governador Henrique) Santillo (1987-1990, morto em julho de 2002)”, afirmou o tucano. “É preciso que ele (Iris) conheça o Crer, o Hospital de Urgências de Anápolis, que ele veja o HGG, que ele deixou oito anos fechado e nós reabrimos”, completou.

Marconi quis falar com a reportagem do POPULAR em separado. Depois de deixar a Assembléia, o senador pediu para sua assessoria de imprensa “complementar” suas declarações com a afirmação de que “não adianta o prefeito falar a toda hora em Deus e ter tanto rancor”. Segundo o senador, Iris “precisa se despir do ódio e colocar mais amor no coração”. O tucano derrotou Iris nas eleições de 1998 para o Palácio das Esmeraldas e, desde então, os dois têm vivido momentos de trégua, a maioria deles, até agora, interrompidos pelo senador. Informações de O Popular.



Mulher de Jader Barbalho tenta suspender interrogatório
Enviado por Carlos Honorato em 29/09/2007 02:52:42

Márcia Cristina Barbalho, mulher do deputado federal Jader Barbalho, entrou com pedido de Habeas Corpus, no Supremo Tribunal Federal, para suspender o interrogatório sobre a denúncia do Ministério Público Federal por supostos crimes contra a ordem tributária. O interrogatório está marcado para 1º de outubro, no Superior Tribunal de Justiça.

O MPF denunciou Márcia Barbalho por crimes supostamente cometidos em suas declarações de rendimentos para o imposto de renda, nos exercícios de 1997, 1998, 1999 e 2000. A denúncia tomou como base uma representação fiscal da Delegacia da Receita Federal de Belém (PA), por supressão ou redução do imposto a ser pago nas declarações daqueles anos.

A representação foi contestada pela contribuinte e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região concedeu efeito suspensivo. Para a defesa de Márcia Cristina, o mesmo deveria ocorrer com o processo criminal iniciado pelo MPF. Esse pedido foi negado pelo TRF-1. Ficou entendido que não foi demonstrada a plausibilidade jurídica do pedido. O mesmo entendimento foi aplicado pelo Superior Tribunal de Justiça.

Agora, a defesa recorre ao Supremo por entender que, na negativa do STJ, estaria configurada “flagrante ilegalidade”, por “falta de condição objetiva de punibilidade ou de elemento normativo do tipo para que se dê curso à ação penal por crime contra a ordem tributária”. Para a defesa, há iminência de flagrante constrangimento ilegal.



TSE nega recurso de Aécio Neves e mantém multa de R$ 21 mil
Enviado por Carlos Honorato em 29/09/2007 02:34:53

da Folha Online

O plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) negou recurso do governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), e do diretório mineiro do PSDB contra o pagamento de multa no valor de R$ 21.282. A multa foi aplicada pelo TRE-MG (Tribunal Regional Eleitoral) pela veiculação de propaganda eleitoral fora do período permitido na eleição de 2006.

Pela legislação eleitoral, os candidatos só podem fazer propaganda a partir de 5 de julho do ano eleitoral.

O diretório mineiro do PT ajuizou recurso contra o programa veiculado pelo PSDB em 29 de maio de 2006 --que teria promovido Aécio e o então candidato à Presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin (SP).

O TRE-MG aceitou o recurso considerando que houve desvirtuamento da finalidade do programa. Pela lei, a propaganda partidária deve divulgar as metas da legenda, e não promover possíveis candidatos da agremiação.



Olavo confessa assassinato de Taís em "Paraíso Tropical"
Enviado por Carlos Honorato em 28/09/2007 23:24:33


da Folha Online

Olavo (Wagner Moura) é o assassino de Taís Grimaldi (Alessandra Negrini) em "Paraíso Tropical", novela da Globo das 21h. O suspense terminou nesta sexta-feira (28) durante o último capítulo da trama de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, que registrou 56 pontos no Ibope. O vilão envenenou a bebida da gêmea má após ela fazer uma chantagem. Taís descobriu que Ivan (Bruno Gagliasso) era filho de Antenor (Tony Ramos) com uma antiga copeira de uma casa do empresário em Paraty (litoral do Rio) e ameaçou contar o segredo.


Taís descobriu a verdadeira paternidade de Ivan ao ouvir uma conversa entre Olavo e o cafetão Jáder (Chico Diaz), que morreu baleado, abandonado pelo vilão no meio da rua. Olavo envenenou Taís durante uma conversa no apartamento de Paula, a gêmea boa. O vilão convidou Taís para participar de um plano maquiavélico com o objetivo de ficar com a herança de Antenor, dono do grupo Cavalcanti.

A armação de Olavo previa o assassinato do seu chefe Antenor, de seu "irmão" Ivan e da mãe Marion (Vera Holtz). No passado, a socialite perdeu um filho na véspera do parto e adotou Ivan, que havia sido abandonado pela copeira que trabalhava na casa de Antenor. Olavo descobriu a verdade porque seu pai lhe contou o segredo antes de morrer.

Morte de Olavo e Ivan

A revelação da identidade do assassino ocorreu no apartamento de Marion, onde Olavo se escondeu após ser perseguido por Daniel (Fábio Assunção) e Antenor. O marido de Paula apontou uma arma para o vilão, que acabou confessando o assassinato. Depois, Olavo morreu baleado por Ivan. Antes do último suspiro, o vilão disparou e matou o rapaz.

Olavo também confessou a morte de Lutero (Edwin Luisi), que exigia o casamento com Alice (Guilhermina Guinle) em regime de separação de bens. No último capítulo, Alice levou a pior por agredir uma empregada: teve de recolher lixo na rua, prestando serviços comunitários, e prometeu voltar para Londres.

Já Lúcia (Glória Pires) perdoou a traição de Antenor com Bebel e revelou estar grávida do empresário.

Bebel nua

Já a prostituta Bebel (Camila Pitanga) perdeu o bebê que esperava de Olavo e se envolveu com um senador usineiro envolvido em um escândalo político, transformando-se em uma perua. Ao dar um depoimento em uma fictícia CPI dos Biocombustíveis, Bebel anunciou que aceitou posar nua para uma revista. Já Marion virou vendedora ambulante.

Como em toda novela, finais felizes não faltaram. Gustavo (Marco Ricca) e Dinorá (Isabela Garcia) finalmente reataram a relação durante passeio romântico em um parque de diversões e se casaram.

Cássio (Marcelo Antony), em encontro com Lúcia, revelou que terá um bebê com e Joana (Fernanda Machado). O mauricinho Fred (Paulo Vilhena) se reconciliou com Camila (Patricia Werneck), e Neli (Beth Goulart) e Heitor (Daniel Dantas) também terminaram juntos.

Uma apresentação do cantor Milton Nascimento para o elenco e equipe técnica marcou as últimas cenas de "Paraíso Tropical", que fechou a temporada com a segunda pior audiência média da década. Na próxima segunda-feira (1º), estréia a substituta de "Paraíso "Tropical", a novela "Duas Caras", de Aguinaldo Silva.



Para Brasil, liderança ambiental dos EUA depende de ações
Enviado por Carlos Honorato em 28/09/2007 22:54:09


da BBC Brasil

O papel de liderança que os Estados Unidos buscam exercer no combate à emissão de gases poluentes depende de ações concretas nesse sentido por parte do governo americano.

É essa a opinião do embaixador Everton Vargas, subsecretário-geral para Assuntos Políticos do Itamaraty, que comandou a delegação brasileira na conferência sobre ambiente realizada em Washington nestas quinta-feira e sexta-feira.

O encontro, realizado na sede do Departamento de Estado americano, contou com a participação de 16 dos maiores poluentes mundiais, entre eles o Brasil.

'"Você tem liderança quando você tem ações. O desafio é global. Isso não significa que alguns façam e outros não. A maioria no mundo ainda espera dos Estados Unidos um compromisso", afirmou Vargas.'

Histórico

Os americanos não ratificaram o Protocolo de Kyoto da Convenção da Organização das Nações Unidas em Mudanças Climáticas. O protocolo impõe às nações signatárias limites para a emissão de gases causadores do efeito estufa e já foi ratificado por 169 países.

O documento estipula que os países que o ratificaram reduzam seu nível de emissões a um índice inferior ao de 1990. Em 2012, vence o prazo que impõe índices compulsórios para a redução de emissões.

'"Os Estados Unidos defendem uma postura voluntária em relação à fixação de metas para a redução de gases poluentes. Nós pensamos de forma distinta a esse respeito"', disse Vargas.
'"As metas compulsórias contidas no Protocolo de Kyoto significam que você tem alvos específicos e eles não cumpriram esse compromisso", afirmou.' Por isso, afirma o embaixador, é preciso ver como os americanos irão se posicionar após 2012.

Reunião

Segundo Vargas, a reunião realizada em Washington não chegou a quaisquer conclusões definitivas e foi basicamente uma preparação com vistas à Conferência da ONU de Mudanças Climáticas, que será realizada em Bali, na Indonésia.

"O evento foi organizado pelo governo americano, que montou toda a sua agenda. O governo não trouxe novas propostas em termos das posições americanas. O que vimos foi uma reiteração do que já foi apresentado antes", afirmou o brasileiro.

No entanto, Vargas disse que o presidente dos EUA, George W. Bush, surgiu com novas idéias em seu discurso para os participantes do evento, realizado nesta sexta-feira.

"O presidente Bush apontou duas coisas novas. Uma delas foi a proposta de criar um novo fundo para tecnologias limpas, que seria mantido com contribuições dos governos mundiais e ajudaria a financiar projetos energéticos em diferentes partes do mundo. A outra proposta é a de promover livre comércio global com tecnologias energéticas, pela eliminação de tarifas em bens energéticos e serviços", disse Vargas.

Ao mesmo tempo em que propõe um comércio livre em termos de tecnologias de energia, Vargas vê certa contradição por parte do governo americano.

'"O presidente Bush enfatizou a importância do etanol, mas não mencionou as tarifas de US$ 0,54 cobradas sobre o etanol brasileiro exportado para os Estados Unidos. E isso é algo bem importante", afirmou o brasileiro.

Preservação florestal

De acordo com Vargas, o Brasil voltou a marcar posição em temas que tem apresentado em outros fóruns internacionais, como o de obter compensação por promover preservação florestal em seu território --proposta que foi apresentada no ano passado pela ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, na reunião sobre mudanças ambientais realizada em Nairóbi, a capital do Quênia.

"É uma proposta de incentivos econômicos, que seriam oferecidos aos países que conseguiram reduzir suas emissões através da preservação florestal. Para assegurar a preservação, seria criado um fundo que permitiria a essas nações receber algum tipo de ajuda financeira. Seria uma forma de recompensá-los", afirmou.

O embaixador também defendeu a necessidade de promover a transferência de tecnologias limpas para países em desenvolvimento.

"É um tema essencial para lidar com mudanças climáticas. Mas não podemos apenas dizer que iremos cooperar que tudo será resolvido. Porque é preciso investimento e amadurecimento, em termos de pesquisa, para que possamos chegar ao setor privado, que irá disseminar essa tecnologia", disse Vargas.

De acordo com Vargas, não é possível '"ficar esperando para que as tecnologias mais apropriadas cheguem até nós, enquanto as emissões continuam aumentando".

O embaixador citou o exemplo da China e da Índia. "Os dois países precisam gerar eletricidade para suas regiões rurais e mais pobres. Os chineses e indianos atualmente têm de recorrer ao carvão para gerar energia para estas áreas. E, por isso, vão precisar imediatamente da melhor tecnologia disponível", afirmou.

Vargas acrescentou que não é possível que estes países '"sacrifiquem suas regiões mais pobres em prol daqueles que querem simplesmente seguir guiando seus SUVs, que emitem mais de 50% de poluentes do que outros carros".



Patrícia Saboya se filia ao PDT
Enviado por Carlos Honorato em 28/09/2007 21:00:43









Saboya

A uma semana do fim do prazo para novas filiações partidárias, a senadora Patrícia Saboya (CE), que sempre seguiu os passos do ex-marido, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE), desistiu da legenda socialista. Ela se filiou ao PDT nesta sexta-feira, 28, por não ter conseguido o apoio do governador Cid Gomes (PSB-CE) à sua candidatura ao comando da capital cearense. Seu ex-cunhado prometeu apoiar a petista Luizianne Lins, atual prefeita da cidade e pré-candidata à reeleição.




"Eu não tinha outra alternativa. Estava muito difícil permanecer sem a chance de uma legenda para concorrer à prefeitura. Se ficasse, seria constrangedor para mim e para o governador. No PDT, não saio da minha esfera ideológica", disse ela à Reuters.

Além de Patrícia, a vereadora Soninha Francine confirmou ao estadao.com.br na última quinta-feira a transferência para o PPS e o projeto de se candidatar à Prefeitura de São Paulo nas eleições municipais de 2008.



Só um carinho do Planalto
Enviado por Carlos Honorato em 28/09/2007 19:04:11

Todos os senadores do PMDB terão mais atenção por parte do Palácio do Planalto, principalmente nos seus inúmeros pedidos. E para afinar a viola, o próprio presidente Lula irá ter um contato mais estreito com os senadores. Pelo menos é o que diz o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Caso isso aconteça, valeu a rebeldia dos 12 senadores do PMDB que votaram contra a medida provisória que criaria a Secretaria Especial de Projetos de Longo Prazo.

O senador Wellington Salgado (PMDB-MG) chamou hoje de "franciscanos" o grupo formado por 12 senadores que na quarta-feira (26) votaram contra a MP da Secretaria Especial de Projetos de Longo Prazo. Ao todo, a bancada do PMDB tem 19 senadores. Ele reclamou que apenas os "cardeais" do partido são ouvidos pelo Palácio do Planalto, numa referência aos senadores Romero Jucá (RR), Roseana Sarney (MA), líder do governo no Congresso, Renan Calheiros (AL), presidente do Senado, e José Sarney (AP). De acordo com Salgado, o grupo quer mais "atenção" do governo. "Os franciscanos não querem um sapato de couro alemão, querem só um chinelinho novo."



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