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ELEIÇÕES 2010
Agnelo preocupa "bancada dos negócios"
Enviado por Carlos Honorato em 31/10/2010 23:32:26

 A chamada “bancada dos negócios” da Câmara Legislativa do DF está muito apreensiva com a eleição do petista Agnelo Queiroz. A previsão é que tentará ensaiar uma oposição em defesa da manutenção dos negócios, a exemplo do que aconteceu no governo da legalidade de José Roberto Arruda. Tem gente que até já aderiu para tentar salvar os contratos milionários com o GDF.


ELEIÇÕES 2010
Dilma agradece ao povo e promete lutar pela valorização das mulheres
Da redação em 31/10/2010 23:19:06

Em seu primeiro discurso já como presidente eleita do país, a petista Dilma Rousseff, emocionada, agradecendo a todos os brasileiros. - É uma imensa alegria estar aqui hoje. Eu recebi dos brasileiros talvez a missão mais importante da minha vida - afirmou Dilma.  Dilma também destacou o seu primeiro compromisso após eleita: lutar para a valorização das mulheres.

A igualdade de oportunidade entre homens e mulheres e essencial para democracia - disse Dilma, completando: - A minha alegria é ainda maior por que a presença de uma mulher na presidência se dá pelo exercício sagrado dos votos.

Dilma Rousseff prometeu  que em seu futuro governo irá garantir a liberdade de imprensa e religiosa, temas que geraram polêmica ao longo do segundo turno da campanha eleitoral. Ela também falou sobre a área econômica: “Cuidaremos da nossa economia com toda a responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios”.

Ao lado do seu vice, Michel Temer (PMDB), a petista registrou como compromisso de sua gestão valorizar o direito democrático à opinião e à expressão. “Eu vou zelar pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa, pela mais ampla liberdade religiosa e de culto”, prometeu.

 Leia íntegra do primeiro pronunciamento da presidente eleita Dilma Rousseff


Minhas amigas e meus amigos de todo o Brasil,

É imensa a minha alegria de estar aqui.

Recebi hoje de milhões de brasileiras e brasileiros a missão mais importante de minha vida.

Este fato, para além de minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do nosso país: pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Já registro portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade.

A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um principio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode!

Minha alegria é ainda maior pelo fato de que a presença de uma mulher na presidência da República se dá pelo caminho sagrado do voto, da decisão democrática do eleitor, do exercício mais elevado da cidadania. Por isso, registro aqui outro compromisso com meu país:

Valorizar a democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais da alimentação, do emprego e da renda, da moradia digna e da paz social.

Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa.

Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto.

Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição.

Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República.

Nesta longa jornada que me trouxe aqui pude falar e visitar todas as nossas regiões.

O que mais me deu esperanças foi a capacidade imensa do nosso povo, de agarrar uma oportunidade, por mais singela que seja, e com ela construir um mundo melhor para sua família.

É simplesmente incrível a capacidade de criar e empreender do nosso povo. Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras.

Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem.

Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte.

A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida.

O Brasil é uma terra generosa e sempre devolverá em dobro cada semente que for plantada com mão amorosa e olhar para o futuro.

Minha convicção de assumir a meta de erradicar a miséria vem, não de uma certeza teórica, mas da experiência viva do nosso governo, no qual uma imensa mobilidade social se realizou, tornando hoje possível um sonho que sempre pareceu impossível.

Reconheço que teremos um duro trabalho para qualificar o nosso desenvolvimento econômico. Essa nova era de prosperidade criada pela genialidade do presidente Lula e pela força do povo e de nossos empreendedores encontra seu momento de maior potencial numa época em que a economia das grandes nações se encontra abalada.

No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento. Por isso, se tornam ainda mais importantes nossas próprias políticas, nosso próprio mercado, nossa própria poupança e nossas próprias decisões econômicas.

Longe de dizer, com isso, que pretendamos fechar o país ao mundo. Muito ao contrário, continuaremos propugnando pela ampla abertura das relações comerciais e pelo fim do protecionismo dos países ricos, que impede as nações pobres de realizar plenamente suas vocações.

Mas é preciso reconhecer que teremos grandes responsabilidades num mundo que enfrenta ainda os efeitos de uma crise financeira de grandes proporções e que se socorre de mecanismos nem sempre adequados, nem sempre equilibrados, para a retomada do crescimento.

É preciso, no plano multilateral, estabelecer regras mais claras e mais cuidadosas para a retomada dos mercados de financiamento, limitando a alavancagem e a especulação desmedida, que aumentam a volatilidade dos capitais e das moedas. Atuaremos firmemente nos fóruns internacionais com este objetivo.

Cuidaremos de nossa economia com toda responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios. O povo brasileiro não aceita que governos gastem acima do que seja sustentável.

Por isso, faremos todos os esforços pela melhoria da qualidade do gasto público, pela simplificação e atenuação da tributação e pela qualificação dos serviços públicos.

Mas recusamos as visões de ajustes que recaem sobre os programas sociais, os serviços essenciais à população e os necessários investimentos.

Sim, buscaremos o desenvolvimento de longo prazo, a taxas elevadas, social e ambientalmente sustentáveis. Para isso zelaremos pela poupança pública.

Zelaremos pela meritocracia no funcionalismo e pela excelência do serviço público.

Zelarei pelo aperfeiçoamento de todos os mecanismos que liberem a capacidade empreendedora de nosso empresariado e de nosso povo.

Valorizarei o Micro Empreendedor Individual, para formalizar milhões de negócios individuais ou familiares, ampliarei os limites do Supersimples e construirei modernos mecanismos de aperfeiçoamento econômico, como fez nosso governo na construção civil, no setor elétrico, na lei de recuperação de empresas, entre outros.

As agências reguladoras terão todo respaldo para atuar com determinação e autonomia, voltadas para a promoção da inovação, da saudável concorrência e da efetividade dos setores regulados.

Apresentaremos sempre com clareza nossos planos de ação governamental. Levaremos ao debate público as grandes questões nacionais. Trataremos sempre com transparência nossas metas, nossos resultados, nossas dificuldades.

Mas acima de tudo quero reafirmar nosso compromisso com a estabilidade da economia e das regras econômicas, dos contratos firmados e das conquistas estabelecidas.

Trataremos os recursos provenientes de nossas riquezas sempre com pensamento de longo prazo. Por isso trabalharei no Congresso pela aprovação do Fundo Social do Pré-Sal. Por meio dele queremos realizar muitos de nossos objetivos sociais.

Recusaremos o gasto efêmero que deixa para as futuras gerações apenas as dívidas e a desesperança.

O Fundo Social é mecanismo de poupança de longo prazo, para apoiar as atuais e futuras gerações. Ele é o mais importante fruto do novo modelo que propusemos para a exploração do pré-sal, que reserva à Nação e ao povo a parcela mais importante dessas riquezas.

Definitivamente, não alienaremos nossas riquezas para deixar ao povo só migalhas.

Me comprometi nesta campanha com a qualificação da Educação e dos Serviços de Saúde.
Me comprometi também com a melhoria da segurança pública.

Com o combate às drogas que infelicitam nossas famílias.

Reafirmo aqui estes compromissos. Nomearei ministros e equipes de primeira qualidade para realizar esses objetivos.

Mas acompanharei pessoalmente estas áreas capitais para o desenvolvimento de nosso povo.

A visão moderna do desenvolvimento econômico é aquela que valoriza o trabalhador e sua família, o cidadão e sua comunidade, oferecendo acesso a educação e saúde de qualidade.

É aquela que convive com o meio ambiente sem agredi-lo e sem criar passivos maiores que as conquistas do próprio desenvolvimento.

Não pretendo me estender aqui, neste primeiro pronunciamento ao país, mas quero registrar que todos os compromissos que assumi, perseguirei de forma dedicada e carinhosa.

Disse na campanha que os mais necessitados, as crianças, os jovens, as pessoas com deficiência, o trabalhador desempregado, o idoso teriam toda minha atenção. Reafirmo aqui este compromisso.

Fui eleita com uma coligação de dez partidos e com apoio de lideranças de vários outros partidos. Vou com eles construir um governo onde a capacidade profissional, a liderança e a disposição de servir ao país será o critério fundamental.

Vou valorizar os quadros profissionais da administração pública, independente de filiação partidária.

Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada. Estendo minha mão a eles. De minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrio.

A partir de minha posse serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política.

Nosso país precisa ainda melhorar a conduta e a qualidade da política. Quero empenhar-me, junto com todos os partidos, numa reforma política que eleve os valores republicanos, avançando em nossa jovem democracia.

Ao mesmo tempo, afirmo com clareza que valorizarei a transparência na administração pública. Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito. Serei rígida na defesa do interesse público em todos os níveis de meu governo. Os órgãos de controle e de fiscalização trabalharão com meu respaldo, sem jamais perseguir adversários ou proteger amigos.

Deixei para o final os meus agradecimentos, pois quero destacá-los. Primeiro, ao povo que me dedicou seu apoio. Serei eternamente grata pela oportunidade única de servir ao meu país no seu mais alto posto. Prometo devolver em dobro todo o carinho recebido, em todos os lugares que passei.

Mas agradeço respeitosamente também aqueles que votaram no primeiro e no segundo turno em outros candidatos ou candidatas. Eles também fizeram valer a festa da democracia.

Agradeço as lideranças partidárias que me apoiaram e comandaram esta jornada, meus assessores, minhas equipes de trabalho e todos os que dedicaram meses inteiros a esse árduo trabalho.

Agradeço a imprensa brasileira e estrangeira que aqui atua e cada um de seus profissionais pela cobertura do processo eleitoral.

Não nego a vocês que, por vezes, algumas das coisas difundidas me deixaram triste. Mas quem, como eu, lutou pela democracia e pelo direito de livre opinião arriscando a vida; quem, como eu e tantos outros que não estão mais entre nós, dedicamos toda nossa juventude ao direito de expressão, nós somos naturalmente amantes da liberdade. Por isso, não carregarei nenhum ressentimento.

Disse e repito que prefiro o barulho da imprensa livre ao silencio das ditaduras. As criticas do jornalismo livre ajudam ao pais e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório.

Agradeço muito especialmente ao presidente Lula. Ter a honra de seu apoio, ter o privilégio de sua convivência, ter aprendido com sua imensa sabedoria, são coisas que se guarda para a vida toda. Conviver durante todos estes anos com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu pais e por sua gente. A alegria que sinto pela minha vitória se mistura com a emoção da sua despedida.

Sei que um líder como Lula nunca estará longe de seu povo e de cada um de nós.

Baterei muito a sua porta e, tenho certeza, que a encontrarei sempre aberta.

Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade. A tarefa de sucedê-lo é difícil e desafiadora. Mas saberei honrar seu legado.

Saberei consolidar e avançar sua obra.

Aprendi com ele que quando se governa pensando no interesse público e nos mais necessitados uma imensa força brota do nosso povo.

Uma força que leva o país para frente e ajuda a vencer os maiores desafios.

Passada a eleição agora é hora de trabalho. Passado o debate de projetos agora é hora de união.

União pela educação, união pelo desenvolvimento, união pelo país. Junto comigo foram eleitos novos governadores, deputados, senadores. Ao parabenizá-los, convido a todos, independente de cor partidária, para uma ação determinada pelo futuro de nosso país.

Sempre com a convicção de que a Nação Brasileira será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ela.

Muito obrigada,


ELEIÇÕES 2010
Teotônio Vilela Filho se reelege ao governo de Alagoas
Da redação em 31/10/2010 21:39:45

Com 96,74% dos votos apurados, o atual governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) já conquistou a reeleição em Alagoas, em uma disputa apertada. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), até as 20h18, Vilela liderava a corrida no segundo turno com 688.060 votos no Estado, ou 52,80% do total válido. O candidato ao governo pelo PDT, Ronaldo Lessa, aparecia com 615.081 votos (47,20%).

Votos brancos somavam 37.160 (2,57% do total) e nulos totalizavam 103.071 (7,14%). O índice de abstenção no Estado estava em 26,49%. No primeiro turno, o atual governador superou Lessa com vantagem aproximada de 10 pontos percentuais. O terceiro colocado foi o ex-presidente da República Fernando Collor (PTB). Com Alagoas, o PSDB conquista seu sétimo Estado (além de Tocantins, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Goiás e Pará) nestas eleições.


ELEIÇÕES 2010 - DISTRITO FEDERAL
Derrotada, Weslian diz que fará oposição
Da redação em 31/10/2010 21:17:13


 Candidata de última hora ao governo do Distrito Federal e derrotada nas eleições de hoje,  Weslian Roriz (PSC) não topou enfrentar uma entrevista a imprensa. A mulher do ex-governador Joaquim Roriz, apenas divulgou uma nota em que classifica a jornada como “breve, mas vitoriosa” e diz que concorreu “por amor ao meu marido Joaquim”.

Weslian Roriz também anunciou que "irá fazer uma implacável oposição" ao governador eleito”. Como sempre, não deu detalhes de como fará oposição ao governo petista. Já tem uma aliada: a sua filha e deputada distrital Liliane Roriz.


Confira a íntegra da nota:

“A jornada foi breve, mas vitoriosa. A caminhada nas ruas das cidades me trouxe a alegria de ver, estampada nos rostos, a esperança renovada de dias melhores para os mais carentes.

O carinho, os gestos, os abraços e, especialmente, os sorrisos das crianças, me deram ânimo para enfrentar as duras e injustas acusações, a parcialidade de parte da imprensa, e as estranhas decisões dos tribunais.

Concorri por amor ao meu marido Joaquim, sim, e só tenho orgulho disso. Não podia ficar assistindo, omissa, ao que fizeram com ele, impedindo-o de concorrer e vencer as eleições. Concorri por amor ao Distrito Federal porque não podia aceitar a vitória de quem só pensa em ardis, que se alia a traidores e a oportunistas de última hora.

Cumpri uma missão e desde já aviso ao governador eleito que nosso grupo político – comandado por Joaquim Roriz – irá fazer uma implacável oposição. Cobrará, na Câmara Legislativa, na imprensa, na sociedade, as promessas de campanha. Iremos acompanhar as decisões governamentais, a transparência prometida, e as ações que possam prejudicar as populações mais humildes.

Quero agradecer ao povo que me apoiou nas ruas, que me deu os milhares de votos depositados nas urnas neste domingo. Agradecer ao meu maior incentivador, Joaquim, a minhas filhas Wesliane, Jaqueline e Liliane, aos meus netos queridos. Sem o apoio deles eu jamais conseguiria chegar aqui e ganhar os milhares de votos.

Meu muito obrigado a todos.”


ELEIÇÕES 2010
Dilma é mais votada em Minas, Rio, DF e mais 13 Estados
Da redação em 31/10/2010 20:58:23

Com 94,65% dos votos apurados, a presidente eleita Dilma Rousseff (PT) foi a mais votada em 15 Estados e no Distrito Federal. A petista, que está com 55,65% dos votos válidos, ganhou em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Tocantins, Maranhão, Pará e Amapá.

Já José Serra, com 44,35% dos votos válidos, venceu em São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Rondônia, Acre e Roraima.Às 20h14, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, anunciou que Dilma está matematicamente eleita presidente do Brasil.


CANDIDATURA

Ex-ministra de Minas e Energia e da Casa Civil, Dilma foi alçada já em 2008 à condição de candidata pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que começou então a dar as primeiras indicações de que gostaria de ver uma mulher ocupando o posto mais importante da República.

Em 31 de março deste ano, Dilma deixou a Casa Civil para entrar na pré-campanha.Cresceu nas pesquisas e chegou a ter mais de 50% dos votos válidos em todas elas, mas começou a oscilar negativamente dias antes do primeiro turno, após a revelação dos escândalos de corrupção na Casa Civil e da entrada do tema do aborto na campanha.

Logo no primeiro debate do segundo turno, reagiu aos ataques que vinha sofrendo e contra-atacou Serra. A partir daquele momento, a diferença entre os dois candidatos nas pesquisas parou de cair.


NOME FORTE

Dilma tornou-se um nome forte para disputar o cargo ao assumir o posto de ministra-chefe da Casa Civil, em junho de 2005, após a queda de José Dirceu no escândalo do mensalão.

No comando da Casa Civil, Dilma travou uma intensa disputa com o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, por causa da política econômica do governo. Enquanto ele defendia aperto fiscal, ela pregava aceleração nos gastos e queda nos juros.

Dilma acabou assistindo à queda de Palocci, em março de 2006, devido à quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa.

Com a reeleição de Lula e sem grandes rivais à altura no PT, Dilma tornou-se, depois do presidente, o grande nome do governo.Apesar do poder acumulado e do protagonismo que passou a exercer ao lado de Lula, até outubro de 2007 Dilma negava que seria candidata.

MINAS E ENERGIA

Sua atuação à frente do Ministério de Minas e Energia rendera-lhe a simpatia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que enxergou na subordinada, de perfil discreto e trabalhador, a substituta ideal para o posto de Dirceu.

Ela foi indicada para o ministério logo após Lula se tornar presidente, em 2002. No comando da pasta, anunciou novas regras para o setor elétrico além de lançar o programa Luz para Todos --uma das bandeiras de sua candidatura.

O novo marco regulatório para o setor elétrico --lançado em 2004-- foi considerado a primeira iniciativa do governo Lula, na área de infra-estrutura, de romper com os padrões do governo FHC, marcado pelo "apagão" de 2001.

A principal característica do novo marco foi o aumento do poder do Estado em detrimento da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

ORIGEM

O pai de Dilma, Pedro Rousseff, veio para a América Latina na década de 30 do século passado. Viúvo, deixara um filho, Luben, na Bulgária. Passou por Salvador, Buenos Aires e acabou se instalando em São Paulo. Fez negócios na construção civil e com empreitadas para grandes empresas, como a Mannesmann.

Já estava havia cerca de dez anos no Brasil quando, numa viagem a Uberaba, conheceu a professora primária Dilma Jane Silva, nascida em Friburgo (RJ), mas radicada em solo mineiro. Casaram-se e tiveram três filhos. Igor nasceu em janeiro de 1947, Dilma, em dezembro do mesmo ano, e Zana, em 1951. A família escolheu Belo Horizonte para morar.

Levavam uma vida confortável. Passavam férias no Espírito Santo ou no Rio. Às vezes, viajavam de avião. Não era uma clássica família tradicional mineira. Os filhos não precisavam ter uma religião. Escolhiam uma fé se assim desejassem. O pai frequentava cassinos, gostava de fumar e beber socialmente.

Quando morreu, em 1962, Pedro deixou a família numa situação tranquila. Cerca de 15 bons imóveis garantem renda para a viúva Dilma Jane até hoje. Um dos apartamentos fica no centro de Belo Horizonte. Informações da Folha.com


ELEIÇÕES 2010 - DISTRITO FEDERAL
Saúde: os desafios de Agnelo
Enviado por Carlos Honorato em 31/10/2010 20:20:45

O primeiro desafio do governador eleito do DF e secretário de Saúde, Agnelo Queiroz, será fazer com que os médicos trabalhem. A categoria terá que dar a sua parcela de colaboração com o novo governo e não brigar – como aconteceu no passado – para que os hospitais não divulgassem os nomes dos profissionais de plantão.

O passo seguinte será contratar alguém que saiba fazer escalas nos hospitais. As licitações para a compra de remédios e insumos é outro grande entrave da rede pública de saúde. Uma licitação para compra de remédio demora em média três meses. Isto sem falar nas interferências do Ministério Público.

Assim, Agnelo Queiroz não vai assumir o governo dia 1º de janeiro e resolver tudo em um dia. Como a rede está falida, o trabalho deverá demorar mais de dois anos. Isto numa hipótese otimista e contando com a ajuda da presidente Dilma Rousseff.


ELEIÇÕES 2010 - DISTRITO FEDERAL
Agnelo diz que prioridade do governo será recuperar serviços públicos
Da redação em 31/10/2010 19:35:32

Eleito com 66% dos votos, o novo governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT) disse neste domingo que a prioridade será "resgatar" a estima do povo brasiliense com serviços públicos "dignos"."A linha mestra dessa aliança é construir uma cidade com transparência e ética. Nossa prioridade será recuperar os serviços públicos", disse o petista.

Queiroz se emocionou ao agradecer à família, que o ajudou a "segurar a barra". Muito aplaudido, Agnelo estava acompanhado de ex-aliados de Joaquim Roriz e José Roberto Arruda, ex-governadores que sempre foram oposição ao PT.Informações da Folha.com

No discurso da vitória, Agnelo aproveitou para elogiar a presidenciável Dilma Rousseff (PT). "A vitória de Dilma vai ser a certeza de que colocaremos nosso programa de governo em prática. Ela é moradora de Brasília e tem carinho pela cidade", disse.

 Rosso liga para Agnelo

O governador do Distrito Federal, Rogério Rosso, cumprimentou há pouco, via telefone, o governador eleito Agnelo Queiroz pela vitória no segundo turno da eleição para o Palácio do Buriti. A vitória de Agnelo representa a concretização da vontade popular por maioria expressiva de votos e a consolidação da democracia. Na conversa, Rosso ressaltou o compromisso de sua gestão em realizar a transição da melhor forma possível para dar acesso ao novo governo a todas as informações acerca do funcionamento da máquina pública, de forma eficiente, eficaz e transparente.


ELEIÇÕES 2010
Dilma é eleita a primeira mulher presidente do Brasil
Da redação em 31/10/2010 19:30:26

Dilma Rousseff (PT) é a primeira mulher presidente do Brasil, segundo o Datafolha. Com 76,89% dos votos apurados, a candidata petista alcançou até o momento 53,56% dos votos válidos e tem 41,2 milhões de votos. O tucano José Serra, que tem 35,7 milhões, com 46,44%. A abstenção gira em torno de 20,8%. O eleitorado brasileiro é de 135 milhões de pessoas.

Ex-ministra de Minas e Energia e da Casa Civil, Dilma foi alçada já em 2008 à condição de candidata pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que começou então a dar as primeiras indicações de que gostaria de ver uma mulher ocupando o posto mais importante da República. Em 31 de março deste ano, Dilma deixou a Casa Civil para entrar na pré-campanha.

Cresceu nas pesquisas e chegou a ter mais de 50% dos votos válidos em todas elas, mas começou a oscilar negativamente dias antes do primeiro turno, após a revelação dos escândalos de corrupção na Casa Civil e da entrada do tema do aborto na campanha.

Logo no primeiro debate do segundo turno, reagiu aos ataques que vinha sofrendo e contra-atacou Serra. A partir daquele momento, a diferença entre os dois candidatos nas pesquisas parou de cair. Dilma se torna neste domingo o 40º presidente da República brasileira.

NOME FORTE

Dilma tornou-se um nome forte para disputar o cargo ao assumir o posto de ministra-chefe da Casa Civil, em junho de 2005, após a queda de José Dirceu no escândalo do mensalão. No comando da Casa Civil, Dilma travou uma intensa disputa com o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, por causa da política econômica do governo. Enquanto ele defendia aperto fiscal, ela pregava aceleração nos gastos e queda nos juros.

Dilma acabou assistindo à queda de Palocci, em março de 2006, devido à quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. Com a reeleição de Lula e sem grandes rivais à altura no PT, Dilma tornou-se, depois do presidente, o grande nome do governo.

Apesar do poder acumulado e do protagonismo que passou a exercer ao lado de Lula, até outubro de 2007 Dilma negava que seria candidata.

MINAS E ENERGIA

Sua atuação à frente do Ministério de Minas e Energia rendera-lhe a simpatia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que enxergou na subordinada, de perfil discreto e trabalhador, a substituta ideal para o posto de Dirceu.

Ela foi indicada para o ministério logo após Lula se tornar presidente, em 2002. No comando da pasta, anunciou novas regras para o setor elétrico além de lançar o programa Luz para Todos --uma das bandeiras de sua candidatura.

O novo marco regulatório para o setor elétrico --lançado em 2004-- foi considerado a primeira iniciativa do governo Lula, na área de infra-estrutura, de romper com os padrões do governo FHC, marcado pelo "apagão" de 2001.

A principal característica do novo marco foi o aumento do poder do Estado em detrimento da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

ORIGEM


O pai de Dilma, Pedro Rousseff, veio para a América Latina na década de 30 do século passado. Viúvo, deixara um filho, Luben, na Bulgária. Passou por Salvador, Buenos Aires e acabou se instalando em São Paulo. Fez negócios na construção civil e com empreitadas para grandes empresas, como a Mannesmann.

Já estava havia cerca de dez anos no Brasil quando, numa viagem a Uberaba, conheceu a professora primária Dilma Jane Silva, nascida em Friburgo (RJ), mas radicada em solo mineiro. Casaram-se e tiveram três filhos. Igor nasceu em janeiro de 1947, Dilma, em dezembro do mesmo ano, e Zana, em 1951. A família escolheu Belo Horizonte para morar.

Levavam uma vida confortável. Passavam férias no Espírito Santo ou no Rio. Às vezes, viajavam de avião. Não era uma clássica família tradicional mineira. Os filhos não precisavam ter uma religião. Escolhiam uma fé se assim desejassem. O pai frequentava cassinos, gostava de fumar e beber socialmente.

Quando morreu, em 1962, Pedro deixou a família numa situação tranquila. Cerca de 15 bons imóveis garantem renda para a viúva Dilma Jane até hoje. Um dos apartamentos fica no centro de Belo Horizonte. Informações da Folha.com


ELEIÇÕES 2010 - DISTRITO FEDERAL
Agnelo é o novo governador do DF
Da redação em 31/10/2010 18:00:39

O candidato pelo PT, Agnelo Queiroz, já é o novo governador do Distrito Federal. Com 75% das urnas abertas, o petista recebeu 66,48% dos votos válidos, ante 33,52%% de sua rival Weslian Roriz (PSC). Foram apurados 3,14% de votos em branco, 7,40% de votos nulos, e uma taxa de abstenção de 19,38%. O colégio eleitoral do DF conta com 1.834.135 eleitores habilitados.

Pesquisa realizada pelo Datafolha ontem e anteontem mostra que, com 64% dos votos válidos, Agnelo Queiroz deve ser eleito o novo governador do Distrito Federal. Sua adversária, Weslian Roriz, aparece com 36%. O Datafolha ouviu 1.580 eleitores do DF. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. E uma pesquisa de boca-de-urna do Ibope apontou hoje que o petista deve receber 63% dos votos válidos, enquanto Weslian Roriz (PSC), 37%.


ELEIÇÕES 2010
Boca de urna do Ibope mostra Dilma com 57% e Serra com 43%
Da redação em 31/10/2010 17:44:27

A pesquisa de boca de urna apurada pelo Ibope neste domingo trará Dilma Rousseff à frente do tucano José Serra com folga. Segundo a Folha apurou, Dilma recebeu 57% dos votos e Serra, 43%.

No primeiro turno, o Ibope apontava indefinição do quadro. No dia 3 de outubro, a petista recebeu 51% das intenções de voto. José Serra obteve 30%. A eleição acabou indo para o segundo turno. O resultado deve ser divulgado a partir das 19h de Brasília --quando termina a votação no Acre-- pelo instituto e pela TV Globo.

DILMA

Dilma participou na manhã deste domingo de um café da manhã em Porto Alegre com cerca de 150 líderes políticos das coligações que a apoiaram no Rio Grande do Sul. Por volta das 9h15, ela votou em uma escola, no centro da cidade.

Ao discursar para os correligionários, no hotel Plaza São Raphael, a candidata lembrou que ontem esteve em Minas, onde nasceu, e que hoje foi ao Estado onde fez sua trajetória política. "É como se eu fizesse a trajetória política da minha vida. Aqui fui recebida quando saí das prisões da ditadura". Dilma afirmou que é um "bálsamo para a alma terminar a caminhada" entre companheiros políticos e amigos.

Ao fazer um balanço para os jornalistas, a candidata disse preferia enfatizar os "bons episódios" da campanha. Questionada se poderia chamar a oposição para seu governo, ela afirmou que pretende governar com a coligação, mas para todos os brasileiros. "A minha coligação, que me trouxe até aqui, é a coligação com a qual vou governar. Vou governar para todos, conversarei com todos os brasileiros".

SERRA

Serra votou por volta das 11h30 deste domingo no Colégio Santa Cruz, em Pinheiros (zona oeste de São Paulo).

Segundo o tucano, o povo vota, escolhe e decide. "O que vamos fazer agora é aguardar essa decisão. Se motivação houve para essa batalha desigual, o elemento fundamental é a confiança que eu sentia nas ruas, no abraço das pessoas."

Ele disse torcer para que hoje, além da "beleza da democracia", haja também a "beleza da alternância do poder".

Na saída, um manifestante, estudante de ciências sociais, mostrava um cartaz com os dizeres: "Serra, o papa é contra a camisinha no combate à Aids?"

Serra votou acompanhado de sua mulher, Mônica, e de seus companheiros de coligação: o governador eleito, Geraldo Alckmin (PSDB), o atual governador Alberto Goldman (PSDB), o prefeito da Capital, Gilberto Kassab (DEM), e o senador eleito por São Paulo Aloysio Nunes (PSDB).

Depois de confirmar seu voto, ele posou para fotos acompanhado dos netos --Antonio e Gabriela--, fazendo com as mãos o gesto que simboliza a vitória.

No primeiro turno, o candidato votou no começo da tarde e estava acompanhado de seu vice, Indio da Costa (DEM-RJ). Informações da Folha.com


ELEIÇÕES 2010 - DISTRITO FEDERAL
Ex-governador Roriz reclama de urna eletrônica
Da redação em 31/10/2010 17:41:40

O ex-governador Joaquim Roriz, marido da candidata do PSC ao governo do Distrito Federal, Weslian Roriz, queixou-se de um suposto problema na urna eletrônica na seção eleitoral em que votou, no Núcleo Bandeirante, a cerca de 15 km do centro de Brasília. Roriz argumentou que a urna tinha problemas, não registrou o voto dele e pediu que fosse impugnada. Mas um promotor de Justiça eleitoral disse a ele que o voto tinha sido computado, que não havia problemas com a urna e determinou que o equipamento continuasse a ser utilizado.


ELEIÇÕES 2010 - DISTRITO FEDERAL
Ibope: boca de urna mostra Agnelo 63% e Weslian 37%
Da redação em 31/10/2010 17:35:30

Pesquisa boca de urna do Ibope aponta vitória do candidato petista Agnelo Queiroz com 63% contra 37% de Weslian Roriz. A pesquisa foi realizada no dia 31 de outubro de 2010. Foram entrevistados 3.500 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Solicitante: Globo Comunicação e Participações Ltda e S.A O Estado de S. Paulo. Registro: 41507/2010 (TRE) e 38131/2010 (TSE)


ELEIÇÕES 2010 - DISTRITO FEDERAL
Exata: boca de urna aponta vitória de Agnelo
Enviado por Carlos Honorato em 31/10/2010 16:44:26

Pesquisa de boca de urna do Instituto Exata aponta vitória do candidato petista Agnelo Queiroz com 63% dos votos contra 33% da candidata Weslian  Roriz (PSC)


ELEIÇÕES 2010
Graças a Lula, Dilma tem mais destaque do que Serra na imprensa internacional
Da redação em 31/10/2010 14:33:50

No dia em que Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) disputam a Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva é o grande destaque das eleições brasileiras para a imprensa internacional.Os sites dos principais jornais do mundo enfocam as eleições sobre o prisma da despedida do presidente do Brasil nos últimos oito anos.

Para o espanhol "El País", o "gigante latino-americano" abre um novo ciclo em sua política com esta eleição. Ainda para o jornal, a disputa é a "mais árida" dos últimos anos.

Segundo os espanhóis, que dão grande destaque à notícia, ganhe Dilma ou Serra, esta noite se encerra uma etapa histórica do Brasil, no qual Lula fez um governo brilhante e com grande êxito. Já no americano "The New York Times" a eleição brasileira aparece de forma mais discreta. O foco principal está voltado para a relação do atual presidente com a candidata governista.

"A partir do momento em que seus caminhos se cruzaram na política, Dilma Rousseff começou a resolução de problemas para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva", diz o texto do "NYT", ao recordar a atuação da candidata no Ministério de Minas e Energia.

O argentino "Clarín" também abre mais espaço em sua edição para Dilma e o desafio que deve ter caso eleita sucessora de Lula. "Se as pesquisas se confirmarem, Lula terá dois meses para organizar a transição do poder máximo a sua eleita", destaca o principal jornal da Argentina. Informações da Folha.com


ELEIÇÕES 2010
Lula descarta participar de governo e diz que Serra ‘sai menor‘ da campanha
Da redação em 31/10/2010 14:31:09

FABIO VICTOR, DA FOLHA.COM

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo, após votar em São Bernardo do Campo (SP), que o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, "sai menor" da campanha eleitoral.Questionado se depois dos ataques de parte a parte haveria um distensionamento após a campanha, Lula afirmou: "Não fale de parte a parte. Essa campanha foi muito violenta de uma parte para outra, acho que o candidato Serra sai menor dessa campanha, porque a agressividade deles [tucanos] à companheira Dilma [Rousseff, do PT] é uma coisa que eu imaginava que já tivesse terminado na política brasileira".

"Fui candidato cinco vezes, perdi três e vocês nunca me viram com a agressividade que teve nessa campanha", reiterou.

Lula ainda criticou a politização da religião e a "disseminação do ódio e do preconceito contra Dilma".

Ele não quis cantar vitória de sua candidata, mas afirmou que, pelas pesquisas, é mais provável que ela ganhe. No entanto, ponderou que "em eleição e mineração" só se sabe o resultado no final.

Lula descartou participar diretamente de um eventual governo Dilma. "Não existe nenhuma possibilidade de um ex-presidente participar de um governo do futuro presidente. Dilma precisa construir um governo que seja a cara dela, com jeito dela, com pessoas em que ela confie."


Paulo Whitaker/Reuters
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva vota em São Bernardo do Campo, na Grande SP
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva vota em São Bernardo do Campo, na Grande SP

TIRIRICA

O petista também criticou a tentativa do Ministério Público Eleitoral de impugnar a candidatura de Tiririca, eleito deputado federal pelo PR. "Acho uma cretinice o que querem fazer com Tiririca. É um desrespeito com os 1,3 milhão de eleitores dele."

Lula atacou, sem citar o nome, o promotor Mauricio Ribeiro Lopes, que pediu à Justiça que Tiririca seja submetido à realização de um ditado e à leitura de um texto simples para verificação da condição dele de alfabetizado.

"Tem que fazer a prova quem está querendo que ele faça a prova."

O presidente Lula votou neste domingo por volta das 9h30 na escola estadual Doutor João Firmino Correia de Araújo, em São Bernardo. Ele estava acompanhado da primeira-dama Marisa Letícia, do candidato derrotado do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, do prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) e do deputado federal Frank Aguiar (PTB-SP).



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