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Brasília-DF, 01 de Outubro de 2012. Ano 8
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DISTRITO FEDERAL
Rogério Rosso também é contra o "contrato Cingapura"
Da redação em 31/10/2012 16:21:22

 O chamado “contrato Cingapura” só vem dando dores de cabeça para o governador petista Agnelo Queiroz (DF). Depois dos senadores Cristovam Buarque (PDT) e Rodrigo Rollemberg (PSB) se posicionarem contra agora foi a vez do ex-governador e presidente do PSD-DF, Rogério Rosso. Na sua página no Facebook, ele foi claro: “‘Sou tecnicamente, politicamente e institucionalmente contra este contrato”.

O ex-governador disse que não tem detalhes do “contrato Cingapura”, apenas sabe do que foi noticiado pela imprensa. Mas garante que “o planejamento do DF, das nossas cidades, da nossa região, incluindo o Entorno, precisa ser primeiramente conferido aos pensadores/técnicos/comunidade locais, regionais e federais, em especial com especialistas na área”.

Leia a íntegra do texto de Rogério Rosso:

“Prezadas Amigas e amigos de Face, acabam de perguntar minha opinião sobre o tal contrato do GDF com a empresa de consultoria de Cingapura”. Eis minha resposta: ‘Sou tecnicamente, politicamente e institucionalmente contra este contrato. É verdade que não conheço os detalhes do mesmo. O que sei é o noticiado pela imprensa.

Entretanto fico confortável em responder essa pergunta pela minha convicção que o planejamento do DF, das nossas cidades, da nossa região, incluindo o Entorno, precisa ser primeiramente conferido aos pensadores/técnicos/comunidade locais, regionais e federais, em especial com especialistas na área.

Não conheço essa empresa de consultoria de Cingapura, que até pode ser especializada e competente. Entretanto, a participação de qualquer empresa de consultoria, até mesmo internacional como essa, deve se dar, se for o caso, depois de muitos debates/discussões/estudos técnicos e especializados.

Me somo aqueles que porventura se posicionam nesse sentido. Não faço criticas a nenhuma pessoa, muito menos prejulgamentos, apenas me atenho ao fato! Da outra parte, essa questão não pode, para o bem da população do DF, ser superdimensionada ou desproporcionalizada, virando até motivo de antecipação de campanha eleitoral de 2014.

O momento agora é de trabalhar, produzir, fiscalizar e implantar projetos e ações para a população. Caberá ao Agnelo a decisão política de manter este contrato, e se assim o fizer, os órgãos de fiscalização e controle deverão se manifestar….e caberá a população o julgamento político, reconhecendo ou não este contrato como importante e relevante ação governamental”.

 


DISTRITO FEDERAL
Deputado licenciado usa servidor para monitorar seus colegas na Câmara
Da redação em 31/10/2012 15:37:13

Do blog do Edson Sombra

Mesmo licenciado da Câmara Legislativa para comandar a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do DF, o deputado distrital Cristiano Araújo (PTB) monitora todos os passos dos colegas parlamentares.

...

Ontem, durante a sessão ordinária que ocorreu em plenário, nossa reportagem flagrou uma assessora do Legislativo local informando Cristiano sobre as movimentações na Casa. Segundo a servidora informa por mensagem de celular, o deputado Cláudio Abrantes, que é filiado ao PPS, estaria decidido a migrar para o PT. Abrantes tem sido pressionado pela executiva nacional de seu partido a abandonar a base do governo Agnelo Queiroz (PT). Por não aceitar a pressão, o distrital ingressou na Justiça para deixar o PPS sem ser acusado de infidelidade partidária e não correr o risco de perder o mandato.

“O deputado Cláudio Abrantes vai para o PT. O bloco fecha com sete”, diz o texto. Antes dessa mensagem, a assessora informou ao deputado licenciado sobre a necessidade de articulação para reunir 16 votos para aprovar algum assunto de interesse do petebista. “Vou ter que costurar com Chico Vigilante, Chico Leite...”, frisa a servidora.

Apesar de a foto demonstrar que a mensagem não havia sido entregue ao deputado Cristiano Araújo, logo abaixo o distrital responde com um “ok” e confirma estar ciente das articulações.


DISTRITO FEDERAL
CEOF aprova indicação de Abdon Henrique para o BRB
Da redação em 31/10/2012 15:03:59

 Ao ser sabatinado pela Comissão de Economia, Orçamento e Finanças da Câmara Legislativa (CEOF), Abdon Henrique de Araújo, indicado pelo governador do DF para a presidência do Banco de Brasília, (BRB) assumiu o compromisso de defender a instituição contra qualquer ideia de venda do banco. "Seria um grande retrocesso. Se por acaso surgir esta proposta, eu preferiria deixar o banco a ficar marcado por uma ação dessa natureza durante a minha gestão", afirmou. A CEOF aprovou a indicação.
 
O candidato ao cargo no BRB ocupava o cargo de Secretário de Desenvolvimento Econômico do DF. Antes, foi administrador de Taguatinga e do Lago Sul. É empresário do setor varejista. Abdon Henrique respondeu diversas questões dos integrantes da CEOF e disse que a sua intenção é promover investimentos na área de informática, ampliar o microcrédito, garantir a acessibilidade, além de outras medidas.
 
"Iremos buscar no segmento do pequeno e microempresário um incremento para fazer o banco crescer e aumentar a clientela. Dessa forma, o BRB também estará demonstrando a sua preocupação social, pois além de gerar lucros, temos de lembrar que este é um banco público e que segue as orientações de um governo", declarou.
 
O deputado Wasny de Roure (PT) elogiou as afirmações do indicado e lembrou do trabalho que vem sendo empreendido desde o início do governo Agnelo para recuperar as finanças e a credibilidade da instituição. Benedito Domingos (PP) defendeu o banco como "um patrimônio da cidade" e Cláudio Abrantes (PPS) cobrou investimentos em cultura, da mesma forma que o BRB patrocina o esporte. Para Joe Valle (PSB), o BRB precisa se preocupar com a sustentabilidade.
 
O presidente da CEOF, deputado Agaciel Maia (PTC), foi relator do processo que encaminhou à Câmara Legislativa a indicação. "Abdon Henrique Araújo possui experiência em gestão e as condições técnicas para assumir o cargo", relatou, sendo seguinte pelos demais parlamentares.Informações da CLDF.


POLÍTICA
Dirceu e Genoino pagam por Lula, diz primeira mulher de ex-ministro
Enviado por Carlos Honorato em 31/10/2012 11:37:39

Débora Bergamasco, de O Estado de S.Paulo

A família do ex-ministro José Dirceu (Casal Civil) já se prepara para o pior: sua condenação em regime fechado por envolvimento com o mensalão. Enquanto o Supremo Tribunal Federal não decide a pena, parentes já planejam como serão as visitas na cadeia. A refeição da penitenciária é uma das preocupações, pois ele é reconhecido como um sujeito bom de garfo. "Meu medo é que ele se mate na prisão", chora Clara Becker, 71 anos, sua primeira mulher e mãe de seu filho mais velho, o deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR).

Casados por apenas quatro anos na época da ditadura militar, ela é amiga próxima do ex-marido há mais de três décadas e tem certeza de que "Dirceu não é ladrão". "Se ele fez algum pecado, foi pagar para vagabundo que não aceita mudar o País sem ganhar um dinheiro (...) Se ele pagou, foi pelos projetos do Lula, que mudou o Brasil em 12 anos", afirma, referindo-se ao pagamento a parlamentares da base aliada que receberam dinheiro para votar a favor de propostas do governo do ex-presidente Lula, segundo a denúncia do Ministério Público.

Para ela, militantes do PT como Dirceu e José Genoino, ex-presidente do partido, estão sendo sacrificados. "Eles estão pagando pelo Lula. Ou você acha que o Lula não sabia das coisas, se é que houve alguma coisa errada? Eles assumiram os compromissos e estão se sacrificando", indigna-se.

"Sabe, é muito sofrimento. Uma vez peguei meu filho chorando de preocupação com o pai. E minha neta, Camila, também sente muito."

Desde que começou o julgamento da ação penal 470, Dirceu diminuiu sua exposição pública. Para se poupar de constrangimentos, ele evita circular com desenvoltura, ser visto em Brasília ou jantar fora - seu passeio predileto. Agora, o ex-todo-poderoso do governo Lula lista quem são seus amigos fiéis e os recebe em sua casa de São Paulo ou na de Vinhedo (SP). No fim de semana do dia 7 de outubro, eleição municipal, ouviu ao telefone uma ordem expressa: "Benhê, limpa a área que eu tô chegando". Era Clara avisando que lhe faria uma visita na casa do interior paulista e deixando claro que não queria dividir a atenção do ex-marido com mais ninguém - nem com a atual namorada dele, Evanise Santos. Clara saiu de Cruzeiro do Oeste, no interior do Paraná, levando em um isopor uma peça de carneiro temperada no vinho branco e alecrim. Instruiu a empregada a deixar a carne três horas no forno, enquanto aguardava o anfitrião chegar em casa.

Quando ele apontou no portão, ela ouviu também uma voz feminina. Chispou escada acima e se trancou no quarto, alegando enxaqueca. Só desceu quando seu filho bateu na porta e avisou que a "dor de cabeça" já havia ido embora. Depois do fim de semana de comilança e champanhe, Dirceu despediu-se dela, dizendo: "Preciso ir embora mais cedo para São Paulo, tenho que eleger o (Fernando) Haddad".

Parente. "Hoje gosto dele como se fosse meu parente, mas já sofri muito. Sabe aquele homem que é tudo o que pediu a Deus? Pois Deus me deu e me tirou", sorri. Clara, que conta nunca mais ter namorado depois de viver com o ex-ministro, foi casada, na verdade, com Carlos Henrique Gouveia de Mello, um jovem órfão paulistano de origem argentina, pessoa que nunca existiu, a não ser no disfarce adotado pelo então subversivo banido do Brasil e procurado pelo regime militar.

Clara sabia que o marido guardava um segredo. Imaginou que ele tivesse uma família em outra cidade, mas que teria fugido "da bruxa da mulher dele e se ele quer ficar comigo e não com ela, deixe ele aqui, né?", lembra. Só quando a anistia política foi decretada, em 1979, foi que José Dirceu contou à mulher quem realmente era, apontando uma foto dele e de outros exilados em recorte de jornal. "Pensei assim: ‘Ai, era isso? Grande coisa‘, porque nem estava por dentro do que aquilo significava."

Sua preocupação foi ter registrado o filho com o nome de um pai fantasma. Mas compreendeu a importância da mentira. Também diz não ter-se magoado quando, assim que voltou a ser Dirceu, mudou-se para São Palo. "Ele até quis que eu fosse junto, mas não dava, eu estava com filho pequeno, ajudava minha família e ele nem salário tinha, só queria saber de fundar essa miséria desse PT", conta ela, que é petista roxa, com direito a uma piscina nos fundos de casa decorada com a estrela e a legenda do partido em minipastilhas.

Arrependida
. Para ela, o único golpe foi ir a São Paulo e encontrar cabelos pretos de mulher no banheiro. Descobriu que era traída. "O Dirceu me disse: ‘Se eu tenho outra é um problema, agora se a gente vai se separar é outra questão‘. E eu: ‘Não, senhor, acabou aqui, cara‘. Peguei minhas coisas, o moleque pela mão e fui embora. Hoje, me arrependo, se eu não tivesse deixado o campo limpo, estaria com ele...", imagina.

Ela diz já ter preferido ser viúva a ver Dirceu "cada dia mais bonito" indo em sua casa visitar o filho todo mês. Depois se convenceu de que seria melhor para Zeca ter o pai por perto e sempre cedia sua cama para o ex-marido dormir com mais conforto, mesmo que ele não tenha contribuído com um centavo de pensão. Clara acha que nunca foi amada por ele. "Dirceu nunca amou nenhuma mulher nessa vida, viu? O que ele amou foi a política e pode ir preso por isso", diz. "Agora que o cartão de crédito acabou, quero ver quem vai lá visitá-lo", provoca.

Em um de seus últimos encontros com o ex-marido, Clara o fez chorar: "Eu disse a ele: ‘A nossa ampulheta está acabando, você não se tocou, hein, garoto? Mas se um dia você precisar de mim, eu venho cuidar de você‘. Ele ficou todo apaixonado e prometeu que ia me comprar um cordão de ouro igual ao que o ladrão me roubou. Mas não comprou, né, só falou..."


DISTRITO FEDERAL
Abdon é sabatinado na CEOF
Da redação em 31/10/2012 11:25:47

 

 Convidado pelo governador  do DF, Agnelo Queiroz, para ser o novo presidente do BRB, o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico, Abdon Henrique, está sendo sabatinado agora na Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa do DF.


DISTRITO FEDERAL
Chico Leite quer participação popular no planejamento urbanístico de Brasília
Da redação em 31/10/2012 09:49:43

 Em tempo de debates sobre o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB), o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) e a Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS), o deputado Chico Leite luta para aprovar um projeto de lei de sua autoria que garante a participação popular antes da realização de modificações urbanísticas e arquitetônicas, ou que causem impacto ambiental no Distrito Federal. As informações são do site do parlamentar.
 
De acordo com o projeto, que já foi aprovado por todas as comissões da Câmara Legislativa, a população deverá ser consultada obrigatoriamente sempre que houver propostas de desafetação de áreas públicas, alteração de gabarito de edificações, mudanças de uso e qualquer projeto de lei relativo ao PDOT.

A proposta, apresentada originalmente por Chico Leite (foto) em 2003, também prevê consulta pública antes da aprovação de projetos de lei que tratem de matéria ambiental. “O objetivo deste projeto é garantir à população o direito de participar da gestão urbanística das cidades. São os moradores que melhor conhecem os problemas de suas regiões e ouvi-los é fundamental para encontrar soluções que atendam a suas expectativas”, explica Chico Leite.

Segundo o texto da proposta, a aprovação de projetos que promovam alterações urbanísticas ou ambientais fica condicionada à realização de audiências públicas prévias e à expressa comprovação do interesse público. Ainda segundo o projeto, a população deverá ser consultada novamente sempre que forem apresentadas emendas aos projetos de lei que tratem desses temas. O projeto aguarda votação em plenário.


POLÍTICA
PT elege Eduardo Campos o adversário número um
Da redação em 31/10/2012 09:41:58

Nada de Aécio Neves (PSDB-MG). O alvo maior da preocupação do PT a partir de agora é alguém que, pelo menos oficialmente, é aliado do partido e do governo da presidenta Dilma Rousseff: o presidente do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos. É o que se depreende dos bastidores da reunião que a bancada do PT no Senado teve ontem (30) com o presidente do partido, Rui Falcão, para avaliar os resultados do segundo turno das eleições municipais, os efeitos do julgamento do mensalão e as estratégias para o futuro. E a conclusão foi a seguinte: é preciso ficar muito atento aos próximos passos dados por Eduardo Campos.

O PT venceu a principal eleição do país, com a vitória de Fernando Haddad em São Paulo. Foi também o partido que mais prefeitos elegeu entre as 85 maiores cidades do país. Cresceu em número de prefeituras, enquanto todos os partidos de oposição decresceram. Apesar dos vários motivos para comemoração, tratava-se de uma reunião de derrotados. Nenhum dos senadores que se candidatou a prefeito – no PT e em outros partidos – obteve êxito. Assim, a reunião com Rui Falcão acabou sendo mais de queixas. E as queixas concentraram-se especialmente em Eduardo Campos. Leia mais no Congresso em Foco


POLÍTICA
Presidente do PT diz que partido não punirá mensaleiros
Da redação em 31/10/2012 09:37:45

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse nesta terça-feira que não haverá punição e que o PT não tomará qualquer medida contra os políticos petistas condenados no julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal. Falcão alegou que as condenações impostas a parlamentares e políticos do PT não fazem parte dos casos de punição elencados no estatuto partidário. O estatuto do PT, no inciso XII do artigo 231, prevê que a pena de expulsão do partido deve ser aplicada quando ocorrer “condenação por crime infamante ou por práticas administrativas ilícitas, com sentença transitada em julgado”. Para Falcão, os casos dos companheiros condenados não se aplicam ao estatuto.
 
— Quem aplica o estatuto somos nós. E esse caso não se aplica — disse Falcão.
 
Além disso, Falcão, com o apoio de outros deputados do PT, defendeu nesta terça-feira que José Genoino, mesmo já condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha pelo STF, assuma o mandato como deputado federal, no início de 2013. O presidente do PT negou, no entanto, ter conversado sobre isso com Genoino.
 
— Imagino que ele queira assumir. Ele tem mandato e é um direito dele — disse Falcão.
 
Genoino é o segundo suplente da coligação do PT e outros partidos, segundo resultado da eleição de 2010. Ele deve assumir o mandato em janeiro de 2013 porque o deputado Carlinhos Almeida, que se elegeu prefeito de São José dos Campos (SP), terá que renunciar. O primeiro suplente, Vanderlei Siraque, já está exercendo o mandato na vaga de Aldo Rebelo, que está no Ministério do Esporte.
 
Há dirigentes do PT defendendo até que Carlinhos renuncie antes de 31 de dezembro, para que Genoino tenha mais tempo no Congresso. Mas Genoino afirmou a interlocutores que ainda não decidiu se vai assumir o mandato. Ele se reuniu nesta terça-feira com seu advogado, Luiz Fernando Pacheco, para tratar do assunto, mas não tomou nenhuma decisão. Assim que foi condenado pelo STF, ele pediu demissão do cargo de assessor especial do Ministério da Defesa.
 
— Ele se demitiu do governo porque achou que a condição de condenado poderia causar constrangimento à presidente Dilma. Ela não aceitou a demissão e ele teve de pedir em caráter irrevogável. Mas o mandato parlamentar é dele, foi obtido pelo voto — disse Pacheco. Informações de O Globo.


CPMI DO CACHOEIRA
Marconi Perillo não quer ser convocado para CPI
Da redação em 31/10/2012 09:26:15

 Houve um tempo em que o governador de Goiás, Marconi Perillo, compareceu a CPMI do Cachoeira querendo ser ouvido porque não tinha nada a esconder. Ganhou até generosos espaços na mídia em função de sua atitude. Só que agora mudou de estratégia. Ele acaba de impetrar um Mandado de Segurança (MS 31689), no Supremo Tribunal Federal (STF), com pedido de liminar, para que  não seja convocado ou obrigado a comparecer perante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as atividades de Carlos Augusto Ramos, conhecido por Carlinhos Cachoeira.

Os advogados argumentam que uma eventual convocação pela CPMI representaria violação do pacto federativo, pois a Constituição Federal, em seu artigo 105, garante que governadores de estado serão processados e julgados, originariamente, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). O mandado de segurança destaca que, caso aceite a convocação, o governador estaria comprometendo a autonomia constitucional do Estado de Goiás e o princípio federativo, cláusula pétrea da Constituição.


DISTRITO FEDERAL
Liliane Roriz descarta aproximação com governo de Agnelo Queiroz
Enviado por Carlos Honorato em 31/10/2012 08:58:48

Filha caçula e herdeira política do ex-governador Joaquim Roriz (sem partido), a deputada distrital Liliane Roriz (PSD) descartou na noite de terça-feira (30) qualquer possibilidade de se aproximar do governo de Agnelo Queiroz (PT). “Posso até ajudar votando projetos de interesse da população, mas nunca entraria na base do governo Agnelo na CLDF. Nem por imposição do PSD”, escreveu ela no Twitter.

A declaração da parlamentar é divulgada no dia em que o presidente nacional de seu partido, Giberto Kassab, anunciou o apoio ao prefeito eleito de São Paulo, o ex-ministro Fernando Haddad (PT), que venceu o tucano José Serra nas eleições do último domingo. Kassab era aliado primeira hora do candidato derrotado do PSDB.

No Distrito Federal, crescem os rumores da possível aproximação do presidente regional da legenda, o ex-governador Rogério Rosso, com o governo do petista Agnelo. “Não consigo acreditar que seja verdade, mas se for, ele está no direito dele. Porém, da minha parte, ele vai sozinho”, garantiu a distrital. Rosso tem sido sondado para assumir a Secretaria do Entorno do GDF e faria dobradinha com o seu ex-secretário de Fazenda, André Clemente, que comanda a mesma pasta pelo governo de Goiás.

Para justificar a decisão, Liliane foi categórica nas redes sociais: “Faço parte dos 80% da população que desejam o melhor para o DF, e não aprovam a gestão do governador Agnelo”, twittou ela em resposta a um seguidor insatisfeito com a possível aliança.


 



CULTURA
E agora José - Carlos Drummond de Andrade
Enviado por Carlos Honorato em 31/10/2012 07:10:58


CULTURA
Mãos Dadas
Enviado por Carlos Honorato em 31/10/2012 07:08:54

Carlos Drummond de Andrade

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.


CULTURA
Quero - Carlos Drummond de Andrade - voz de Paulo Autran
Enviado por Carlos Honorato em 31/10/2012 07:02:13


CULTURA
Há 110 anos nascia o poeta Carlos Drummond de Andrade
Da redação em 31/10/2012 07:01:02

Carlos Drummond de Andrade completaria 110 anos nesta quarta-feira (31). Grande divulgador do modernismo, o escritor entrou para a história da literatura brasileira essencialmente como poeta, apesar de sua produção incluir livros infantis, contos e crônicas.

Nascido em Itabira, no estado de Minas Gerais, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto, aos 23 anos, por insistência da família. Nesse período fundou com outros autores, como Emílio Moura, "A Revista", periódico de divulgação do modernismo no Brasil.

Após mudar-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete do Ministério da Educação até 1945, Drummond colaborou como cronista nos jornais Correio da Manhã e Jornal do Brasil. Na então capital federal lança algumas de suas obras mais importantes, como "Sentimento do Mundo" (1940), "A Rosa do Povo" (1945) e "Claro Enigma" (1951).
 
Uma das marcas da obra do escritor foi a variedade de temas. "Sua poesia é tanto amorosa quanto política. Trata tanto dos grandes acontecimentos como do cotidiano", disse ao iG o autor Silviano Santiago , palestrante da mesa de abertura da Flip 2012 , na qual o poeta foi o homenageado.

"Mas, em meio a tantos temas, é possível encontrar duas ‘linhas de força‘. No início, um individualismo ferrenho e rebelde. Depois, a aceitação dos valores patriarcais da sociedade mineira", completa.

Carlos Drummond de Andrade morreu em 17 de agosto de 1987, aos 84 anos. Durante a Flip deste ano foram lançados alguns trabalhos inéditos do escritor. Entre as principais publicações destacam-se "25 Poemas da Triste Alegria" (Cosac Naify), livro de 1924 nunca publicado pelo autor, e "Cyro & Drummond" (Editora Globo), que reúne 50 anos de correspondência entre Drummond e o escritor Cyro dos Anjos.

Sua obra oficial tem sido relançada pela Companhia das Letras , que venceu a disputa pelos direitos de Drummond com a Record. Entre os livros já lançados estão "A Rosa do Povo" (1945), "Claro Enigma" (1951), "Contos de Aprendiz" (1951), e "Fala, Amendoreira" (1957).

Dia D celebra obra do poeta Carlos Drummond de Andrade
 
 Para o Instituto Moreira Salles, não existe nenhuma pedra no caminho. Afinal esta quarta-feira (31), dia do aniversário de Carlos Drummond de Andrade, nascido em 1902, foi transformada pela entidade que cuida do precioso acervo do poeta no Dia D - Dia Drummond, que passa a figurar no calendário cultural do País. "Não queríamos que um material tão rico ficasse limitado aos muros do instituto", conta Flávio Moura, um dos curadores da festa, ao lado do poeta Eucanaã Ferraz. "Nossa inspiração foi o Bloomsday, que acontece todo 16 de junho, quando os irlandeses (e todo o mundo) comemoram a vida e a obra de James Joyce."
 
O ponto de partida foi envolver o maior número possível de admiradores do poeta, tanto famosos como desconhecidos. Assim, foi elaborada uma programação diversificada, que se espalha por diversas capitais brasileiras. Um dos destaques será a exibição do filme "Consideração do Poema", produzido pelo IMS justamente para a data, no qual nomes importantes da cultura brasileira leem poemas de Drummond, entre eles Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Hatoum, Fernanda Torres, Adriana Calcanhotto, Cacá Diegues, Antonio Cícero, Paulo Henriques Brito e Marília Pêra.
 
Com o evento, os curadores pretendem incentivar fãs anônimos a também lerem suas poesias preferidas: todos podem enviar por e-mail para o  site oficial seus próprios vídeos com leituras de poemas. O material vai inspirar um novo filme. Vale tanto famosos como "Poema de Sete Faces" ("Quando nasci, um anjo torto / desses que vivem na sombra /falou: Vai, Carlos, ser gauche na vida") como o emblemático "No Meio do Caminho" ("No meio do caminho tinha uma pedra / tinha uma pedra no meio do caminho / tinha uma pedra / no meio do caminho tinha uma pedra‘), que Mario de Andrade considerou formidável mas fruto de um cansaço intelectual.
 
Um terceiro vídeo também produzido pelo IMS estará disponível no site: "No Meio do Caminho" (2010) conta com 11 versões em língua estrangeira do poema mais conhecido de Drummond declamadas por personalidades diversas, como David Arrigucci Jr., Matthew Shirts, Jean-Claude Bernardet e Heloisa Jahn. E, para que a iniciativa ganhe as ruas, inúmeros adesivos foram espalhados por livrarias e centros culturais, promovendo o Dia D.

Tantos festejos surpreenderiam o próprio homenageado. Meses antes de morrer, em 1987, o poeta estava seguro que, dali a dez anos, ninguém mais se importaria com sua obra. O excesso de modéstia certamente cegou o escritor, que deixou seus papéis cuidadosamente arquivados e catalogados, como se tivesse clareza quanto à importância de documentos ligados à vida literária na constituição - ou reconstituição - da história de uma carreira. Com informações do IG e Agência Estado.


DISTRITO FEDERAL
Agnelo tentar acelerar a reforma
Da redação em 31/10/2012 06:31:53

Francisco Dutra, Jornal de Brasília

Passo a passo, o governador Agnelo Queiroz deve acelerar a troca de peças-chave do GDF para acomodar os partidos e forças políticas aliadas. Após a sinalização de aproximação do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, com a presidenta Dilma Rousseff, em breve a legenda deverá receber convite para participar do primeiro ou segundo escalão do Palácio do Buriti. A ideia vem ganhando formas concretas nos bastidores do Executivo.

Articuladores governistas consideram que o PSD possui força na Câmara Legislativa. Paralelamente, o casamento pode jogar um balde de água fria nas pretensões das três deputadas distritais oposicionistas filiadas à legenda. Um possível alinhamento com o Buriti acabaria por forçá-las a buscar outras siglas. Mas, como o partido se saiu bem das eleições municipais, a perda poderia ser amortecida. Afinal de contas, a legenda emplacou este ano quatro prefeitos na Região Metropolitana.

SEM RADICALISMO

Também pesa a favor deste cenário o fato de o presidente regional do PSD, o ex-governador Rogério Rosso, manter bons contatos com Agnelo e com integrantes do Governo Federal. “O PSD está aberto ao diálogo, sem radicalismos”, afirma Rosso.

Na leitura do presidente regional, existem grandes chances de se seguir as movimentações do comando nacional da legenda. “Se eu fosse a Dilma, eu ia querer o Kassab ao meu lado. Porque ele é muito preparado”, brincou. Caso Agnelo decida chamar o PSD para a base do governo será mais um exemplo de como o mundo dá voltas da política. No início de 2011, o petista e Rosso trocaram diversas farpas. Rosso foi governador tampão e Agnelo se queixou de diversas “heranças malditas”, supostas deixadas nas gavetas do Buriti pelo antecessor.

Observando de perto as mudanças promovidas por Agnelo, a exemplo da recente troca de comando da Defesa Civil, o deputado distrital Roney Nemer (PMDB) avalia positivamente as escolhas do governador. Segundo o distrital, que integra a base, o governador busca criarmelhores condições de governabilidade e de firmar alicerces políticos para 2014.

“Eu acho que o governador está trabalhando cirurgicamente e habilidosamente na composição das forças que o apoiam. E temos que estar do lado dele. Parceiro é parceiro”, declarou Nemer. Dentro desse processo, o governador só colheu desconfortos em dois episódios. A troca da presidência do Banco de Brasília (BRB) aqueceu os nervos do PT. O segundo foi a tentativa de transferência da Novacap das mãos do PMDB para a Casa Civil.

Nesta prosa, o tema PSB também vem ocupando grande parte das discussões do Buriti. Nos últimos meses, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB) vem se afastando sistematicamente da base. No entanto, a situação podemudar, seguindo a mesma dinâmica do caso do PSD. É cada vezmais evidente que Dilma pretende contemplar de forma mais ampla a sigla presidida pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos.

A presidente não quer mais um adversário em potencial para 2014 e Campos vem desfraldando a bandeira branca política com vistas a horizontes mais distantes. Paralelamente, o diretório regional do partido está enraizado no GDF, a despeito da posição do senador. Analistas do Buriti consideram que a acomodação do PSB em pontos-chave do Governo Federal, fará com que Campos entre no circuito para acalmar os ânimos do senador para retomar a amizade com o governador.



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