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Brasília-DF, 01 de Novembro de 2009. Ano 5
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OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
Denúncias contra Arruda são gravíssimas, diz Kassab
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 22:06:35

O prefeito de São Paulo,  Gilberto Kassab,  afirmou nesta segunda-feira, em um encontro com empresários que as denúncias envolvendo o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, são "gravíssimas". Kassab, que é do mesmo partido de Arruda, o DEM, afirmou que se as denúncias forem confirmadas deve haver uma punição exemplar.

Arruda é acusado de participação em esquema de pagamento de propina a parlamentares aliados. O iG divulgou, em primeira mão, um vídeo que, segundo inquérito da Polícia Federal, mostra um esquema de corrupção que teria começado nas eleições de 2006 e que continuou até os dias atuais.

Crise regional

O DEM tentará restringir a crise envolvendo Arruda a um problema do diretório regional. A cúpula do partido delegou ao presidente nacional da legenda, deputado Rodrigo Maia (RJ), a função para administrar a questão com o Democratas de Brasília.

Um dos vice-presidentes do DEM, o deputado José Carlos Aleluia (BA) afirmou que o partido agirá “com a brevidade” necessária e, sua tomada de decisão, “não será corporativista”. O problema nas denúncias investigadas pela Polícia Federal, na Operação Caixa de Pandora, é que, além do governador, outros filiados e membros do governo estariam envolvidos.

"Estamos ouvindo a sociedade e as pessoas envolvidas. Esta crise não pode ser do partido mas, sim, no partido e, por isso, vamos tratá-la como um problema do diretório regional. Não há uma metástase (contaminação generalizada) mas um problema localizado que, como tal, deve ser tratado”, disse Aleluia.

Sobre a decisão tomada nesta segunda-feira pelo PSB de determinar o afastamento de seus filiados de cargos no GDF e abandonar o apoio ao governo de José Roberto Arruda, o vice-presidente do Democratas disse que não se pode culpar os socialistas pela atitude. O PSDB, segundo o presidente nacional do partido, Sérgio Guerra (PE), adotará a mesma postura.

Aleluia ressaltou que, ao tomar essa decisão, o PSB protege a imagem do partido. Ele acrescentou que, da mesma forma, o Democratas saberá proteger sua imagem. O PDT e o PPS, partidos que compõem a base aliada do governador também anunciarão, ainda hoje, que rumo vão tomar sobre a questão. (*com informações da Agência Brasil)


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
Aécio e Serra pedem explicações sobre mensalão no DF
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 21:53:07

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse nesta segunda-feira, 30, que os fatos revelados pela operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, são "gravíssimos" e que a opinião pública "requer mais explicações". "Os fatos revelados, inclusive por filmes, são gravíssimos. A Justiça está trabalhando, acho que a opinião pública requer mais explicações a respeito daquilo que aconteceu por parte do governo e da Câmara Legislativa. Eu acredito que a Justiça, no caso, será feita porque está trabalhando de uma maneira muito efetiva", afirmou o governador, em cerimônia de entrega de 238 apartamentos na Mooca, zona leste da capital.
 
Imagens em poder da Polícia Federal mostram indícios de um mensalão no Distrito Federal, que seria patrocinado com propina paga por empresas que têm contratos com o governo. Políticos do Distrito Federal, inclusive o governador, José Roberto Arruda (DEM), foram flagrados recebendo dinheiro. O DEM é o principal aliado dos tucanos na corrida presidencial do ano que vem.

Aécio

Em uma curta declaração distribuída na noite desta segunda pela assessoria de imprensa do Palácio da Liberdade, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), comentou as denúncias.

"Essas notícias surpreenderam a todos. Espero que toda essa questão possa ser esclarecida o mais rapidamente possível em benefício da boa prática política", afirmou Aécio, sem citar o governador José Roberto Arruda (DEM), principal implicado no escândalo.

Pré-candidato tucano à Presidência da República em 2010, o governador mineiro manteve nos últimos meses intensa interlocução com Arruda, que demonstrava alinhamento com a ala do DEM que passou a manifestar preferência por Aécio na disputa com o governador de São Paulo, José Serra.

O governador de Minas passou a segunda-feira em despachos internos no Palácio das Mangabeiras. No início da noite ele recebeu representantes do Encontro Estadual de Lideranças "Mulheres Debatem o Brasil", realizado na capital mineira e promovido pelo PSDB Mulher, Mulher Democratas e Núcleo de Mulheres-PPS. Após o encontro, Aécio não atendeu a imprensa. Informações do Estadão.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
Líder nega racha e garante medidas drásticas contra Arruda
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 21:44:11

Marcela Rocha

"Não há racha algum no partido, nem na executiva. O DEM estabeleceu um debate em torno do assunto", afirma o líder da legenda no Senado, Agripino Maia (RN), sobre os encaminhamentos que serão dados ao caso do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, flagrado recebendo dinheiro de empresários durante a campanha de 2004.

- Não há dúvidas no DEM sobre a necessidade de tomarmos um posicionamento drástico e duro - afirma categórico.

A Executiva Nacional do DEM se reunirá nesta terça-feira, 1º, para decidir se expulsa ou não do partido, ou se abre um processo administrativo interno contra Arruda, que é homem de confiança do deputado Rodrigo Maia (RJ), presidente da legenda.

O DEM cogitou levar o nome do governador como proposta de vice na chapa encabeçada pelo PSDB nas eleições presidenciais de 2010.

As denúncias contra o único governador do partido abalou a aliança com os tucanos do PSDB. Agripino diz que "o partido está em busca de um consenso, ou seja, de uma posição única entre eles"

- O partido não pode absolver os erros de Arruda como erro dele. Isso, é o que o partido vai seguir para se posicionar. Não tomaremos os erros dele como nosso e essa é a nossa visão conjunta. A partir disso é que vamos discutir.

Neste fim de semana, videos apreendidos durante a Operação Caixa de Pandora, realizada pela Polícia Federal, mostraram José Roberto Arruda e deputados da base aliada no Distrito Federal recebendo dinheiro de empresários.

Também nesta segunda-feira, o senador Marco Maciel (DEM-PE) e Jorge Bornhausen, ex-presidente e atual presidente de honra do DEM, negaram-se a comentar o episódio.

As comparações entre as denúncias que abalaram o PT em 2005 e esta que ameaça o cargo do único governador do DEM já começam a surgir, a começar pelo nome: "mensalão".

A oposião, entretanto, preferiu não transformar o caso em munição política imediatamente. No domingo, o presidente nacional do PT, deputado federal Ricardo Berzoini (SP), escreveu em sua página pessoal no twitter que não defendia o impeachment de Arruda. "Não devemos agir como o DEM. Defendo que as investigações sejam feitas, com serenidade, sem baixaria".

Terra Magazine


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
Arruda se defende
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 21:29:20

O governador do DF, José Roberto Arruda,  disse que Durval Barbosa mostrou as gravações por ter perdido espaço no governo. Ele alegou que os vídeos não teriam mostrado o real sentido das conversas.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
Arruda começa a se defender
Enviado por Carlos Honorato em 30/11/2009 19:55:42

O governador do DF, José Roberto Arruda, fez um pequeno pronunciamento agora pouco na residência oficial de Águas Claras.

Leia a íntegra:

 "Tendo em vista o que aconteceu nos últimos dias e depois de uma análise preliminar dos documentos disponíveis, julgo importante fazer as seguintes considerações:

1 - Durante 8 anos o denunciante, Durval Barbosa, hoje réu em 32 processos, todos por atos praticados no governo anterior, foi presidente da Codeplan, empresa de informática do governo Roriz.

2 - Recursos eventualmente recebidos por nós do denunciante para ações sociais, nos anos de 2004, 2005 e 2006, entre os quais o que foi exibido pela TV, foram regularmente registrados ou contabilizados, como o foram todos os demais itens da campanha eleitoral.

3 - Na montagem da equipe de governo, o denunciante desejou continuar na empresa de informática. Avisados de que ele respondia, como réu, a processos por condutas praticadas no governo anterior, não concordamos com sua permanência no mesmo posto, e o mantivemos no governo, em outro setor, meramente burocrático, já que não havia ainda nenhuma condenação.

4 - Criamos uma Agência Técnica de Informática. Mais tarde, informados que na nova Agência de Informática ainda havia problemas, extinguimos a Agência, demitimos os servidores sob suspeita e descentralizamos todos os serviços (decretos nºs 29.674 e 30.010, em anexo)

5 - O nosso governo reduziu os gastos de informática em mais de 50% em relação ao último ano do governo passado. Isto contrariou a muitos interesses políticos e empresariais que, agora fica claro, são ligados ao denunciante.

6 - Quanto ao diálogo gravado no dia 21 de outubro, fica claro que foi conduzido para passar uma versão previamente estudada. A avaliação preliminar dos nossos advogados me alerta que os supostos “defeitos” ou “aquecimento” e “resfriamento” do aparelho de gravação, conforme consta dos autos, acabaram por truncar e comprometer o teor e o sentido da conversa, inclusive com a “desconfiguração dos dados armazenados”. Os advogados estão estudando essa questão. O denunciante propunha, dias antes do encontro, a realização de pesquisas, conversas para acordos políticos e doações para campanha por empresários amigos dele. Deixamos claro que não aceitaríamos essas doações, pois só cuidaríamos de campanha no próximo ano, e sugerimos apoio às campanhas de deputados da base de apoio ao governo, na forma da lei.

7 - Quanto a outras imagens e/ou outros informes inseridos no inquérito relativos a doações que ele teria feito a outros políticos, é preciso que haja uma análise cuidadosa dos advogados para esclarecer melhor as datas e as responsabilidades.

8 - Finalmente, os nossos advogados estão analisando detalhadamente os autos para, no momento próprio, apresentar nossas posições. Além das investigações internas que determinei, com o apoio da Controladoria, da Procuradoria e da Polícia Civil, vamos colaborar com tudo que for necessário para as investigações do Ministério Público Federal e do Superior Tribunal de Justiça.

9 - Confiamos na Justiça e vamos continuar trabalhando no dia a dia do governo, agora livres dessa herança maldita do governo anterior.



PPS rompe com governo Arruda e entrega todos os cargos
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 18:53:23

O Partido Popular Socialista (PPS) deixou oficialmente a base aliada do governo de José Roberto Arruda (DEM). Segundo o presidente regional do partido, Fernando Antunes, todos os filiados à legenda que ocupam cargos, em qualquer escalão, devem pedir demissão. Entre os postos majoritários estão o do próprio Fernando Antunes, que é subsecretário de Saúde, o do secretário de Saúde, Augusto Carvalho, do secretário de Justiça, Alírio Neto, e o do presidente do Procon, Ricardo Pires.

Esperado desde ontem, o anúncio ocorreu por volta das 14h desta segunda-feira (30/11), mas as exonerações só devem ser publicadas no Diário Oficial na próxima quarta-feira, já que hoje é feriado no Distrito Federal, em comemoração ao Dia do Evangélico. De acordo com Fernando Antunes, os técnicos imediatos devem assumir os cargos, mas ele não sabe quem serão os substitutos.

Antunes disse que já comunicou a decisão ao governador. Arruda, segundo ele, teria questionado se essa era decisão correta. Mas o líder do partido no DF disse que conversou longamente como o presidente nacional da legenda, Reberto Freire, e ele teria dito que era impossível manter a aliança. "Ele disse que era uma pena e que ainda vai provar que não é nada do que está saindo na mídia", relatou.

Citado três vezes no inquérito da Polícia Federal que investiga um suposto e complexo esquema de corrupção no governo do DF, Fernando Antunes nega qualquer relação e disse nunca ter recebido dinheiro. O ex-subsecretário da Saúde disse que vai entrar com uma ação contra Durval Barbosa, autor das denúncias e de diversas gravações. "Ele não tem como provar nenhum envolvimento meu com o caso", argumentou. Informações do Correio Braziliense.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
PDT, PPS e PSB fora do GDF
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 18:15:10

A Operação Caixa de Pandora já fez com que três partidos de apoio ao governador do DF, José Roberto Arruda, procurassem outro caminho: PDT, PPS e PSB, que entregou a diretoria da Emater-DF.

Além de sair da base aliada, o PSB pedirá a instauração de processo disciplinar contra o deputado distrital e vice-presidente do partido no DF Rogério Ulysses, que pode ser expulso do partido. O parlamentar também é presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Legislativa.  Ulysses é citado no inquérito da Operação Caixa de Pandora.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
Conversa dura do DEM com Arruda e PO
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 18:10:08

A primeira parte da reunião do comando do DEM com o governador do Df, José Roberto Arruda, e o seu vice, Paulo Octávio, em Aguas Claras, foi dura e com direito até a berros. A proposta para Arruda se licenciar do partido foi recursada de forma veemente.

Os integrantes do DEM estão reunidos sem a presença de Arruda e Paulo Octávio.  É  impossível prever o desfecho. O DEM está dividido entre a licença e a expulsão sumária de Arruda e Paulo Octávio.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
Amaral denuncia pagamento por emenda
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 17:58:05

 A vida não anda nada boa para o ainda presidente da Câmara Legislativa do DF, Leonardo Prudente. Depois de aparecer no “Fantástico”, da TV Globo, guardando dinheiro na meia, hoje ele foi alvo de uma denúncia do empresário Valmir Amaral, proprietários de empresas de transporte coletivo.

O empresário e ex-senador disse que pagou R$ 1 milhão de reais aos deputados distritais para que colocassem na Lei do Passe Livre uma emenda para os portadores de deficiência. O motivo é bem simples: um subsídio mensal do GDF de R$ 8 milhões. Segundo informa o Blog da Paola Lima, o governador José Roberto Arruda não gostou da alteração na proposta. E vetou a parte do benefício a deficientes.

Os empresários então teriam voltado a pagar aos distritais mais R$ 600 mil para que o veto fosse derrubado. O que de fato aconteceu. Pelo visto, só falta divulgar uma tabela com o preço da votação de projetos, emendas etc.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
DEM decide futuro de Arruda
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 17:03:46

Está acontecendo agora a reunião do comando nacional do DEM com o  governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, e seu vice, Paulo Octávio, na residência oficial de Águas Claras, em Brasília. Eles discutem o futuro de Arruda e Octávio no partido, após revelação do esquema de corrupção que seria comandado pelo governador, segundo denúncia de um ex-secretário de Estado. Enquanto transcorre a reunião na residência oficial, cinco militantes da Juventude Socialista do PDT - partido que ocupa três Secretarias de Estado no governo do Distrito Federal -, fazem manifestação do lado de fora. Eles exibem uma faixa com as expressões "Arruda na Papuda" e "P.O. no Xilindró". Papuda é o nome do presídio de segurança máxima do Distrito Federal. "P.O." é como os amigos chamam o vice-governador, Paulo Octávio.

Na manifestação, os militantes do PDT carregam várias caixas de panetone, em frente à guarita da Residência Oficial de Águas Claras. Uma das versões divulgadas por envolvidos no escândalo para explicar a razão da distribuição de dinheiro foi a de que os valores eram usados na compra de panetones que seriam distribuídos entre moradores pobres do Distrito Federal.

A decisão que o DEM adotar em relação à permanência ou afastamento de Arruda e Paulo Octávio do partido afetará o presidente da Câmara Legislativa, deputado Leonardo Prudente, que também é filiado à legenda. Prudente convocou uma entrevista coletiva para a tarde de hoje. Além dele, são acusados de envolvimento no esquema de corrupção deputados distritais, secretários de Estado e empresários. Com informações da AE.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
PT quer denunciar Arruda por crime eleitoral
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 16:48:31

 Gustavo Uribe, da Agência Estado

 Em reunião na manhã desta segunda-feira,30, os membros da bancada petista da Câmara Legislativa do Distrito Federal (DF) decidiram, por unanimidade, oferecer na terça-feira, 1º, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF), denúncia por crime eleitoral contra o governador José Roberto Arruda (DEM). O político é apontado pela Polícia Federal (PF) como um dos articuladores de esquema de arrecadação e distribuição de propina a membros da base aliada de seu governo, ação investigada pela Operação Caixa de Pandora, deflagrada na sexta-feira (27). 

O deputado petista Cabo Patrício (PT) informou ainda que a oposição ingressará com pedido de abertura de um processo de investigação por crime de responsabilidade na Mesa Diretora da Câmara Legislativa. Se o pedido for aprovado por 2/3 dos parlamentares da Casa, ou 16 dos 24 deputados, será aberto um processo de impeachment contra o governador.

A bancada petista também decidiu ingressar amanhã na Mesa Diretora da Câmara com representações por quebra de decoro parlamentar contra os cincos deputados da base aliada envolvidos no esquema de propinas, entre eles os parlamentares Rogério Ulysses (PSB) e o Brunelli (PSC).

A assessoria jurídica do PT-DF antecipou que a legenda pretende protocolar ainda, nos próximos dias, pedido de intervenção federal para que o Ministério Público Federal (MPF) participe das investigações do esquema. Patrício defende a iniciativa como uma forma de tornar "mais clara" a apuração do caso. "As provas divulgadas pela imprensa revelam a existência do esquema. Quanto mais apuração melhor", afirmou.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
É só o começo
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 16:37:42

Do Blog de João Bosco Rabello

 O escândalo que decretou a morte política do governador José Roberto Arruda tem aspectos que o diferenciam de tantos outros de mesma gênese.  O striptease, dessa vez, começou de cima para baixo. Geralmente, as escutas, vídeos e provas do gênero são  produzidas nos escalões inferiores e historicamente não chegam à autoridade máxima. As punições, em conseqüência, ficam na chamada raia miúda.

No episódio Arruda, o primeiro vídeo já alcançou o governador e a quantidade de provas em mãos da Polícia Federal projeta um cenário de corrupção de extensão estarrecedora. O acervo de vídeos e escutas do ex-policial Durval Barbosa é suficiente para comprometer quase uma centena de atores desse processo. Vai muito além das imagens já divulgadas, em que parlamentares, incluindo o presidente da Câmara Distrital, Leonardo Prudente, aparecem enchendo os bolsos de dinheiro.

Ainda vão surgir os grandes operadores do esquema, do qual Barbosa faz parte e que envolve personagens públicos e privados , da Câmara Distrital a imobiliárias, de publicitários a ex-policiais, do Executivo ao Judiciário. Chegará a políticos de fora de Brasília.

Há riqueza ostensiva em Brasília que não poderia ser construída honestamente. Casas suntuosas de servidores e ex-servidores que acumularam patrimônio incompatível com a realidade salarial. A PF trabalha com a convicção de que os preços milionários do mercado imobiliário da Capital,  têm origem em lavagem de dinheiro da corrupção.

Há  mais secretários envolvidos do que os mencionados até agora, cuja exposição será gradual, na  medida em que as investigações com base na delação de Durval Barbosa avançarem.  Próximos de Arruda, salvam-se poucos. Os focos de corrupção maiores, segundo fontes bem informadas sobre as investigações, estão na Educação e Saúde, mas não se limitam a essas duas.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
Desembargadores do TJDF aparecem em gravações
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 16:18:18

Vinte e um de outubro: com o conhecimento da Polícia Federal e autorização da Justiça, Durval Barbosa foi à residência oficial de Águas Claras. Ele teria sido chamado pelo governador José Roberto Arruda. Um dos assuntos conversados entre os dois é sobre um processo que estaria para ser julgado no Tribunal de Justiça do DF.

Segundo o DFTV, da TV Globo, o governador José Roberto  Arruda parece preocupado e diz que vai visitar o presidente do tribunal, o desembargador Níveo Geraldo Gonçalves, para pedir conselhos. Em seguida, o governador cita o desembargador Getúlio Pinheiro de Souza, que é o corregedor do TJDF.

José Geraldo Maciel, chefe da Casa Civil, entra na sala e participa da conversa com Arruda e Durval. O assunto é o mesmo: um processo que tramita no TJDF. Maciel fala sobre a relação com outro desembargador, José Cruz Macedo.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
Cristovam candidato ao GDF?
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 15:58:23

Com a crise política provocada pela Operação Caixa de Pandora, o nome do senador Cristovam Buarque começa a ser visto como uma execelente opção para as eleições de 2010. Dentro do PDT já existem correntes advogando o lançamento imeditado do senador como candidato ao GDF.


OPERAÇÃO CAIXA DE PANDORA - DISTRITO FEDERAL
Advogado de Marcelo Carvalho dá esclarecimentos
Enviado por Da Redação em 30/11/2009 15:43:58

Do Blog de Paola Lima

O advogado de Marcelo Carvalho de Oliveira, da Paulo Octávio Investimentos Imobiliários, divulgou nesta segunda-feira (30) uma nota oficial esclarecendo o suposto envolvimento do  executivo nas denúncias da Operação Caixa de Pandora. Segue a nota:

“Tendo sido veiculada fita onde aparece o senhor Marcelo Carvalho de Oliveira na companhia do então secretário de assuntos institucionais do DF, em homenagem à verdade, cumpre esclarecer:

O senhor Marcelo Carvalho nunca foi político, tampouco ocupa ou ocupou qualquer cargo de natureza política. Logo, é incorreto afirmar que é, como nunca foi, assessor político do senhor Vice-Governador.

O senhor Marcelo Carvalho ocupa, na realidade, há muitos anos, o cargo de diretor da empresa Paulo Octávio Investimentos, função eminentemente privada, de cunho empresarial.

Nessa condição, ou seja, como empresário, esteve reunido mais de uma vez com o então senhor secretário, para a finalidade única e exclusiva de tratar de assuntos de natureza privada e profissional.

O senhor Marcelo Carvalho assume, portanto, a responsabilidade de tais negócios, absolutamente lícitos, repudiando qualquer conotação política que se queira dar aos fatos”. Assina a nota o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro.



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