GM recupera liderança mundial em veículos; Toyota fica em 3º
Da redação em 21/01/2012 14:47:17
Reuters
A General Motors retomou em 2011 o título de maior montadora do mundo da rival Toyota, mas a companhia norte-americana enfrenta o desafio de ficar no topo este ano diante da recuperação da montadora japonesa após desastres.
A GM, que se recuperou de uma situação de concordata menos de três anos atrás, informou na quinta-feira que vendeu 9,026 milhões de veículos no mundo no ano passado, alta de 7,6% sobre 2010. A marca Chevrolet teve recorde de vendas de 4,76 milhões de veículos.
A volta da montadora de Detroit ao topo do ranking acontece depois que a reestruturação financiada por recursos públicos dos Estados Unidos permitiu à empresa reduzir custos.
Acontece também depois que as vendas da Toyota caíram 6% em 2011, para 7,9 milhões de veículos, atingidas por severos cortes de produção após o terremoto e tsunami no Japão e enchentes na Tailândia.
A montadora japonesa está aumentando a produção para reconstituir estoques esvaziados e vai adicionar capacidade em mercados emergentes como Brasil e China este ano. Mas analistas afirmam que a empresa também enfrenta competição mais dura.
"O maior problema da Toyota é que, mesmo antes dos desastres naturais, as vendas não estavam crescendo", disse o analista Kohei Takahashi, do JPMorgan.
"O ranking não é tão importante, mas eles precisam de uma estratégia convincente para ampliar as vendas", afirmou, acrescentando que a Toyota está atrás de rivais como a Nissan no lançamento de carros pequenos para mercados emergentes.
Na tentativa de alcançar as rivais, a Toyota está construindo fábricas no Brasil, China, Tailândia e em outras partes, com meta de vender metade de seus veículos em mercados emergentes até 2015, ante nível de 40% agora.
As vendas globais da Toyota em 2011 incluíram as subsidiárias Daihatsu e Hino Motors e colocaram a montadora atrás da Volkswagen, que vendeu 8,16 milhões de veículos no ano passado.
As vendas da Toyota também ficaram atrás dos 8,03 milhões de veículos vendidos pela Renault com a parceira Nissan, embora este número inclua 638 mil carros vendidos pela russa AvtoVAZ, na qual o grupo francês detém participação de 25%. Excluindo a AvtoVAZ, a Toyota continuou na frente.
A Toyota não deu previsão de vendas para 2012 para o grupo, mas informou que espera que as vendas da controladora cresçam 20%, para um recorde de 8,48 milhões de veículos. Daihatsu e Hino venderam em conjunto cerca de 850 mil unidades em 2011. (Deepa Seetharaman em Detroit e Chang-Ran Kim em Tóquio)
MORTE POR FALTA DE ATENDIMENTO MÉDICO
Polícia usa câmeras para investigar morte de secretário
Da redação em 21/01/2012 12:50:28
As imagens das câmeras de segurança dos três hospitais por onde o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Ferreira, passou antes de morrer vão ajudar a Polícia Civil do Distrito Federal a esclarecer o caso. Segundo a delegada-chefe de Defesa do Consumidor, Alessandra Figueredo, um inquérito foi instaurado para apurar se houve ou não omissão de socorro.
"A imagens vão comprovar o estado em que ele entrou nos hospitais e a dinâmica dos fatos", disse a delegada. De acordo com ela, um laudo do Instituto Médico-Legal também vai ajudar a esclarecer as causas da morte e se ele poderia ter sobrevivido caso fosse atendido no momento em que procurou o primeiro hospital.
Ferreira, de 56 anos de idade, morreu em consequência de um infarto, após ter o atendimento negado em dois hospitais particulares de Brasília, o Santa Lúcia e o Santa Luzia. O plano de saúde não era aceito pelas instituições. Para atendê-lo, os hospitais exigiram um cheque caução, mas como ele estava sem cheque, o atendimento foi recusado. Duvanier só foi atendido em um terceiro hospital, o Hospital Planalto, mas o seu estado se agravou. Os médicos ainda tentaram reanimá-lo, mas sem sucesso. As informações são da Agência Brasil.
INTERNACIONAL
Mulher bivaginal recusa US$ 1 mi para fazer filme pornô
Da redação em 21/01/2012 12:43:57
Hazel Jone chamou a atenção da indústria pornográfica ao parecer nos noticiários do mundo inteiro devido a uma condição pouco comum: ela tem duas vaginas, uma condição rara conhecida como ‘uterus didelphys‘.
Segundo o site do Daily Mail, após sua entrevista a um canal de televisão inglês falando sobre a sua condição, Hazel recebeu uma oferta de Steven Hirsch, dono da Vivid Enterteinment, uma das maiores produtoras de filme pornô dos Estados Unidos.
Segundo o site YMZ, a Vivid estaria disposta a pagar US$ 1 milhão para que a inglesa estrelasse um de seus filmes. Na carta, Hirsch escreveu: "Você certamente é uma pessoa extraordinária e eu gostaria de lhe fazer uma proposta para estrelar uma de nossas próximas produções. Nós pagaríamos até US$ 1 milhão pelos seus serviços".
Hazel não aceitou o convite.
"Eu nunca havia recebido ofertas desse tipo e eu nunca consideraria fazer isso em um milhão de anos. Eu apenas quero ser deixada em paz", disse ela. Informações do Notibras.
PLAYBOY
Aryane Steinkopf eleita como mais "gostosa"
Da redação em 21/01/2012 12:39:18

A "Playboy" divulgou ontem, 20, mais uma foto de Aryane Steinkopf na revista. A panicat, que já mostrou suas curvas no Paparazzo, foi eleita pelo site da publicação como a mais gostosa do planeta e, na nova imagem, aparece tampando os seios só com um dos braços e a mão. Um aperitivo para os fãs...
MORTE POR FALTA DE ATENDIMENTO MÉDICO
Ministra da Igualdade Racial suspeita de discriminação em morte de Duvanier
Da redação em 21/01/2012 08:30:19
A ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), pedirá que a Polícia Civil do Distrito Federal inclua nas investigações sobre a morte do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, a possibilidade de discriminação racial. Em entrevista ao Correio, ela afirmou que, em um caso como o do secretário, que era negro, a suspeita de racismo, mencionada por representantes do governo, é sempre procedente.
“É válido que se levante essa possibilidade. Até porque, há muito tempo, vem se colocando e se denunciando o tipo de tratamento discriminatório que as pessoas negras recebem no Brasil. Isso é uma realidade”, disse. Duvanier morreu na madrugada de quinta-feira, aos 56 anos, após sofrer um infarto agudo do miocardio e ter atendimento médico negado em dois hospitais particulares de Brasília, pelo fato de o seu convênio (a Geap) não ser aceito e por não possuir um talão de cheques em mãos.
A ministra considerou a morte do secretário “mais do que lamentável”. “Em se comprovando uma dimensão racial nesse caso, haveria uma indicação muito forte de que, na verdade, o racismo não está associado à condição econômica”, afirmou Luiza. A seu ver, diante da negação de direitos à população negra, o próprio Estado tem se preocupado em criar mecanismos que coloquem um ponto final nas discriminações.
Uma das medidas recentes foi a assinatura de um acordo de cooperação entre a Secretaria e o Ministério da Saúde, em outubro do ano passado. A parceria, a ser desenvolvida ao longo deste ano, prevê, além da divulgação de peças publicitárias no ambiente do Sistema Único de Saúde (SUS), a definição de uma estratégia para a implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. “A política leva em conta, inclusive, o fato de que essas ocorrências cardíacas também são prevalecentes entre os negros e que isso deve ser observado nos serviços de saúde”, ressaltou a ministra. Ela admitiu, no entanto, que o governo precisa avançar no combate ao racismo. “Isso, na verdade, é um processo. Estamos num caminho que, absolutamente, não tem volta.”
Luiza ressaltou que, ao presenciar uma atitude de discriminação no ambiente hospitalar, o primeiro passo que a família precisa dar é fazer uma denúncia em uma delegacia. Mas há outros meios de combater o crime, como também registrar reclamações na própria ouvidoria da Secretaria da Igualdade Racial.
Transplantes
Professor do Centro de Convivência Negra da Universidade de Brasília e coordenador do sistema de cotas da instituição, Ivair dos Santos lembrou que, além dos problemas cardíacos, o negro sofre quando precisa de outras intervenções avançadas da medicina. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostram que, a cada 10 transplantes de órgãos no Brasil, negros, pardos e indígenas são beneficiados com apenas duas operações médicas. “No SUS, a questão da saúde da população negra é uma das mais delicadas. Há um reconhecimento claro de que os negros têm tratamento diferenciado. E quem mais sofre é a mulher negra. Temos relatos de muitas que vão fazer tratamento ginecológico e nem sequer são tocadas”, exemplificou.
Na avaliação de Santos, a despeito das iniciativas do governo, a discriminação no sistema de saúde só tende a aumentar. “A classe média negra está crescendo. Mas os profissionais não estão acostumados a ver um negro pedindo atendimento. Os serviços não estão habituados a recebê-lo”, disse. Em nota, o Ministério da Saúde reforçou que “condena qualquer prática de racismo institucional”.
Violação dos direitos
No Distrito Federal, a morte do secretário Duvanier Paiva Ferreira também mobilizou a secretária da Promoção da Igualdade Racial do governo local, Josefina Serra. Ontem, na reunião interna que ela realiza às sextas-feiras, as denúncias de possibilidade de racismo no atendimento prestado a Duvanier foram o tema principal. Em nota, ela classificou o episódio como uma violação aos direitos humanos e informou que pediu que o caso seja apurado por meio do Conselho de Defesa dos Direitos do Negro do DF.Informações do Correio Braziliense.
MORTE POR FALTA DE ATENDIMENTO MÉDICO
Hospital Santa Lúcia diz que Duvanier recusou atendimento particular
Da redação em 21/01/2012 08:27:58
O diretor jurídico do Hospital Santa Lúcia, Dr. Gustavo Marinho, informou que Duvanier Paiva Ferreira, secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, não solicitou atendimento no hospital na madrugada de quinta-feira (19/1). Segundo o diretor, Duvanier entrou calmamente no hospital e perguntou se o seu plano de saúde, Geap, era aceito. Ao ser informado que não, o secretário recusou o atendimento particular e saiu calmamente do hospital.
As informações relatadas pelo diretor do hospital Santa Lúcia foram dadas por funcionários que estavam de plantão no momento. Segundo ele, o hospital está aguardando as imagens do circuito interno. O diretor afirmou que o hospital Santa Lúcia não exige cheque caução para atendimento de nenhum paciente. Segundo ele, em caso de emergência, a prioridade é o atendimento do paciente e a questão do pagamento é resolvida com os familiares.
O Hospital Santa Luzia, que também foi procurado por Duvanier, informou por meio de nota que fez um levantamento e não constatou a entrada do secretáio no Pronto Atendimento. O hospital afirmou que foram checadas as imagens do circuito interno de TV, os registros telefônicos, e entraram em contato com os funcionários que estavam de plantão e todos negaram ter conhecimento sobre o caso. Segundo a assessoria, o Santa Luzia não tem o costume de exigir cheque caução para o atendimento dos pacientes.
Entenda o caso
Duvanier morreu às 5h30, aos 56 anos, após sofrer um infarto agudo do miocárdio. Ele foi levado aos hospitais Santa Lúcia e Santa Luzia mas, sem um talão de cheques em mãos, teve o atendimento negado. O plano de saúde do secretário não era coberto pelos dois hospitais, segundo as centrais de atendimento. Quando chegou ao Hospital Planalto — o terceiro na busca por uma emergência —, o quadro já estava avançado e os médicos não conseguiram reanimá-lo. Com informações de Gabriel Caprioli e Gustavo Henrique Braga, Correio Braziliense.
MORTE POR FALTA DE ATENDIMENTO MÉDICO
Sistema de saúde privado é alvo de mais de 242 mil processos na Justiça
Da redação em 21/01/2012 08:24:12
A morte do secretário de Recursos Humanos, Duvanier Paiva Ferreira, na madrugada de quinta-feira, após peregrinar por três hospitais de Brasília, foi mais um desfecho trágico que demonstrou a precariedade dos sistemas de saúde no Brasil. As agruras que atingem milhares de pessoas diariamente não são menores nem para aqueles que podem pagar por um plano privado. Não à toa, os processos judiciais envolvendo causas relacionadas à saúde se acumulam nos tribunais. Levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aponta mais de 242 mil ações tramitando em todas as instâncias. As reclamações, referentes ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao setor privado, vão de negativas de atendimento e pedidos de ressarcimento por valores gastos com remédios e tratamentos à cobrança indevida de valores pelas operadoras e centros médicos.
O volume de contestações motivou o CNJ a criar, em 2010, o Fórum Nacional do Judiciário para a Saúde, força-tarefa direcionada ao monitoramento específico da área e à elaboração de normas para reduzir novos conflitos judiciais. Atualmente coordenado pelo conselheiro do CNJ Ney José de Freitas, o fórum passou a acompanhar também os processos relacionados ao sistema privado desde julho de 2011. De acordo com relatos ao Correio, as demonstrações de descaso com os pacientes que chegam aos hospitais privados são comuns.
A aposentada Mércia Dantas garante que, há 26 anos, quase perdeu um filho adolescente por falta de atendimento no hospital Santa Lúcia. O garoto foi levado ao estabelecimento com febre alta, depois diagnosticada como pneumonia aguda. “Fomos correndo para lá, no meio da madrugada, com o menino arquejando e sem reações. Um horror”, lembrou. O hospital exigiu autorização prévia do plano de saúde. “Não tínhamos como fazer isso fora do horário comercial. Ficamos sem o atendimento até que concordamos em deixar um cheque-caução. É lamentável que, tantos anos depois, a exploração e o desrespeito aos direitos continuem a pleno vapor.”
No ano passado, o atendimento foi negado a João Pedro Costa Caldinhas, 33 anos. O empresário português veio passar as férias com a namorada, Raquel de Campos Cezar, 28, em Brasília. Caldinhas passou mal e foi levado ao Santa Lúcia, onde se recusaram a recebê-lo sem o pagamento antecipado dos procedimentos, mesmo apresentando membros inferiores e superiores enrijecidos. “Elas falaram que só iriam dar a ele qualquer medicação caso a gente pagasse. Fiquei mais indignada com a falta de ética e compaixão das enfermeiras, que simplesmente ignoraram a presença dele”, contou a mãe de Raquel, Silvia Rosane de Campos Cezar.
Na terça-feira, o motorista Sérvulo Amador Carreio Junior, 36 anos, sentiu fortes dores nos pulmões e procurou o Hospital Brasília para receber atendimento. Lá, o médico diagnosticou um problema muscular e o liberou sem qualquer medicação. Na madrugada seguinte, o incômodo piorou e o paciente voltou ao pronto-socorro, onde uma tomografia revelou uma embolia pulmonar. “A médica disse que ele precisava ser internado na UTI urgentemente. Só que o plano não liberou”, disse o pai, Sérvulo Amador Carreiro, 73, ao lado de sua filha, Ieda. Mesmo com dores, o cliente não foi medicado e recebeu apenas soro fisiológico, enquanto era removido para outro hospital. “É lamentável a situação do sistema de saúde do Brasil. Houve erro dos dois lados: do hospital e do plano.”
Prazo
Mesmo sem receber denúncias diretas da família do secretário Duvanier, o Procon-DF vai pedir esclarecimentos aos hospitais Santa Lúcia e Santa Luzia para averiguar o ocorrido, segundo o diretor-geral da instituição, Oswaldo Morais. “Temos autonomia para instaurar um processo administrativo. A determinação já está no nosso departamento jurídico e, na segunda-feira, vamos mandar um ato de ofício, solicitando explicações”, afirmou. Os estabelecimentos terão prazo de 10 dias para se manifestar.
Os especialistas orientam os usuários do sistema privado de saúde a procurarem os órgãos de defesa do consumidor imediatamente nos casos de negativa de atendimento, internação ou outros procedimentos que coloquem em risco a vida do paciente. Para o diretor do Procon-DF, em situações de emergência, as questões burocráticas devem ser resolvidas pelo acompanhante do paciente, enquanto ele recebe os primeiros cuidados. “Se não há plano, nem uma forma de pagamento imediata, o familiar pode assinar um contrato ou termo de responsabilidade e acertar a conta depois”, ressaltou.
Política vil
Em nota, o Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF) lamentou a morte de Duvanier Paiva Ferreira e destacou que o drama vivido pela família do secretário é resultado de “uma política equivocada e vil na área de saúde, da regulamentação confusa e frágil e da quase inexistente fiscalização no ramo da saúde suplementar pelos órgãos competentes”. Informações do Correio Braziliense.
MORTE POR FALTA DE ATENDIMENTO MÉDICO
Polícia intima funcionários dos hospitais Santa Lúcia, Santa Luzia e Planalto
Da redação em 21/01/2012 08:19:48
A Polícia Civil do Distrito Federal, que abriu inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Duvanier Paiva Ferreira, secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, ouvirá representantes dos três hospitais pelos quais ele passou até perder a vida vitimado por um infarto do miocárdio, na madrugada de anteontem. Serão intimados para depor todos os funcionários que estavam de plantão no Santa Lúcia, no Santa Luzia e no Planalto, onde os médicos tentaram, sem sucesso, reanimar o secretário, muito ligado à presidente Dilma Rousseff.
A Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon) já intimou sete funcionários do Hospital Planalto, que devem depor na próxima segunda-feira, e chamará, em breve, médicos e atendentes do Santa Luzia. O Hospital Santa Lúcia ainda não entregou à polícia a escala de plantão daquele dia.
O inquérito foi aberto a pedido do diretor-geral da Polícia Civil do DF, Onofre Moraes. Ainda ontem, a diretora técnica assistencial do Santa Luzia, Marisa Makiyama, foi ouvida pela Decon. Em depoimento, ela afirmou que a entrada do secretário e da mulher dele, Cássia Gomes, que o acompanhava, não consta no sistema do hospital. A polícia pediu as imagens das câmeras de segurança das emergências para comprovar o estado em que Duvanier chegou ao locais em busca de atendimento, e como foi recebido. Familiares dele também devem prestar depoimento.
Segundo a delegada-chefe da Decon, Alessandra Figueredo, o pedido de cheque-caução pelos hospitais configura prática abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor, mas não crime. Os funcionários que atenderam o secretário e as pessoas que determinaram o procedimento de exigência do cheque podem responder por omissão de socorro qualificado pela morte. “O laudo do Instituto Médico Legal pode determinar o tempo que se passou desde que ele saiu de casa, por volta das quatro da manhã, até a morte, e dirá se o fato de não ter sido socorrido no primeiro hospital é uma causa direta do falecimento”, explicou Alessandra.
Os hospitais, no entanto, não podem ser responsabilizados pela morte de Duvanier. A delegada da Decon esclarece que a pessoa jurídica não pode responder ao inquérito criminal. “Mas, na parte cível, como uma ação de danos morais, ela pode vir a responder. Nesse caso, é preciso que familiares demonstrem interesse e compareçam ao Juizado Especial Criminal ou à Justiça comum”, ressaltou.Informações do Correio Braziliense.
GOVERNO FEDERAL
Ex-assessor de Palocci será novo porta-voz de Dilma
Da redação em 21/01/2012 00:45:44
O assessor especial da Presidência da República, Thomas Traumann, será o novo porta-voz da presidente Dilma Rousseff. Ele assumirá o cargo no lugar do diplomata Rodrigo Baena Soares, que atualmente acumula a função com a assessoria internacional da Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência, responsável pela análise da imagem do Brasil no exterior. A partir de agora, Baena Soares ficará apenas com a parte internacional.(AE)
MÚSICA
Morre cantora Etta James
Da redação em 21/01/2012 00:36:46
Morreu nesta sexta-feira, 20, na Califórnia, Estados Unidos, a cantora Etta James. O anúncio foi feito por seu empresário. "Esta é uma perda tremenda para a família, seus amigos e fãs ao redor do mundo", disse Lupe De Leon ao E! Online. "Ela podia verdadeiramente cantar qualquer coisa, desafiando categorias", acrescentou.Etta James tinha 73 anos e lutava contra uma leucemia, diagnosticada no ano passado. Durante os últimos anos, a artista passou por diversas internações em decorrência de infecções sanguíneas e complicações renais, além de sofrer de mal de Alzheimer. James completaria 74 anos na semana que vem.
Nascida em 25 de janeiro de 1938, em Los Angeles, e batizada como Jamesetta Hawkins, passou a assinar Etta James depois que um produtor musical invertou as partes de seu primeiro nome para dar melhor sonoridade. A cantora começou a carreira ainda adolescente, aos 14 anos, com o grupo de doo-woop The Peaches, e durante sua vida emplacou vários sucessos do blues, como At Last e Tell Mamma. Foi vencedora de seis prêmios Grammy e deixou sua marca no Rock And Roll Hall of Fame em 1993.
Nos anos 1970, a cantora lutou contra o vício em heroína, reconstruindo aos poucos sua carreira. Lançou 27 álbuns de estúdio, além de discos ao vivo e coletâneas. Lenda do R&B, Etta James teve suas canções interpretadas por novas divas do cenário pop, como Beyoncé e Christina Aguilera. A cantora era casada e tinha dois filhos, Donto e Sametto James.Informaçõs com agências internacionais.
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