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Brasília-DF, 22 de Janeiro de 2012. Ano 8
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GOVERNO FEDERAL
Gastos com funcionalismo público desaceleram pelo 2º ano consecutivo
Da redação em 22/01/2012 21:28:51

Da Agência Brasil
 
Pelo segundo ano consecutivo, os gastos com o funcionalismo público federal registraram desaceleração. Em 2011, as despesas com pessoal cresceram 6,6%, contra expansão de 9,8% observada em 2010. Em valores, o desembolso passou de R$ 166,4 bilhões em 2010 para cerca de R$ 177 bilhões em 2011.
 
Os números finais só serão divulgados pelo Tesouro Nacional no fim do mês. No entanto, a reportagem obteve uma estimativa com base no cruzamento de dados do próprio Tesouro entre janeiro e novembro e do Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal) em dezembro. O Siafi registra, em tempo real, a execução orçamentária do governo federal.
 
Os gastos com o funcionalismo desaceleram depois de subirem em 2008 e 2009 por causa de uma série de reajustes e recomposições salariais concedida pelo governo. Nesses anos, as despesas com pessoal e encargos sociais subiram 12,4% e 15,9%, respectivamente em relação ao ano anterior.
 
Em 2009, esse tipo de gasto atingiu 4,76% do PIB (Produto Interno Bruto, soma de tudo o que o país produz), o maior nível desde 2005. Nos anos seguintes, no entanto, a tendência se inverteu.
 
Em 2010, a participação dos salários e encargos aos servidores públicos federais no PIB caiu para 4,55%, mesmo com a elevação no valor nominal das despesas. Isso ocorreu porque, além da desaceleração observada em relação a 2009, a economia se expandiu em ritmo maior que a folha de pagamento.
 
O percentual de 2011 também só será conhecido no fim do mês e revisado quando o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgar, em março, o crescimento do PIB no ano passado. A proporção, no entanto, deverá ficar próxima de 4,5%. Isso porque, até novembro do ano passado, a relação entre os gastos de pessoal e o PIB tinha caído 0,07 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2010.


DISTRITO FEDERAL
Cena triste na capital da sexta economia do mundo
Da redação em 22/01/2012 13:39:57

 O Brasil superou o Reino Unido e ocupa hoje o posto de sexta maior economia do mundo, reportou o jornal britânico The Guardian. Só que na capital do Brasil, Brasília, ainda acontecem coisas muito tristes. Quem transita pelo Setor Comercial Sul (SCS) pela primeira vez se assusta com cenas como a da foto, mas quem trabalha por ali não se espanta mais com o que vê todas as manhãs. Após passarem a noite fazendo uso do crack,os viciados que perambulam pelo local caem prostrados pelas ruas e amanhecem dormindo nas calçadas. Depois acordam esfomeados, implorando por um prato de comida, até que vem novamente a "fissura", quando eles partem em busca da droga.

Como a polícia anda dando umas incertas nos becos do SCS, onde costumavam se reunir, eles agora se agrupam em qualquer lugar e usam a droga à vista de todos. Um dos lugares preferidos é a calçada que fica ao redor da Secretaria de Habitação. A história se repete todos os dias: a polícia dispara as sirenes para espantar os grupos.

Eles correm e voltam logo em seguida. De acordo com informação de um policial militar, não adianta levá-los para a delegacia, pois logo em seguida eles são liberados. Enquanto isso, a população está à espera do plano de ação anunciado pelo governo já por diversas vezes, de oferecer assistência e tratamento a esses usuários, o que ainda não aconteceu.


SAÚDE
Pesquisa brasileira usa células-tronco para tratar necrose em ossos
Da redação em 22/01/2012 12:24:54

Do G1, com informações do Jornal Nacional

Pesquisadores do Hospital das Clínicas da Universidade Federal da Bahia desenvolveram um tratamento contra doenças nos ossos com a aplicação de células-tronco. A técnica é eficaz na maioria dos casos de necrose em estágio inicial.
 
Na Bahia, o tratamento com as células-tronco ganha importância porque o estado tem a maior incidência do país de anemia falciforme, uma alteração genética no sangue que causa, entre outras complicações, a morte do tecido ósseo. A doença atinge principalmente a população negra, que é maioria no estado.
 
Os médicos retiram células-tronco mesenquimais do osso da bacia do próprio paciente. Essas células, que se transformam facilmente em tecidos diferentes, são injetadas nas áreas atingidas e substituem as células ósseas mortas. O tratamento tem sido usado principalmente no fêmur.
 
"O grau de eficácia está em torno de 93% a 95% dos pacientes que se submetem a este tratamento. Eles praticamente abandonam a bengala 30 dias depois, a dor deixa, desaparece 48 horas depois e eles retomam a marcha próximo do normal", garantiu Gildásio Daltro, ortopedista coordenador da pesquisa.
 
O novo tratamento já beneficiou 60 pessoas de vários estados.
 
O engenheiro Antônio Palmeira sofria de uma necrose de causa desconhecida que prejudicava tanto o fêmur direito quanto o esquerdo, e o tecido morto se recuperou após a injeção das células-tronco.
 
"Já estava perdendo os movimentos das pernas, não estava caminhando normalmente. Quando eu caminhava um pouco a perna ficava meio rígida, e tinha até dificuldade de dobrar a perna neste período", contou o engenheiro.
 
A dona de casa Ana Cristina recuperou a mobilidade da perna esquerda. Ainda manca da direita, mas já se sente mais confortável. “Quando eu via o carnaval na televisão eu chorava. Aí, depois da cirurgia, eu disse: ‘este ano eu vou‘. Quando eu cheguei em casa, eu cheguei maravilhada, eu consegui", comemorou.
 
Júlio César Alves se aposentou por invalidez devido aos problemas causados pela anemia falciforme. Ele fez o transplante no fêmur e quer fazer o procedimento também no ombro. "Eu espero que seja feito no ombro o mesmo tratamento que foi feito na perna, porque o efeito foi muito bom”, comentou.


GOVERNO FEDERAL
Planalto turbina o Minha Casa, Minha Vida de olho nas eleições de 2014
Da redação em 22/01/2012 12:07:14

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

O programa Minha Casa, Minha Vida 2, que promete entregar 2 milhões de casas até 2014, começa a transformar-se no principal projeto da presidente Dilma Rousseff. Amanhã, durante a reunião ministerial para discutir as ações do governo em 2012, a presidente avisará que pretende priorizar a construção de unidades habitacionais para a faixa de renda de até R$ 1,6 mil, que abrange 60% da meta estipulada (1,2 milhão de unidades) até o fim do mandato. Com a percepção de que o Bolsa Família e o Brasil sem Miséria já estão consolidados perante o eleitorado, o Planalto quer transformar o Minha Casa, Minha Vida no grande capital político para as eleições de 2014.

Interlocutores da presidente Dilma Rousseff apressam-se em afirmar que o Executivo não está relegando a luta para tirar da miséria absoluta os 16 milhões de brasileiros que ainda sobrevivem com até R$ 70 mensais. Mas admitem que a presidente inicia uma nova fase na qual os benefícios para atender aos mais carentes não se resumem à entrega de um cartão com recursos que garantam a sobrevivência mensal: é fundamental garantir uma habitação confortável para viver com dignidade.

A opção por privilegiar a faixa de renda familiar de até R$ 1,6 mil também tem explicação. É nela que os subsídios do governo são integrais. A partir desse nível, as famílias têm mais condições de obter financiamentos perante as instituições bancárias. Na faixa 3, por exemplo, de R$ 3,1 mil a R$ 5 mil, a presença do governo nas negociações é quase residual.

O governo promoveu algumas mudanças administrativas para tornar o processo mais ágil. Esvaziou, por exemplo, a participação do Ministério das Cidades, considerado pela presidente Dilma Rousseff, neste primeiro ano, ineficiente do ponto de vista de execução de programas. A concentração das ações está mais diretamente ligada à Caixa Econômica Federal, que firma os contratos com os futuros proprietários. “Nós temos um papel mais operacional, estamos na ponta. Mas isso não significa que sejamos mais importantes do que outros atores envolvidos no processo”, esquivou-se o vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal, José Urbano Duarte.

Dilma também tem com o Minha Casa, Minha Vida o mesmo cuidado que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha em relação ao Bolsa Família. Lula costumava visitar os beneficiários do programa, perguntar como eles estavam, quais as carências e quais as necessidades de mudanças. Com seu olhar de gestora, Dilma visita as obras e questiona engenheiros e arquitetos envolvidos nos projetos. “Essa porta está no lugar certo? E essa janela? Vocês acham que um cômodo deste tamanho oferece algum nível de dignidade?”, pressiona ela, segundo relato de pessoas que já acompanharam as vistorias.

Urbano acredita que o incremento dado pelo governo Dilma — o projeto permaneceu praticamente estagnado nos dois últimos anos de governo Lula — também tem ligação com o aperfeiçoamento das instituições. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, preparou-se para as exigências da presidente: contratou 1,5 mil arquitetos e engenheiros para acelerar as obras — 226 deles começarão os treinamentos a partir desta segunda-feira. E abriu novas unidades operacionais em pontos distantes, como Marabá (PA), Barreiras (BA) e Montes Claros (MG), para que as demandas sobre o projeto possam ser resolvidas com mais agilidade.

1,2 milhão
Total de unidades destinadas à famílias com renda de até R$ 1,6 mil previstas para serem entregues até 2014.


SAÚDE
Consumo de energéticos dispara no país
Da redação em 22/01/2012 10:15:51

MARIANA LENHARO, Jornal da Tarde
 
O consumo de bebidas energéticas disparou no Brasil nos últimos anos, com um crescimento de 25% só de 2010 para 2011, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (Abir), justamente num momento em que vêm à tona alertas sobre o aumento de hospitalizações relacionadas ao produto em pelo menos dois países. No Brasil, se a mistura da bebida com o álcool nas baladas já preocupava os médicos, agora o problema está na associação do produto a estilos de vida saudáveis.
 
Quem abusa desses compostos em busca de pique extra para aguentar uma agenda cheia demais pode colocar a saúde em risco. O médico Fábio Sândoli de Brito, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), diz que mesmo o energético puro é capaz de fazer estrago no sistema cardiovascular. A bebida é contraindicada para pessoas que já têm problemas cardiovasculares. “Para esse grupo, existe o risco de arritmia, que leva a um risco de morte súbita”, diz. Um jovem saudável, que tome energético esporadicamente, provavelmente não terá problemas. “Mas pode ser que um homem de 45 ou 50 anos tenha um desempenho físico acima de sua competência física e passe a entrar em risco.”
 
O executivo Paulo Vidal, de 53 anos, por exemplo, usa os energéticos para dar conta da academia depois de uma jornada cansativa de trabalho. “Malhar depois de um dia inteiro no trabalho não é fácil. Sinto que o energético dá mais ânimo. É uma opção para dar uma revigorada, me manter acordado e animado”, conta. “Faço esteira, bicicleta, alongamento e musculação. E corro uma ou duas vezes por semana”, completa. Ele diz que recorre ao produto quase todos os dias, há cinco anos, mas passou a usar a versão em cápsulas em vez do líquido porque seu corpo reclamou. “Comecei a ter queimação no estômago.”
 
A maioria dos médicos critica o abuso do produto, contraindicado para vários grupos populacionais, sob o risco de ocorrências cardiovasculares, gastrite, desidratação e dependência. Mas há nutricionistas que defendem a bebida, especialmente para pessoas como Vidal, que trabalham o dia todo e querem treinar na academia no fim do dia. Esse é o caso de Tatyana Dall’ Agnol, especialista em nutrição e metabolismo pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).  “Existe muita lenda a respeito do energético. Ele tem cafeína, que é o mesmo composto que tem no cafezinho, e taurina, que é um aminoácido que ajuda na desintoxicação do corpo”, garante.
 
Em um ponto, porém, todos os especialistas concordam: misturar energético a bebidas alcoólicas é arriscado. O pesquisador Sionaldo Eduardo Ferreira, professor de Educação Física da Unifesp, afirma que o energético não é capaz de reduzir os efeitos tóxicos do álcool. E pior: pode estimular o indivíduo a consumir uma quantidade maior de bebida alcoólica. Em seu doutorado, estudou os efeitos do álcool com energéticos em camundongos.
 
“Enquanto os camundongos que receberam só álcool ficavam prostrados, os que receberam a combinação ficavam hiperexcitados. Isso nos leva a crer que o sujeito pode ficar embriagado, mas achando que está bem. A excitação leva a um erro de julgamento”, diz.
 
Combinar álcool com energéticos se mostrou uma prática comum entre os jovens brasileiros em um levantamento feito pela Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas (Senad), em 2010. A pesquisa concluiu que 74,3% dos quase 18 mil estudantes ouvidos já experimentaram a mistura.
 
“Com essa combinação o jovem fica mais ativo, apesar do álcool. Eles sabem do risco, mas pensam: ‘Até pode ser ruim para os outros, mas eu sou mais forte do que isso. Para mim, não vai ter problema’”, diz o psiquiatra Arthur Guerra de Andrade, presidente do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) e um dos organizadores da pesquisa da Senad.
 
Andrade acredita que a mistura com o álcool é cada vez mais frequente e tem apelo sobretudo entre os mais jovens. Enquanto 88,8% dos universitários de até 18 anos pesquisados relataram já ter usado energético com álcool, para os com 35 anos ou mais a taxa foi de 47,3%.


POLÍTICA
PSDB desiste de candidaturas no interior para atrair PSB
Da redação em 22/01/2012 04:04:16

 O Estado de S.Paulo

A direção do PSDB paulista, controlada pelo grupo do governador Geraldo Alckmin, decidiu abrir mão de candidaturas do partido em cidades importantes do Estado neste ano em favor do PSB, aliado que os tucanos querem atrair na capital e nas eleições de 2014.

O senador Aloysio Nunes Ferreira, o mais votado do País, desistiu de lutar por candidatura própria do PSDB para Prefeitura de São José do Rio Preto (SP), seu reduto eleitoral. Aloysio, que pregava desde 2010 candidaturas próprias do PSDB nas grandes cidades de São Paulo, viu seu plano sofrer resistência por parte dos diretórios estadual e local do partido e já admite o apoio dos tucanos à reeleição do prefeito Valdomiro Lopes (PSB).

"Não há ninguém que se disponha a ser candidato. Por isso, o caminho deverá ser apoiar a reeleição do Valdomiro", disse Aloysio. "Eu gostaria que houvesse um candidato, mas não posso forçar uma situação, não posso fazer mágica, tirar um coelho da cartola e inventar um candidato, já que o Vaz (deputado tucano Vaz de Lima) ou a mulher dele não estão dispostos e eu também não vou concorrer", completou.

Campinas. Abrir mão de ter candidatura própria para apoiar o deputado federal Jonas Donizete (PSB) na disputa pela Prefeitura de Campinas é uma tendência para o PSDB na cidade.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) sinalizou a possibilidade da aliança no ano passado ao presidente do PSB nacional, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos. De acordo com o deputado federal Carlos Sampaio (PSDB), candidato derrotado em três eleições municipais e membro da executiva nacional do partido, o PSDB tem interesse em apoiar Donizette. A aliança estaria condicionada a uma "gestão compartilhada" no município, apoio para a reeleição de Alckmin em 2014 e reforço para os tucanos na corrida presidencial.

"Faço parte da Executiva Nacional e tenho que ter uma visão macro", disse o deputado. "Não dá para pensar única e exclusivamente em Campinas", afirmou Sampaio, que disse ter se reunido com o governador em novembro para expor a importância de um movimento do partido em apoio a Donizette. De acordo com o deputado, o governador concordou com a análise.


SÃO PAULO
Facilitou para o PT
Da redação em 22/01/2012 04:01:37

Nos últimos dias, o xadrez po­lítico da cidade de São Paulo ganhou novos e importantes lances. Três movimentos deixaram claro que, a se confirmar esse cenário, o PSDB terá problemas para se manter no seu principal bunker, São Paulo. O primeiro movimento foi feito pela presidenta Dilma Rousseff ao anunciar a saída de Fernando Haddad do Ministério da Educação, liberando-o para dedicar-se em tempo integral à pré-campanha. Desconhecido do público em geral, Haddad coloca o bloco na rua num momento em que seus rivais democratas e tucanos ainda estão longe de definir seus nomes para a disputa – até agora só o PMDB, com o deputado federal Gabriel Chalita, e Celso Russomano, do PRB, lançaram-se para o embate.
 
A segunda mexida no cenário político paulistano foi a aproximação entre o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e os petistas com as bênçãos do ex-presidente Lula. “Se o Lula disse que é bom, quem sou eu para contrariar”, argumenta Senival Moura, vereador petista, um defensor entusiasta da aliança. Na contabilidade petista, embora a sigla faça oposição a Kassab na Câmara Municipal, sete dos seus 11 vereadores estariam dispostos a dar as mãos ao prefeito. O terceiro lance político foi a notícia de que o ex-governador José Serra decidiu não se candidatar à prefeitura, cargo que ocupou por dois anos (2005-2006) até abandoná-lo em troca da disputa eleitoral para governador, em 2006.

Segundo um aliado de Serra, o tucano comparou uma eventual candidatura à sucessão paulistana a um “enterro”. Se vencesse, receberia flores e não poderia sair do posto. Já, numa eventual derrota, seria “colocado em uma vala como indigente”. A desistência de Serra, além de dificultar a vida do PSDB numa das principais cidadelas da oposição, produz outros dois efeitos políticos potencialmente desastrosos para os tucanos. Embola mais uma vez o meio-campo para a sucessão presidencial de 2014, já que Serra insistirá em ser candidato, a despeito de a maioria do partido já ter manifestado predileção pelo senador mineiro Aécio Neves, e coloca em xeque a capacidade de outro líder do PSDB, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de fazer articulações. O maior desafio de Alckmin, agora, é achar um candidato competitivo para a disputa paulistana e, resolvida essa etapa, conseguir fortalecer esse palanque com a incorporação à chapa de legendas aliadas. Restaria a ele somente o PTB e o DEM. Trata-se, indiscutivelmente, de uma missão difícil.Informações da IstoÉ.


POLÍTICA
Aprovação de Dilma supera a de Lula após primeiro ano
Da redação em 22/01/2012 03:53:45

A presidente Dilma Rousseff atingiu no fim do primeiro ano de seu governo um índice de aprovação recorde, maior que o alcançado nesse estágio por todos os presidentes que a antecederam desde a volta das eleições diretas, informa reportagem de Bernardo Mello Franco, publicada na Folha deste domingo. Segundo pesquisa Datafolha, 59% dos brasileiros consideram sua gestão ótima ou boa, enquanto 33% classificam a gestão como regular e 6% como ruim ou péssima.
 
Ao completar um ano no Planalto, Fernando Collor tinha 23% de aprovação. Itamar Franco contava 12%. Fernando Henrique Cardoso teve 41% no primeiro mandato e 16% no segundo. Lula alcançou 42% e 50%, respectivamente. O Datafolha ouviu 2.575 pessoas nos dias 18 e 19 de janeiro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.


FUTEBOL
Garotada do Fla vence de goleada o Bonsucesso
Da redação em 22/01/2012 03:46:17

Sem Ronaldinho Gaúcho e companhia, o Flamengo B cumpriu seu papel e venceu o Bonsucesso por 4 a 0 em sua estreia no Campeonato Carioca, na noite deste sábado, no Engenhão. Enquanto integrantes da diretoria viajavam para a Rússia para tentar um desfecho positivo na negociação com Vagner Love, Jael voltou a honrar o apelido de Cruel e marcou duas vezes. Camacho, com bela atuação, anotou o terceiro, e Adryan, que fez sua estreia oficial no time de cima, fechou o placar com um belo gol.
 
Com a vitória assegurada, a torcida hostilizou Thiago Neves, jogador do Fluminense: “Thiago Neves, vai se f..., o Flamengo não precisa de você”. Em seguida, cantou o nome de Bottinelli, usando o grito que agraciava Thiago Neves: "Ah, é Bottinelli!". Antes do início do jogo, a torcida do Flamengo viveu um momento diferente ao gritar nomes como João Felipe, Frauches, Marllon. Com a camisa 10, Bottinelli foi o mais saudado.
 
O Rubro-Negro, agora, volta todas as suas atenções para a pré-Libertadores. Na quarta-feira, o time enfrenta o Real Potosí, na Bolívia. Pelo Carioca, a equipe voltará a campo no sábado, diante do Macaé, no estádio Cláudio Moacyr. Informações do globoesporte.com.



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