O candidato do PSDB à presidência, José Serra, disse nesta sexta-feira (2), em Londrina (Paraná), que fará o primeiro ato público de sua campanha em Curitiba, provavelmente na Boca Maldita, tradicional centro de manifestações e comícios da capital paranaense. Segundo sua assessoria, o evento será na próxima terça-feira (6). "Curitiba representa a média do sentimento nacional", justificou o tucano. Serra não quis comentar a pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta que o coloca com 39% das intenções de voto e aponta a candidata petista Dilma Rousseff com 38%.O tucano afirmou que a ausência de Dilma e demais candidatos à sabatina promovida na quinta (1º), pela Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília, é "ruim para o eleitor". Afirmou que a petista tem evitado entrevistas e debates que permitam uma comparação. Na quinta, Dilma afirmou que tem comparecido a todos os debates dentro dos mesmos parâmetros em que os demais candidatos comparecem.Ele observou que a ausência de Dilma a privou de apresentar seu pensamento sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) ao lado dele. Em vez disso, "ela preferiu atacar-me a distância", afirmou.Jogo do BrasilEm Londrina, Serra assistiu ao jogo de Brasil e Holanda ao lado de lideranças do partido no estado. Estavam presentes no encontro o candidato tucano ao governo do Paraná, Beto Richa, o deputado federal Gustavo Fruet e o senador Flávio Arns, que deixou o PT para se filiar ao PSDB.Já o outro senador tucano pelo Paraná, Alvaro Dias, preterido em favor do deputado Indio da Costa (DEM-RJ) para ocupar a vaga de vice na chapa de Serra, não compareceu. Dias ficou em Brasília e assistiu ao jogo com a família. O candidato à Presidência disse que Dias teve um "comportamento muito digno" e que certamente o senador irá ajudá-lo na campanha.Serra se sentou na primeira fila, ao lado de Arns, em um centro de convenções que transmitiu o jogo num telão. "A dor da derrota", comentou, "é uma dor que vai ficar". Serra brincou com o auditório afirmando, em menção ao confronto entre Alemanha e Argentina, que sabia que todos ali eram "alemães desde criancinha". Ele afirmou que, como o voto, sua "torcida de agora em diante é secreta", e deixou o suspense no ar: "Sou três quartos italiano e um quarto argentino, pois uma avó era argentina". G1 com informações da Agência Estado e da RPC/TV Coroados
Do G1, com informações do DFTV O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM) foi levado nesta sexta-feira (2) pela Polícia Federal para depor na Procuradoria Regional da República, do Ministério Público, em Brasília. O procurador Ronaldo Albo expediu mandado de busca coercitivo para que o ex-governador fosse encaminhado pela polícia porque ele já havia faltado a três convocações.Arruda depõe como testemunha no inquérito que investiga a participação da promotora do Distrito Federal Deborah Guerner no suposto esquema de corrupção no governo do Distrito Federal, que ficou conhecido como mensalão do DEM.O advogado da promotora, Pedro Paulo de Medeiros, disse ao G1 que não iria se pronunciar sobre o caso porque o inquérito que investiga as denúncias está sob segredo de Justiça.A promotora é suspeita de receber propina do suposto esquema de corrupção. Ela sempre negou envolvimento com o caso. No último dia 15 de junho, a Polícia Federal encontrou enterrado no jardim da casa da promotora um cofre com dinheiro e discos rígidos de computador.CriseO ex-governador é acusado de comandar o suposto esquema de corrupção e distribuição de propina a membros do Executivo e do Legislativo do Distrito Federal. A crise política no Distrito Federal teve início em novembro de 2009, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Caixa de Pandora, que investiga o suposto esquema de corrupção.As denúncias levaram à prisão e afastamento de Arruda, por tentativa de suborno de uma testemunha do caso em fevereiro. Durante a prisão, Arruda teve o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) por infidelidade partidária, deixando vago o cargo. José Roberto arruda foi solto pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no dia 12 de abril, após dois meses preso.
Com os arranjos de última hora, o ex-governador Joaquim Roriz (PSC) conseguiu ampliar o tempo de rádio e televisão que terá para se exibir ao eleitor. A aposta inicial no meio político era de que, no nanico partido que encontrou para concorrer ao quinto mandato, ele ficaria sem condições de apresentar propostas e rebater críticas na propaganda eleitoral de campanha. No entanto, Roriz conquistou quase sete minutos (6’58’’) para essas aparições públicas graças à adesão do DEM, dono da terceira maior bancada na Câmara dos Deputados, base para o cálculo do quinhão na distribuição do horário dos candidatos. O apoio do PP (partido com direito a 1’18’’) também foi importante para a soma final.Com o apoio de última hora da legenda que já foi de José Roberto Arruda, Roriz levou quase dois minutos (1’56). Ganhou, assim, mais condições de enfrentar o poderio de Queiroz nesse quesito. O petista dispõe de mais da metade do tempo de televisão (10’44), segundo cálculos estimados de acordo com a legislação eleitoral. A vantagem decorre principalmente da união entre PT e PMDB, os partidos que mais elegeram deputados nas eleições de 2006. Juntas, as duas legendas, mesmo sem a aliança com as demais siglas, já poderiam usufruir de quase 5 minutos em cada apresentação — que ocorrem na hora do almoço e à noite em três dias da semana. Nesse espaço, Agnelo deverá gravar imagens ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, considerado o principal cabo eleitoral dessas eleições pela popularidade refletida em pesquisas de opinião. Roriz e Agnelo, que devem polarizar a disputa ao Palácio do Buriti, praticamente dividirão o tempo de propaganda. Os outros concorrentes — Antônio Carlos de Andrade, o Toninho do PSol, Eduardo Brandão (PV), Frank Svensson (PCB), Newton Lins (PSL) e Rodrigo Dantas (PSTU) — ficarão espremidos nos três minutos restantes. Roriz sempre declarou que, devido aos quatro mandatos no DF em mais de 20 anos de vida pública, não considerava necessário dispor de muito tempo para a propaganda do rádio e da televisão. Mas ele trabalhou muito para ampliar o número de aliados, também como estratégia para eleger uma bancada ampla na Câmara Legislativa e no Congresso Nacional.PromessasOs sete candidatos que concorrerão ao GDF nas próximas eleições apresentaram ao Correio os principais pontos do plano de governo que norteará os discursos nos palanques e na propaganda eleitoral. As propostas serão registradas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) até a próxima segunda-feira. Saúde, educação, segurança, transporte e habitação foram as áreas detalhadas pelos concorrentes (leia abaixo), mas o plano de governo de cada um é mais amplo e aborda outros temas, como meio ambiente, emprego e renda e esportes. Informações do Correio Braziliense.
Inês Sainz, repórter da Tv Azteca, do México, roubou a cena no modorrento treino da Holanda nesta terça-feira, dia 29 de junho. Sua presença, digamos, volumosa, desviou olhares de jornalistas, fotógrafos(olhar profissional) e jogadores, que de rabo de olho, espiavam Inês à beira do gramado. Ela foi eleita, em 2009, a quinta repórter esportiva mais sexy do mundo, pela revista FHM(para machos de banca de jornal). O delicado texto da publicação dizia que o principal motivo para gostarem dela, é que ela é “el mejor culo” da televisão, mas fazia a elegante ressalva de que a cara não é ruim. Da Época.
Mino Carta Guerrilheira, há quem diga, para definir Dilma Rousseff. Negativamente, está claro. A verdade factual é outra, talvez a jovem Dilma tenha pensado em pegar em armas, mas nunca chegou a tanto. A questão também é outra: CartaCapital respeita, louva e admira quem se opôs à ditadura e, portanto, enfrentou riscos vertiginosos, desde a censura e a prisão sem mandado, quando não o sequestro por janízaros à paisana, até a tortura e a morte. O cidadão e a cidadã que se precipitam naquela definição da candidata de Lula ou não perdem a oportunidade de exibir sua ignorância da história do País, ou têm saudades da ditadura. Quem sabe estivessem na Marcha da Família, com Deus e pela Liberdade há 46 anos, ou apreciem organizar manifestação similar nos dias de hoje. De todo modo, não é apenas por causa deste destemido passado de Dilma Rousseff que CartaCapital declara aqui e agora apoio à sua candidatura. Vale acentuar que neste mesmo espaço previmos a escolha do presidente da República ainda antes da sua reeleição, quando José Dirceu saiu da chefia da Casa Civil e a então ministra de Minas e Energia o substituiu. E aqui, em ocasiões diversas, esclareceuse o porquê da previsão: a competência, a seriedade, a personalidade e a lealdade a Lula daquela que viria a ser candidata. Essas inegáveis qualidades foram ainda mais evidentes na Casa Civil, onde os alcances do titular naturalmente se expandem. E pesam sobre a decisão de CartaCapital. Em Dilma Rousseff enxergamos sem a necessidade de binóculo a continuidade de um governo vitorioso e do governante mais popular da história do Brasil. Com largos méritos, que em parte transcendem a nítida e decisiva identificação entre o presidente e seu povo. Ninguém como Lula soube valerse das potencialidades gigantescas do País e vulgarizá-las com a retórica mais adequada, sem esquecer um suave toque de senso de humor sempre que as circunstâncias o permitissem. Sem ter ofendido e perseguido os privilegiados, a despeito dos vaticínios de alguns entre eles, e da mídia praticamente em peso, quanto às consequências de um governo que profetizaram milenarista, Lula deixa a Presidência com o País a atingir índices de crescimento quase chineses e a diminuição do abismo que separa minoria de maioria. Dono de uma política exterior de todo independente e de um prestígio internacional sem precedentes. Neste final de mandato, vinga o talento de um estrategista político finíssimo. E a eleição caminha para o plebiscito que a oposição se achava em condições de evitar. Escolha certa, precisa, calculada, a de Lula ao ungir Dilma e ao propor o confronto com o governo tucano que o precedeu e do qual José Serra se torna, queira ou não, o herdeiro. Carregar o PSDB é arrastar uma bola de ferro amarrada ao tornozelo, coisa de presidiário. Aí estão os tucanos, novos intérpretes do pensamento udenista. Seria ofender a inteligência e as evidências sustentar que o ex-governador paulista partilha daquelas ideias. Não se livra, porém, da condição de tucano e como tal teria de atuar. Enredado na trama espessa da herança, e da imposição do plebiscito, vive um momento de confusão, instável entre formas díspares e até conflitantes ao conduzir a campanha, de sorte a cometer erros grosseiros e a comprometer sua fama de “preparado”, como insiste em afirmar seu candidato a vice, Índio da Costa. E não é que sonhavam com Aécio... Reconhecemos em Dilma Rousseff a candidatura mais qualificada e entendemos como injunção deste momento, em que oficialmente o confronto se abre, a clara definição da nossa preferência. Nada inventamos: é da praxe da mídia mais desenvolvida do mundo tomar partido na ocasião certa, sem implicar postura ideológica ou partidária. Nunca deixamos, dentro da nossa visão, de apontar as falhas do governo Lula. Na política ambiental. Na política econômica, no que diz respeito, entre outros aspectos, aos juros manobrados pelo Banco Central. Na política social, que poderia ter sido bem mais ousada. E fomos muito críticos quando se fez passivamente a vontade do ministro Nelson Jobim e do então presidente do STF Gilmar Mendes, ao exonerar o diretor da Abin, Paulo Lacerda, demitido por ter ousado apoiar a Operação Satiagraha, ao que tudo indica já enterrada, a esta altura, a favor do banqueiro Daniel Dantas. E quando o mesmo Jobim se arvorou a portavoz dos derradeiros saudosistas da ditadura e ganhou o beneplácito para confirmar a validade de uma Lei da Anistia que desrespeita os Direitos Humanos. E quando o então ministro da Justiça Tarso Genro aceitou a peroração de um grupelho de fanáticos do Apocalipse carentes de conhecimento histórico e deu início a um affair internacional desnecessário e amalucado, como o caso Battisti. Hoje apoiamos a candidatura de Dilma Rousseff com a mesma disposição com que o fizemos em 2002 e em 2006 a favor de Lula. Apesar das críticas ao governo que não hesitamos em formular desde então, não nos arrependemos por essas escolhas. Temos certeza de que não nos arrependeremos agora.
Após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo, os internautas não perderam tempo e fizeram piada com o anúncio do supermercado Extra, patrociandor da Seleção, publicado erradamente na terça-feira no jornal ‘Folha de São Paulo‘. Segundo o autor da montagem, Diego Tardioli, a rede que pertence ao Grupo Pão de Açucar já sabia da derrota do Brasil para a Holanda nesta sexta-feira em Port Elizabeth.
Na terça-feira, a Folha de São Paulo trouxe uma propaganda que era para ser mostrada em caso de derrota do Brasil para o Chile na segunda-feira. Horas depois da equívoco do diário, o presidente do Grupo Pão de Açucar foi até o Twitter para pedir desculpas para a torcida Brasileira. Quarta-feira, o jornal paulista publicou um retratação para os seus leitores.
Volantes em excesso, incompatibilidade total com jogadores de criação, craques na concepção da palavra, disparos contra a imprensa e a total falta de educação de um técnico que mais parecia um general. Estas palavras que resumem o trabalho de Dunga durante estes quatro anos devem se afastar da Seleção, em definitivo, nesta sexta-feira. Pelo menos é o que espera o povo. Mas resultados inquestionáveis até a derrota por 2 a 1 para a Holanda o mantiveram à frente da equipe canarinho.
Ele se manteve com vitórias expressivas, principalmente com os títulos da Copa América de 2007 e da Copa das Confederações de 2008 e a classificação em primeiro lugar nas Eliminatórias. O problema é que todos os grandes triunfos não foram festejados pelo treinador, mas sim utilizados como um cala-boca contra seus críticos.
Em relação aos números, a campanha do gaúcho Carlos Caetano Bledorn Verri, como foi batizado Dunga, é fantástica: em 59 jogos, foram 42 vitórias, 12 empates e seis derrotas. Além disso, o time marcou 127 gols (média superior a dois por partida) e sofreu apenas 41 (menos de um por confronto). Vitórias expressivas também se tornaram uma marca do trabalho de Dunga, principalmente as três contra a Argentina. A mais especial foi a conquistada no dia 5 de setembro de 2009, quando Luís Fabiano (duas vezes) e Luisão marcaram no 3 a 1 sobre os ‘hermanos‘ em pleno Monumental de Nuñez. Vale destacar que a rival só havia perdido uma vez nas Eliminatórias, em 1993, na goleada histórica por 5 a 0 para a Colômbia. Inesquecíveis também foram as goleadas por 3 a 0, uma em 2006, em amistoso realizado em Londres; outra um ano depois, quando a vitória garantiu à Seleção a conquista da Copa América com um time que não contou com os astros Kaká e Ronaldinho Gaúcho.
Para completar a lista de triunfos antológicos, um massacre sobre Portugal em amistoso realizado em Brasília: 6 a 2; e inquestionáveis 3 a 0 sobre a Itália na primeira fase da Copa das Confederações. Aliás, neste mesmo torneio, a recuperação do Brasil na final também tem de ser registrada. Após sair perdendo por 2 a 0 para os Estados Unidos, a equipe de Dunga encontrou forças para virar, tendo no capitão Lúcio, autor do terceiro gol, o herói da conquista.
Vale destacar: dificilmente Dunga dedicou essas vitórias ao povo, deu um sorriso ou mostrou alegria. Os resultados positivos sempre se convertiam em alfinetadas, respostas e desabafos. Se os excelentes números, construídos sob a regra do "futebol de resultados", eram música para os ouvidos do povo brasileiro, o mesmo não pode se dizer em relação a jogadores que vestiram a Amarelinha. O goleiro Doni, hoje terceiro reserva da Roma, é um dos principais símbolos da falta de sintonia de Dunga com o povo em relação ao time ideal. Josué, Júlio Baptista, Gilberto Silva e Felipe Melo também causavam urticárias nos torcedores. Até Afonso Alves, um desconhecido na Europa, onde atuava pelo modesto Heerenveen, da Holanda, o treinador inventou. Para piorar, o craque Ronaldinho Gaúcho, que após uma longa má fase voltou a jogar bem em 2009, foi esquecido por Dunga. A ausência do meia foi uma das coisas mais questionadas pelo povo sul-africano. O problema é que não apenas o jogador do Milan foi esquecido, mas também dois jovens com enorme potencial que brilharam muito em 2010: os santistas Neymar e Ganso. O último, aliás, era visto como uma das alternativas para Kaká, que não se destacou na Copa, como a maioria já prevera. Ele também faz a função de Elano, que se machucou contra a Costa do Marfim. Mas não só os "brucutus" e a repelência total aos craques fizeram de Dunga uma pessoa antipática a boa parte do povo brasileiro. Apesar de ter perdido apenas cinco vezes em jogos do time principal, ele acumulou três jogos sem gols, o que fez a torcida gritar "Adeus, Dunga" após empate por 0 a 0 com a Argentina, no Mineirão, pelas Eliminatórias. Antes do tropeço nos "hermanos", o time dele sofreu derrotas terríveis: um 2 a 0 para o Paraguai e num amistoso nos Estados Unidos, onde sua equipe conseguiu um resultado inédito na história da Seleção: perder para a Venezuela (por 2 a 0). Para completar os maus resultados, se o trabalho de Dunga teve como ponto principal as grandes vitórias sobre a Argentina, muitos se esquecem da vexatória derrota por 3 a 0 na semifinal da Olimpíada de Pequim, em 2008, adiando mais uma vez o sonho do ouro olímpico no futebol. Povo hospitaleiro, brincalhão e de muitos sorrisos, o brasileiro não se encantou pelos números frios e calculistas de Dunga. A derrota pode ser sofrida para 190 milhões que amam tanto sua Seleção, mas também reserva seu lado positivo: o futebol de resultados, que exclui o talento e prioriza a força foi vencido. Informações de O Dia. NÚMEROS DE DUNGA: 60 JOGOS 42 VITÓRIAS 12 EMPATES 6 DERROTAS GOLS PRÓ: 127 GOLS SOFRIDOS: 41 DOIS TÍTULOS: Copa da América (2007) e Copa das Confederações (2008)
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli suspendeu a aplicação da lei Ficha Limpa à deputada estadual Isaura Lemos (PDT). A nova lei impede a candidatura de políticos que foram condenados por um colegiado (quando há mais de um juiz). Este é o segundo caso em que a Suprema Corte beneficia um político com "ficha suja".A parlamentar, que tentará se eleger à Câmara Federal, foi condenada pela 1ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia pelo crime de improbidade administrativa. Ela teria se apropriado dos vencimentos dos salários de funcionários comissionados que trabalharam em seu gabinete.Para Toffoli, a deputada não foi condenada por órgão colegiado, mas por juízo de primeiro grau, quando já era titular de foro específico --o Tribunal de Justiça--, em razão do mandato parlamentar."Em sendo assim, não há de ser falar em apreciação específica da inelegibilidade, mas da suspensão dos efeitos da decisão sobre a qual incide o recurso extraordinário [decisão do TJ-GO]", afirmou o ministro.O relator ressaltou que a liminar deferida apenas reconhece, indiretamente, que a decisão do TJ-GO, que validou a sentença do juiz de primeiro grau (decisão monocrática), "não poderá ser utilizada para os fins da declaração de incompatibilidade da situação jurídica da requerente com o exercício do ius honorum (direito de postular e ser eleito)".Ficha LimpaOntem, o ministro do STF Gilmar Mendes suspendeu a aplicação da lei para o senador Heráclito Fortes (DEM-PI). O parlamentar, que tentará a reeleição, foi condenado pelo TJ do Piauí por conduta lesiva ao patrimônio público. Após a sua condenação, Fortes entrou com um recurso suspensivo no STF. A ação começou a ser julgada em novembro do ano passado pela 2ª Turma, mas foi interrompida por pedido de vista do ministro Cezar Peluso.Gilmar Mendes justificou a suspensão da Ficha Limpa ao dizer que o recurso não poderá mais ser julgado antes do prazo de registro das candidaturas. A próxima sessão da 2ª Turma será apenas em agosto. Informações da Folha.
A oposição comemorou o resultado da pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, que aponta empate técnico entre o tucano José Serra (39%) e a petista Dilma Rouseff (38%) na disputa presidencial. Depois de uma semana difícil, em que o PSDB teve de administrar uma crise com seu principal aliado, o DEM, por conta da escolha do vice de Serra, a pequena vantagem do tucano sobre a candidata do governo dá novo ânimo aos oposicionistas.Para o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), o resultado não o surpreendeu. Pelo contrário, era o esperado e batem com os números de pesquisas internas do partido que sinalizam a retomada da dianteira por parte e Serra. Ele admite, contudo, que a eleição deverá ser dura.- Vamos entrar nessa segunda etapa da disputa competitivos e com chance de vitória, apesar da confusão jurídica reinante. Mas será uma disputa dura - prevê Guerra.Na mesma linha, o presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), também prevê uma eleição disputadíssima como a ocorrida recentemente no Chile.- O Datafolha confirma que a eleição não está definida como imaginam alguns governistas - alfineta Maia.Na avaliação do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, a eleição presidencial deste ano tem tudo para terminar como um tango argentino, com emoção até final. - Entendo que a pesquisa do Datafolha mostra a verdade. Não que a do Ibope, divulgada semana passada, estivesse mentindo, mas a antecipação do campo a desvirtuou, na medida em que não pegou o efeito dos programas partidários do PSDB e PTB. Essa antecipação acabou servindo para cooptar partidos mais volúveis como o PSC. Eu mesmo sofri um ataque especulativo, mas somos firmes e acreditamos na vitória de Serra - disse.A pesquisa, a primeira após as convenções que oficializaram as candidaturas, contrasta com os levantamentos divulgados na semana passada pelo CNI/Ibope e nesta semana pelo Vox Populi , em que Dilma aparece na liderança com 40%, contra 35% de Serra.Informações de O Globo
Em tempos de internet a repercussão internacional de um jogo de Copa do Mundo é instantânea. Assim sendo, os jornais dos principais países que seguem no torneio comentaram a derrota do Brasil para a Holanda .
Com a Manchete "Brasil 2014, o Olé não perdeu a chance de ironizar a eliminação brasileira, batizada de "Laranjaço histórico": "Na Argentina gritamos um pouquinho... Vamos Argentina, que é possível"
O espanhol Marca elegeu Sneijder como o grande destaque da partida. O holandês fez o lançamento que resultou no gol contra de Felipe Melo e marcou o segundo tento da seleção laranja.
O jornal alemão Bild foi mais discreto, manchetando apenas "Brasil eliminado" e criticando a falta dura de Felipe Melo em Robben, que resultou na expulsão do brasileiro.
Duas falhas defensivas e pouca inspiração no ataque determinaram o fim do sonho do Brasil na busca pelo hexacampeonato. Depois de um bom primeiro tempo, a seleção verde e amarela sofreu uma pane e levou a virada por 2 a 1 da Holanda, em dia inspirado de Sneijder, nesta sexta-feira, pelas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul. O gol de Robinho logo no início do jogo deu a falsa esperança de um jogo fácil no estádio Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth, mas a Laranja deu a resposta na etapa complementar. No lance do empate, Sneijder levantou para a área e viu Júlio César sair errado e se chocar com Felipe Melo. A bola tocou na cabeça do volante e foi para as redes. Pouco depois, a defesa brasileira, que antes da Copa chegou a ser apontada como a melhor do mundo, ficou parada enquanto Sneijder cabeceou sozinho para virar. Para completar, Felipe Melo ainda perdeu a cabeça, pisou no adversário e foi expulso. Campeão da Copa das Confederações, Copa América e classificado antecipadamente nas Eliminatórias, Dunga viu sua seleção cair justamente diante da equipe que eliminou nas Copas de 1994 e 1998. Enquanto o Brasil volta para casa frustrado, a Holanda aguarda nesta sexta-feira a definição do outro semifinalista, que sairá do duelo entre Uruguai e Gana. O jogo: Com um futebol digno do duelo entre Brasil e Holanda, a partida desta sexta-feira começou com discussões, velocidade e gol. Logo no primeiro lance, depois de falta de Daniel Alves sobre Robben assinalada pelo árbitro, Robinho se irritou e reclamou com os adversários. Em meio ao clima tenso, a seleção brasileira tomou a iniciativa e criou uma chance que gerou polêmica. Daniel Alves recebeu pela direita, avançou até a área e tocou para Robinho empurrar para as redes, mas o árbitro assinalou impedimento do ala/meia. Com um jogo bastante pegado no meio-campo, o time de Dunga não demorou a encontrar mais espaços na defesa adversária. Assim, abriu o placar, aos nove minutos. De volta à equipe depois de se recuperar de uma pancada no tornozelo esquerdo, Felipe Melo fez o lançamento para Robinho, que, entre dois adversários, emendou na saída do goleiro. Por incrível que pareça, um dos marcadores do Rei das Pedaladas era o atacante Robben, que reclamou bastante com os companheiros depois do revés. Assustada com o gol, a Holanda respondeu instintivamente. Kuyt apareceu pela esquerda e arrematou com força, mas Júlio César caiu para mandar a escanteio. As faltas marcadas pelo árbitro japonês Yuichi Nishimura geraram protestos dos brasileiros, que se irritaram em campo e levantaram também manifestações dos torcedores. Com a Laranja cada vez mais disposta a atacar, Kaká tentou chamar a responsabilidade para armar contragolpes. Porém, foi em outra jogada que o Brasil ameaçou. Depois de cobrança de escanteio, a bola voltou para Daniel Alves, que dominou na entrada da área pela direita, deu dois dribles desconcertantes em Kuyt e cruzou no meio para Juan chegar batendo, por cima do travessão. Enquanto a seleção de Bert Van Marwijk encontrava dificuldades para furar o bloqueio canarinho, as respostas dos pentacampeões chegavam cada vez mais perto da meta. Robinho passou como quis por dois marcadores na esquerda e rolou para Luís Fabiano, que tocou de primeira para Kaká bater colocado, exigindo uma ótima defesa de Stekelenburg, após a brilhante jogada coletiva. Para encerrar o primeiro tempo, Daniel Alves recebeu na intermediária e rolou uma bola açucarada para Maicon chegar livre pela direita com um forte chute. Stekelenburg espalmou, mas o bandeira apontou para tiro de meta, e o árbitro encerrou a etapa. Ao contrário do primeiro tempo, a Holanda voltou melhor para a etapa final e conseguiu igualar a contagem em falha de Júlio César. Aos sete, Sneijder carregou a bola pela direita e mandou para a área. O goleiro saiu para tentar cortar e se chocou com Felipe Melo, em quem a bola ainda desviou antes de entrar. Com o crescimento da Holanda, Dunga decidiu mudar o lado esquerdo, sacando Michel Bastos para a entrada de Gilberto. Pouco depois, os laranjas pediram pênalti em toque de mão de Lúcio na entrada da área, mas o árbitro mandou o jogo seguir. Com Luís Fabiano apagado, Kaká se encarregou de responder ao finalizar perto da trave. Porém, melhor em campo, a Laranja virou o jogo, aos 22. Depois de cobrança de escanteio, Kuyt desviou na primeira trave e Sneijder apareceu sozinho no meio da defesa para cabecear para as redes. Para piorar ainda mais a situação, o temor em relação ao temperamento de Felipe Melo se confirmou. Depois de cometer falta em Sneijder, o volante pisou no adversário e foi expulso. A Holanda, então, apostou na estratégia de tocar a bola e irritar o Brasil. Dunga, por sua vez, tratou de sacar Luís Fabiano, apático durante todo o jogo, para colocar Nilmar. Desesperado, o Brasil arriscou em duas cobranças perigosas de escanteio, mas não furou o bloqueio. Informações da Gazeta Esportiva.
O presidente da CBF, Ricardo Teixeira, acertou contratação de Dunga no dia 24 de julhode 2006
Um dia após a Câmara Legislativa aprovar o projeto substitutivo que altera a nova proposta do Governo do Distrito Federal para regulamentar o Passe Livre, o governador Rogério Rosso admitiu que aumentos na tarifa de transporte público estão a caminho. “Quando o governo arca com a tarifa integral e de repente dois terços dessa tarifa vão para a passagem do usuário, há pressão sobre o valor. É matemático”, declarou.O governador, no entanto, não soube dizer qual será o tamanho deste impacto. Mas avisou: “Antes de sancionar, faremos vários estudos. O veto, assim como a sanção, podem ser totais ou parciais”. A equipe Rosso recebeu ontem o projeto aprovado pelos deputados e começou a análise do texto.Segundo ele, antes as empresas pediam aumento e logo conseguiam a autorização dos órgãos responsáveis. Dessa vez, uma auditoria está sendo feita desde o fim da greve dos rodoviários, na semana passada, e a conclusão do procedimento está prevista para 24 de julho. Esse foi o prazo que o governo pediu para avaliar se concederá ou não o aumento pedido pelos empresários. “Não estamos desconfiando dos números, apenas auditando. Agora, com essa proposta de repassar dois terços da passagem ao usuário, teremos uma nova variável para estudar”, explicou.DesagradoRosso demonstrou contrariedade ao comentar a transferência de valor para o sistema de transporte público e o fato de o projeto aprovado pelos parlamentares suprimir o limitador social, que previa a manutenção do benefício apenas para estudantes de famílias com renda mensal de até quatro salários mínimos. “Essa proposta pretende fazer justiça social aos brasilienses que pagam impostos. Quando a gente tira o limitador, a regra passa a valer para alunos da escola mais pobre à mais rica. Não concordo com isso. Defendo o passe livre para quem precisa”, afirmou.Para o presidente da Associação dos Usuários do Transporte Coletivo e Alternativo do DF e do Brasil (Autrac), o impacto na vida dos usuários será grande. “Vejo empresários e governo tentando justificar mais esse fardo insuportável, que vai sobrecarregar o orçamento dos passageiros”, criticou. Para ele, o governo erra ao não incluir a sociedade nas rodadas de negociações que envolvem empresários e sindicatos. “As empresas já faturam demais”, avaliou.A liberação do crédito suplementar de R$ 20 milhões, aprovado também na quarta-feira pela Câmara Legislativa, deverá ocorrer na próxima semana, mas ainda não há data para que a recarga de cartões recomece. Segundo a assessoria do governador, a proximidade das férias letivas ameniza a gravidade da situação. Também não há previsão para a integração de tarifas de ônibus e metrô.A Associação de Bilhetagem Eletrônica Fácil, que opera o passe livre estudantil no DF, não quis se pronunciar sobre o assunto e não comentou se empresários serão retirados do quadro da empresa, caso o projeto de lei seja sancionado, como aprovado pelos parlamentares. O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros e das Empresas de Transportes Coletivos (Setransp-DF) também não comentou as declarações do governador e as possíveis mudanças no sistema. Informações do Correio Braziliense.
O jornalista Hermano Alves, deputado federal de 1967 a 1968 pelo MDB (Movimento Democrático Brasileiro), morreu ontem, aos 82 anos, em Lisboa, vítima de um câncer.Vivia em Portugal desde o início da década de 90. Era o principal colunista de política da Folha em 1964, quando o golpe militar depôs o governo João Goulart. Teve uma segunda passagem pelo jornal entre 1984 e 1985, após um período no exílio.Teve atuação destacada na oposição ao golpe militar no Brasil e na cobertura que fez da Revolução dos Cravos (1974), que pôs fim ao regime ditatorial em Portugal. Filho de portugueses, Alves nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro, e se mudou ainda pequeno para Ilhéus (BA).Aos 13 anos, voltou à terra natal, onde estudou direito, sem chegar a concluir. Sua vida profissional começou no jornalismo. Em 1949, ao lado de Carlos Lacerda, foi um dos fundadores da "Tribuna da Imprensa", no Rio de Janeiro.Desde logo admirado por colegas, Alves trabalhou ainda no "Jornal do Brasil" e no "Correio da Manhã". Em 1964, passou a escrever sistematicamente na Folha contra o golpe que depôs Goulart e instaurou a ditadura militar (1964-1985). Dois anos depois, candidatou-se a deputado federal. Eleito em 1967 pelo MDB, integrou o movimento Frente Ampla, que defendia a "pacificação política do Brasil através da plena restauração do regime democrático".CASSAÇÃOEm 1968, ano em foi decretado o AI-5 -ironicamente no dia de seu aniversário-, Alves teve os direitos políticos cassados. No dia 30 de dezembro daquele ano, seu nome constou da primeira lista de cassações pós-AI-5, num pacote que incluía o deputado Marcio Moreira Alves. Com a cassação, Hermano Alves deixou o Brasil. Exilou-se no México, na Argélia, na França e, depois, na Inglaterra, onde trabalhou para a BBC de Londres.Em 1979, foi beneficiado pela anistia, mas só regressaria ao Brasil em 1984, quando se estabeleceu em Brasília, trabalhando em jornais e prestando assessoria para o então deputado Antonio Paes de Andrade (PMDB-CE). Em 2005, recebeu indenização do governo brasileiro pela perseguição sofrida durante a ditadura. Foi casado duas vezes.Com Maria do Carmo Veloso Alves, teve quatro filhos. Sua segunda esposa foi a portuguesa Maria Helena Alves, professora universitária, com quem vivia em Lisboa. Informações da Folha.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu um novo recorde de popularidade e agora é aprovado por 78% dos brasileiros, segundo pesquisa Datafolha.Foram entrevistadas 2.658 pessoas e a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.O governo Lula tinha 76% de aprovação em maio. Era o seu recorde até agora em seus dois mandatos, iniciados em janeiro de 2003.Embora a oscilação tenha sido dentro da margem de erro máxima, no caso do petista a curva mostra uma consistente trajetória ascendente há quase dois anos.De dezembro para cá, Lula melhorou sua aprovação em seis pontos. Tinha 72% e pulou para os 78% atuais.O melhor desempenho do petista é na região Nordeste, onde se concentram mais brasileiros de baixa renda atendidos por programas como o Bolsa Família. Em maio, Lula tinha 85% de aprovação entre os nordestinos. Agora, está com 87%.Nunca desde a volta do país ao regime democrático, em 1985, houve um presidente com popularidade tão alta como a de Lula num ano de sucessão como o atual.Pela primeira vez também Lula recebeu uma nota acima de 8 para o desempenho de seu governo. Ele registrou 8,1, quebrando o recorde de maio, quando recebeu 8,0.Entre os homens, o presidente atingiu 81% de aprovação -tinha 78%. Essa taxa é sempre menor entre as mulheres: 76% acham o governo Lula ótimo ou bom. (FR). Informações da Folha.
Depois das convenções que oficializaram suas candidaturas à Presidência e às vésperas do início oficial da campanha eleitoral, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) estão tecnicamente empatados, segundo pesquisa Datafolha realizada ontem e anteontem em todo o país. O tucano tem agora 39%, contra 38% de Dilma.Marina Silva (PV) aparece com 10%. Entre os 2.658 entrevistados, 5% responderam que pretendem votar em branco ou nulo. Outros 9% disseram não saber. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.O quadro mostra pouca variação em relação a 20 e 21 de maio, quando Serra e Dilma tinham 37% e Marina, 12%. Em junho, Serra concentrou aparições em programas de TV de 10 minutos do PSDB, do PTB e do PPS, partidos que o apoiam. Também teve alta exposição em propagandas curtas de rádio e TV dessas legendas.Em maio, o levantamento foi produzido após Dilma Rousseff também estrelar propagandas do PT. Em maio, 29% diziam ter visto algum comercial do tucano nos 30 dias anteriores.Agora, 50% responderam "sim" à mesma pergunta. Já em relação a Dilma, em maio 37% diziam ter lembrança de comerciais da petista nos 30 dias anteriores à pesquisa. Agora, o percentual é próximo: 34%. O PT usou vários horários regionais de sua propaganda partidária para manter Dilma em evidência em junho.ESPONTÂNEAUm resultado da maior exposição de Serra em junho fica evidente no levantamento espontâneo, quando os entrevistados dizem em quem pretendem votar sem ver uma lista de nomes. Há um mês, o tucano tinha 14% na pesquisa espontânea. Subiu agora para 19%. Dilma estava com19%e foi a 22%.Marina manteve 3%. Nesse quesito, Dilma tem ainda potencialmente a seu favor os 5% que não sabem que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não se reeleger e declaram voto nele.Há também 4% inclinados a votar em quem Lula indicar e 1% no "candidato do PT". Serra manteve a maior rejeição, com 24% dizendo que não votariam nele de jeito nenhum, mas a taxa teve leve queda: era de 27% em maio.Dilma se manteve com 20% de rejeição.Marina tem14%, mesmo índice anterior. No cenário em que são incluídos os candidatos "nanicos", o empate se mantém: Serra tem 39% e Dilma, 37%.Marina vai a 9%. Apesar do empate, Dilma lidera quando o eleitor é questionado sobre a expectativa de vitória. Para 43%, Dilma será eleita, contra 33% dos que apostam em Serra. Houve também estabilidade do cenário de eventual segundo turno. Serra aparece com 47% e Dilma com 45%. Em maio, o tucano registrou 45% contra 46% da petista.Dilma continua tendo suas melhores taxas no Nordeste, onde subiu de 44% para 47%, e Norte/Centro-Oeste, onde foi de 40% para 42%. Já Serra está melhor no Sul, onde sua intenção de voto subiu de 38% para 50%, e no Sudeste, onde tem 43%, contra 40% de maio.Informações da Folha de S.Paulo.