O líder revolucionário e ex-ditador cubano Fidel Castro, 83, apareceu nesta segunda-feira com boa aparência em uma entrevista a um programa diário da TV local, em seu primeiro vídeo divulgado em quase um ano. A entrevista foi concedida a um jornalista do programa "Mesa Redonda", da TV estatal cubana, e também retransmitida pela rede americana CNN. Nos primeiros minutos da entrevista, Fidel leu trechos escritos pelo linguista americano Noam Chomsky e outros, explicando porque acredita que a tensão na península coreana poderia provocar uma guerra mundial. Ele disse que o afundamento do navio sul-coreano Cheonan foi resultado de uma conspiração dos EUA para desestabilizar a península coreana. Os EUA teriam plantado uma mina no navio para provocar uma guerra entre as Coreias do Norte e do Sul, segundo Castro.Fidel também alertou para uma possível guerra entre EUA e Irã por conta do programa nuclear do país persa. Ele falou sobre um iminente ataque dos EUA e Israel ao Irã, e advertiu que o líder iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, "responderá".Vestindo uma jaqueta azul e camisa xadrez, Fidel falou devagar, mas aparentando estar calmo e lúcido.Em seu último vídeo, em agosto de 2009, Fidel apareceu em sua casa com um grupo de estudantes venezuelanos.Suas participações anteriores no programa "Mesa Redonda", em junho e setembro de 2007, foram gravadas em sua residência. No vídeo de hoje, ele aparece em um escritório, em local não especificado, em frente a uma mesa cheia de papeis.Não ficou imediatamente claro se o vídeo era ao vivo ou gravado, mas Fidel fez referência a uma matéria de 5 de julho como tendo sido publicada há seis dias, o que significaria que a entrevista foi gravada no domingo (11).DÚVIDASO vídeo levanta dúvidas sobre por que Fidel estaria aparecendo em público neste momento, após tanto tempo afastado das câmeras, e sobre o quanto ainda influencia nas decisões políticas da ilha."Acho que terá um efeito positivo sobre as pessoas", disse David Suarez, estudante de 21 anos. "Dará esperança de que, mais uma vez, ele vai nos ajudar a resolver nossos problemas."Magaly Delgado Rojo, aposentada de 72 anos, disse que tudo deve ter sido estritamente planejado. "As fotos [publicadas durante a semana] e agora a mesa-redonda querem mandar uma mensagem: ‘Estou aqui e estou no comando de tudo... Faço parte de todas as decisões que são feitas‘." Da Folha.com com agências internacionais
O GDF liberou hoje recursos para a conclusão de importantes obras em andamento. A liberação faz parte das ações do Comitê de Acompanhamento, Controle e Monitoramento de Obras, coordenado pela vice-governadora Ivelise Longhi. A obra de urbanização da área externa da Torre de TV já estava licitada, mas dependia da liberação de R$ 1,791 milhão. Com os recursos será ainda construído estacionamento no local. Além disso, foram liberados mais da metade dos recursos necessários para a conclusão das obras de infraestrutura e pavimentação nas regiões de Estância Planaltina e Mestre D’Armas, no valor de R$ 8 milhões. Há um mês, a vice-governadora recebeu líderes comunitários da região para discutir o andamento das obras. Outros R$ 2 milhões foram liberados para a construção de 38 unidades habitacionais no Núcleo Rural Monjolo e mais R$ 4,100 milhões para pequenas obras.
Pesquisadores brasileiros sequenciaram, pela primeira vez no País, o genoma humano completo. O feito coincide com os dez anos do projeto que desvendou o DNA da bactéria Xylella fastidiosa e iniciou a pesquisa genômica no Brasil.Na realidade, os cientistas sequenciaram dois genomas completos: o de uma célula tumoral e o de um linfócito sadio - célula de defesa do sangue. Ambos vieram da mesma pessoa, uma mulher indiana de 61 anos com câncer de mama. O objetivo foi identificar diferenças no DNA que ajudem a entender a doença.O Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer, em São Paulo, coordenou o estudo. As amostras vieram de um banco de células em Nova York. O Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), em Petrópolis (RJ), sequenciou os dois tipos de células e gerou dados que permitiram a identificação de mutações pontuais.Uma filial do Ludwig em San Diego, na Califórnia, também realizou o sequenciamento completo, mas produziu informações para o estudo de rearranjos nos cromossomos. As sequências geradas nos dois centros foram enviadas para a unidade paulistana do Ludwig, que realizou uma análise minuciosa. Os resultados serão publicados em uma revista científica internacional."Um dos motivos pelos quais escolhemos o câncer de mama é sua prevalência entre as mulheres brasileiras", explica Anamaria Camargo, coordenadora do estudo, que recebeu cerca de R$ 2 milhões em financiamento dos Ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O Ludwig aportou quantia semelhante. Até agora, só foram publicados nove artigos sobre o genoma do câncer. Todos a partir de dezembro. O estudo brasileiro será o décimo e o primeiro a comparar o DNA completo de um tumor com o de uma célula sadia. Informações da AE.
Lançada candidata à Presidência da República sob o lema "Pátria Mãe, Pátria Mulher", em evento no qual a questão do gênero foi abordada como um dos pontos centrais da campanha eleitoral, Dilma Rousseff (PT) até o momento não explicitou políticas públicas ou propostas que pretende implementar nesta área. O comando da campanha argumenta que a candidata vai elucidar as propostas "ao longo do processo eleitoral" e que o combate à desigualdade entre homens e mulheres permeará todas as políticas públicas de um eventual governo Dilma."Estamos coletando propostas de outros partidos da coligação", disse o deputado José Eduardo Martins Cardozo (PT-SP), um dos coordenadores políticos. Saudações e referências especiais às mulheres são frequentes nos discursos da candidata, que busca reduzir a desvantagem entre o eleitorado feminino, segmento onde seu principal adversário, José Serra (PSDB), tem vantagem de sete pontos porcentuais (41% a 34%), conforme a pesquisa Ibope feita entre os dias 27 e 30 de junho. A única ação já mencionada abertamente pela petista diz respeito à construção de 6 mil creches no País num período de quatro anos, o que auxiliaria as mães trabalhadoras.Ainda que não tenham invocado a questão da mulher como tema central de campanha da mesma forma que Dilma, os candidatos José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) também abordam o tema em seus pronunciamentos, mas, assim como a petista, ainda não apontaram ações específicas em suas diretrizes de programas de governo protocoladas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).A atuação de Serra como ministro da Saúde no governo de Fernando Henrique Cardoso é um dos dividendos políticos que o candidato pretende explorar. O tucano constantemente cita programas que implementou como ministro, como o "Mãe Canguru", que incentiva o parto humanizado na rede pública e permanência dos recém-nascidos com as mães.Marina Silva, que nas diretrizes de seu programa de governo promete evitar embates vazios e consensos ocos", menciona mais especificamente a questão da mulher apenas no capítulo educação, quando promete "apoiar a ampliação de instalações apropriadas, com condições básicas de higiene e profissionais qualificados, para que as mulheres possam trabalhar com tranquilidade". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
"Campeões!" foi a palavra mais estampada nesta segunda-feira na imprensa espanhola para resumir a vitória da seleção na Copa da África do Sul, com caracteres enormes, fotos de página inteira e análises sobre a grande geração de jogadores que conquistou o triunfo sem precedentes.Duas fotografias, a de Iker Casillas erguendo a taça de campeão cercado pelos companheiros e a de Andrés Iniesta festejando o gol da vitória, foram as mais usadas."Campeões do mundo. Da Espanha ao céu", é o título de capa do esportivo "As". ‘‘O paraíso do futebol‘‘ é o título da crônica, na qual afirma que a conquista é "a confirmação de um estilo que engrandece este esporte."Espanha demonstrou que jogar bem é o caminho mais curto para ganhar. Nossa seleção reivindicou um valor estético que parecia antigo e ineficaz", acrescenta.A publicação dedicou generosos elogios ao treinador Vicente del Bosque: "Seu papel secundário o elevou à categoria de pai espiritual, pois embora não tenha sido ele quem inventou este jogo, foi ele quem o desenvolveu e enriqueceu com contribuições pessoais que nem sempre foram bem entendidas"."Sim, somos campeões!", destaca "Marca", que acrescenta: "Um golaço de Iniesta nos dá o Campeonato do Mundo. "‘‘São Iker‘‘ salvou o jogo com duas defesas antológicas".Além dos elogios à Espanha, não faltaram críticas ao jogo violento holandês."Em uma partida dura, tolerada por um árbitro incompetente, Espanha resumiu sua difícil aventura na África do Sul. Superou todas as dificuldades, suportou a violência da Holanda, buscou seu momento e o encontrou em um arremate que entra para história, um chute de direita de Iniesta nos últimos instantes da prorrogação. Esse gol mudou para sempre a história do futebol espanhol", aponta "Marca"."El Mundo Deportivo" dedica sua capa a Iniesta: "Campeões do Mundo! Um golaço de Iniesta no minuto 116 deu o primeiro título mundial à seleção espanhola"."Iniestazo à glória", detalha no interior do jornal. "Um gol de dom Andrés dá o primeiro Mundial à Espanha, campeã em grande estilo: ganhou e jogou para ganhar".O esportivo barcelonês abre sua crônica com o grito "Finalmente!" e elogia, sobretudo, Casillas, Iniesta e Vicente del Bosque: "Sempre receptivo, o treinador tomou as decisões acertadas partida a partida e, graças a isso, Espanha ganhou o Mundial"."Campeões do Mundo. Outro ‘‘iniestazo‘‘ histórico", chama na capa o "Sport". "A seleção conquistou o título na prorrogação. Espanha entra para elite. Se transforma na oitava campeã do mundo após uma exibição com o selo do Barça", aponta.Esta publicação resume em uma frase: a "Copa mais merecida". Para o jornal, os principais responsáveis pela conquista foram Iniesta e Casillas e afirma que a vitória aumenta as possibilidades da Fifa aceitar a candidatura ibérica da Espanha e Portugal à Copa de 2018 ou 2022."El País" dedica capa inteira à seleção sob o titula "Campeões do mundo"."Um hino à felicidade, sem demagogias. Espanha é campeã do mundo, a epopeia que faltava ao esporte espanhol", diz também na primeira página."El Mundo", como todos os jornais, traz uma ampla sequência de fotografias com as comemorações nas ruas de distintas cidades espanholas. Uma das imagens e vídeos mais publicados é o beijo de Iker Casillas na namorada, a jornalista Sara Carbonero, depois que ela o entrevistava ao vivo para uma televisão."Nossa Espanha... daqui à eternidade", abre "El Mundo" em amplas duas páginas."A melhor equipe do mundo", "O sonho cumprido", "A história da Espanha começa de novo", "Andrés sempre olha ao céu", "As lágrimas de um herói" (sobre Casillas), "Desordenado e desnorteado" (sobre Robben) são outros títulos do jornal."La Razón" estampa "Obrigada, Espanha!" e fala de uma seleção "grande e campeã"."Nem o árbitro, nem a Holanda puderam com a Espanha. Casillas parou e Iniesta, com passe de Cesc, marcou no fim da prorrogação", resume. As informações são da Agência EFE
Vizinhos da loura Fernanda contam que seu apartamento, no conjunto residencial Visconde de Araguaia, em Santa Cruz, está vazio há pelo menos uma semana. Ela saiu do edifício com filho adolescente, mas deixou seus pertences no imóvel. Fernanda também é suspeita de ter ajudado Bruno a deixar sua mansão, no Gol vermelho dela, na terça-feira passada, após a polícia ter apreendido no local o menor J., pivô das denúncias sobre a morte de Eliza.Conhecida pelos moradores da região, Fernanda era frequentadora do bar Rock Bola, na mesma rua do conjunto residencial. Ao menos uma vez, esteve lá com Bruno. Funcionários, entretanto, contam que Fernanda não é vista há muito tempo no local. "O Bruno já veio aqui pelo menos uma vez. Nessa ocasião, ele chegou a dormir na casa de Fernanda e foi abordado por um torcedor do Flamengo. O rapaz até brincou com Bruno, falando que se o goleiro não tirasse uma foto com ele, iria espalhar a notícia de que Bruno foi visto com a loura no local. Bruno levou a ‘ameaça‘ com bom humor e disse que não haveria problemas para tirar uma foto ao lado do fã", contou um morador da rua.Não era raro Fernanda ser vista em boates como a West Show e o Clube Luso Brasileiro, em Campo Grande. Outro local que ela gostava era o Point Bar, em Santa Cruz, também frequentado pelo goleiro. Lá, Bruno foi visto ao menos uma vez ao lado de amigos e até de um colega de clube. Fernanda nunca foi vista no local com o esportista. Informações do Terra.
LegislaçãoA lei da inelegibilidade em vigor atualmente foi criada em 1990, para complementar a Constituição de 1988. O objetivo desta lei, diz o texto, era assegurar a “moralidade para o exercício do mandato” e “proteger a probidade administrativa”.InelegibilidadePessoas condenadas em decisão colegiada (por mais de juiz), e em segunda instância, não poderão disputar cargos eletivos.CrimesA regra vale para os políticos condenados por crimes considerados graves (como tráfico de drogas, homicídio e corrupção), cuja pena for superior a dois anos de prisão, e quando houver dolo (intenção).PrazoA proposta também fixa em oito anos o prazo em que o candidato deverá ficar de fora das disputas eleitorais. Atualmente, o prazo varia de acordo com cada processo.RenúnciaMesmo após renunciar, os políticos ainda podem ter seus mandatos cassados e ficar inelegíveis. Atualmente, a renúncia “livra” o político da inelegibilidade.RecursosÉ possível concorrer enquanto a Justiça analisa o pedido de recurso do candidato. Porém, se o pedido de recurso do processo for rejeitado pela Justiça, o candidato perde o registro da candidatura.
O Congresso realiza sessão nesta terça-feira (13) para promulgar as PECs (Propostas de Emenda à Constituição) do deputado Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ) e do deputado Sandes Júnior (PP-GO). Com a promulgação, o Congresso encaminha as leis para publicação e as novas regras devem valer a partir da data em que saírem no Diário Oficial.A primeira, a chamada PEC do Divórcio, facilita a separação judicial e minimiza o desgaste entre o casal, pois elimina a necessidade de esperar dois anos para fazer o pedido de divórcio. No dia seguinte ao término do relacionamento isso já pode ser feito. Já a segunda, conhecida como PEC da Juventude, abre espaço para a criação de políticas públicas destinadas a este segmento da população. As duas PECs foram aprovadas no Senado, depois de muita negociação entre líderes da Casa. A sessão está marcada para às 12h no plenário do Senado.
De janeiro a junho de 2010, o governo de São Paulo mais do que dobrou a média mensal dos gastos com publicidade em comparação aos três anos anteriores.Vitrine principal do PSDB nas eleições de outubro, o governo do Estado gastou em seis meses R$ 141,8 milhões com publicidade e comunicação institucional.Segundo a Folha de S.Paulo, no período, a média mensal foi de R$ 23,6 milhões, ante R$ 9,2 milhões mensais apurados como média dos primeiros semestres de 2007, 2008 e 2009 -crescimento de 156,5%. Os dados são do próprio governo.
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, foi, na madrugada de ontem, o convidado especial de duas festas populares organizadas por tucanos no Ceará.A presença dele foi exaustivamente anunciada ao microfone em forró promovido pela Prefeitura de Massapê, administrada pelo PSDB.O prefeito da cidade, João Pontes, é primo do deputado Luiz Pontes, coordenador da campanha do PSDB no CE.Apresentado ao microfone como ex-governador -numa tentativa de evitar problemas com a Justiça-, Serra assistiu a campeonato de quadrilhas e até ensaiou alguns passos. Ele seguiu ainda para um forró patrocinado pelo deputado estadual Rogério Aguiar (PSDB), em Marco. Do camarote, ele ouviu elogios de Reginaldo Rossi. Durante show, o cantor disse que se resignaria caso surpreendesse sua mulher "na cama com Serra", porque ele "será o melhor presidente".Pela manhã, ele tomou café com prefeitos na fazenda do deputado João Jayme. Segundo o anfitrião, Serra manifestou interesse pelo Bolsa-Bode, programa de complementação de renda com doação de rebanho. Informações da Folha.
Agnelo Queiroz (PT)
9h - Reunião Interna 14h - Reunião de Planejamento 18h - Reinauguração da Federação dos Trabalhadores no Comércio e no Setor de Serviços do Distrito Federal - FETRACOM - SCS Quadra 06, Bloco A, Ed. Arnaldo Villares Salas 418 e 421.
As assessorias dos demais candidatos ainda não enviaram suas agendas.
Há 34 milionários entre os 802 candidatos a uma das 24 vagas de deputado distrital. Pouco mais de 4% dos que se inscreveram no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para o pleito de outubro declararam ter um patrimônio superior à R$ 1 milhão. Entre os bens listados aparecem casas, apartamentos, terrenos, fazendas, veículos, aplicações financeiras e participação em empresas. Na outra ponta do ranking, sete postulantes informaram possuir menos do que R$ 5 mil, sendo que cinco deles adotaram uma conhecida estratégia, em que declaram bens no valor de centavos. Levantamento feito pelo Correio com base nas informações prestadas à Justiça Eleitoral mostra, no entanto, que quase a metade dos concorrentes afirmou não ter riqueza alguma acumulada. De acordo com o levantamento, 46,6% dos candidatos a distrital declararam não ter qualquer patrimônio.Nove dos milionários declarados já atuam na Câmara Legislativa. Significa dizer que um quarto dos candidatos milionários já foram eleitos, viram seu patrimônio aumentar durante o mandato e agora querem a reeleição. Outros são figuras conhecidas, como o ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia (PTC), dono de um patrimônio declarado de R$ 3,8 milhões, incluindo duas casas e três terrenos. Luiz Carlos dos Reis (PHS), empresário do ramo de distribuição de combustíveis, declarou um montante de R$ 10,6 milhões em imóveis, terras e participações em postos de gasolina. O ex-presidente do Tribunal de Contas do Distrito Federal Paulo César de Ávila e Silva (PSC) e o ex-diretor do Departamento de Trânsito (Detran) Délio Cardoso (PDT) informaram ter R$ 3,1 milhões e R$ 2,2 milhões, respectivamente.Um em cada 10 interessados na função parlamentar listou bens que, somados, valem entre R$ 100 mil e R$ 199 mil — variação com o maior número de candidatos (10% do total), entre os que declararam alguma coisa. Patrimônios entre R$ 50 mil e R$ 99 mil e na faixa dos R$ 300 mil também apresentam percentuais significativos. Em muitos casos, um único bem, quase sempre imóvel, é responsável por valores entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão — variação de patrimônio declarado por 6,2% dos postulantes. Um candidato chegou a informar à Justiça Eleitoral a posse de um apartamento no valor de R$ 16,3 milhões, em Águas Claras. Por se tratar de um provável erro, ele não foi incluído no levantamento como milionário, assim como outros três postulantes em situações semelhantes.Dos patrimônios declarados, com exceção dos que informaram bens no valor de centavos, o menor é o de Rodrigo Germano Delmasso Martins (PTN), que assumiu a Secretaria de Trabalho do DF em dezembro do ano passado, após o estouro da Operação Caixa de Pandora, e permaneceu no cargo até maio. Ao TRE, ele afirmou ter R$ 1.250, referentes à participação na loja de roupas masculinas da sogra, no Guará. “É uma empresa pequenininha. Tirando isso, não tenho mais nada”, garante ele, que também é pastor evangélico. “Durante o mandato de deputado, é natural que o patrimônio cresça. Mas esse não é meu objetivo. Quero ser eleito para servir à população”, completa Delmasso. Mais informações no Correio Braziliense.
Por motivos técnicos estamos suspendendo a enquete para a escolha do melhor nome para ser o governador do DF.
Carlos Eduardo Reche, de O PopularO senador Marconi Perillo (PSDB) lidera a corrida ao governo de Goiás com 6,8 pontos porcentuais de vantagem sobre o segundo colocado, o ex-prefeito de Goiânia Iris Rezende (PMDB), mostra a terceira rodada da pesquisa Serpes/O POPULAR, a primeira feita após as convenções. O tucano aparece com 46,1% das intenções de voto, diante de 39,3% do peemedebista, afirma o levantamento, realizado entre os dias 5 e 9.Na comparação com a rodada anterior, publicada em 31 de maio, Marconi ligeira alta, de 1,1 ponto porcentual, e Iris sofreu ligeira queda, de 1,3 ponto. No levantamento realizada em maio, a distância entre o senador e o ex-prefeito era de 4,4 pontos porcentuais. As variações estão dentro da margem de erro da pesquisa é de 3,1 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O Serpes entrevistou 1.001 eleitores em todo o Estado.O candidato do PR, o ex-prefeito de Senador Canedo Vanderlan Cardoso, cresceu 2,1 pontos porcentuais em relação à última rodada e aparece agora com 6,5% das intenções de voto. Na pesquisa publicada em maio, o republicano aparecia com 4,4%. A candidata do PCB, Marta Jane, lançada pelo partido à disputa na semana passada, tem 1,2% das menções. Washington Fraga (PSOL) aparece com 0,3%. Os eleitores indecisos são 5,1% e os que afirmaram que votariam em branco ou nulo, 1,6%.Na divisão da pesquisa por regiões, Iris vence a disputa na capital, em que aparece com 46,6% das intenções de voto, diante de 35,7% de Marconi. O cenário é melhor também para Vanderlan, que tem 12,7% das intenções de voto em Goiânia.O senador tem mais de 50% das intenções de voto no Norte, no Entorno de Brasília e no Noroeste do Estado. No Norte, Marconi aparece com 51% dos votos, diante de 44% de Iris e 2% de Vanderlan. No Entorno, Marconi tem a maior vantagem sobre os adversários: o senador aparece com 52,4% das intenções, diante de 28,2% do peemedebista e de 2,9% do republicano.No Noroeste do Estado, Marconi tem 51,2% das intenções, contra 33,8% de Iris e 6,2% de Vanderlan. A disputa entre Iris e Marconi está mais equilibrada na região Central, onde fica Anápolis. O tucano tem 45,2% das intenções, Iris obtém 41,4% e Vanderlan, 8,6%. No Sudoeste do Estado, o senador tucano tem 45,5%, o ex-prefeito de Goiânia tem 40,9% e o ex-prefeito de Senador Canedo aparece com 2,7%.
Afastado na quinta-feira do cargo de diretor de jornalismo da TV Cultura, o jornalista Gabriel Priolli disse que deve definir hoje seu futuro na emissora. Priolli havia sido nomeado havia uma semana para a função, mas foi demitido subitamente pelo presidente de conteúdo da TV, Fernando Vieira de Mello, que o chamou à sua sala às 19h de quinta.A demissão de Priolli fez eclodir uma suspeita de que o fato tivesse motivação política. O jornalista tinha pautado uma matéria (jargão jornalístico para encomendar a uma equipe a realização de uma reportagem) sobre os pedágios nas rodovias paulistas - tema que incomoda o ex-governador José Serra, candidato à presidência da República pelo PSDB. Serra tem grande influência na emissora - recentemente, indicou para o cargo seu ex-secretário de Cultura, João Sayad."Eu agradeço (a ligação), mas vou manter silêncio. Ainda sou funcionário da TV Cultura e vou definir minha situação amanhã, em reunião com Ronaldo Bianchi (vice-presidente da fundação", disse Priolli.O jornal O Estado de S.Paulo apurou que a emissora vai oferecer duas alternativas a Priolli. O jornalista, Prêmio Esso de Jornalismo em 1988, trabalhou em Veja, Folha de S. Paulo e no Estado de S.Paulo, Jornal da Tarde, Carta Capital e Época. Foi editor do Jornal Nacional e editor-chefe do telejornal São Paulo Já, da TV Globo. Trabalhou como diretor na Rede Bandeirantes, editor-chefe na Rede Record e diretor-executivo de jornalismo da TV Gazeta de São Paulo. É um dos mais destacados funcionário e colaboradores da TV Cultura há mais de uma década.A direção da Fundação Padre Anchieta (que gere a TV Cultura) negou fundamento político na demissão de Priolli. "Foi uma escolha equivocada (a de Gabriel Priolli para o cargo). A TV Cultura agiu rápido (e fez a troca)", disse João Sayad, presidente da fundação. Sobre motivações políticas, ele afirmou: "Não foi uma decisão política. A TV Cultura jamais foi partidária".A reportagem em questão, sobre o alto preço dos pedágios paulistas, ouviu Geraldo Alckmin e Aluizio Mercadante, candidatos ao governo do Estado. A produção do material tentou ouvir a Secretaria dos Transportes, que não se pronunciou a respeito e não quis enviar uma nota oficial. Segundo fontes políticas, a campanha de José Serra demonstra irritação com a abordagem do assunto - que está sendo tratado inclusive pelo candidato governista ao Palácio dos Bandeirantes, Geraldo Alckmin.O caso sucedeu a um outro ato que é considerado de fundo político na emissora, o afastamento do jornalista Heródoto Barbeiro do cargo de apresentador do programa de entrevistas Roda Viva. Barbeiro fez uma pergunta incômoda a Serra durante o programa, também sobre os pedágios. Inquiriu o ex-governador se a defesa deste da supressão de tributos não seria contraditória, já que, durante sua gestão, os preços praticados nos pedágios foram elevados. Na semana passada, Barbeiro foi substituído por Marília Gabriela. Informações da AE.
CARLOS MENDES - Agência EstadoO procurador eleitoral do Pará, Daniel César Avelino, ingressou com pedido de impugnação das candidaturas ao Senado dos deputados federais Jader Barbalho (PMDB) e Paulo Rocha (PT) e de mais oito candidatos que disputam cadeiras na Assembleia Legislativa e Câmara Federal. A maioria dos citados no pedido teve as contas rejeitadas por colegiado de juízes, enquanto Jader e Rocha estariam inelegíveis, segundo Avelino, porque "renunciaram aos mandatos para escapar de processos de cassação".O ex-deputado Luiz Sefer, condenado a 21 anos por abuso sexual contra uma criança de 9 anos, também está na lista. Quem foi atingido pela lei complementar 135/2010, a chamada lei da ficha limpa, de acordo com argumento do procurador, não pode participar da eleição de outubro.Outras 750 candidaturas registradas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estão sendo analisadas por Avelino, que pode nos próximos dias ajuizar novos pedidos de impugnação. O presidente TRE, desembargador João Maroja, estabeleceu prazo até o dia 5 de agosto para julgar todos os casos.Jader Barbalho disse que aguarda a notificação do Tribunal para apresentar sua defesa. "No mérito, a impugnação é improcedente e no aspecto legal é inconstitucional, porque fere cláusulas pétreas da Constituição", comentou o deputado. Para ele, uma lei nova não pode retroagir para abrigar "acusações passadas que foram arquivadas". Jader se refere às acusações de improbidade quando foi governador do Pará, entre 1982 e 1986.No episódio em que renunciou ao mandato de senador, em 2002, ele diz que fez isso para "preservar" seus direitos políticos. "Eu era a bola da vez, depois que o senador Antonio Carlos Magalhães renunciou ao mandato pela fraude no painel do Senado".O deputado Paulo Rocha não foi localizado para falar sobre a decisão do procurador. O celular deve estava desligado. No PT paraense, a informação era de que Rocha estava em campanha pelo interior do Estado. O partido vai alegar que o deputado não tem nenhuma condenação e que a lei da Ficha Limpa é inconstitucional.