Católico fervoroso, o candidato ao GDF Joaquim Roriz (PSC) começou o segundo dia de campanha em outra igreja evangélica. Depois de participar de um culto em Santa Maria no sábado (17/07), Roriz foi à Igreja Projeto de Jesus, em Ceilândia Norte, onde estava acontecendo a Festa dos Filhos de Deus. O evento começou às 10h30, mas Roriz só apareceu meia-hora depois. Alberto Fraga, vaiado em Samambaia no sábado, não esteve presente. Maria de Lourdes Abadia (PSDB), Osório Adriano (DEM) e o candidato a vice de Roriz, Jofran Frejat (PR), participaram do evento.Abadia, que foi administradora de Ceilândia por 14 anos e concorre a uma cadeira no Senado, prometeu aos fiéis que vai reservar um novo campus da Univerdade de Brasília (UnB). "Vim para agradecer o carinho da população, o amor que tenho pela cidade. Reafirmo a esperança e o compromisso com Ceilândia", disse. A cidade é o principal reduto eleitoral de Roriz, que também discursou na festa. De lá, eles seguiram para Vicente Pires, onde participam de evento da Unicoop. Informações do Correio Braziliense.
Ricardo Taffner, do Correio BrazilienseO encontro enfim aconteceu. Na inauguração do comitê central do PMDB, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), petistas e peemedebistas dividiram o palanque montado no alto de um carro de som. Seria mais uma manhã normal de campanha, não fosse a parceria inusitada entre antigos rivais, que, desta vez, contou com a presença de políticos investigados na Operação Caixa de Pandora.O candidato a governador pelo PT, Agnelo Queiroz, e o vice, deputado federal Tadeu Filippelli (PMDB), já estavam no trio elétrico quando o deputado distrital Rôney Nemer (PMDB) chegou ao evento. Ficou pouco tempo. Em menos de 15 minutos, conversou com parte das 500 pessoas presentes, subiu ao carro de som para cumprimentar os candidatos e foi embora. “É constrangedor, porque eles (petistas) disseram que não queriam dividir o palanque com quem foi citado na Caixa de Pandora”, disse Nemer.O nome do distrital foi mencionado em uma conversa entre o ex-governador José Roberto Arruda (sem partido), o ex-chefe da Casa Civil José Geraldo e o ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa. Ele é suspeito de ser um dos beneficiários do esquema de pagamento de propina. “Tenho a consciência tranquila porque não participei de nada, e quem vai me julgar são as urnas”, desabafou.O ex-secretário de Educação José Luiz Valente (PMDB) também é alvo do Inquérito nº 650 do Superior Tribunal de Justiça. Candidato a deputado distrital, ele chegou cedo à inauguração e só saiu no fim do evento, às 12h. Entretanto, preferiu se manter mais discreto e não chegou perto dos candidatos majoritários. “Olho para frente e não quero saber das críticas. Não esquento a cabeça com isso”, afirmou.Valente foi citado em uma gravação por um assessor que disse estar recebendo dinheiro em nome do ex-secretário. Depois da divulgação do vídeo, o funcionário teria afirmado que agiu sem conhecimento do superior. Luiz Valente ainda teve a casa e o gabinete alvo de um mandado de busca e apreensão. Segundo o candidato, tudo não passou de uma confusão da Polícia Federal, que teria trocado seu nome com o de outro investigado. “Quando a PF corrigir essa situação, tudo ficará esclarecido”, garante.Agnelo disse não ver problema em fazer campanha ao lado dos investigados. “Enquanto nada for provado, não poderemos condenar ninguém antecipadamente.” Para Filippelli, não existe constrangimento entre os candidatos. “Já superamos isso, porque quem tinha de sair já está fora e mostramos que é possível fazer a coligação e empolgar a militância juntos”, afirmou.AusênciasA inauguração do comitê do PMDB não atraiu muitos petistas. A maioria dos candidatos da legenda preferiu priorizar a agenda de Agnelo apenas na parte da tarde. No almoço na Feira do Guará, apareceram figuras conhecidas do PT, como os deputados distritais Paulo Tadeu e Cabo Patrício.O presidente do PT-DF, Roberto Policarpo, afirmou que as divergências entre os membros das legendas são residuais. Para melhorar a relação, a coligação fará uma plenária com todos os candidatos. A data ainda não foi definida. “Quem faz as críticas vê que nas ruas não existe problema algum”, disse Policarpo. A opinião é compartilhada pelo ex-deputado distrital pelo PMDB Odilon Aires. “As pessoas que são contrárias à união não falam pelos partidos, tanto que não interferiram na coligação.”Odilon também é alvo do inquérito por ter sido filmado recebendo dinheiro de Durval Barbosa. Ele foi contra a coligação, mas disse ter mudado de ideia por seguir as determinações do partido. “Não temos nenhuma dificuldade, até porque depois da crise de 2005 no PT eles passaram a não ter mais credencial para criticar ninguém”, afirmou.1 - Quartel-generalA área de 4mil metros quadrados no SIA servirá como um quartel-general do PMDB. O local conta com um prédio de dois andares, de 2,3 mil metros quadrados, oito salas e um auditório, além de uma garagem para plotagem de carros. O aluguel é de R$ 30 mil, que será revertido como doação de campanha pelo proprietário do espaço.
O GloboEsforço do governo federal para tirar da pobreza absoluta 12,8 milhões de pessoas nos últimos anos - resultado, principalmente, de políticas de aumentos reais do salário mínimo e do funcionalismo, bem como da ampliação do Bolsa Família - transformou o orçamento federal numa grande folha de pagamento, segundo cálculos do economista especializado em contas públicas Raul Velloso. Tomando como base as despesas não financeiras da União em 2009 (que excluem pagamento de juros da dívida pública ou concessão de empréstimos), 48,8 milhões de brasileiros dependem diretamente do dinheiro advindo da arrecadação de impostos. Segundo reportagem deste domingo de O GLOBO, são grupos que vão de gente beneficiada com o seguro-desemprego ou o Bolsa Família até assalariados do funcionalismo público e aposentados, que contribuíram boa parte da vida em troca da remuneração.Como, na sua grande maioria, esses pagamentos se configuram em renda familiar, o número de beneficiados é na prática bem maior. Se levado em conta que essa renda ajuda a manter ao menos duas pessoas (núcleo familiar básico) - e, no caso do Bolsa Família, núcleos familiares mais numerosos -, argumenta Velloso, a quantidade de brasileiros que vivem de recursos advindos da arrecadação tributária sobe para cerca de cem milhões de pessoas. Mais da metade da população do país.No orçamento de 2009, observa o economista, esses gastos representaram R$ 570,5 bilhões, ou 77% de todos os gastos não financeiros - uma enormidade, dado que as despesas com saúde representaram 7,3% dos gastos totais, e os investimentos públicos, 6%. Na comparação com o orçamento de 2005, o número de brasileiros beneficiados diretamente passou de 40 milhões para 48,8 milhões, alta de 22% em cinco anos.- Quando um governo tem tanta gente dependendo dele em termos de renda, isso dá um poder de influência eleitoral muito grande - diz Velloso. - Especialmente nos últimos anos, quando foi praticada uma política agressiva de aumentos reais do salário do funcionalismo e dos aposentados, sem contar a ampliação maciça do Bolsa Família.Especialista: voto não é automáticoEssa não é bem a lógica de cientista políticos, filósofos e sociólogos especialistas em analisar o impacto de políticas públicas no processo eleitoral, ainda que todos concordem que as políticas de distribuição de renda possuem um componente poderoso de atração de votos. Fernando Abrucio, doutor em ciência política pela USP e professor da FGV de São Paulo, diz que programas como o Bolsa Família têm o poder de atrair votos por causa da percepção de melhora na vida de famílias que não possuíam renda e passaram a tê-la. Mas ele não acha certo dizer que as políticas de recomposição real de salários e aposentadorias do governo Lula tenham o poder de se transformar automaticamente em votos para a candidata governista, Dilma Rousseff.- Há uma expectativa de voto de aposentados do interior do Nordeste, por exemplo, que é muito diferente em comparação a aposentados de grandes núcleos urbanos no Sudeste e Sul, gente que provavelmente possui outra base educacional e acesso à informação - diz Abrucio. - E nem todos os funcionários públicos estão satisfeitos com as políticas do governo para o setor. Esse raciocínio tem limites.
Poucas horas depois de Iker Casillas levantar a taça de campeão do mundo, há exatos sete dias em Johannesburgo, o governo sul-africano ordenava que tropas ocupassem algumas das regiões mais miseráveis da cidade para frear uma tensão latente de ataques xenófobos contra imigrantes estrangeiros. No dia seguinte, funcionários de empresas de energia confirmavam a intenção de entrar em greve.Passada a euforia, milhões de cidadãos continuavam desempregados e a África do Sul voltava à sua dura realidade. Depois que o circo da Copa do Mundo deixou o país, ficaram a pobreza, a aids, a violência, a desigualdade social e, principalmente, uma divisão profunda entre os líderes sobre qual deve ser o projeto de país para a África do Sul.Para o mundo exterior, o presidente Jacob Zuma usou a Copa para mostrar uma nova imagem da África do Sul, capaz de realizar grandes eventos. Seu governo não esconde que quer receber os Jogos Olímpicos de 2020 e, principalmente, um lugar no Conselho de Segurança da ONU. Sem poder calcular os ganhos reais do Mundial, Zuma optou por um discurso ambíguo. "Não há preço para o que ganhamos ao abrigar essa Copa."Para ativistas sociais e parte da população, o que Zuma fez foi usar a Copa para criar uma espécie de cortina de fumaça sobre a real situação sul-africana. Analistas acreditam que a falta de serviços públicos, corrupção e discórdia entre os líderes está em seu ponto mais alto nos 16 anos de democracia do país.Segundo o Conselho de Pesquisas de Ciências Humanas da África do Sul, "a proporção de pessoas vivendo na pobreza na África do Sul não mudou de forma significativa desde 1994". "Na realidade, a camada mais pobre está mais pobre e a diferença social entre pobres e ricos aumentou", diz a entidade num relatório que pretende "evitar o ufanismo na Copa" e "mostrar as coisas como são".A tensão entre as classes não desapareceu. A primeira euforia que tende a sumir é o sentimento pan-africano que Zuma tentou estabelecer com a Copa. Com a África do Sul eliminada, televisões, governo e rádios insistiam que a população local deveria torcer para Gana. Mas, com 25% de taxa de desemprego e atraindo imigrantes de países vizinhos, os sul-africanos vivem em conflito com os estrangeiros, lutando por espaço nas favelas e nos trabalhos. Explosões de violência contra estrangeiros foram registrados em 2008 e 2009. Agora, a "nação arco-íris" já teme o pior de novo.Para grupos de direitos humanos, o fim da Copa deve intensificar os confrontos. Pelo menos 130 mil empregos temporários criados para o Mundial deixaram de existir. Tanto a Fundação Nelson Mandela como a ONG Pulse, da África do Sul, admitiram em declarações nesta semana que o risco de violência aumentou com o fim do evento."As ameaças de violência maciça relacionada como xenofobia voltaram", admitiu Duncan Breen, do Consórcio para Refugiados e Migrantes na África do Sul. "Está na hora de o governo parar com o discurso de que a Copa nos uniu e passar a agir para evitar mortes", disse.Para a Anistia Internacional, o governo "limpou" as cidades de seus problemas, transferindo desabrigados e impedindo a entrada de estrangeiros.Se não bastassem os problemas com estrangeiros, a insatisfação de trabalhadores de vários setores aumenta. Antes e durante a Copa, sindicatos ameaçaram entrar em greve como forma de pressionar por melhores salários. A gigante de energia Eskom evitou o pior, mas não descarta a hipótese de haver apagões ainda este ano.Lilian, uma moradora do Soweto, ironizou o evento e o discurso do governo. "Nem percebi que a Copa era aqui", disse. "As promessas eram que nossa vida mudaria. Agora, a Copa acabou e continuo desempregada. Se o governo teve dinheiro para gastar com estádios, por que não abriu um hospital para sua própria população".Dados oficiais mostram que o custo da Copa foi multiplicado por 11 entre 2004 e 2010. Segundo um grupo de ONGs locais, o dinheiro usado para o Mundial pelo governo seria suficiente para construir casas para 12 milhões de sul-africanos que vivem em favelas. Do outro lado, a Fifa arrecadou US$ 3,2 bilhões em renda com o evento e sem pagar um centavo sequer em impostos ao país sede. Para o CEO da Copa, Danny Jordaan, ver o Mundial dessa maneira é uma "prova de miopia". "No longo prazo, todos vão ganhar", garantiu.O escritor sul-africano Rian Malan é de outra opinião. "A Fifa encorajou o governo a gastar bilhões que não tínhamos em estádios que não precisamos. Agora, infelizmente, ficaremos com dívidas por anos", disse. Informações do Estadão.
France PresseHelsinque – Uma equipe de mergulhadores encontrou em meio aos restos de um navio no fundo do mar Báltico uma garrafa do que se acredita ser o mais antigo champanhe ainda consumível no mundo, um Veuve Clicquot que deve ter sido enviado por Luis XVI em 1780 à corte imperial russa.A descoberta deste espumante bicentenário, que ainda tem efervecência no interior da garrafa e "um sabor fabuloso", segundo uma enóloga que o provou, ocorreu a 55 metros de profundidade na costa das ilhas Aaland, um arquipélago situado no meio do caminho entre a costa sueca e finlandesa."Estamos em contato com (o fabricante deste champanhe) Moët & Chandon e é 98% certo de que se trata de um Veuve Clocquot", declarou à AFP Christian Ekström, chefe da equipe de mergulhadores que fez a descoberta."Há uma âncora na rolha e (Moët & Chandon) me disse que é a única a ter utilizado esse emblema" na região de Champagne (leste da França), explicou.A descoberta foi feita em 6 de julho, mas a equipe a manteve em segredo até agora. Há ao menos em torno de 30 garrafas no fundo do mar Báltico, o que lhes permitiu passar dois séculos em condições de conservação ótimas: ausência de luz e temperatura fria constante."A visibilidade é muito ruim, de apenas um metro. Não conseguimos ver o nome do navio. Trouxemos uma das garrafas à tona para tentar encontrar alguma data", relatou Christian Ekström."Segundo nossos arquivos, a garrafa é dos anos 1780. Veuve Clicquot iniciou sua produção em 1772 e as primeiras colheitas foram fermentadas durante dez anos, então não deve ser de antes de 1782. Também não pode ter sido depois de 1788-1789, quando a Revolução Francesa paralisou a produção", declarou.A garrafa, em bom estado mas sem etiqueta, foi fabricada a mão e sobre a rolha está escrito "Juclar", dos lagos de Andorra, de onde deve provir a cortiça."O vinho é absolutamente fabuloso. Ainda há bolhas lindas e finas", explicou à AFP Ella Grüssner Cromwell-Morgan, uma enóloga de Aaland a quem Ekström pediu que provasse a bebida depois da descoberta.Se a data e a origem forem confirmadas, seria o champanhe mais antigo do mundo, um recorde que atualmente é da garrafa Perrier-Jouët de 1825, degustada no ano passado por alguns enólogos.A especialista avaliou o preço mínimo de cada garrafa em 68 mil dólares. "Mas se for efetivamente o vinho de Luis XVI, poderão valer milhões", disse. Na segunda-feira será realizada uma reunião com as autoridades locais de Aaland para decidir de quem será a propriedade da descoberta. O pequeno arquipélago de língua sueca, mas anexado pela Finlândia, tem um governo autônomo.
O técnico Carlos Alberto Parreira pode exercer uma função que deseja há algum tempo no futebol. E logo na seleção brasileira. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a CBF o convidou, ainda informalmente, para ser coordenador, dando um pontapé inicial na reformulação da equipe após o fracasso na Copa do Mundo da África do Sul.Segundo a publicação, o presidente Ricardo Teixeira estaria à procura de alguém que conhecesse o cotidiano da entidade para que possa se dedicar integralmente à presidência do Comitê Organizador Local (COL) para o Mundial de 2014. Outras qualidades do ex-treinador da África do Sul são sua credibilidade e extensa rede de contatos internacionais. Ele é visto, inclusive, como potencial embaixador da Copa no Brasil.Caso Parreira aceite o convite, uma outra hipótese seria considerada. Ele poderia comandar a seleção brasileira nos cinco amistosos marcados até o fim do ano para que a entidade negocie com calma o substituto oficial de Dunga. O primeiro desafio já é no dia 10 de agosto, contra os Estados Unidos, em Nova Jersey. De acordo com o jornal, no entanto, o treinador não teria demonstrado animação com a alternativa.Como técnico da seleção brasileira, Parreira disputou duas Copas do Mundo. Em 1994, levou o tetracampeonato nos Estados Unidos. Em 2006, fracassou na Alemanha, sendo eliminado nas quartas de final. As informações são do Globoesporte.com.
Para ilustrar o livro sobre os 40 anos da grife do estilista Roberto Cavalli, a top Gisele Bündchen aparece usando apenas calça jeans em uma das imagens. De acordo com informações da Quem Acontece, a modelo brasileira, que está construindo mansão de US$ 20 milhões em Los Angeles, é capa da publicação, que terá fotos e o histórico da marca.
Para o livro de Roberto Cavalli, Gisele Bündchen aparece usando apenas calça jeans
Para os fãs da grife, a Maison Roberto Cavalli ainda preparou uma coleção absolutamente em edição limitada, a "Roberto Cavalli 40th Anniversary", composta por peças ícones da história da casa reinterpretadas como a coleção Saint Tropez e as suas variantes de calças jeans 5 pockets em stretch.
Joaquim Roriz (Coligação Esperança Renovada)10h30 – Reunião na Igreja Projeto de Jesus, na QNM 16, Ceilândia Norte, na rua da Delegacia. 12h30 – Reunião com a Unicoop, na Mansão Galápagos – Rua 5 – Vicente Pires, em frente a CPRVAgnelo Queiroz (Coligação Um Novo Caminho)8h30 - Entrevista na Rádio 98.1- Paranoá FM9h15 - Caminhada pelo comércio da Avenida principal do Paranoá12h - Ato com Batista das Cooperativas Bola na Rede (Próximo ao balão do Piriquito) no GamaAntônio Carlos de Andrade (PSOL)9h - 12h - Feira do Guará14h - 15h - Reunião com apoiadores da candidatura de Rafa Madeira a distrital em Brazlândia15h - 16h - Reunião com apoiadores da candidatura de Edleuzo distrital e Wellington federal em Ceilândia17h - 18h - Visita Creche Tia Ilda, com candidato a distrital Sergio Bichalho18h - 19h - Reunião com apoiadores da candidatura de Rezende distrital no ParanoáEduardo Brandão (PV)9h – Participa de café da manhã que marca o lançamento da candidatura à Câmara Legislativa da professora Cristiane Oliveira, Núcleo Rural Casa Grande, Ponte Alta Norte, entre o Gama e o Recanto das Emas;14h – Participa de almoço com o apoiadores do candidato deputado distrital Adolpho Fuica, no Guará II.Newton Lins (Coligação Quero Mudar)8h – Visita às feiras com o candidato a deputado distrital Ricardo Noronha – em Ceilândia Centro9h – Café da manhã com o candidato a deputado federal Sérgio Martins no Clube Campestre – Mestre D’Armas11h – Missa na igreja do padre Francisco com o candidato a deputado distrital Ricardo Noronha - Av. das Nações15h - Reunião na QE 30 Conj. L Guará II170h - Festa julina com candidato a deputado distrital Alberto Meireles na Colônia Agricola Samambaia20h – Encerramento das festas da igreja do Pr. Luciano com o candidato a deputado distrital Ricardo Noronha