Depois das pesquisas dos institutos Dados e Exata, uma nova pesquisa deverá alterar o humor do candidato do PSC ao GDF, o ex-governador Joaquim Roriz, e do candidato petista ao GDF, Agnelo Queiroz. Uma pesquisa da OP (Opinião e Mercado) mostra mais uma queda na diferença entre Roriz e Agnelo. Quem teve acesso a pesquisa diz que os números agora são 37% para Roriz e 31% para Agnelo. A diferença que era de 8% nas pesquisas da Dados e Exata, caiu para 6%.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira a oposição por defender no período eleitoral bandeiras que antes criticava, como a igualdade racial, de gênero e o combate à pobreza. Lula disse que seu governo tem "um pensamento diferente" e uma forma distinta de agir, "enquanto tem gente neste país que não se contenta com os privilégios que tem e gostaria de impedir qualquer benefício real para os mais pobres".Para ele, a oposição usou nos últimos anos como argumento a defesa da contenção dos gastos públicos para condenar as políticas do governo para a área social."Agora, às vésperas das eleições, ninguém mais contesta as prioridades antes criticadas. Nem sempre foi assim, e a sociedade enxerga essa distância entre o que se dizia antes e o que se declara agora", discursou o presidente durante solenidade de sanção do Estatuto da Igualdade Racial e do projeto de lei que cria a Universidade Federal de Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab).Lula lembrou, por exemplo, que seu governo recebeu críticas e até "chegou a ser desdenhada pelos de sempre" quando decidiu criar um ministério para promover a igualdade racial no país. "Em nome da economia de gastos públicos, o que se manifestava era... o preconceito do elitismo e da intolerância que ainda existia no nosso querido país." Informações da Reuters na Folha.com.
A aplicação imediata da lei da ficha limpa é decisão contraditória, pois, ao contrário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Supremo Tribunal Federal entende que a Lei Eleitoral não pode retroagir para punir, de acordo com o artigo 16 da Constituição, que determina o princípio da anualidade da lei eleitoral. Esta é a linha geral adotada pela defesa do candidato Joaquim Roriz, entregue hoje à tarde à justiça eleitoral.O ex-governador Joaquim Roriz renunciou ao mandato de Senador da República em 2007, o Senado acatou sua decisão e não deu prosseguimento ao processo porque não houve qualquer pedido de remessa do caso ao Conselho de Ética. Ou seja, não houve a continuidade do processo o que o PSol e a própria Mesa do Senado poderiam ter feito. Três anos depois, o PSol, um candidato do Partido Verde e o Ministério Público Eleitoral deram entrada na justiça eleitoral com pedido de impugnação da candidatura Roriz, com base em fatos que não estavam previstos na lei e em evidente confronto com um ato adotado pelo Senado Federal, que deu validade e licitude à renúncia.Em linhas gerais, este é o rol de argumentos da defesa dos advogados de Roriz ao Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, que acatou pedido de impugnação da sua candidatura. Além disso, os advogados frisaram que o próprio TSE, ao longo do tempo, não vem permitindo interferências nas decisões internas de outros poderes, como foi o caso da decisão do Senado em relação ao pedido de renúncia do ex-governador Joaquim Roriz. A seguir, uma síntese do documento de 85 páginas apresentado ao TER do Distrito Federal pelos advogados de Joaquim Roriz: I – Síntese fiel dos fatos. Joaquim Roriz renunciou no dia 4.7.07. O Senado Federal acolheu a renúncia também no dia 4.7.07. Essa decisão do Senado Federal foi publicada no “DOS” de 5.7.07. A “Mesa do Senado” determinou o envio da representação ao “Conselho de Ética e Decoro” no dia 4.7.07. Tal ato somente foi publicado no “DOS” de 6.7.07. Logo, a renúncia (ato jurídico) se tornou válida (perfeito) antes da decisão da Mesa do Senado, publicada um dia depois da decisão do Senado Federal. II - O princípio da anualidade da lei eleitoral (CF., art. 16) há de ser observado. A resposta dada pelo TSE à Consulta 1120, sobre a aplicabilidade da LC 135/10, é contraditória, ressalvado o devido respeito à Eg. Corte Eleitoral, pois ao mesmo tempo em que invoca o fato de as novas hipóteses de inelegibilidade constituírem norma típica de direito material e não processual, sustenta que a própria lei teria previsto sua aplicação imediata, invocando, para tanto, norma de “direito processual” (o art. 3º), que previu o “aditamento” aos recursos existentes. Há, na LC 135/10, tanto normas de direito “material” como de “direito processual”, sendo certo que todas elas integram o que se denomina “processo eleitoral”. O STF já conferiu ao art. 16 a interpretação ampla no sentido de que se trata do “devido processo legal eleitoral” e não de normas de “processo”, tendo aplicado o princípio da anualidade até mesmo em face de Emenda Constitucional (ADI n. 3685).III - A LC 135 não visa a complementar um “novo regime constitucional de inelegibilidades” (expressão do Min. Sepúlveda Pertence na ADI 3685). Ela apenas promoveu alterações na LC 64 para incluir novas hipóteses de inelegibilidade. Essa alteração não é capaz de atrair a fundamentação da corrente vencedora do RE n. 129.392, no sentido de que deveria ser aplicada imediatamente a LC 64, afastando-se a aplicação do princípio da anualidade, sob o fundamento de que seria destinada a integrar o novo regime constitucional de inelegibilidades adotado pela CF de 1988. IV - Se a LC 135 pode alcançar os fatos pretéritos a ela, porque a inelegibilidade não seria uma pena, ainda assim não poderia, na alínea “k”, alterar a qualificação jurídica de um ato jurídico perfeito (CF., art. 5º, XXXVI) -- a renúncia que impedia, ex lege, a instauração do processo que visava à cassação do mandato perante o Poder Legislativo -- até então considerado um ato constitucionalmente lícito, ético e moral, para considerá-lo como ilícito, anti-ético e imoral.Até porque seria preciso desconstituir essa decisão, perante o Poder Judiciário, para que se pudesse negar a eficácia da renúncia e determinar o regular prosseguimento do processo perante o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. E isso não foi feito, nem pelo PSOL nem pelo MPF.V - Se o Senado Federal admitiu a validade da renúncia de Roriz, observando o art. 1º, do DL 16/94, no ponto em que dispôs que “a renúncia de parlamentar (...) que tenha contra si procedimento (...) protocolado junto à Mesa da respectiva Casa, (...), fica sujeita à condição suspensiva, só produzindo efeitos se a decisão final não concluir pela perda do mandato” não poderá a Justiça Eleitoral imiscuir-se na decisão do Senado para dizer o contrário, que havia representação oferecida antes da renúncia, porque se trata de matéria interna corporis, o que afasta a aplicação da alínea “k” do candidato Joaquim Roriz. Tem aplicação ao caso a mesma jurisprudência do TSE que recusa à Justiça Eleitoral, na hipótese da alínea “g”, imiscuir-se nas decisões dos Tribunais de Contas ou nas decisões da Justiça Comum que suspendem as decisões de rejeição de contas. VI - Se a decisão do Senado Federal acolheu a renúncia de Joaquim Roriz em contrariedade ao disposto no art. 1º do DL 16/94 -- porque a renúncia fora oferecida logo após “procedimento protocolado junto à Mesa” -- seria preciso desconstituir essa decisão, perante o Poder Judiciário, para que se pudesse negar a eficácia da renúncia e determinar o regular prosseguimento do processo perante o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. E isso não foi feito, nem pelo PSOL nem pelo MPF. VII - Se ainda assim se pretender aplicar a inelegibilidade da alínea “k” a Joaquim Roriz, será necessário interpretá-la em conformidade com o § 4º, do art. 55, da CF, no sentido de que, a despeito de estar fixado como marco inicial da inelegibilidade “o oferecimento de representação ou petição”, tal inelegibilidade somente se aperfeiçoaria diante do “juízo de admissibilidade”, exclusivo do Poder Legislativo, para dizer que a “representação” ou “petição” seria “capaz de autorizar a abertura do processo”. É que a norma constitucional, ao mesmo tempo em que contempla uma vedação à renúncia antes de “instaurado o processo”, constitui, também, uma garantia de validade e de licitude da renúncia oferecida antes da instauração do processo, resguardando o procedimento levado a efeito por Joaquim Roriz. Ademais, teria ocorrido a inconstitucionalidade superveniente do DL 16/94, uma vez que o § 4º do art. 55, da CF, constitui norma posterior a ele. VIII - Se não forem acolhidas quaisquer das alegações, seria necessário reconhecer que a expressão “o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar”, contida na alínea “k”, seria inconstitucional, por violar (a) tanto o § 4º do art. 55 da CF, que admite a validade da renúncia antes da instauração do processo, (b) como o princípio da inocência, porque restaria inelegível não apenas aquele que renunciou e, em razão disso, não foi instaurado o processo, como também aquele que renunciou, teve a renuncia suspensa, mas não teve seu mandato cassado. Permaneceria a inelegibilidade apenas para a situação daqueles “que renunciarem a seus mandatos desde ... a abertura do processo por infringência a dispositivo ...”. IX - A renúncia oferecida antes de instaurado o processo não pode ser considerada como causa de inelegibilidade, porque o § 9º do art. 14, da CF, outorgou ao legislador complementar a faculdade de estabelecer “causas” com o “fim de proteger a probidade administrativa, a moralidade para o exercício do mandato, considerada a vida pregressa do candidato, e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício da função, cargo ou emprego na administração pública”. Não há como qualificá-la como conduta subsumível à hipótese constitucional do § 9º do art. 14, sob pena de a causa de inelegibilidade alcançar até mesmo aquele que renunciou, teve a renúncia suspensa, e ao final do processo não teve seu mandato cassado, violando o princípio da inocência. Abuso do poder de legislar. Violação ao devido processo legal material (CF., art. 5º, LIV). X - Aceita a alínea “k” como causa de inelegibilidade, não há como negar que o prazo de 8 anos nela previsto seria manifestamente desproporcional e desarrazoado, já que estaria sendo imposto o mesmo prazo que adviria da “condenação” previsto na alínea “b”, como se não tivesse havido a renúncia. Aliás, estaria sendo imposta uma inelegibilidade sem que houvesse sequer a presença de um “acusado” ou de um “processo instaurado” como havia, por exemplo, na hipótese mais gravosa até então existente da LC 64, na alínea “i” (inelegibilidade daquele que estivesse respondendo por processo de liquidação já instaurado). Todas as demais causas de inelegibilidade pressupõem a existência de alguma modalidade de condenação, seja por órgão colegiado legislativo (“b” e “c”), seja por órgão colegiado judiciário (“d”, “e”, “f”, “h”, “j”, “l”, “n”, “p”), seja por Tribunais de Contas (“g”), seja por órgão colegiado do órgão profissional (“m), seja por órgão administrativo ou judicial (“o” e “q”). O prazo de inelegibilidade da alínea “k” é tão desproporcional que, repita-se, incidiria sobre o parlamentar que, após ter renunciado e ficado com a renúncia suspensa, viesse a ter a acusação julgada improcedente. O inocente da acusação seria inelegível por 8 anos. XI – Não houve o trânsito em julgado da decisão que impôs multa ao candidato impugnado por suposta propaganda extemporânea, razão pela qual não procede a alegação de falta de quitação. A decisão singular, que teria transitado em julgado, foi objeto de recurso que o TRE conheceu e proveu parcialmente, já tendo essa última decisão sido impugnada por RESPE. Ademais, ainda que tivesse transitado em julgado, tal fato ocorreria somente depois da data do registro, afastando a incidência da hipótese. XII – Pedido de julgamento improcedente da impugnação, com conseqüente deferimento do registro do candidato impugnado, ressaltando a necessidade de dilação probatória.
O candidato José Serra (PSDB) elegeu Minas Gerais como uma das prioridades da campanha presidencial, mas ainda recebe um apoio tímido nos eventos eleitorais públicos de seu palanque mineiro, comandado pelo ex-governador Aécio Neves e pelo governador Antonio Anastasia.Desde o início da campanha, Serra só foi mencionado em Minas nos eventos públicos em que esteve presente: ontem, quando foi a Belo Horizonte e Divinópolis, e no dia 12, quando esteve na capital mineira.Sem Serra, a campanha de Anastasia e Aécio já realizou pelo menos cinco atos públicos. Em nenhuma delas o candidato a presidente foi citado espontaneamente --uma única citação ocorreu em resposta a um questionamento de jornalistas--, apesar de seu nome estar presente no material de campanha.O levantamento se baseia nas transcrições de discursos e entrevistas divulgados pelo PSDB mineiro. Segundo a assessoria do partido, tudo que é dito pelos candidatos está reunido na página.O mais importante ato do PSDB de Minas, até agora, foi um encontro com líderes políticos em BH, no último sábado, chamado por Aécio de "grande largada"."Viva Minas, viva Anastasia, viva Itamar Franco [candidato ao Senado]", disse Aécio na ocasião, sem mencionar Serra. Anastasia e Itamar também discursaram e não falaram do presidenciável.Anastasia chegou a defender Serra em uma entrevista, mas após ser questionado diretamente sobre se a campanha do presidenciável seria integrada à dele. Informações da Folha.com.
Nem Felipão, nem Leonardo. O novo técnico da seleção brasileira será Mano Menezes ou Muricy Ramalho, garantiu à ESPN Brasil nesta terça-feira um importante funcionário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O Bate Bola 2ª edição, ao vivo a partir das 18h30, traz mais informações sobre o assunto e debate as possibilidades. A informação corrobora, em parte, a publicada pelo jornal "O Globo" nesta terça, que garantiu que o comandante do Corinthians será o herdeiro do lugar deixado por Dunga, demitido após o fracasso na Copa do Mundo na África do Sul.Cotado no início das especulações, Muricy Ramalho foi sumindo do noticiário em relação ao assunto nas últimas semanas. Mas é neste momento, segundo a fonte da ESPN Brasil, o principal rival de Mano Menezes. O mesmo informante colocou ainda que Vanderlei Luxemburgo, atualmente no Atlético Mineiro e já com passagem pela seleção, segue como opção, mas corre por fora. Mano e Muricy fazem boas campanhas com seus clubes no Campeonato Brasileiro e gozam de prestígio perante a opinião pública. Invicto, o Corinthians lidera a disputa com 21 pontos, dois a mais que o vice-líder Fluminense, de Muricy. O anúncio do novo técnico deve sair até o próximo domingo.Mano tem no currículo o respaldo de seu bom trabalho com Grêmio e Corinthians. Trouxe ambos de volta da série B para a elite do futebol nacional, conquistou estaduais também com as duas agremiações e ainda arrebatou, no clube paulista, a Copa do Brasil. Muricy traz na bagagem o tricampeonato brasileiro consecutivo com o São Paulo, entre 2006 e 2008. Os grandes temores da CBF em relação a Leonardo, que foi contatado, e Felipão, que seria o sonho da entidade, seriam distintos. Com relação ao primeiro, o fato de ser um ‘novo Dunga‘ (sem experiência) seria o maior entrave; já no caso do teinador do Palmeiras, a possibilidade de ouvir um não seria um mico enorme para Ricardo Teixeira digerir. Informações do ESPN.com.br
A senadora Marina Silva (AC), candidata do PV a presidência da República, ultrapassou às 15h25 desta terça-feira os 100 mil seguidores em seu perfil oficial no Twitter. Nesta terça-feira seguidores e apoiadores da candidata verde fizeram uma campanha, que foi lançada pelo Orkut, chamada de "tuitaço", a versão online do panelaço. A proposta da ação era, além de chegar aos 100 mil seguidores, explicar a motivação de cada um em votar na candidata.Durante todo o dia seguidores e apoiadores de Marina usaram em suas mensagens no Twitter a hashtag #EuVotoMarina". Por volta das 13h, antes de almoçar, a candidata acompanhou a mobilização diretamente de um café internet na Rua Augusta, em São Paulo, onde leu alguns dos recados de apoio. Às 17h15 Marina tinha 100.252 seguidores no Twitter e era indicada em 4276 listas de indicações. Informações de O Globo.
A produção do filme "Bruna Surfistinha - O doce veneno de escorpião" divulgou o primeiro teaser oficial do longa dirigido por Marcus Baldini, com previsão de estreia em janeiro de 2011. No vídeo de pouco mais de um minuto, Deborah Secco, que interpreta a garota de programa que dá título ao filme, aparece em nua, protagonizando cenas de sexo e beijando outra mulher em uma festa. Deborah ainda contracena com Cássio Gabus Mendes, no papel de um cliente, e Drica Moraes, como uma cafetina.
Cresceu 7,8% o número de eleitores em relação a 2006, ano das últimas eleições gerais. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral, com base nas informações no eleitorado de 2010. Ao todo, estão aptos a votar no próximo dia 3 de outubro 135.804.433 eleitores em todo o país. Em 2006, esse número somava pouco mais de 125 milhões. Dois anos depois, quando os brasileiros votaram nas eleições municipais, já havia crescido 4%.Essa evolução inclui os eleitores de 16 e 17 anos, que nas Eleições 2010 representam 1,7% do eleitorado. No total, há 2.391.352. E, assim como nas eleições gerais de 2006 e 2002, as mulheres continuam a compor a maioria do eleitorado brasileiro em 2010, correspondendo a 51,8%, ou 70.373.971 eleitoras. Já o eleitorado masculino representa 48%, somando 65.282.009. Em 2006, o eleitorado feminino correspondia a 51,5% (64.882.283) e o masculino somava 48,3% (60.853.563).Em geral, a maioria do eleitorado está concentrada na faixa etária de 25 a 34 anos, com 32.790.487 eleitores (24,1%). Em seguida estão os eleitores que têm entre 45 a 59 anos, com 30.753.427 (22,6%).O estado de São Paulo é o maior colégio eleitoral do país e concentra 22,3% dos eleitores. São 30.301.398 votantes no total. Minas Gerais ocupa o segundo lugar, com 10,6%, somando 14.522.090 eleitores. Em seguida, está Rio de Janeiro, com 11.589.763 (8,5%); Bahia, com 9.550.898 (7%); e Rio Grande do Sul, com 8.112.236 (5,9%). Do total, 200.392 eleitores vão votar no exterior, apenas para os cargos de presidente e vice-presidente da República. Os números de eleitores por estado podem ser alterados em razão do voto em trânsito. Com informações da Assessoria de Imprensa do TSE.
O candidato do PSC ao GDF, o ex-governador Joaquim Roriz, escolheu o lançamento do comitê do candidato a deputado federal Adelmir Santana para dizer que vencerá a eleição e prometeu uma revolução em Brasília. . “Por isso tenho certeza de que serei governador pela quinta vez. Entretanto, não quero governar com qualquer um. Por isso escolhi homens e mulheres de bem. Quero fazer uma revolução nessa cidade, junto com Adelmir Santana e os demais companheiros de coligação, como Jofran Frejat, Maria de Lourdes Abadia, Fraga e Osório Adriano". Joaquim Roriz garantiu firmou que governará para atender a todos os brasilienses, os nascidos aqui ou por opção. "Nesta cidade que é referência nacional, vou querer saber quem não tem emprego, não tem moradia, e carece de tratamento de saúde. São três condições fundamentais. Uma das razões que escolhi o médico Jofran Frejat para estar a meu lado tem o objetivo de resolver definitivamente a questão da saúde. Estes fundamentos vão me guiar para fazer de Brasília uma cidade sem desempregados”, afirmou Roriz. Por sua vez, Frejat enfatizou a necessidade de resgatar a auto-estima do brasiliense. “Esta chapa está focada em Brasília, em melhorar a vida da população. E encabeçada por Roriz, com certeza será vitoriosa”, afiançou. Por fim, Adelmir Santana fez um breve relato de sua trajetória em Brasília, desde 1963, e destacou que será impossível cumprimentar 1,6 milhão de eleitores nos rincões do Distrito Federal. “Mas tenho a certeza de que cada um de vocês que sair daqui terá o compromisso de levar a cada eleitor lá fora que a grande intervenção que vamos fazer no DF será no dia 3 de outubro com Joaquim Roriz de novo como governador do Distrito Federal”, conclamou.
No próximo domingo (25), o DF ganhará uma nova rodoviária interestadual. Mais ampla e moderna, a estação construída na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA), ao lado da Estação Shopping do metrô, deverá atender cerca de 140 mil passageiros por mês. Criado para agilizar obras emergenciais em andamento no DF, o comitê dirigido pela vice-governadora Ivelise Longhi estabeleceu a inauguração da nova rodoviária de Brasília como uma das prioridades. “Os moradores da cidade merecem uma rodoviária mais bonita e com mais conforto, por isso juntamos esforços para colocá-la em funcionamento o mais rapidamente possível”, explicou Ivelise. No novo terminal embarcarão e desembarcarão passageiros com destino superior a 75 quilômetros da capital federal. De acordo com a Secretaria de Transportes, pelo menos duas novas linhas de ônibus para melhorar o acesso à nova rodoviária estão sendo testadas a partir de hoje. Uma fará o trajeto Nova Rodoviária, Estação Shopping do metrô, Fórum, Terminal da Asa Sul e Rodoviária do Plano Piloto, passando pela W3. A outra vai operar como uma espécie de circular entre a rodoferroviária e a nova rodoviária, passando pela Candangolândia. A construção do prédio e a administração do novo terminal ficou a cargo de um consórcio formado pelas empresas JCGontijo, Artec e Socicam, que ganharam a licitação lançada em 2007. Inicialmente a expectativa era de que a nova estação pudesse começar a operar até o fim de junho. No entanto, a necessidade da construção de novos acessos e alguns ajustes técnicos da obra junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) acabaram atrasando a transferência do controle para a Secretaria de Transporte, uma das etapas finais do processo. De acordo com o edital para construção da nova rodoviária, venceria a concorrência a empresa que apresentasse o menor valor para erguer a obra e o maior valor para um dos lotes vizinhos, que seria dado em pagamento pela construção. A diferença seria devolvida aos cofres do GDF. Para evitar questionamentos futuros sobre os valores da transação, considerando os custos da época, o Tribunal de Contas do DF pediu uma nova avaliação do lote que será repassado às construtoras. O cálculo será feito pela Terracap, pela Caixa Econômica Federal e pela Câmara de Valores Imobiliários (CVI) e também levará em conta o potencial construtivo previsto no edital. A reavaliação, no entanto, não impedirá o início da operação da nova rodoviária interestadual. NOVA RODOVIÁRIA DE BRASÍLIA 20 mil metros quadrados de área construída32 Boxes para ônibus10 estabelecimentos comerciais e 4 quiosquesAtenderá cerca de 140 mil passageiros por mês39 empresas de ônibus interestadual vão operar no local
Informações da Agência Brasília
O advogado Ércio Quaresma , que defende o goleiro Bruno e outros cinco envolvidos no caso do desaparecimento de Eliza Samudio, disse que seus clientes estão passando por tortura psicológica. A declaração foi feita em entrevista à Rádio CBN. Ele citou ainda o fato de Luiz Romão, o Macarrão, ter passado por exame de corpo de delito na madrugada desta terça-feira.O advogado disse que até quinta-feira volta a defender a mulher de Bruno, Dayanne Souza. Ele voltou a afirmar que ela decidiu mudar de advogado na última sexta-feira após uma "manobra" da polícia para prejudicar seu trabalho. Quaresma acusou o delegado Edson Moreira, chefe do Departamento de Investigações da polícia mineira, de praticar "vício de vontade", além de tortura.- Ela volta a ser patrocinada comigo (sic) antes de quinta-feira. Enquanto o delegado Edson Moreira falava com ela, descrevendo uma cena de esquartejamento, ela levou as mãos ao ouvido e disse "pelo amor de Deus pare com isso". O Fred (Franco) entrou em atrito com Edson, que encerrou a oitiva. Ela foi colocada numa sala, ao 12h. Às 19h, ele disse "o Quaresma está preocupado com isso (aparecer), chama outro advogado". Isso chama-se vício de vontade, além de ser tortura. Minha sócia esteve com ela na segunda e nós vamos conversar com a família dela hoje - disse.Na sua avaliação, "o que estava acontecendo em Minas é coisa da idade média":- Os inquisidores da Santa Inquisição iriam pedir benção e aula para torturar os outros mensalmente. O Macarrão foi agredido dentro da delegacia de polícia. Também ontem o Bruno recebeu soro contra a mentira - declarou.Quaresma declarou que a atuação da polícia foi tão confusa que facilitou o seu trabalho de defesa. Ele também criticou a divulgação da entrevista de Bruno pelo Fantástico.- O menino é um adolescente. Ora ele fala que a moça foi esquartejada por um negro, ora fala que o Macarrão estava junto.... Com essa ciranda, eu não preciso fazer defesa, não. Já fizeram por mim. A polícia conseguiu fazer tanta besteira que vai absolver o Bruno. Aquele depoimento ilícito divulgado na televisão custou a cabeça de duas delegadas, tem mais dois para cair - disse.O advogado voltou a afirmar que Bruno e Macarrão são inocentes, até que a polícia prove o contrário.- Enquanto eu não verificar um atestado de óbito ou cotejar um exame de necropsia, essa moça está viva - afirmou.Ele acredita que o desaparecimento de Eliza pode ser uma vingança:- A maior vingança que uma mulher pode fazer contra o homem é colocá-lo na cadeia injustamente. Há incontáveis casos como esse, e não só em Minas.Questionado se ela abandonaria o filho para se vingar do goleiro, Ércio respondeu:- A mãe dela a abandonou em tenra idade. O pai dela, segundo o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, é estuprador. Olha o histórico dessa moça? Ela era atriz pornô, trabalhava em produções pornográficas, era profissional do sexo. Não estou jogando lama em ninguém, só estou mostrando a pessoas inteligentes o argumento defensivo. A sementinha do mal foi lançada no terreno pela polícia, só que ela não germinou, sucumbiu. A mentira sucumbiu ontem.Quaresma foi informado pela apresentadora Lúcia Hippólito que seu pedido de habeas corpus para Bruno, a mulher e Macarrão teria sido negado pelo ministro Hamilton Carvalhido, presidente interino do Superior Tribunal de Justiça.- Estou estarrecido com o que você está falando. Eu não tenho a menor ideia disso, mas acredito que alguma pessoa sem autorização minha impetrou esta ordem. Vou tomar providencia em relação a isso - disse. Informações de OP Globo e Extra.
A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, foi multada pela quinta vez por propaganda antecipada, e condenada a pagar uma multa de R$ 5.000. O ministro Henrique Neves, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) também multou o PT-SP em R$ 7.500 por utilizar o espaço do programa do partido na TV, nos dias 11, 14, 16 e 18 de junho, para fazer propaganda para a então pré-candidata.A representação foi feita pelo Ministério Público Eleitoral.Segundo Neves, a inserção "ultrapassou os limites da propaganda partidária, que se limita a tratar de temas de interesse político comunitário, na medida em que buscou demonstrar ser a segunda representada [Dilma Rousseff] a mais apta para o exercício do cargo, bem como sugerir ações que pretende desenvolver".O ministro destacou como um dos pontos decisivos para a decisão a última frase proferida por Dilma na inserção: "é hora de acelerar e seguir em frente". Folha.com
O governador Rogério Rosso assinou, nesta terça-feira (20), contrato com o Consórcio Brasília 2010, formado pelas empreiteiras Via Engenharia e Andrade Gutierrez, para a reconstrução do Estádio Mané Garrincha. A nova arena receberá os jogos do Mundial de 2014 e passará a se chamar Estádio Nacional de Brasília. Haverá lugar para 70 mil torcedores, quase 25 mil a mais do que a capacidade atual. Orçada em R$ 692 milhões, a obra deverá ser concluída antes de julho de 2013, quando começa a Copa das Confederações.Além das melhorias na infraestrutura da cidade, o investimento promete movimentar a economia do DF. A expectativa é de que sejam criados cinco mil empregos – 3,5 mil indiretos e outros 1,5 mil, diretos. Os trabalhos já começaram. Há dois meses, 80 funcionários da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), que também é responsável pela obra, concentram-se na limpeza, demolição e remoção da parte que será extinta do Mané Garrincha, como instalações elétricas, arquibancada e pista de atletismo. A nova concepção do maior estádio da capital federal também mudou. Segundo o governador, o local não servirá apenas para jogos de futebol, mas será um espaço multiuso destinado a outras atividades esportivas e eventos culturais. “É um marco importante que consolida Brasília não apenas como sede, mas como principal cidade dos jogos do Mundial”, afirmou. O Estádio Nacional de Brasília chama a atenção antes mesmo de ficar pronto. “Várias empresas procuraram o GDF para fechar calendário de eventos para os próximos anos”, completou o governador, reforçando que a obra será a mais barata do país comparada às demais reformas de 11 estádios brasileiros. A assinatura do contrato acorreu na Residência Oficial de Águas Claras com a presença da vice-governadora Ivelise Longhi, do gerente de projetos da Copa ,Sérgio Graça, de secretários do governo e representantes das empresas construtoras. Liberação de verbaNo dia 15 de julho, o Diário Oficial do DF publicou a sanção do governador ao projeto de crédito suplementar aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), em 30 de junho. A medida garantiu a liberação de R$ 80 milhões – primeira parcela de um total de R$ 692 milhões – para o início da reforma do Estádio Mané Garrincha. Os recursos foram remanejados da Terracap.De acordo com o gerente do projeto da Copa, Sérgio Graça, a liberação do dinheiro foi fundamental. “Agora vamos sair definitivamente do papel, pois os recursos garantem o início das obras”, disse. “Obedecemos não apenas as exigências da FIFA, mas também as recomendações passadas pela federação”, completou o gerente. A vice-governadora Ivelise Longhy acredita que a Copa do Mundo de 2014 fará com que as atenções se voltem para o Distrito Federal de forma positiva. “O evento incrementará a economia da cidade e trará benefícios que se perpetuarão por várias gerações”, afirmou.VLTA recente aquisição de novos trens para o metrô e o investimento na construção do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), além da revitalização de importantes trechos viários do DF, também vai acelerar o desenvolvimento do sistema de transportes coletivo da cidade.Somente nos últimos dois meses, o GDF destinou R$ 325 milhões para a compra de 12 novos trens do metrô e liberou, junto ao governo federal, aproximadamente R$ 263 milhões para a continuidade da construção do trecho 1 do VLT, linha Aeroporto/Terminal da Asa Sul.Segundo o governador, o objetivo dessas ações é garantir melhorias ao trânsito e ao transporte coletivo, aprimorando a mobilidade em toda a cidade e também nas vias de ligação ao centro de Brasília, onde acontecerão as principais atividades ligadas ao Mundial. “A aquisição de novos trens é um investimento que nos deixa orgulhosos pela melhoria que significam para os usuários do transporte público”, acrescentou Rosso. Informações da Agência Brasília
Vinicius de Moraes Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor. Eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências. A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. É delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí. E me envergonho, porque essa minha prece é em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo. Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer. Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que não desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos! A gente não faz amigos, reconhece-os. Com o meu carinho!
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, criticou nesta terça-feira (20) o comportamento de candidatos, partidos e governantes que descumprem a lei eleitoral e tentam intimidar o Ministério Público Eleitoral. "É o momento para que a Justiça Eleitoral comece a dar o cartão vermelho e pautar as condutas. Não podemos ter mais esse desafio à Justiça brasileira, desafio no sentido de intimidar as instituições, de quem quer que seja". Ophir evitou citar diretamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT, mas as críticas foram endereçadas a ambos. Nesta segunda (19), o presidente do PT, José Eduardo Dutra, disse que o partido estuda a possibilidade de processar a vice-procuradora eleitoral, Sandra Cureau. “Nós continuamos estudando. Quando o PT se sentir caluniado, perseguido ou ofendido, tomará as medidas cabíveis.”Na semana passada, a procuradora anunciou ter aberto um processo de investigação para analisar as declarações do presidente Lula, durante lançamento do edital do projeto do trem-bala entre Rio e São Paulo. Durante discurso, Lula atribuiu à candidata do PT à Presidência, a ex-ministra Dilma Rousseff (PT), o "sucesso" do projeto."Toda eleição é tensa, tem disputa de interesses. Isso é algo natural. Cabe ao Poder Judiciário neste momento estabelecer as regras. Não pode haver descumprimento da lei, não pode haver desequilíbrio do ponto de vista do abuso de poder político e econômico. Cabe ao Judiciário fazer isso. E a comparação que faço é com o futebol. O juiz no futebol, enquanto não impõe a disciplina em campo, faz com que muitas vezes os contendores fiquem um batendo no outro. A partir do momento em que ele dá o cartão vermelho, as pessoas começam a pensar", alertou Ophir.Segundo o presidente da OAB, o Ministério Publico Eleitoral não se curvará às pressões e intimidações. "Ninguém tem medo. Não é o fato de alguém bater o pé que todo mundo vai sair correndo. Hoje, a pauta de todos nós é a lei. Portanto, não adianta gritar, berrar, bater o pé. A lei tem que ser cumprida", afirmou.CassaçãoQuestionado sobre as multas aplicadas pela Justiça Eleitoral ao presidente Lula e sobre as declarações de apoio de Lula à Dilma Rousseff, Ophir disse: "As multas aplicadas estão dentro da lei. Cabe agora à Justiça aprofundar essa discussão e quem sabe promover até uma repercussão dessas atitudes nas candidaturas. A lei, ao estabelecer para terceiros, multa, ela não retira a possibilidade do candidato vir a ser atingido por uma decisão eleitoral em relação aquele que está tentando beneficiá-lo. Portanto é necessário que a Justiça avance um pouco mais e até veja como isso pode repercutir nas próprias candidaturas".Questionado novamente se o comportamento e as declarações do presidente Lula poderiam prejudicar Dilma Rousseff, Ophir respondeu que "a Justiça Eleitoral tem todos estes instrumentos e até mesmo cassação de candidatura pode ser feita a partir do momento em que a lei não está sendo observada pelo candidato ou por aqueles que querem beneficiá-lo"."A Constituição é a pauta de todos, sobretudo para o presidente da República. É necessário que neste momento ele ou qualquer outro agente público dê o exemplo, aponte o caminho correto e o cumprimento efetivo da lei. Eleição não é vale tudo, tem que ter parâmetro ético por todos que estejam envolvidos, seja o presidente, seja o eleitor, seja o candidato. A pauta é a lei. Os que não cumprem a lei têm que receber a punição e também se for o caso, seus candidatos", afirmou Ophir.Ophir participou nesta terça-feira de uma uma reunião do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). O movimento recolheu mais de 1,6 milhão de assinaturas para iniciar o projeto de iniciativa popular que deu origem à Lei da Ficha Limpa. Na reunião, foram discutidos mecanismos para reforçar as ações de fiscalização durante o período eleitoral. Informações do G1.
Uma séria constatação de um petista em relação a militância para alavancar a campanha de Agnelo Queiroz ao governo do DF: "Temos que entender que a grande militância do passado hoje está empregada e sem tempo para fazer campanha de graça".
Com a missão de trazer de volta os US$ 3 bilhões bloqueados no exterior a pedido do Brasil, o delegado da Polícia Federal (PF) Ricardo Andrade Saadi assume esta semana a Direção-Geral do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), do Ministério da Justiça. A fortuna, fruto de ações criminosas como sonegação e narcotráfico, é parte do que foi remetido ilegalmente em operações de lavagem de dinheiro.Saadi coordenou a força-tarefa encarregada de refazer o inquérito da Operação Satiagraha, que apresentava suspeita de irregularidades atribuídas ao delegado Protógenes Queiroz, afastado do caso e da instituição. A Satiagraha investigou o banqueiro Daniel Dantas, dono do banco Opportunity.Alvo de ingerências políticas na gestão do ex-secretário Romeu Tuma Júnior, o DRCI esteve acéfalo nos últimos dois anos. Tuma Júnior foi afastado do cargo em junho, após uma série de reportagens sobre suas relações com o chinês Li Kwok Kwen, o Paulo Li, preso por ligações com máfia chinesa em São Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Um dos filhos da atriz e apresentadora Cissa Guimarães, Rafael Mascarenhas, de 18 anos, morreu atropelado na madrugada desta terça-feira, segundo a secretaria municipal de Saúde do Rio. Filho do músico Raul Mascarenhas, Rafael estava prestes a embarcar para a Europa, onde faria um curso de música. Na foto, Cissa passeia com Rafael (E) e João | Foto: J. Humberto/ Ag. News (10/05/09) Segundo Bombeiros da Gávea, que socorreram o jovem por volta de 1h50, ele foi atropelado por um motorista que trafegava no Túnel Acústico, na Gávea, Zona Sul, na pista sentido Gávea. Rafael ainda foi levado com vida para o Hospital Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com a Secretaria, o rapaz teve politraumatismos na cabeça, no tórax, nos braços e nas pernas. Rafael chegou a ser operado, mas faleceu por volta de 8h de hoje. Famosos lamentam tragédia no Twitter A atriz, que está na peça ‘Doidas e Santas‘, desde cedo começou a receber mensagens dos amigos através do Twitter. "Completamente devastado com a terrível noticia que acabei de receber. Toda força do mundo pra amada Cissa Guimarães e que o Rafael vá em paz", comentou Bruno Mazzeo. A apresentadora Astrid Fontenelli também deixou uma mensagem. "Meus sinceros sentimentos a Cissa Guimaraes. Nenhuma Mãe merece enterrar um filho. Caminho de muito luz!" "Meu Deus do céu! Meus sentimentos a Cissa Guimarães. Estou tão estarrecida e triste com essa notícia da morte do filho caçula da Cissa Guimarães que sinto vontade de chorar", escreveu Gal costa. A atriz Ingrid Guimaraes também lamentou: "Chocada com a morte do filho da Cissa Guimarães. Nem imagino a dor de perder um filho, muito força para querida Cissa. Muita luz para o Rafael", disse no Twitter. Informações de O Dia.
Segundo Bombeiros da Gávea, que socorreram o jovem por volta de 1h50, ele foi atropelado por um motorista que trafegava no Túnel Acústico, na Gávea, Zona Sul, na pista sentido Gávea. Rafael ainda foi levado com vida para o Hospital Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com a Secretaria, o rapaz teve politraumatismos na cabeça, no tórax, nos braços e nas pernas. Rafael chegou a ser operado, mas faleceu por volta de 8h de hoje. Famosos lamentam tragédia no Twitter A atriz, que está na peça ‘Doidas e Santas‘, desde cedo começou a receber mensagens dos amigos através do Twitter. "Completamente devastado com a terrível noticia que acabei de receber. Toda força do mundo pra amada Cissa Guimarães e que o Rafael vá em paz", comentou Bruno Mazzeo. A apresentadora Astrid Fontenelli também deixou uma mensagem. "Meus sinceros sentimentos a Cissa Guimaraes. Nenhuma Mãe merece enterrar um filho. Caminho de muito luz!" "Meu Deus do céu! Meus sentimentos a Cissa Guimarães. Estou tão estarrecida e triste com essa notícia da morte do filho caçula da Cissa Guimarães que sinto vontade de chorar", escreveu Gal costa. A atriz Ingrid Guimaraes também lamentou: "Chocada com a morte do filho da Cissa Guimarães. Nem imagino a dor de perder um filho, muito força para querida Cissa. Muita luz para o Rafael", disse no Twitter. Informações de O Dia.
O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) aparece com ampla vantagem na disputa pela reeleição, com 59% das intenções de voto, segundo pesquisa O Povo/Datafolha divulgada nesta terça-feira. Candidatos da base aliada do governador Cid Gomes (PSB), os deputados federais José Pimentel (PT-CE) e Eunício Oliveira (PMDB-CE) ficaram empatados com 24% cada.Este é o mais acirrado cenário da disputa eleitoral no Ceará. Segundo o Datafolha, 50% dos eleitores ainda não sabem em que vão votar.Os candidatos Tarcísio Leitão (PCB) e Raquel Dias (PSTU) estão empatados com 6%; Marilene Torres (Psol) tem 4%. Alexandre Pereira (PPS), que é indicado pelo PSDB como segunda opção de voto, já que o partido lançou apenas a candidatura do tucano Tasso Jereissati, tem apenas 3%, o mesmo percentual de Reginaldo Araújo (PSTU). Já Benedito Oliveira (PCB), está com 2%, e Eduardo Teixeira (PV), o Polo, com 1%.Pesquisa confirma fenômenos eleitorais ‘pimentasso‘ e ‘eunitasso‘A pesquisa revela também que será acirrada na disputa pelo segundo voto, já que nessas eleições duas vagas de senador devem ser preenchidas. Segundo o levantamento, o eleitor não deve se prender a partidos ou coligações na hora de fazer a segunda opção.Para 57% dos eleitores de José Pimentel, a segunda opção de voto é do senador Tasso Jereissati, arquirrival do PT, um fenômeno eleitoral que está sendo batizado de "pimentasso". Já Eunício Oliveira, seu companheiro de chapa, só herdaria 23% dos votos do petista. Da mesma forma, está se configurando o "eunitasso": 63% dos eleitores de Eunício pretendem votar em Tasso contra 24% que declaram apoio à Pimentel.Já os eleitores de Tasso equilibraram a escolha: 24% deles pretendem votar também em Eunício Oliveira, conta 23% em José Pimentel.A pesquisa ouviu 912 eleitores entre os dias 14 e 15 de julho e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 19264/2010.Na segunda-feira, o Datafolha mostrou que o governador Cid Gomes, candidato à reeleição, ganharia no primeiro turno se as eleições fossem hoje. Cid aparece com 47% das intenções de voto, seguido do ex-governador Lúcio Alcântara (PR), que tem 26%. Em terceiro lugar está Marcos Cals (PSDB), com 7%. Informações de O Globo.
Para estudar possibilidades de revitalização do Pólo de Cinema e Vídeo Grande Otelo, localizado em Sobradinho, comitiva de autoridades visita o local hoje, às 14h30. Participam do encontro representantes das secretarias de Cultura, Turismo, Fazenda e Obras do Governo do Distrito Federal, do Banco de Brasília (BRB), Terracap e Novacap, administração de Sobradinho, além de líderes do setor audiovisual e trade turístico. A iniciativa é parte do projeto Brasília Cinematográfica, que desde 2008 atua para aumentar a competitividade de Brasília enquanto destino privilegiado de produções audiovisuais transnacionais. O projeto é realizado pelo Instituto Dharma, com recursos do Fundo de Arte e Cultura (FAC).
Christina Lemos, colunista do R7Com pouco mais de dez dias de campanha eleitoral em andamento, a compostura dos nossos principais políticos já foi para o beleléu - ou para outro endereço indigno que o leitor conheça. “Idiota”, “despreparado”, “esfinge do pau oco”, “desequilibrado” – a descida da ladeira no nível do debate segue acelerada, turbinada pelo velocíssimo instrumento de provocação chamado Twitter.Índio da Costa passou muito dos limites em entrevista a uma das páginas eletrônicas do PSDB. O partido, prmeiro, se assustou e retirou o conteúdo da internet. É claro que os tucanos acharam um desastre o pouso acidentado do vice de Serra na arena eleitoral, mas, depois de dois dias apanhando, partiram para declarações em defesa de Índio da Costa. Piada cruel em Brasília: “deve ser por isso que a lei considera o indígena inimputável. Nem adianta processar...”Serra calou por quase 48 horas, para só então concordar com seu vice e repetir que o PT é ligado, sim, às Farc - mandando de vez para o espaço qualquer pretensão de fazer uma campanha no estilo “paz e amor”.Os jornalistas foram ao endereço certo repercutir a provocação do democrata, a de que o PT é ligado às Farc: consultaram o professor Marco Aurélio Garcia, que entrou de sola, chamando Serra de desequilibrado:– Eu achei que ele [Serra] tivesse mais equilíbrio emocional...O assessor especial de Lula é considerado no governo o principal defensor das Farc, e acusou “desespero e falta de compostura” dos tucanos.O presidente do PT, José Eduardo Dutra, não perdeu a chance de faturar politicamente com as declarações de Índio da Costa, despachando-lhe três ações na justiça. A teatralidade do gesto não deixa de fazer parte do triste espetáculo que ocupa a cena da campanha, em detrimento do debate verdadeiro.Mas a irritação petista teve seu ápice na declaração do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que saiu de seus cuidados e cálculos orçamentários para chamar Índio da Costa de “idiota”, com todas as letras. Bernardo declarou:- O comportamento desse rapaz mostra que ele não está preparado. É uma pessoa despreparada e é ruim inclusive para o candidato da oposição colocar uma pessoa que se comporta como idiota, porque, francamente, o comportamento dele é um comportamento de idiota.Pela amostra desta segunda-feira, se não houver um freio de arrumação por parte dos homens públicos com o juízo no lugar, já se sabe o que será do debate eleitoral pelos próximos longos 75 dias, até a ida às urnas.
O Senado Federal e a Câmara dos Deputados entram em recesso a partir desta terça-feira e retomarão suas atividades no dia 2 de agosto. A Constituição brasileira determina que os trabalhos do Congresso Nacional transcorrerão, anualmente, no período de 2 de fevereiro a 17 de julho, e de 1º de agosto a 22 de dezembro. De acordo com a Agência Senado, como o dia 17 de julho caiu no último sábado, o final do semestre foi transferido para esta segunda-feira. Da mesma forma os trabalhos serão retomados no dia 2, em virtude de o dia 1º de agosto ser um domingo. Informações do Terra.A Constituição federal também estipula que o Congresso Nacional poderá ser convocado de forma extraordinária em caso de urgência ou interesse público relevante. Tal convocação poderá ser feita pelo presidente da República, pelos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal ou através de requerimento da maioria dos membros de ambas as Casas. Nessa sessão legislativa extraordinária o Congresso somente deliberará sobre a matéria para a qual for convocado.Mesmo que o Congresso seja convocado a trabalhar de forma extraordinária, os parlamentares não receberão pagamento de parcela indenizatória, conforme determina a Constituição federal. Durante o período de recesso, uma Comissão Representativa integrada por sete senadores e 17 deputados (e igual número de suplentes) ficará responsável pelas atividades da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.O presidente José Sarney (PMDB-AP) presidirá a comissão representativa, que terá como vice-presidente o deputado Marco Maia (PT-RS). Além de Sarney, também foram eleitos para integrar a comissão como titulares os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), João Ribeiro (PR-TO) Renan Calheiros (PMDB-AL), Adelmir Santana (DEM-DF), Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Epitácio Cafeteira (PTB-MA). Como suplentes, foram escolhidos Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Romero Jucá (PMDB-RR), Valdir Raupp (PMDB-RO), Demóstenes Torres (DEM-GO), Eduardo Azeredo (PDSB-MG) e Gim Argello (PTB-DF).
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, saiu em defesa de Sandra Cureau, sua vice para as questões eleitorais, ao dizer que um partido político não deve, "de forma equivocada", intimidar a atuação "legítima" do Ministério Público. O presidente do PT, José Eduardo Dutra, chegou a dizer durante o fim de semana que estudava entrar com uma representação no CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) contra Cureau, por críticas que ela fez à posição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial.Ontem, no entanto, Dutra afirmou que ainda que não há definição se haverá ou não a ação contra a vice-procuradora eleitoral.Gurgel afirmou ontem, por meio de sua assessoria de imprensa, que "o Ministério Público tem exercido corretamente suas funções eleitorais, atuando adequadamente para o fiel cumprimento da Lei Eleitoral". "É lamentável que qualquer partido político, que deveria estar preocupado em cumprir a lei, tente de forma equivocada intimidar a atuação legitima da instituição."USO DA MÁQUINANa semana passada, Sandra Cureau abriu processo administrativo para investigar o uso da máquina pelo presidente Lula em favor da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff. No lançamento de edital do trem-bala, evento público ocorrido no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), o presidente atribuiu a Dilma os méritos do projeto, listado como uma das maiores obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).No dia seguinte, Lula se desculpou, mas voltou a elogiar a candidata de seu partido. No evento em que participou com Dilma, no Rio, ele se referiu a Cureau como uma "procuradora qualquer".Dois dias depois do evento do trem-bala, Cureau afirmou que a atitude do presidente configurava abuso de poder político e econômico e que elogiar Dilma em eventos oficiais poderia até gerar a cassação do registro da candidata petista. Ela fez a ressalva de que avaliava o caso com base em reportagens publicadas em jornais, mas requisitou os vídeos do evento -peças fundamentais para abertura de uma ação de investigação contra Lula e Dilma. Gurgel também disse ontem que o Ministério Público vai atuar "com firmeza" durante toda a campanha para as eleições deste ano. Informações da Folha.
As recentes mudanças nas composições políticas no Distrito Federal têm causado saias justas para os candidatos às eleições deste ano. Os líderes das duas maiores coligações partidárias trabalham para contornar as divergências internas e passar o sentimento de unidade para as militâncias, que nem sempre se entendem. Com a campanha ganhando corpo nas ruas, as divergências começam a aparecer e os constrangimentos são inevitáveis.Na noite do último sábado, em Samambaia, por exemplo, o deputado federal Alberto Fraga (DEM), que tenta uma vaga no Senado, foi vaiado no primeiro comício feito ao lado do candidato a governador de sua coligação, Joaquim Roriz (PSC). Horas antes, no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Agnelo Queiroz (PT) — que polariza com Roriz na corrida ao Palácio do Buriti — teve de participar de evento do aliado PMDB ao lado de candidatos investigados pela Operação Caixa de Pandora(1).Joaquim Roriz abriu oficialmente sua campanha no sábado, com uma missa na Igreja Nossa Senhora dos Pobres, no Paranoá. Em um mesmo banco sentaram juntos Maria de Lourdes Abadia (PSB), Jofran Frejat (PR), Roriz e sua mulher, dona Weslian. Quase todos os candidatos majoritários da coligação juntos. Em um banco ao lado, o outro candidato ao Senado, Alberto Fraga, sentou-se sozinho. À noite, surgiram as vaias. “Essas pessoas que me vaiaram não sabem o peso de um deputado que recebeu 100 mil votos na última eleição para uma campanha”, disse Fraga.O hoje deputado pelo Democratas afirma ter ficado constrangido. “Até porque nunca tinha sido vaiado”, afirmou. O deputado acredita que as reações foram orquestradas por “fogo amigo”. “Tem gente chateada porque cheguei por último na coligação e ocupei a vaga ao Senado”, acusou, sem citar nomes. Fraga foi um dos maiores aliados do ex-governador José Roberto Arruda (sem partido) — um dos poucos que visitou Arruda quando ele esteve preso na Polícia Federal — e defendia o lançamento de candidatura própria do DEM ao governo do DF. Acabou cedendo no último dia de prazo para fechar as coligações. “Retirei a minha candidatura para não prejudicar os candidatos proporcionais do partido (DEM), que teriam dificuldades se saíssemos sozinhos.”No evento de sábado, Roriz discursou em favor da unidade. “O governador entende serem naturais eventuais divergências em uma coligação que possui nove partidos e cerca de 400 candidaturas, cada um com programas e opiniões próprias”, explicou Paulo Fona, assessor do candidato. Contra Roriz, adversário político de Arruda, Fraga afirma não ter qualquer queixa. “Permaneci no palanque em respeito a ele, mas se eu sentir diferença de tratamento, eu vou saber a hora de sair, porque não vou mais aceitar ser desmoralizado”, desabafou.Outro contratempo precisou ser resolvido pelo senador Adelmir Santana (DEM). Durante uma carreata realizada pela coligação, cabos eleitorais do parlamentar se recusaram a colar o adesivo de Roriz nos próprios veículos. “Foi um caso muito isolado e que já está totalmente contornado, estamos juntos e vou até o fim”, afirmou o senador, que, por não ter encontrado espaço na coligação, candidatou-se a uma vaga na Câmara dos Deputados. Informações do Correio Braziliense.