O premiê britânico, David Cameron, e o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, comem cachorro-quente Foto: Reuters
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, comeu cachorro-quente nesta quarta-feira na companhia do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg. Os dois fizeram o lanche próximo da estação Penn, onde Cameron desembarcou para a última etapa de sua viagem aos EUA.
Antes, Cameron reuniu-se com o presidente americano, Barack Obama, em Washington. O premiê presenteou Obama com uma obra do grafiteiro londrino Ben Eine. Em retribuição, recebeu o quadro "Column with Speed Lines" (Coluna com Linhas de Velocidade, em livre tradução), do veterano Ed Ruscha, um dos representantes do movimento "pop art".
Hambúrguer Bloomberg seguiu o exemplo de Obama, que, em junho, levou o colega russo, Dmitri Medvedev para comer hambúguer. Com o objetivo de proporcionar um típico almoço americano ao presidente russo, o americano levou o governante e sua comitiva a uma hamburgueria de alta qualidade em Atlington, do outro lado do rio Potomac.Informações do Portasl Terra.
Elza Soares, de 73 anos, está de casamento marcado com o namorado Bruno Lucide, de 27. A informação foi confirmada pela assessoria da cantora. A cerimônia será espírita e será celebrada em Itaipava, região serrana do Rio de Janeiro. Um jantar deverá reunir cerca de 100 convidados. Elza e Bruno estão juntos há dois anos. Informações da eBand.
O governador do Distrito Federal, Rogério Rosso, quer suspender decisão que cancelou alvarás de funcionamento de estabelecimentos comerciais em Brasília. Por isso, ele entrou com Ação Cautelar no Supremo Tribunal Federal. O cancelamento é consequência do julgamento do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que considerou inconstitucional a Lei Distrital 4201/2008. A lei trata do licenciamento para o exercício de atividades econômicas e sem fins lucrativos no Distrito Federal.Essa lei permitiu o funcionamento das atividades econômicas em lugares passíveis de regularização e parcelamentos considerados de interesse público, mas com prorrogação indefinida. O procurador-geral de Justiça do Distrito Federal pediu ao TJ-DF que considerasse a lei inconstitucional por promover ocupação desordenada do território em desacordo com a legislação urbanística.Na ação cautelar, o governador afirmou que a ocupação desordenada do solo no Distrito Federal é uma realidade e um dos maiores desafios do atual governo. No entanto, afirmou que as soluções não são instantâneas. Isso porque houve uso indiscriminado dos alvarás de funcionamento a título precário nas gestões governamentais passadas, “o que, de algum modo, deve ter contribuído para o fomento do caos na gestão urbana do Distrito Federal”.Ao recorrer da decisão no próprio TJ-DF, o governador pretendia substituir o termo ex tunc pelo ex nunc. No primeiro, conforme decidiu o tribunal, a decisão deverá retroagir. E, no segundo, como quer o governador, a decisão passaria a produzir efeitos somente após um ano de trânsito em julgado da decisão do TJ-DF. Nesse tempo, Rosso acredita que seria possível adotar providências administrativas para enfrentar a questão dos alvarás precários.Como ele não conseguiu reverter o julgamento, recorreu ao Supremo para suspender a decisão até que a Corte julgue o Recurso Extraordinário sobre a matéria. Ele argumentou que a intenção é “assegurar o bem-estar dos habitantes nas áreas em que o afastamento da situação irregular seria mais prejudicial do que a manutenção [dos alvarás precários], pelo menos até que uma situação definitiva seja consolidada”. Segundo o governador, há muitas pessoas atingidas diretamente pela legislação e em várias áreas ainda pendentes de regularização vivem milhares delas sem a possibilidade de contar com uma padaria ou uma farmácia. “Seus habitantes teriam que se deslocar por grandes distâncias para obter bens básicos necessários para suas vidas, o que pode agravar o já caótico sistema de trânsito. Nesse particular, o alvará transitório de que trata a legislação impugnada na ação direta surge como única alternativa viável”, ressaltou. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.
Trabalhadores da Novacap, do DER e de outros órgãos e empresas públicas do GDF entregaram nesta quarta (21-07), na sede da CUT, no Conic, uma agenda para os candidatos ao Governo do Distrito Federal pela coligação “Novo Caminho”, Agnelo Queiroz (PT) e Tadeu Filippelli (PMDB), uma pauta de reivindicações para os servidores públicos do GDF. O presidente do Sindser, Francisco Alves, defendeu uma melhoria nas condições de trabalho dos servidores públicos e a valorização salarial para todos os setores do governo. Em resposta aos pleitos, Agnelo Queiroz reiterou seu compromisso com os servidores públicos, inclusive, com a implantação de um programa habitacional que atenda a todas as faixas salariais do governo. “O nosso governo terá como uma das prioridades proporcionar a todos os servidores a garantia de acesso a casa própria, pois sabemos que grande parte desses trabalhadores comprometem uma porcentagem importante da renda familiar com o pagamento de aluguel”, afirmou. O candidato a vice governador, Tadeu Filippelli (PMDB), começou sua fala dizendo que “o principal patrimônio das empresas e órgãos públicos é o servidor”. Filippelli destacou como exemplo os serviços prestados pelos servidores da Novacap e do DER em obras importantes para o DF, como a participação na construção da Ponte JK e obras viárias. “Além do aparelhamento em maquinário vamos melhorar as condições de trabalho e de salário dos servidores públicos do DF”, declarou.
Pesquisa divulgada hoje pela O&P Brasil mostra o candidato do PSC ao GDF, o ex-governador Joaquim Roriz, com 37% das intenções de voto. Em segundo lugar está o candidato do PT, o ex-ministro Agnelo Queiroz. A diferença entre os dois candidatos está em 6%, dois pontos percentuais a menos do que de duas pesquisas divulgadas nos últimos dias dos institutos Dados e Exata. A pesquisa foi feita entre os dias 15 e 19 com 1.200 entrevistas. A margem de erro é de 2,8%. A pesquisa foi registrada no dia 15 último no TSE com o número 19.745/2010 e no TRE-DF com o número 21.113/2010.Já o senador Cristovam Buarque lidera a corrida para o Senado com 41,3% dos votos, seguido pelo seu companheiro de coligação Rodrigo Rollemberg (PSB) com 28,9%. Já a ex-governadora tucana Maria de Lourdes Abadia está na terceira colocação com 19,5% dos votos. O deputado federal Alberto Fraga está com 7,5%. O percentual de indecisos está na faixa de 48,6%.
Já a corrida por uma vaga na Câmara dos Deputados está embolada. Disputam a liderança o deputado federal Geraldo Magela (PT) com 2,7% e o deputado distrital Reguffe com o mesmo percentual, 2,7%. Juntinho está o deputado distrital Paulo Tadeu (PT) com 2,6. Logo depois vem a petista Erika Kokay com 1,9%. A filha do ex-governador Joaquim Roriz, Jaqueline Roriz com 1,2%. O último colocado na faixa de acima de 1% é o presidente do PR, Izalci Lucas com 1,1%A disputa por uma vaga na Câmara Legislativa está acirrada. O petista Chico Leite lidera com 1,7% das intenções de voto, seguido por Raad com 1,3%, Eliana Pedrosa 1,2%. Os demais candidatos não conseguiram chegar a 1% na preferência dos eleitores. Só que 71,3% ainda não sabem em quem votar para a Câmara Legislativa.Intenção de voto para governadorRoriz (PSC) - 37,0% Agnelo (PT) - 31,0% Toninho do PSol (PSol) - 1,5% Eduardo Brandão (PV) - 1,2% Rodrigo Dantas (PSTU) - 0,7% Ricardo Machado (PCO) - 0,6% Newton Lins (PSL) - 0,4%Nenhum/Branco/Nulo - 12,5% NS/NR 15,0% Intenção de voto para o Senado Cristovam Buarque (PDT) 41,3% Rollemberg (PSB) 28,9% Abadia (PSDB) 19,5 Alberto Fraga (DEM) 7,5% Pr. Milton Tadashi (PTN) - 2,0% Jorge Antunes (PSol) - 2,0% Moacir Bueno (PV) - 1,9% Chico Santanna (PSOL) - 1,8% Cadu Valadares (PV) - 1,7% Gilson Dobbin (PCO) - 1,2% Geronimo (PSL) - 1,2% Robson (PSTU) - 0,6% Nenhum/Branco/Nulo - 41,8% NS/NR - 48,6% Intenção para deputado federal (espontânea)Reguffe – 2,7%Magela – 2,7%Paulo Tadeu – 2,6%Erika Kokay – 1,9%Jaqueline Roriz – 1,2%Izalci Lucas – 1,1%Bispo Rodovalho – 0,7%Laerte Bessa – 0,5%Adelmir Santana – 0,2%Gastão – 02,%Augusto Carvalho – 0,2%Ricardo Quirino – 0,2%Policarpo – 0,2%Dr. Charles – 0,2%Marcio Paiva – 0,2%Inocêncio – 0,2%Luiz Pitmam – 0,2%Pablo Valente – 0,2%Célio Aquário – 0,2%Outros – 1,2%Nenhum/branco/nulo – 4,1%NS/NR – 77,9%Intenção de voto para deputado distrital (espontânea)Chico leite – 1,7%Raad – 1,3%Eliana Pedrosa – 1,2%Michel – 0,7%Benício Tavares – 0,7%Alírio Neto – 0,6%Olair Francisco – 0,6%Disomar – 0,5%Raimundo Ribeiro - 0,5%Agaciel Maia – 0,5%Ailton Gomes – 0,5%Erica Kokay – 05,%Jaqueline Silva - 0,5%Moises Marques – 0,4%Ataíde – 0,4%Paulo Roriz – 0,4%Dr. Charles – 0,3%Iti – 0,3%José Edmar – 0,3%Outros – 11,9%Nenhum/Branco/Nulo – 4,1%NS/NR – 71,3%
Dora Kramer, do Estado de S.PauloO PT quer que a vice-procuradora eleitoral, Sandra Cureau, se atenha a "falar nos autos" e cogita representar contra ela no Conselho Nacional do Ministério Público devido ao que o partido considera exorbitância de prerrogativas cometida pela procuradora.Por esse entendimento, Sandra Cureau teria extrapolado de sua função - de zelar pela observância da lei - ao advertir que o presidente Luiz Inácio da Silva poderia vir a ser processado por abuso de poder por causa do uso da máquina pública em favor da candidata do PT (seis multas) à Presidência da República, Dilma Rousseff (seis multas).De acordo com dirigentes do PT, Sandra Cureau transgrediu regras ao aconselhar o presidente Lula a "fechar a boca" antes que seja tarde demais e que ponha em risco a sobrevivência legal da candidatura oficial.O PT alega preocupação com a legalidade do processo. De verdade não é nada disso. Se fosse, seu militante mais destacado, o presidente da República, não estaria exorbitando há tanto tempo e de tal maneira que deixará a marca da ilegalidade impressa na sua gestão.O que o PT faz é exatamente o que diz o procurador-geral da República, Roberto Gurgel: intimida.Ou melhor, tenta intimidar. A tática de arreganhar os dentes e em seguida se fazer de vítima já deu muito certo. Segundo explicou o marqueteiro João Santana em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo logo após a eleição de 2006, trata-se da aplicação da teoria do "fortão" e do "fraquinho". "Os que se identificam com Lula o enxergam como o fortão, aquele que venceu todas as barreiras e se tornou poderoso. Quando ele é atacado o povão pensa que é um ato das elites para derrubar o homem do povo. Nesse caso, Lula vira o bom e frágil fraquinho que precisa ser protegido." Santana, à época responsável pela campanha da reeleição e hoje mentor do programa de televisão de Dilma Rousseff, explicava sua tese a propósito da bem-sucedida estratégia no segundo turno daquela campanha quando, para se livrar dos efeitos da ação dos petistas pegos em flagrante comprando um dossiê contra os adversários, Lula se fez de vítima nacionalista dos tucanos entreguistas.Já se havia feito de vítima de uma conspiração que inventou o mensalão, bem como se faz de vítima do preconceito disso ou daquilo sempre que lhe é conveniente ou que ouve algo que não gostaria de ouvir.Como, por exemplo, a bem aplicadíssima reprimenda da vice-procuradora eleitoral. Sandra Cureau apenas repetiu o que vem sendo dito por magistrados. Em maio, durante o julgamento de mais uma transgressão presidencial - o uso do programa partidário como horário eleitoral - o ministro Marco Aurélio Mello já havia advertido que a multa "não é a consequência mais séria" e que a repetição de infrações poderia ensejar abertura de processo por abuso de poder mais adiante.De lá para cá essa vem sendo a tônica de repetidas manifestações da Justiça e de outros setores da sociedade, mais sensíveis para esse tipo de questão desde a aprovação da Lei da Ficha Limpa. Por isso mesmo é que as atitudes do presidente Lula ficam cada vez mais desconectadas do contexto em que o clamor passou a ser pela correção e pela legalidade.Brutalidades tais como referir-se a "uma procuradora qualquer aí" já não são mais vistas como simples acidentes dos improvisos presidenciais. Tantas Luiz Inácio da Silva fez que a tolerância das pessoas esgotou-se.Agora o ambiente já não é mais de indiferença. Tanto que houve a reação forte da Procuradoria-Geral, da OAB e entidades afins, que não parecem mais dispostas a compactuar com a escalada de desrespeito à lei e à Constituição comandada pelo presidente da República.Lula por duas vezes já disse que não transgrediria mais, o que o põe na condição de réu confesso. O PT, portanto, dissimula quando invoca o cumprimento da lei para justificar a ideia de representar contra a vice-procuradora. Trata-se só de uma cena de ofendido. Para ver se o público se esquece do mais contumaz dos ofensores, cujo plano assumido é fazer dessa eleição uma guerra sob o lema "nós contra eles".
A governadora do Maranhão, Roseana Sarney, não deve estar muito satisfeita. É que o dados do Enem 2009 apontam que o estado tem o maior número de escolas entre as 20 piores do Brasil. Cinco colégios estaduais figuram na lista dos piores.
No dia 3 de outubro, 135.804.433 eleitores são aguardados nas urnas para escolher deputados estaduais, federais, senadores, governadores e o novo presidente da República — um aumento de 7,8% em relação a 2006. A novidade é a queda no número de votantes com 16 e 17 anos — faixa etária que pode votar, mas não é obrigada. Eles eram mais de 2,5 milhões em 2006, chegaram a 2,9 milhões nas eleições municipais de 2008 e, agora, são 2,3 milhões.O cientista político Bruno Pinheiro Wanderley, da Universidade Federal de Minas Gerais, diz que não é simples explicar a redução dos eleitores jovens.Ele sugere que o fenômeno seja reflexo da queda de natalidade nos últimos anos e, logo, da diminuição gradativa da população jovem. Também arrisca outras possibilidades, como a estabilização política e econômica do país, que diminuiria a vontade de as pessoas se engajarem na política: — Depois de dois mandatos do presidente Lula e dois do presidente Fernando Henrique relativamente bem-sucedidos, diminui o impulso dos jovens de se mobilizar para pedir o registro eleitoral.Para o presidente da OAB, Ophir Cavalcanti, a diminuição no número de jovens reflete a desilusão na política: — Os jovens não estão se sentindo estimulados a votar, pelo descrédito que os políticos passaram a ter. Isso tudo exige de nós um trabalho de conscientização da importância do voto e do exercício da cidadania para transformar a sociedade.Não podemos criar uma geração de pessoas desinteressadas pela política.A maioria dos eleitores brasileiros é mulher (51,8%, ou 64 milhões) e tem idade entre 25 e 34 anos (24,1%), como já ocorria em anos anteriores.Os menores grupos de eleitores estão nas duas pontas: 2,4 milhões com idades entre 16 e 17 anos; e 3,2 milhões com idade superior a 79 anos.Sérgio Cardozo, assessor da Corregedoria-Geral Eleitoral, afirmou que o aumento do eleitorado e a predominância feminina já eram esperados.— De uma eleição para outra, a média de crescimento é de 4%. Não há como explicar essa tendência de maior participação feminina — disse.O principal colégio eleitoral do país ainda é São Paulo, com 22,3% do total de eleitores brasileiros.Em seguida vem Minas, com 10,6% do total. O terceiro lugar é do Rio, com 11,5 milhões de eleitores, ou 8,5% do total. Informações de O Globo.
Isabel Braga, de O GloboEm palestra para empresários goianos, ontem, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, fez críticas severas à forma como o governo Luiz Inácio Lula da Silva faz negócios com a iniciativa privada. Segundo Serra, ser empresário é ser empreendedor, é ter capacidade inovadora e correr riscos, mas no governo Lula, disse, os empresários que participam da construção de grandes obras não correm riscos, e quem paga o prejuízo é o governo.Ele citou o caso da hidrelétrica de Belo Monte. A participação do dinheiro público em Belo Monte poderá pular dos 49,98% previstos inicialmente para até 72,38%, segundo cálculos do especialista Adriano Pires Rodrigues, se forem confirmadas as participações dos três maiores fundos de pensão de empresas estatais: Previ, do Banco do Brasil; Funcef, da Caixa Econômica; e a Petros, da Petrobras.— Eu serei o presidente da produção no Brasil. O papel mais importante do empresário não é ficar rico, mas gerar empregos e ajudar a construir o Brasil. Tende a ser alguém que corre risco — disse Serra. — O atual governo não é da produção.Diz que é, mas não é. Esse governo ajuda, basta ver Belo Monte. É tudo sem risco. Se alguém paga a conta do que não dá certo, é o governo. Se não der problema, eles (os empresários) ganham.Ainda na palestra, Serra também acusou o governo Lula de financiar o Movimento dos Sem Terra. Ele afirmou que o MST não é um movimento de reforma agrária, mas um movimento político, superado.Em entrevista, depois, acusou o MST de fazer campanha para Dilma e de suas ONGs estarem, ilegalmente, fazendo campanha: — Advogo que têm liberdade para isso (se manifestar), mas não para receber dinheiro do governo para promover invasão, indo contra o desenvolvimento, contra a agricultura.Eles tiveram a esperteza de virar pessoas jurídicas, mas pode pegar as ONGs deles, estão todas fazendo campanha eleitoral, o que é ilegal. Aliás o advogado disse uma coisa, reproduzindo talvez Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena quando a multa é pequena.Críticas à aproximação de Lula com ditadores Segundo Serra, o Brasil tem a maior carga tributária entre os países em desenvolvimento, a taxa de juros mais alta do mundo e baixo investimento governamental.Ele também criticou a falta de investimentos em aeroportos, especialmente os de cidades que vão sediar os jogos da Copa de 2014.— A Dilma foi contra — disse Serra.O tucano também fez outra crítica ácida à política externa de Lula e ironizou ainda a tentativa do presidente brasileiro de tentar um acordo em relação à produção de bomba atômica com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.— O Lula vive viajando. Divulgou o Brasil muito. Algumas iniciativas são discutíveis, como acreditar em ditadores que são versões hitlerianas do século XX. ( A tentativa de acordo). Teve divulgação internacional, mas, em matéria de comércio exterior, inércia total — disse Serra.
O governo federal quer vender terras na Amazônia a “preço de banana” para tentar diminuir a violência, regularizar terras invadidas e evitar o desmatamento na região. O programa “Terra Legal” vai atingir 173 municípios do Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Tocantins e Rondônia. As informações são do R7.Em alguns casos, um hectare de terra – o equivalente a um campo de futebol – será vendido por até R$ 2,99. Terras ocupadas por invasores vão ser regularizadas com o programa. Em contrapartida, os compradores têm como obrigação não desmatar.O pagamento dos lotes só deve começar em 2013 e o financiamento poderá ser feito em até 20 anos, de acordo com o projeto do governo. Até agora, 72 mil famílias já estão cadastradas para participar do programa, mas a intenção é atingir 300 mil beneficiários nos próximos cinco anos.Para o pesquisador Paulo Roberto, do Imazon, a venda de terras a preços baixos pode despertar o interesse de invasores.- Tem o risco de atrair novas pessoas para invadir terras, para no futuro serem beneficiadas.No entanto, o Ministério do Desenvolvimento Agrário não acredita que isso vai acontecer e diz que o governo vai acompanhar a maneira como os proprietários vão usar a terra.
Para as 54 vagas de senador que estarão em disputa nas eleições de outubro há 268 candidatos. O grupo é composto principalmente por homens - 86,89% - que têm, em sua maioria (54%), entre 45 e 59 anos.Os casados são mais presentes (59%) sendo que apenas 12% são solteiros. E a escolaridade dos candidatos é alta, a maior parte (74,6%) concluiu o ensino superior, sendo que três (1,19%) possuem apenas o ensino fundamental.Já as profissões dos candidatos são variadas - há agricultores, policiais, músicos, mas os professores são os que têm a maior representação, se somados os de ensino médio (5%) e superior (6%). A segunda profissão com mais candidatos ao Senado é a de advogado, com 9% das candidaturas.A maior parte dos candidatos ao Senado já tem experiência na política, principalmente como deputados (11,5%). Os candidatos à Câmara dos Deputados somam, em todo o país, 5.764; os candidatos às Assembleias Legislativas e à Câmara Distrital do DF chegam a 13.739; e nove candidatos disputarão os votos dos eleitores para a Presidência da República. As informações são do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). As candidaturas aguardam julgamento do tribunal e podem vir a ser impugnadas.
O desconto da mensalidade sindical sobre a aposentadoria, feito diretamente na fonte pela Previdência Social, virou uma mina de ouro para os sindicatos. Só em junho, 11 entidades conveniadas ao INSS embolsaram R$ 21 milhões (o equivalente a R$ 252 milhões por ano). O montante provém de 2,167 milhões de aposentados que, todo mês, têm até 2% do benefício descontados no contracheque. A lei que trata do pagamento da aposentadoria permite a retenção desses valores desde que expressamente autorizada pelo segurado, o que não está sendo cumprido.O desconto é acertado com o Ministério da Previdência pelos próprios sindicatos, que enviam a lista de quem deve ter a contribuição deduzida do benefício. Mas boa parte dos segurados sequer sabe que está pagando a mensalidade. Isso porque os inativos não recebem cópia do contracheque, que só fica disponível na internet. O desconto indevido só é devolvido em caso de reclamação.Ainda assim, com apoio do governo, as entidades conseguem dificultar a vida dos aposentados que desejam parar de pagar a mensalidade. Numa visita do ministro da Previdência, Carlos Gabas, à sede da Confederação Brasileira dos Aposentados (Cobap), na última quarta-feira, ficou decidido que o interessado precisa ir até o sindicato ou associação para pedir o cancelamento pessoalmente. Não poderá mais fazê-lo no banco onde recebe o benefício.Entretanto, o próprio INSS sabe que existem problemas, pois, a cada auditoria realizada semestralmente, 1% das amostras analisadas é irregular. A constatação dispara o alerta de que milhares de aposentados podem estar sendo lesados. Foi o que aconteceu com o bancário aposentado Carlos Jorge Guimarães. Ao receber a aposentadoria da Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) de fevereiro, ele percebeu que o valor oriundo do INSS estava menor. Contou que havia dois descontos, de R$ 23 cada, a favor da CUT, referentes a janeiro e fevereiro. Informações de O Globo.
O Sindicato dos Rodoviários decidiu, em assembleia realizada ontem à noite, fazer paralisações- relâmpago em diversos pontos do Distrito Federal. Parte das pessoas que depende do transporte público será prejudicada nas primeiras horas de hoje pelo menos em dois pontos. A partir das 5h, motoristas e cobradores das empresas Viplan e Planeta, dos terminais de Samambaia e do Setor O, em Ceilândia, cruzarão os braços por pelo menos duas horas. A previsão é de que o protesto dure até as 7h, mas pode ser prolongado. A decisão ocorreu no fim da noite de ontem, diante da falta de avanço nas negociações com os empresários para o adiantamento de 40% do salário e do valor da cesta básica, proporcional a R$ 112, que não foram depositados, conforme determina cláusula do acordo coletivo.Após uma reunião que terminou por volta das 18h, os empresários reafirmaram a impossibilidade de pagar o adiantamento por falta de dinheiro em caixa e pediram aos motoristas e cobradores para não paralisarem e aguardarem a posição do governo. Entretanto, o presidente do Sindicato dos Rodoviários, João Osório, não descarta a possibilidade de uma greve geral a partir da próxima semana. “Não temos nada a ver com o governo. Essa semana vamos fazer protestos em vários pontos até que haja uma negociação. Se não houver, no domingo a categoria vai se reunir novamente e decidir se faremos uma greve geral”, ameaçou.Na manhã de ontem, a situação de quem dependia de qualquer ônibus que passasse pelos terminais de Ceilândia ficou complicada. Um grupo de rodoviários das empresas Riacho Grande, Viplan e Viação Planeta comandou uma paralisação-relâmpago e o fluxo ficou interrompido no terminal do Setor O, o maior do Distrito Federal, e também no terminal da QNQ, ambos em Ceilândia. Cerca de 560 veículos ficaram parados nos pátios das empresas, nas pistas do terminal e nos estacionamentos laterais que dão acesso ao local. Como em cada um deles trabalham motorista e cobrador, cerca de 1.120 representantes da categoria cruzaram os braços. Os próprios rodoviários calculam que mais de cinco mil pessoas deixaram de ser transportadas durante o protesto.Segundo o cobrador Manoel Deodato Neto, os carros começaram a deixar o terminal normalmente, por volta das 5h da manhã, e as viagens seguiram dentro da normalidade até por volta das 8h. Neste horário, chegaram os companheiros que iniciam a jornada de trabalho um pouco mais tarde, trazendo a notícia de que o valor a ser depositado ontem não havia entrado na conta. Imediatamente, os trabalhadores que estavam no terminal decidiram paralisar as atividades. Os ônibus que retornavam ao local após a primeira viagem não voltavam às ruas.Os representantes do sindicato foram avisados e só chegaram ao local após a decisão de parar ter sido tomada. Eles tentavam convencer a categoria a retomar o trabalho, para garantir uma negociação pacífica. “Como vamos sentar numa mesa de conversa com terminais parados?”, questionava uma das diretoras do sindicato, Joselita Andrade. Ela admitia que a paralisação encheu as paradas e causou transtornos aos que dependem das linhas, mas não criticou a decisão coletiva. “Jamais vamos deixar a categoria na mão. Se não tiver crédito, fica insustentável”, opina.O cenário só melhorou quando um dos diretores do sindicato, Francisco Andrade, chegou ao terminal para negociar com os funcionários das empresas. De cima de um canteiro, ele convocou cobradores e motoristas a reassumirem seus postos e se solidarizou com a categoria. “Estão conseguindo prejudicar a população por meio da nossa categoria. Talvez seja um jogo político”, considerou. Andrade, no entanto, condenou a postura dos colegas, de decidir parar por conta própria. “O movimento é ilegal, não tem apoio do sindicato”, ressaltou. Após uma tumultuada negociação com os colegas, ele conseguiu convencê-los a voltar ao trabalho e, por volta de 13h, os ônibus voltaram a circular.EmpréstimosEm nota, o Sindicato das Empresas de Transporte Público do DF, Setransp, afirma que as empresas não depositaram o adiantamento proporcional a 40% do salário e o valor das cestas básicas por não possuir dinheiro em caixa para honrar o compromisso. Segundo a nota, as empresas tentam buscar empréstimos no mercado financeiro, mas encontram dificuldades, já que os bancos cobram garantia de pagamento e as empresas estariam operando em deficit. Os empresários aguardam o posicionamento do governador, Rogério Rosso, que analisa as planilhas de custos apresentadas pelas empresas de transporte público e a real necessidade de um aumento nas tarifas. Informações do Correio Braziliense.
A Procuradoria Eleitoral de São Paulo impugnou o pedido de registro de 15 candidatos no Estado por considerá-los "fichas-sujas" -três candidatos a deputado federal e 12 a estadual. Ao todo, a Procuradoria apresentou ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo 281 impugnações, a maioria por conta de irregularidades graves na documentação exigida pela lei para inscrição dos candidatos, como a falta da apresentação de certidões criminais. Em outros 229 casos, a Procuradoria determinou a realização de diligências para a correção de pequenas falhas.Outras 48 impugnações foram entregues ao TRE-SP por partidos e candidatos.O balanço sobre as ações tem como base 705 pedidos de registro já publicados no diário eletrônico da Justiça. Ontem mais 900 requerimentos de inscrição de candidatos foram oficialmente divulgados no diário.As publicações marcam o início do prazo de cinco dias para que a Procuradoria se manifeste sobre a legalidade das candidaturas.Após as impugnações, os casos são julgado pelos TREs e em seguida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).No total, 3.156 pedidos de registro foram protocolados na Justiça Eleitoral paulista. Informações da Folha.
Dono do sexto maior patrimônio entre os mais de 5.700 candidatos a deputado federal no país, Selmo Santos (DEM-SP) declarou à Justiça Eleitoral possuir participação de R$ 80 milhões numa universidade que não existe.Apesar de declaradamente milionário, o endereço oficial da candidatura de Selmo Santos, 37, é uma casa simples, com tijolos à mostra, sem campainha, vigiada por um vira-lata e com roupas estendidas em um varal.Segundo vizinhos, Selmo mora no local com a mãe, mas eles disseram não saber o telefone da residência. Seu advogado, André Luiz Stival, confirma que ele reside na casa. A Folha foi ao local na segunda-feira, mas não havia ninguém em casa.Procurado desde sexta, Santos, por meio do advogado, não deu explicação sobre a discrepância entre patrimônio declarado e realidade."Aí é com ele e com a Receita Federal", afirmou.Em março deste ano, Santos foi condenado a um ano e dois meses de prisão, em regime semiaberto, por estelionato. A sentença é da 11ª Vara Criminal de São Paulo.Em 2004, ele já havia sido preso em flagrante pela Polícia Federal por tráfico de drogas. Ainda responde a dois outros processos: um por falsidade ideológica, e outro por estelionato.No registro de sua candidatura no Tribunal Regional Eleitoral, Santos se diz "diretor de estabelecimento de ensino" e dono de bens num total de R$ 91,6 milhões.Além de diretor da Unilma (Centro Universitário Livre do Meio Ambiente), Santos tem carteira de estagiário da OAB e já atuou como defensor de acusados por tráfico e roubo em processos.O Ministério da Educação não tem nenhum registro da Unilma. A faculdade, apesar de não existir, conta com brasão e estatuto registrado em cartório. Está formalmente sediada numa casa na zona leste de São Paulo, segundo registros na Receita Federal. A família que mora ali diz nunca ter ouvido falar da instituição ou de Santos.O estatuto da entidade prevê, como uma de suas fontes de renda, "doações e contribuições de pessoas físicas e jurídicas nacionais, estrangeiras e internacionais".Além da participação na universidade, a declaração de bens de Santos inclui, entre outros, dois imóveis em regiões de luxo em São Paulo e R$ 4 milhões aplicados em caderneta de poupança.Ele consta como um dos três fundadores da entidade, em maio de 2002. À época, tinha 29 anos. Além dele, outras duas pessoas assinam a ata de fundação da instituição: o reitor Luiz Alberto Ribeiro e a pró-reitora acadêmica Maria das Dores Oliveira.Na ata, ambos declaram morar numa mesma casa na Vila Brasilândia, uma das regiões mais pobres de São Paulo, na zona norte.Selmo é um dos 31 candidatos à Câmara pelo DEM-SP. O processo de definição dos nomes do partido foi acompanhado de perto pelo presidente do diretório estadual e prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Informações da Folha.
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, tem viagem programada para o Rio de Janeiro nesta quarta-feira (21). Na capital carioca, Serra deve se encontrar com representantes do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) e do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016.Marina Silva (PV) cumpre agenda em Nova York. Hoje, a senadora participa de almoço na Câmara de comércio Brasil-EUA, com empresários e executivos. Em seguida, Marina inaugura a primeira Casa de Marina no exterior e, no fim do dia, ela visita a sede do jornal Wall Street Journal.A candidata do PT, Dilma Rousseff, grava entrevista, às 18h, para o programa 3 a 1, da TV Brasil em Brasília.Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) retorna a São Paulo nesta quarta-feira. Às 12h, ele concede entrevista por telefone à rádio Campina Grande.Zé Maria (PSTU) faz nova visita ao Rio de Janeiro, onde conversa com trabalhadores da Petrobras.Ivan Pinheiro (PCB) concede duas entrevistas à imprensa: uma às 10h para a RIT TV e outras às 13h para a EPTV de Campinas. No fim do dia, o candidato lança sua candidatura na sede estadual do PCB em São Paulo.Levy Fidelix (PRTB) vai a estúdio conhecer seu "jingle" de Campanha. Às 15h, o candidato vai à OAB expor seu plano de governo aos representantes da classe dos juristas. No fim do dia Fidelix janta com empresários do ramo de transporte. Eymael (PSDC), que cancelou sua presença na sabatina promovida pelo R7 na tarde desta terça-feira por ter ficado afônico (sem voz), repousa hoje para cuidar da saúde.
09h - Despacho interno Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) 09h30 - Entrevista para a TV Record11h - Despacho interno12h - Empresários ganhadores do Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas (Prêmio MPE Brasil)15h - Pedro Brito Ministro-Chefe da Secretaria Especial de Portos da Presidência da República 16h30 - Erenice GuerraMinistra-Chefe da Casa Civil da Presidência da República 17h - Paulo Bernardo Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão 18h - Despacho interno
Agnelo Queiroz (PT)10h30min - Reunião com os Trabalhadores do DER/NOVACAP CUT-DF – Setor de Diversões Sul12h30min - Almoço no Núcleo Bandeirante - Restaurante do Pereira – Travessa Dom Bosco 790 lote 1114h - Encontro com lideranças Evangélicas do Núcleo Bandeirante AE 05, lote S/T 3ª Avenida – Núcleo Bandeirante15h - Caminhada no Comércio local do Núcleo Bandeirante Concentração na Avenida Central (ao lado do CDS do Núcleo Bandeirante )Joaquim Roriz (PSC) 18h – Inauguração do comitê de Joaquim Roriz no Riacho Fundo I Endereço: QS 14 – Conjunto 2A – lote 3 – Avenida Comercial do Riacho Fundo 19h – Inauguração do comitê de Joaquim Roriz no Riacho Fundo II Endereço: QN 15 Conjunto A – lote 34 – Avenida Comercial do Riacho Fundo IIToninho do PSOL8h - 10h - Visita Parque de Apoio da Secretaria da Saúde - SIA11h – 13h - Caminha no comércio do Setor Central do GAMA com candidatos e apoiadores13h - Almoço com lideranças comunitárias no Gama14h - 18h – Visitas à lideranças comunitárias no Gama19h - 20h – Abertura do Conselho de Representantes da FENTECT - Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios - local CONTAG no Núcleo Bandeirantes